1991: Cruzeiro 3x0 Vasco
Cruzeiro 3 x 0 Vasco
escalações
Cruzeiro GOL Paulo César Borges DEF Paulão DEF Adílson Batista MEI Quirino MEI Ademir MEI Luís Fernando Flores MEI Boiadeiro MEI Rogério Lage LAT Nonato ATA Charles (2) LAT Balu ATA Marcinho (1) TÉC Evaristo de Macedo
Vasco
GOL Acácio DEF Zé do Carmo DEF Jorge Luiz DEF Tosin MEI William MEI Luizinho MEI Júnior ATA Kramaé LAT Ayupe ATA Anderson MEI França LAT Eduardo ATA Sorato TÉC Zagallo
ficha técnica data 06/02/1991 Torneio Campeonato Brasileiro 1991 Fase 1ª Fase estádio Mineirão Público 5,138 Árbitro Ulisses
1980: Cruzeiro 2x1 Joinvile
Cruzeiro 2 x 1 Joinville
Cruzeiro
GOL Luiz Antônio DEF Zezinho Figueiroa DEF Bianchi MEI Nélio MEI Mundinho MEI Alexandre MEI Erivélton MEI Eli Carlos (2) MEI Eduardo Amorim ATA Tião ATA Joãozinho LAT Luís Cosme LAT Nelinho TÉC Hilton Chaves
Joinville
GOL Raul Bosse DEF Jorge Carraro DEF Vágner Bacharel (1) MEI Lico MEI Waldo ATA Britinho MEI Mateus ATA Zé Carlos Paulista LAT Clovis LAT Jorge Luís LAT Ladinho ATA Ademir ATA Edílson TÉC Velha
ficha técnica
data 08/03/1980
Torneio Campeonato Brasileiro 1980
Fase 1ª Fase
estádio Mineirão
Público 13,012
Árbitro Wilson
28/03/2009: Cruzeiro 1x0 Tupi
domingo, 29 de março de 2009
Cruzeiro 1x0 Tupi
Motivo: 1º jogo das quartas-de-final do Campeonato Mineiro
Data: 28/03/2009 (sábado)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Paulo César de Oliveira (SP)
Público: 9.882 pagantes
Renda: R$ 141.137,50
Gol: Marquinhos Paraná, aos 15 min do segundo tempo
Cruzeiro: Fábio; Jonathan (Jancarlos), Leonardo Silva, Thiago Heleno e Gerson Magrão; Fabrício, Marquinhos Paraná, Ramires e Bernardo (Henrique); Kléber e Soares (Wellington Paulista)
Técnico: Adilson Batista
Tupi: Gonçalves; Serginho, Reginaldo, Rodrigão e Michel; Bruno Ramos, Marcel, Léo Salino e Hugo; Daniel (Noel) e Ademílson (Márcio Carioca)
Técnico: Leonardo Condé
Cartões amarelos: Bruno Ramos, Léo Salino e Daniel (Tupi); Gerson Magrão e Leonardo Silva (Cruzeiro)
1978: Cruzeiro 6x0 Uberlândia
Gols: Roberto César (2), Eli Mendes (2)
Narração José Lino
Imagens tV Bandeirantes,
1995:Enio Andrade
sexta-feira, 27 de março de 2009
Texto da Wikipéida:
Ênio Vargas de Andrade
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Ênio Vargas de Andrade
Informações pessoais
Nome completo Ênio Vargas de Andrade
Data de nasc. 31 de Janeiro de 1928
Local de nasc. Porto Alegre, Brasil
Falecido em 22 de Janeiro de 1997
Local da morte Porto Alegre, Brasil
Altura 1.78 m
Peso
Apelido Seu Ênio
Informações atuais
Clube atual Ex-atleta
Número
Posição
Clubes de juventude
{{{jovemclubes}}}
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (gols)
1949-1950
1950-1951
1951-1957
1958-1960 São José
Internacional
Renner
Palmeiras {{{jogos(golos)}}}
Seleção nacional
Ênio Vargas de Andrade (Porto Alegre, 31 de janeiro de 1928 — Porto Alegre, 22 de janeiro de 1997) foi um futebolista brasileiro, jogava no meio-campo.
Ênio Andrade começou como zagueiro no São José em 1949, transferindo-se para o Internacional no ano seguinte. Em 1951, transferiu-se para o Renner, clube que defendeu até 1957.
Foi no Renner que Ênio Andrade foi deslocado para o meio-campo, através do técnico Selviro Rodrigues. Em 1956, sagrou-se campeão dos Jogos Pan-americanos do México. Ainda defendeu Palmeiras, Náutico e novamente o São José.
Após encerrar a carreira de jogador, em 1961, Ênio Andrade tornou-se treinador de futebol. Em sua nova carreira, conseguiu importantes conquistas, tal como as da época de jogador. Era considerado um treinador bastante estrategista. Conquistou três campeonatos brasileiros: em 1979, com o Internacional (sendo de forma invicta, o único a conseguir tal feito até hoje); em 1981, com o Grêmio (em pleno Estádio do Morumbi); e em 1985, com o Coritiba (em pleno Maracanã, após disputa de pênaltis).
Ênio Andrade ainda teve conquistas internacionais em seu currículo. Pelo Cruzeiro, foi campeão da Supercopa Libertadores, além de uma Copa Ouro e um Copa Master Supercopa.
Ênio Andrade faleceu em 1997, aos 68 anos de idade, vitimado por complicações pulmonares.
Títulos
Como jogador
Internacional
Campeonato Gaúcho: 1950 e 1951.
Renner
Campeonato Gaúcho: 1954.
Palmeiras
Taça Brasil: 1960.
Campeonato Paulista de 1959
Como treinador
Internacional
Campeonato Brasileiro: 1979
Grêmio
Campeonato Brasileiro: 1981
Coritiba
Campeonato Brasileiro: 1985
Cruzeiro
Supercopa Libertadores: 1991
Copa Ouro: 1995
Copa Master Supercopa: 1995
Campeonato Mineiro de 1994
Náutico
Campeonato Pernambucano: 1984.
25/03/2009: Cruzeiro 7x0 Democrata GV
quinta-feira, 26 de março de 2009
Links
Melhores Momentos
Ficha Técnica
Cruzeiro 7x0 Democrata
Motivo: 11ª rodada da primeira fase do Campeonato Mineiro
Data: 25/03/2009 (quarta-feira)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Émerson de Almeida Ferreira (MG)
Público: 2.425 pagantes
Renda: R$ 29.812,50
Gols: Gerson Magrão, aos 20 min, Kléber, aos 38 min, e Ramires, aos 42 min do primeiro tempo; Kléber, aos 2 min e aos 6 min, Bernardo, aos 13 min, e Wanderley, aos 23 min do segundo tempo
Cruzeiro: Andrey; Jancarlos, Gustavo, Leonardo Silva e Gerson Magrão; Fabrício (Henrique), Elicarlos, Ramires (Marquinhos Paraná) e Bernardo; Soares e Kléber (Wanderley)
Técnico: Adilson Batista
Democrata-GV: Santiago; Geison; Eliezio (Riso), Weldes e Fabiano (Robson); Leandro Leite; Halen (Flávio), Rodrigo e Sandro Manoel; Allan e Patrick
Técnico: Moacir Júnior
Cartões amarelos: Geison, Rodrigo e Riso (Democrata-GV); Wanderley (Cruzeiro)
Do Globoesporte.com
O fato de ter perdido a liderança para o Atlético parece ter mexido com o Cruzeiro. Os jogadores mostraram muito apetite desde o início do jogo, tendo nos pés de Ramires, aos nove, e Soares, aos 14, duas chances desperdiçadas.
E bastou o Democrata ameaçar o gol de Andrey pela primeira vez, com Patrick batendo cruzado para a defesa do goleiro, que a gana pela vitória aumentou mais ainda. Pois no ataque seguinte veio o primeiro gol, aos 21. Bernardo tocou para Gerson Magrão. O meia, que nesta quarta era lateral, bateu com violência e quase sem ângulo fez 1 a 0.
Abriu a porteira. O Cruzeiro começou a fazer um gol atrás do outro. Aos 37, pênalti de Geison no jovem Bernardo. Kléber foi para a cobrança e não deixou Santiago sair na foto, tirando o completamente do goleiro.
O terceiro saiu aos 43. Depois de um bate-rebate na área do Democrata, Kléber chutou, Santiago defendeu, e Ramires pegou o rebote para ampliar.
O intervalo não esfriou o ímpeto celeste. Principalmente o de Kléber. O atacante do Cruzeiro marcou aos dois e seis minutos da etapa final. No quarto gol do Cruzeiro, cruzamento de soares para chute de primeira do Gladiador. No quinto, o passe veio da direita, com Jancarlos. Desta vez Kléber usou a cabeça.
Com 12 minutos, Bernardo sofreu mais um pênalti. Desta vez Kléber deixou o garoto bater. Seria o primeiro gol do camisa 10 desta noite na carreira. E assim foi. Bola no ângulo direito de Santiago.
Wanderley entrou no lugar de Kléber e com pouco tempo em campo deixou a sua marca. Aos 23, Bernardo bateu escanteio da direita, o atacante ganhou disputa no alto e cabeceou para o gol. Não perca as contas, este foi o sétimo.
Com a vitória garantida, o técnico Adilson Batista utilizou todas as substituições a que tinha direito. O time tirou o pé do acelerador, e o placar ficou mesmo "só" nos 7 a 0.
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Jogos Completos
1994: Gols de Ronaldo parte 5 Villa Nova
terça-feira, 24 de março de 2009
Gols de Ronaldo no jogo Cruzeiro 8x0 Villa Nova em 1994
1995: Cruzeiro x São Paulo
segunda-feira, 23 de março de 2009
Esse é o famoso jogo do cai-cai. Foi em 1995 e foi pedido por Willian Diniz Rocha. Na semana seguinte, em SP, o Cruzeiro conseguiu a façanha de vencer e eliminar o tricolor em pleno Morumbi:
Copa Ouro
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Nota: Se procura pela competição da CONCACAF, veja Copa Ouro da CONCACAF.
A Copa Ouro ou Copa de Ouro Nicolás Leoz foi um torneio oficial da Conmebol disputado entre 1993 e 1996 (com exceção de 1994, com a parada para a realização da Copa do Mundo), pelos campeões da Copa Conmebol, Copa Master da Supercopa, Supercopa Sul-Americana e Copa Libertadores.
A edição de 1993 foi disputada pelos campeões de 1992: Atlético Mineiro (Copa Conmebol), Boca Juniors (Copa Master da Supercopa), Cruzeiro(Supercopa Sul-Americana) e São Paulo (Copa Libertadores). Na semifinal, o Boca Juniors venceu o São Paulo em La Bombonera por 2 a 1 e empatou no Pacaembu por 1 a 1. Na outra, após um empate em 0 a 0 no tempo normal, o Atlético Mineiro venceu o Cruzeiro por 5 a 4 nos pênaltis. Na final, o Boca Juniors empatou a primeira partida com o Atlético Mineiro, no Mineirão, por 0 a 0, e venceu a segunda, em La Bombonera, pelo placar de 1 a 0 sangrando-se campeão.
Em 1994 não houve disputa.
Em 1995, na primeira partida da final, no Mineirão, o São Paulo venceu o Cruzeiro por 1 a 0. O fato curioso é que o jogo foi suspenso no início do segundo tempo, pois o Cruzeiro, que teve quatro jogadores expulsos no primeiro tempo e gastou todas as suas substituições, teve mais um jogador contundido, ficando com apenas seis em campo - e, de acordo com a regra, o número mínimo de atletas é de sete por time. Na segunda partida, no Morumbi, o Cruzeiro devolveu o mesmo placar. Na disputa de pênaltis, o time mineiro venceu por 4 a 1 e sagrou-se campeão. Outra curiosidade é que estas partidas também foram válidas pelas quartas de final da Supercopa Sul-Americana.
Em 1996 o torneio foi disputado na cidade brasileira de Manaus entre 13 e 16 de Agosto. Jogaram: Grêmio, campeão da Copa Libertadores de 1995; Flamengo, vice-campeão da Supercopa Sul-Americana de 1995; Rosário Central, campeão da Copa Conmebol de 1995; São Paulo, campeão da Copa Master da Conmebol de 1996. Nas semifinais, o Flamengo venceu o Rosário por 2 a 1, enquanto o São Paulo venceu o Grêmio pelo mesmo placar. Na final, o Flamengo venceu o São Paulo por 3 a 1 e sagrou-se campeão.
22/03/2009: Rio Branco 1x1 Cruzeiro
Ficha Técnica
Rio Branco 1x1 Cruzeiro
Motivo: décima rodada da primeira fase do Campeonato Mineiro
Data: 22/03/2009 (domingo)
Local: estádio Parque do Azulão, em Andradas-MG
Árbitro: Renato Cardoso Conceição (MG)
Público: 5.270 pagantes
Renda: R$ 58.770,00
Gols: Chimba, aos 16 min, e Wellington Paulista, aos 39 min do primeiro tempo
Rio Branco: Glaysson, André Alves, Thiago Costa e Anderson Carvalho; Rômulo, Fábio Gomes (Vieira), Dudu, Chimba (Felipe) e Márcio Loyola; Márcio Diogo e Anderson Antunes (Gil)
Técnico: Paulo Cézar Catanoce
Cruzeiro: Fábio; Jonathan (Jancarlos), Léo Fortunato, Anderson e Gerson Magrão (Bernardo); Fabrício, Henrique, Ramires e Marquinhos Paraná; Kléber e Wellington Paulista (Wanderley)
Técnico: Adilson Batista
Cartões amarelos: Fábio Gomes, André Alves, Rômulo, Anderson Carvalho, Anderson Antunes, Gil e Glaysson (Rio Branco); Fábio, Marquinhos Paraná, Jonathan e Léo Fortunato (Cruzeiro)

Do Globoesporte.com
Pela terceira vez seguida no Campeonato Mineiro, o Cruzeiro saiu de campo com apenas um ponto. Depois de ficar no 0 a 0 com Tupi e América-MG, o time empatou por 1 a 1 com o Rio Branco neste domingo, pela penúltima rodada. Como resultado da sequência de tropeços, perdeu a primeira colocação para o rival Atlético-MG, que bateu o Villa Nova por 2 a 1 no Mineirão e foi a 23 pontos. O Cruzeiro chegou a 22.
Os dois gols em Andradas foram marcados de pênalti no primeiro tempo. Chimba abriu o placar para os donos da casa, acabando com uma invencibilidade de quatro partidas da defesa celeste. E Wellington Paulista deixou tudo igual no placar, pondo fim aos 100% de aproveitamento do Rio Branco em casa.
Na última rodada do Estadual, às 21h50m de quarta-feira, o Cruzeiro recebe o Democrata. No mesmo horário, o Atlético joga fora de casa contra o Ituiutaba.
Kléber deixa três adversários pendurados
Adilson Batista pôs em campo praticamente o seu time titular, sobretudo considerando-se os desfalques de Wagner e Thiago Ribeiro, que ficarão parados por três semanas. As exceções foram a improvisação de Marquinhos Paraná na lateral esquerda, no lugar de Sorín, e a escalação de Leo Fortunato e Anderson na zaga. E foi numa falha do último que os donos da casa abriram o placar.
Após uma furada do zagueiro, a bola sobrou livre para Márcio Diogo, que deu o passe para o companheiro Anderson Antunes. Cara a cara com Fábio, ele partiu para o drible no goleiro e foi derrubado. Chimba converteu o pênalti, fazendo 1 a 0 aos 16 minutos.
Kléber sofria uma marcação dura, incluindo um rodízio de faltas dos jogadores do Rio Branco. Fez com que três marcadores levassem cartão amarelo na primeira etapa - um deles por acertar a sola da chuteira na cara do cruzeirense.
Pênalti em jogada individual de Henrique
O Rio Branco poderia ter chegado ao segundo gol aos 34 minutos, novamente num contra-ataque que terminou com Anderson Antunes na frente de Fábio. Desta vez, o atacante preferiu chutar na saída do goleiro - e acertou a trave.
O empate veio também em cobrança de pênalti. Henrique se livrou da marcação de dois adversários com um drible e foi derrubado na área. Wellington Paulista cobrou e fez seu quinto gol no Mineiro. Por pouco Gérson Magrão não virou o jogo ainda antes do intervalo, mas seu chute de bico passou rente ao travessão.
- Eu sabia que não seria um jogo fácil, e a condição no gramado não ajuda, pois escorrega muito. Mas temos que continuar marcando forte - disse Wellington Paulista na saída para o intervalo.
Gladiador se desmarca e acerta a trave
O Cruzeiro voltou para o segundo tempo sabendo que deixava escapar a liderança, já que o Atlético vencia o Villa Nova por 1 a 0 no Mineirão. E adotou uma postura mais ofensiva, empurrando o adversário para o seu campo de defesa - e, como consequência, dando espaço para o contra-ataque.
Individualmente, a principal diferença para a primeira etapa foi a atuação de Kléber. Conseguiu se livrar da marcação e teve quatro oportunidades em apenas 15 minutos. Na melhor delas, recebeu ótimo passe de Marquinhos Paraná e chutou cruzado. O goleiro Glaysson espalmou, e a bola bateu na trave.
Na tentativa de dar mais gás ao time, Adilson Batista fez duas substituições cedo: tirou Gérson Magrão e Wellington Paulista e pôs em campo Bernardo e Wanderley.
Mas o Cruzeiro desacelerou, principalmente depois que o Villa Nova conseguiu o empate com o Atlético no Mineirão. E ainda correu o risco de levar o segundo gol, numa cabeçada perigosa de André Alves. Fábio ficou apenas olhando e torcendo para que a bola fosse para fora.
O Atlético voltava a ficar na frente no Mineirão, mas o cansaço impediu que os titulares do Cruzeiro conseguissem a virada no Parque do Azulão. Ensaiaram uma pressão nos minutos finais, mas não criaram uma chance de perigo.
Carlinhos
domingo, 22 de março de 2009
Esse Cruzeiro ganhou o Campeonato Mineiro de 1984. Em pé, da esquerda para a direita, vemos: Douglas, Geraldão, Ailton, Ademar, Carlos Alberto e Vítor. Agachados: massagista Guido, Carlinhos, Tostão, Eduardo Lobinho, Seixas e Joãozinho.
A foto consta no livro “De Palestra a Cruzeiro – Uma trajetória de glórias”. Carlos Alberto Isidoro, o ex-ponta-direita e meia Carlinhos, nasceu em Belo Horizonte em 28 de março de 1959. Defendeu Cruzeiro (segundo o Almanaque do Cruzeiro, de Henrique Ribeiro, vestiu a camisa celeste em 302 jogos e marcou 60 gols entre 1978 e 1985), Atlético Paranaense, Santos, Palmeiras (segundo o Almanaque do Palmeiras, de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti, fez 24 jogos em 1992 com 15 vitórias, dois empates, sete derrotas e três gols marcados), São Caetano, Flamengo (segundo o Almanaque do Flamengo, de Roberto Assaf e Clóvis Martins, disputou 33 jogos pelo Mengão com 20 vitórias, 3 empates, 10 derrotas e um gol marcado) e Paraná. Atualmente, reside em Belo Horizonte e trabalha como empresário de atletas de futebol. Como jogador, Carlinhos conquistou o título mineiro 84 pelo Cruzeiro, o carioca de 86 pelo Flamengo, e os paranaenses de 88 e 90 pelo Atlético e 91 pelo Paraná. Por Marcelo Rozenberg
Ademir Maria
quinta-feira, 19 de março de 2009

Vejam o Cruzeiro em 1984 em dia de clássico contra o Atlético no Mineirão. Em pé estão Carlos Alberto, Ademar, Ademir Maria, Luis Cosme, Douglas e Eugênio; agachados temos Carlinhos, Palhinha, Carlos Alberto Seixas, Joãozinho e Tostão II
Clique aqui pra ler um pouco da história do Ademir Maria no futebol
ADEMIR MARIA
Ademir Maria, ex-goleiro do São Bento (SP), Santos, Cruzeiro, Inter (RS), Grêmio e outras equipes de São Paulo, não é mais treinador de goleiros.
Atualmente, Ademir, que também teve passagem pela seleção brasileira de juniores, é advogado e mora no centro de Canoas (RS), onde tem seu escritório.
Carreira
Viveu bom momento no São Betno e também chegou a fazer boas partidas pelo Santos. Mas não conseguiu se firmar como titular do time da Vila, principalmente porque o Peixe contratou o uruguaio Rodolfo Rodríguez. Na maior parte do tempo, ele foi um bom reserva também no Cruzeiro, Internacional (chegou a ser banco de Taffarel) e Grêmio.
por Rogério Micheletti
Ademir


Cruzeiro campeão mineiro de 1994 com Ronaldo Fenômeno em início de carreira. O time estrelado levantou o caneco com 17 vitórias, cinco empates e nenhuma derrota. Ronaldo foi o artilheiro com 22 gols em 22 jogos. Em pé vemos Paulo Roberto, Dida, Célio Lúcio, Rogério Lage, Luizinho e Nonato; agachados estão Ademir, Ronaldo, Catê, Luiz Fernando e Roberto Gaúcho. Fonte: Cruzeiro
ADEMIR
Ademir, o Ademir Roque Kaefer, nasceu em Toledo (PR), no dia 6 de janeiro de 1960. Hoje, o loiro ex-volante mora em sua terra natal, Toledo, que revelou também Preto Casagrande e Ávalos, campeões brasileiros pelo Santos em 2004. Lá, Ademir, casado e pai de dois filhos, é agropecuarista.
O volante começou a carreira no Toledo, em 1980. Passou depois pelo Inter, seleção brasileira que disputou os Jogos Olímpicos de 1984 (foi titular da equipe que ganhou a medalha de prata), Santo André e Cruzeiro, onde brilhou entre 1988 e 1995.
Na Toca da Raposa, conquistou títulos importantes como: Supercopa (1991 e 1992) e três campeonatos mineiros (1989, 1992 e 1994). Também esteve na Seleção Brasileira nas Olimpíadas de 88 e mais uma vez conseguiu a medalha de prata. Fora do país, Ademir jogou pelo Racing, da Argentina.
Duas vezes prata
Ademir é o único jogador de futebol brasileiro a ser duas vezes medalha de prata em jogos olímpicos. Em 1984, ele fez parte da equipe comandada por Jair Picerni e que perdeu para a França, 2 a 0. O time brasileiro, à época, tinha como base o Inter de Porto Alegre. Alguns dos colorados que faziam parte do time eram: Kita, Mauro Galvão, Silvinho, André Luiz, Gilmar Rinaldi e Pinga. Quatro anos depois, Ademir da Guia fazia parte da equipe comandada por Carlos Alberto Silva (veja foto), que ficou em segundo lugar em Seul.
por Rogério Micheletti

Cruzeiro de 1992. Em pé: Paulo César, Paulo Roberto, Célio Lúcio, Luizinho, Ademir e Edson. Agachados: Betinho, Renato Gaúcho, Cleison, Douglas e Roberto Gaúcho.
História de Ademir, no blog do MIlton Neves
Jairzinho: Furacão da Copa

No site do Milton Neves, um pouco da historia do Furacão da Copa Jairzinho

Vejam o Cruzeiro campeão da Taça Libertadores da América de 1976. Nesta foto no Mineirão estão, em pé, Nelinho, Moraes, Ozires, Valdo, Vanderlei e Raul; agachados vemos Silva, Eduardo, Jairzinho, Palhinha e Joãozinho

Formação do Cruzeiro em 1976. O time chegou à decisão do Mundial Interclubes mas perdeu para o Bayern de Munique. Em pé estão Moraes, Nelinho, Ozires, Piazza e Vanderlei; agachados vemos Roberto Batata, Zé Carlos, Palhinha, Jairzinho, Joãozinho e Raul
2009: Cruzeiro 2x0 Universitário Sucre
quarta-feira, 18 de março de 2009
Links
Melhores Momentos
Narração Itatiaia
Ficha Técnica
18/03/2009: Cruzeiro 2x0 Universitário Sucre
Motivo: quarta rodada da fase de grupos da Copa Santander Libertadores
Data: 18/03/2009 (quarta-feira)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte
Árbitro: Federico Beligoy (ARG)
Público: 14.439 pagantes
Renda: R$ 319.065,00
Gols: Wellington Paulista, aos 12 min e aos 45 min do segundo tempo
Cruzeiro: Fábio; Jonathan (Jancarlos), Thiago Heleno, Leonardo Silva e Sorín; Fabrício, Marquinhos Paraná, Ramires e Wagner (Gerson Magrão); Thiago Ribeiro (Wanderley) e Wellington Paulista
Técnico: Adilson Batista
Universitário Sucre: Lampe; Zabala, Rivero, Aguirre e Axel Bejarano; Ribera, Lima, Saucedo e Marcelo Gomes (Vanderlei dos Santos); Raimondi e Sillero (Da Silva)
Técnico: Eduardo Villegas
Cartões amarelos: Lampe e Zabala (Universitário); Gerson Magrão (Cruzeiro)
Cartão vermelho: Aguirre (Universitário)

Do Globoesporte.com
Cruzeiro vence o Universitario de Sucre e encaminha a classificação para as oitavas
Time derrota os bolivianos por 2 a 0, abre folga na ponta do Grupo 5 e vaga antecipada pode chegar nesta quinta-feira
O torcedor do Cruzeiro que foi ao Mineirão viu o time no estilo dos antigos discos de vinil: com os lados A e B. Nesta quarta-feira, pela quarta rodada do Grupo 5 da Libertadores, a equipe fez um primeiro tempo muito ruim, mas melhorou na etapa final e conquistou a vitória por 2 a 0, gols de Wellington Paulista.
O resultado mantém o time mineiro na liderança e muito perto da classificação para as oitavas-de-final. São dez pontos conquistados em quatro jogos. A vaga ainda não está garantida e será preciso aguardar o resultado desta quinta-feira. O Estudiantes-ARG, com três pontos, recebe o Deportivo Quito, que tem cinco. Em caso de vitória dos equatorianos, a equipe celeste estará classificada. Os bolivianos, com um ponto, estão eliminados.
Na quinta rodada, dia 8 de abril, o Cruzeiro visita o Estudiantes de La Plata, da Argentina. No dia 14, o Universitario de Sucre também joga como visitante. A partida será contra o Deportivo Quito, no Equador.
Sucre recuado? Longe disso...
Nervosismo. Este foi o principal defeito do Cruzeiro no início da partida. Talvez tenha sido surpreendido com a postura ofensiva dos bolivianos. O Universitario não se fechou tanto e manteve dois atacantes. Resultado: assustaram primeiro.
Aos 5 minutos, após cobrança de escanteio, o grisalho atacante Sillero se antecipou ao zagueiro, conseguiu um leve desvio de cabeça, e a bola passou na frente do gol de Fábio. Sorte que ninguém vestido de vermelho concluiu.
Três minutos depois, uma das características marcantes do time celeste apareceu. Thiago Ribeiro esperou a passagem de Jonathan, o lateral-direito invadiu a área e bateu cruzado. Desta vez não havia ninguém de azul para chutar.
Aos poucos, a Raposa começou a sair da toca. Aos 14, Ramires lançou Wellington Paulista na área com a habitual categoria, o atacante escorou para Thiago Ribeiro, mas Lampe fez grande defesa com o peito. O lance gerou um escanteio e a irritação do técnico Adilson Batista. Depois da cobrança, o camisa 11 pegou de primeira da entrada da área, e a bola passou muito perto.
Fogo de palha
Parecia que o Cruzeiro ia embalar, mas, aos 16 minutos, Wagner, machucado, deu lugar a Gerson Magrão. Adilson perdeu uma peça importante na articulação das jogadas, e a responsabilidade ficou principalmente com Ramires.
O time brasileiro errava muitos passes e atuava de forma centralizada. Tanto que só conseguiu levar perigo novamente quinze minutos depois. Wellington Paulista invadiu a área, se enroscou com o zagueiro, mas conseguiu cruzar. Gerson Magrão superou a marcação na subida, mas a cabeçada saiu fraquinha, fraquinha.
Com 34 minutos, Thiago Ribeiro levantou a bola na área, Wellington Paulista cabeceou muito perto do gol, mas a bola foi para fora. A arbitragem marcou impedimento, mas a condição era legal. Fim de um primeiro tempo chato, com 0 a 0 incômodo.
Esta é a cara do Cruzeiro
Antes de a bola rolar na etapa final, os jogadores do Cruzeiro se reuniram no centro do campo para tentar corrigir os muitos erros que cometeram. O papo mexeu com a postura do time. Aos 3, Jonathan recebeu lançamento na ponta direita, dominou bonito e tirou o marcador com um único toque, sem deixar a bola cair. Mas depois de invadir a área, abaixou a cabeça e bateu muito mal para o gol. Faltou caprichar...
Mais agressivo na marcação e objetivo no ataque, o time de Adilson Batista melhorou. Wellington Paulista, louco para fazer o primeiro gol dele em uma edição de Libertadores, soltou a bomba de fora da área. A bola explodiu no peito de Lampe, e o goleiro defendeu em dois tempos, aos 9.
Um minuto depois, finalmente o ataque celeste encaixou. Gerson Magrão foi lançado na área por Ramires, o meia driblou o goleiro Lampe e foi derrubado na área. Na cobrança, Wellington Paulista bateu rasteiro, no canto direito do boliviano: 1 a 0, comemoração empolgada, e sonho de artilheiro realizado.
Aos 17, o zagueiro Aguirre agrediu Thiago Ribeiro, fora do lance, com um soco e recebeu cartão vermelho direto. Raposa em vantagem no placar e numérica. Dois minutos depois, Ramires fez o segundo, mas estava impedido.
Mas o que seria do Cruzeiro sem Fábio? Aos 32, Raimondi acertou uma bomba, e o camisa 1 fez grande defesa para evitar o empate no Mineirão. Algumas oportunidades de gol foram criadas pelo time brasileiro. Uma delas, em especial, merecia entrar. O lateral-esquerdo Sorín, capitão do time, tentou uma bicicleta quase na pequena área, aos 43, mas bola saiu pela linha de fundo.
Aos 45 minutos, Wellington Paulista se encarregou de dar números finais ao jogo. Ele recebeu passe de Wanderley e bateu com estilo, no cantinho, para ampliar: 2 a 0. Dever de casa feito, e vaga na próxima fase na mão. Além disso, a invencibilidade no ano continua. São 15 jogos: retrospecto de onze vitórias e quatro empates.
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Jogos Completos
1992: Recopa Sul-Americana: Cruzeiro x colo colo
CRUZEIRO 0 x 0 COLO COLO (CHI)
19/04/1992 (Dom) - Recopa (decisão) - Kobe Stadium Park (Kobe, Japão)
Público: 60.000
Árbitro: Juan Francisco Escobar (PAR)
Auxiliares: Shinishiro Obata (JAP) e Morishina Yamagusha (JAP)
Cruzeiro: Paulo César, Paulo Roberto, Paulão, Adilson (Vanderci), Nonato, Ademir, Boiadeiro, Luiz Fernando, Aélson (Macalé), Charles, Andrade. T: Enio Andrade
Colo Colo: Morón (Marcelo Ramírez), Salvatierra, Miguel Ramírez, Vilches, Margas, Mendoza, Garrido, Pizarro, Adomaitis, González (Hugo Rubio), Borghi. T: Mirko Josic
CA: Adilson, Ademir (C); Garrido, Salvatierra (C)
Tiros livres: Colo Colo 5 a 4 (Marcelo Ramírez defendeu pênalti cobrado por Nonato 0 a 0; Borghi 0 a 1; Boiadeiro 1 a 1; Adomaitis 1 a 2; Charles 2 a 2; Margas 2 a 3; Paulo Roberto 3 a 3; Vilches 3 a 4; Paulão 4 a 4; Pizarro 4 a 5)
Fonte: Almanaque do Cruzeiro, de Henrique Ribeiro
Nessa partida, o Cruzeiro não teve sorte, jogou melhor que o time chileno, perdeu gols incríveis e ainda perdeu um penalty, acabou castigado na cobrança de tiros livres da marca do penalty. Vale o registro.
Gols de Ronaldo parte 4
terça-feira, 17 de março de 2009
Nessa vitória de 3x1 do time azul, o jovem artilheiro marcou o último gol celeste.
Da série: Grandes Títulos
segunda-feira, 16 de março de 2009
Primeiro jogo da decisão da Copa Sul Minas 2002. O Cruzeiro venceu o Atlético PR por 2x1 em plena arena da baixada. Nesse video, incorporei o áudio da Itatiaia com o Alberto Rodrigues e Fernando Sasso nos comentários.
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15/03/2009: América - MG 0x0 Cruzeiro
domingo, 15 de março de 2009
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Melhores Momentos
Ficha Técnica
América - MG 0x0 Cruzeiro
Motivo: 9ª rodada do Campeonato Mineiro
Data: 15/03/2009 (domingo)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Cleisson Veloso Pereira
Público: 13.591
Renda: R$ 190.527,50
América-MG: Flávio; Otávio, Micão, Wellington Paulo e Bruno Barros; Dudu, Irênio (Chico Marcelo), Capixaba e Tucho; Bruno Mineiro (Euller) e Luciano (Leandro Ferreira).
Técnico: Flávio Lopes
Cruzeiro: Fábio; Jancarlos (Jonathan), Anderson, Leonardo Silva e Sorín (Camilo ); Fabrício, Marquinhos Paraná, Elicarlos e Gerson Magrão (Wagner); Soares e Kléber
Técnico: Adilson Batista
Cartões amarelos: Bruno Barros, Dudu, Flávio, Luciano (América-MG); Anderson, Fabrício, Leonardo Silva, Soares, Sorín (Cruzeiro)
Do site UOL
Foi o segundo empate consecutivo sem gols do Cruzeiro pelo Campeonato Mineiro, já que, domingo passado, havia ficado também no 0 a 0 com o Tupi de Juiz de Fora. Dessa forma, o time celeste continua líder, invicto, com 21 pontos, mas viu a distância para o rival Atlético-MG, o vice-líder, com 20, diminuir para apenas um. O terceiro colocado é o Ituiutaba, que venceu pela manhã, o Social, por 2 a 0, e chegou a 19 pontos.
Depois de muito mistério dos dois treinadores, o paranaense de Curitiba Adilson Batista e o mineiro de Ervália, Flávio Lopes, promoveram surpresas em suas respectivas equipes. Pelo lado celeste, além de Ramires, principal jogador do time, que nem havia sido relacionado para o jogo, ficaram no banco Jonathan, Wagner e Wellington Paulista. No América, o meia Irênio, que seria opção no banco, começou jogando.
Sem esses titulares, a esperança do torcedor cruzeirense ficou depositada especialmente no argentino Sorín e em Kléber, que entrou em campo com uma máscara azul para proteger o nariz fraturado. Com 20 minutos, no entanto, o atacante tirou o aparelho, jogando-o ao lado do campo, preferindo o risco de um choque, que aos 38min aconteceu, em lance com o volante Dudu, mas sem maior gravidade.
Líder do Campeonato Mineiro e invicto na temporada, enfrentando um adversário que há muito tempo disputa apenas a Série C do Brasileiro e que em 2008 estava no Módulo II do Mineiro, era de se esperar um domínio do Cruzeiro. Não foi o que se viu no na partida, especialmente no primeiro tempo e também em boa parte da etapa final.
O América começou melhor, pressionando o sistema defensivo celeste, que demonstrava instabilidade, especialmente o zagueiro Anderson. Somente a partir dos 10 minutos do primeiro tempo é que o Cruzeiro conseguiu chegar ao ataque, mas, assim mesmo, em chutes de longa distância, bem defendidos pelo goleiro Flávio.
O time americano, por sua vez, se fechava bem na defesa e conseguia explorar o contra-ataque, especialmente a partir das jogadas do experiente Tucho, jogador, que por coincidência, foi autor do gol da última vitória do América sobre o Cruzeiro, em 19 de maio de 2002, pelo Supercampeonato Mineiro. Na etapa inicial, o time americano finalizou nove vezes, quatro certas, que obrigaram Fábio a trabalhar, contra seis conclusões a gol do time de Kléber, que teve Soares como seu companheiro.
A atuação celeste no primeiro tempo não agradou a seus torcedores e nem ao presidente Zezé Perrella, que em entrevista à Rádio Itatiaia, no intervalo, disse que o Cruzeiro não merecia a vitória no primeiro tempo e viu a superioridade americana. Para tentar melhorar a atuação cruzeirense, Adilson Batista recorreu ao meia Wagner, um dos poupados em função do jogo contra o Universitario de Sucre, pela Libertadores, na quarta-feira.
Wagner, que foi revelado pelo América e que antes do jogo foi homenageado pela diretoria do Cruzeiro, por ter completado recentemente 200 jogos com a camisa celeste, substituiu a Gérson Magrão. Os primeiros 10 minutos, no entanto, foram todos do América, que voltou com os mesmos atletas. O time americano desperdiçou duas oportunidades de gols, ambas por meio de Luciano.
O Cruzeiro "acordou" em campo, a partir dos 13 minutos, quando Sorín deu belo chute de esquerda, defendido com a ponta dos dedos pelo goleiro Flávio. Apesar da melhora celeste, a partida continuou equilibrada e indefinida. Prova disso, é que Adilson Batista colocou outro titular em campo: Jonathan na vaga de Jancarlos, na lateral direita. Aos 23min, Sorín foi substituído por Camilo, encerrando mais um capítulo de sua volta gradual ao futebol, depois de quase um ano que ficou sem atuar.
O Cruzeiro criava mais chances à essa altura da partida, que ficou truncada também. Aos 28min, Kléber reclamou de agressão em seu nariz, do goleiro Flávio. Depois de consultar o assistente Guilherme Dias Camilo, o árbitro Cleisson Veloso Pereira nada marcou e não puniu ninguém.
No final, o Cruzeiro pressionou."Tentamos furar o bloqueio do América de todo jeito, tivemos bola na trave, bola raspando e o América no contra-ataque só. Aí fica difícil vencer até por meio a zero", reclamou o lateral-direito Jonathan.
Apesar de atacar mais no segundo tempo, o América, em contra-ataque desperdiçou também chances para chegar ao gol, o que acabou não acontecendo. "Se o Chico Marcelo tivesse mais tranquilidade eu poderia ter feito o gol no final", comentou Euller, referindo-se a lance aos 45min, em favor do América, quando o companheiro chutou em vez de lhe passar a bola.
Pedidos
Estou reservando os domingos pra quem quiser pedir um video. Desde que seja do período entre 92 e 2009. Ajude a fazer esse blog!
Sérgio
Sérgio
1998: Reportagem: Os baianos do Cruzeiro
sexta-feira, 13 de março de 2009
Reportagem do Globo Esporte com a dupla Marcelo e Alex Alves que faziam sucesso no time do Cruzeiro.
1987: Atlético 3x2 Cruzeiro
quinta-feira, 12 de março de 2009
Data: 10 de maio de 1987.
Resultado: ATLÉTICO 3x2 CRUZEIRO (MG).
Local: Belo Horizonte, MG.
Estádio: Mineirão.
Público: 31.431 pagantes - Renda: Cz$ 1.319.394,00.
Competição: Campeonato Mineiro de 1987 (decisão do 1° turno).
Árbitro: Custódio José Pereira, MG.
Expulsão: Batista (A).
ATLÉTICO: Pereira; Luis Cláudio, Batista, Luisinho e Paulo Roberto; Éder Lopes, Vânder Luis e Zenon (Helinho Lanza) (Mauricinho); Sérgio Araújo, Marquinhos e Renato Morungaba – Tec: Palhinha.
CRUZEIRO: Gomes; Balu, Geraldão, Eugênio e Tito; Douglas, Ernâni e Heriberto (Careca); Robson, Hamilton e Edson – Tec: João Avelino.
GOLS: Marquinhos (1’), Ernâni (35’), Luisinho (70’), Sérgio Araújo (84’) e Edson (86’).
OBS: Com o resultado o Atlético venceu o 1° turno do campeonato, conquistando a Taça Minas Gerais de 1987
Gols de Ronaldo parte 3
terça-feira, 10 de março de 2009
1993: Gol de Ronaldo contra o Flamengo
Esse jogo terminou 2x1 pro time carioca,mas Ronaldo demonstrou categoria ao abrir o placar pro time azul.
08/03/2009: Cruzeiro 0x0 Tupi
domingo, 8 de março de 2009
Ficha Técnica
Cruzeiro 0x0 Tupi
Motivo: 8ª rodada do Campeonato Mineiro
Data: 08/03/2009 (domingo)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Átila Carneiro Magalhães
Público: 9.535 pagantes
Renda: R$ 139.547,50
Cruzeiro: Andrey; Marquinhos Paraná, Anderson, Gustavo e Sorín (Fernandinho) (Diego Renan); Fabrício, Henrique, Bernardo (Ramires) e Wagner; Kléber e Wellington Paulista
Técnico: Adilson Batista
Tupi: Gonçalves; Serginho, Reginaldo, Rodrigão e Michel; Robson, Marcel, Daniel, Marcel e /puno Ramos; Ademilson e Rodrigo Mucarbel (Itamar).
Técnico:José Carlos Amaral
Cartões amarelos: Gustavo e Henrique (Cruzeiro); Rodrigão, Reginaldo e /puno Ramos (Tupi)
Do Globoesporte.com
Pela primeira vez na temporada, o Cruzeiro passou em branco. O Tupi segurou o líder do Campeonato Mineiro, que até então havia marcado 36 gols em 12 partidas no ano e vinha de 12 vitórias consecutivas no Mineirão. O empate por 0 a 0, no entanto, mantém o time celeste com folga na primeira colocação: tem 20 pontos, contra 17 do Atlético-MG. O Tupi, com 11, está em sétimo lugar.
O Cruzeiro, que jogou com Kléber e Wellington Paulista na frente, não conseguiu driblar a forte marcação do Tupi, que ainda levou perigo em alguns contra-ataques. A pior notícia para os cruzeirenses foi a lesão do lateral Fernandinho, que começou o segundo tempo e sentiu uma contusão no joelho logo aos três minutos.
Na próxima rodada, a equipe de Adilson Batista pega o América-MG fora de casa, às 16h de domingo. Na sexta-feira, o Tupi recebe o Rio Branco às 19h.
Tupi leva perigo em contra-ataques
Como sempre faz quando atua no Mineirão, o Cruzeiro partiu para cima do adversários nos primeiros minutos. Aos dois, o goleiro Gonçalves soltou a bola num chute de Wagner, mas se recuperou a tempo para abafar a conclusão de Wellington Paulista no rebote.
Sete minutos depois, Wellington Paulista esteve próximo do gol novamente, mas desta vez não foi o goleiro que o impediu. Seu chute, após jogada de Kléber na ponta esquerda, saiu torto, por cima do gol.
O Tupi marcava forte e chegava pouco ao ataque, mas conseguia perigo quando rondava a área cruzeirense. Aos 17 minutos, Andrey foi obrigado a fazer difícil defesa em chute de Rodrigo Mucarbel, levando a torcida a gritar o seu nome. Já nos acréscimos, foi a vez de Ademílson finalizar com perigo, rente à trave.
O Cruzeiro, após a pressão inicial, não fez muito mais. Conseguiu dois chutes de fora da área, com Bernardo e Fabrício, e esteve próximo de abrir o placar num lance curioso: o goleiro do Tupi deu um soco na bola, que bateu na cabeça de Gustavo e quase entrou.
Fernandinho entra e se machuca
Para a segunda etapa, o técnico Adilson Batista recorreu a dois titulares para tentar superar a retranca do adversário.
- O Tupi está fechadinho na defesa, então eu e o Fernandinho estamos entrando para dar mais velocidade ao time e abrir espaços - analisou Ramires, sobre a sua entrada e a do lateral nos lugares de Bernardo e Sorín.
Adilson foi forçado a fazer a terceira substituição logo com cinco minutos, depois que Fernandinho machucou o joelho numa dividida com Bruno Ramos. Diego Ramos entrou e fez a sua estreia neste ano entre os profissionais.
O jogo continuou movimentado, com chances para os dois lados. O Cruzeiro esteve perto do gol em dois lances de voleio. O primeiro, de Kléber, foi por cima do gol. O de Wellington Paulista foi mais cruel com a torcida no Mineirão: acertou as duas traves.
O Tupi também levou perigo. Aos 21 minutos, Andrey voltou a entrar em ação, espalmando chute colocado de Ademílson. Defensivamente, a equipe de José Carlos Amaral manteve a forte marcação até o fim da partida, obrigando o Cruzeiro a chutar de longe e cruzar bolas na área, sem sucesso.
23/03/2003: Cruzeiro 4x0 Tupi
sábado, 7 de março de 2009
CRUZEIRO 4 x 0 TUPI
Motivo: 12ª rodada do Campeonato Mineiro
Data: 23/03/2003
Local: Mineirão - Belo Horizonte (MG)
Público: 34.665
Renda: R$ 48.475,00
Árbitro: Marco Antônio Cunha (MG)
Gols: Alex, aos 15 min e aos 26 min, e Deivid, aos 38 min do primeiro tempo; e Alex, aos 3 min do segundo tempo
Cruzeiro: Gomes, Maurinho, Luisão, Thiago, Wendell, Recife, Paulo Miranda, Martinez (Jussiê), Alex (Marcelo Ramos), Aristizábal, Deivid (Mota).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo
Tupi: Emerson, Rony, Anderson Figueiredo, Alexandre Nunes, Raniere, Jailton, Eduardo, Maurício (Ronie), Nilson, Jackson (Fabiano), Cacá (Aílton).
Técnico: José Ângelo
Cartão amarelo: Nilson (Tupi)
1987: Cruzeiro 2x1 Atlético MG
quinta-feira, 5 de março de 2009
Data: 5 de julho de 1987.
Resultado: CRUZEIRO (MG) 2x1 ATLÉTICO.
Local: Belo Horizonte, MG.
Estádio: Mineirão.
Público: 16.317 pagantes - Renda: Cz$ 622.215,00.
Competição: Campeonato Mineiro de 1987.
Árbitro: Carlos da Luz Vicente, MG.
CRUZEIRO: Gomes; Balu, Vilmar, Gilmar Francisco e Genílson; Ademir, Eduardo e Careca; Gil (Robson), Vanderlei (Hamilton) e Edson - Tec: Rui Guimarães.
ATLÉTICO: Pereira; Luis Cláudio, Batista, João Pedro e Paulo Roberto; Éder Lopes, Vânder Luis e Zenon; Sérgio Araújo, Marquinhos (Tita) e Renato Morungaba - Tec: Palhinha.
GOLS: Paulo Roberto (20'), Gilmar Francisco (49') e Vanderlei (80').
04/03/2009: Universitário Sucre 0x1 Cruzeiro
quarta-feira, 4 de março de 2009
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Melhores Momentos
Primeiro Tempo
Segundo Tempo Completo
Ficha Técnica
Universitário Sucre 0x1 Cruzeiro
Motivo: terceira rodada do grupo 5 da Copa Santander Libertadores
Data: 04/03/2009 (quarta-feira)
Local: estádio Olímpico Pátria, em Sucre, Bolívia
Árbitro: Roberto Silvera (Uruguai)
Gol: Thiago Ribeiro, aos 38 min do primeiro tempo
Universitário Sucre: Carlos Lampe; Pedro Zabala, Ronald Rivero e Vanderlei dos Santos e Marvin Bejarano; Rolando Ribera, Sacha Lima (Mealla), Saucedo (Dimas da Silva) e Marcelo Gomes (Gallegos); Raimondi e Sillero
Técnico: Eduardo Villegas
Cruzeiro: Fábio, Jonathan, Léo Fortunato, Leonardo Silva e Fernandinho; Henrique, Marquinhos Paraná, Ramires (Elicarlos) e Wagner (Soares); Thiago Ribeiro (Jancarlos) e Kléber
Técnico: Adilson Batista
Cartões amarelos: Vanderlei dos Santos (Universitário); Fernandinho (Cruzeiro)
Cartão vermelho: Kléber (Cruzeiro)
Do Globoesporte.com
Cruzeiro vence Universitario de Sucre, e Kléber é expulso de novo
Na vitória por 1 a 0 sobre os bolivianos, atacante tem boa atuação, mas perde a cabeça
A altura de 2.800 metros em relação ao nível do mar de Sucre não trouxe qualquer problema ao time do Cruzeiro. Com um primeiro tempo praticamente perfeito, a equipe de Adilson Batista bateu o Universitario de Sucre por 1 a 0, pela terceira rodada, e manteve a liderança do Grupo 5 da Taça Libertadores (assista aos melhores momentos do jogo no vídeo ao lado). O time brasileiro soma sete pontos, enquanto os bolivianos têm apenas um, na lanterna. Estudiantes de La Plata e Deportivo Quito completam a rodada em 10 de março.
O destaque negativo fica por conta do atacante Kléber. Na segunda partida dele na Libertadores, o jogador foi expulso em um lance infantil e não vai estar em campo no próximo dia 18, no Mineirão, quando os times repetem o duelo. Será a vez de os brasileiros receberem os bolivianos.
Quando a fase é boa, até a missão de jogar fora de casa parece mais fácil. Invicto na temporada (nove vitórias e dois empates até então), o Cruzeiro começou a partida exibindo autoridade, mas quem assustou primeiro foi o time boliviano. Aos cinco minutos, o argentino Sillero avançou pela direita e cruzou na cabeça do paraguaio Raimondi. A bola passou à direita de Fábio.
No minuto seguinte, Kléber respondeu. O Gladiador entrou na área e bateu de perna esquerda. A bola tocou na rede pelo lado de fora. Seria a primeira de três chances claras de gol seguidas do jogador. Aos 7, depois de uma confusão na ‘casa’ boliviana, ele dividiu com o goleiro Carlos Lampe, mas acabou sendo travado na hora do chute. No terceiro lance, a melhor oportunidade. O camisa 25 se livrou da marcação com dois cortes rápidos e bateu forte no ângulo esquerdo. Lampe apareceu bem novamente.
O Universitario não estava morto. Aos 17, Sillero, atacante veloz, ganhou a disputa com a zaga e bateu forte de pé direito. Fábio saltou assustado para defender, mas a bola foi pela linha de fundo.
A partir dos 20 minutos, a Raposa começou a abrir espaços para o adversário, não sofreu grandes sustos, mas também não criou como antes. Depois de quase quinze minutos de poucas emoções, Ramires foi lançado por Kléber, tocou na saída de Lampe, só que o goleirão conseguiu evitar o gol com os pés. Bela defesa!
O relógio marcava 38 minutos quando o outro atacante do Cruzeiro finalmente apareceu. Jonathan cruzou na cabeça de Thiago Ribeiro e o camisa 11, livre, só colocou no canto direito do goleiro: 1 a 0 e é gol azul!
O Cruzeiro começou o segundo tempo com toda a pinta de que iria partir ao ataque para resolver logo a parada. Aos cinco minutos, Thiago Ribeiro bateu rasteiro e obrigou Lampe a se esticar todo para defender. Só que um minuto depois, Raimondi assustou, e muito, o time celeste. O atacante recebeu passe de cabeça na pequena área, conseguiu chutar, mas foi abafado por Fábio.
Pouco antes dos dez minutos, Adilson Batista tirou Thiago Ribeiro, aparentemente machucado, para a entrada de Jancarlos. Desta forma, Jonathan foi descolado para o meio-campo, e Wagner adiantado para o ataque ao lado de Kléber. A mudança deixou o time brasileiro ainda mais burocrático e abusando dos passes para o lado. Aos 11, Lima cobrou falta de muito longe, e Fábio fez a defesa em dois tempo. Recuados, os mineiros começaram a sofrer pressão dos bolivianos.
Até os 22 minutos do segundo tempo, nenhum cartão amarelo havia sido mostrado na partida. Mas bastou Kléber perder a cabeça para o primeiro cartão aparecer. E logo o vermelho. Em uma disputa de bola com Ribera no ataque, o jogador acertou um chute no rosto do boliviano e foi para o chuveiro mais cedo. Segundo jogo dele na Libertadores, segunda expulsão (a primeira foi contra o Estudiantes, no Mineirão). Na saída do campo, o jogador disse ao técnico Adilson Batista que não havia feito nada.
Com um a menos, a pressão era inevitável. Aos 34, Raimondi quase empatou. Em uma cabeçada perigosa, o goleiro Fábio se esticou todo para defender e salvar. Frio na barriga da galera celeste!
Fábio fechou o gol novamente, aos 42. Em cabeçada de Sillero, o goleirão fez ótima defesa e garantiu a segunda vitória do time na Libertadores 2009. Agora, são doze jogos de invencibilidade no ano. Dez vitórias e dois empates.
Gols de Ronaldo parte 2
terça-feira, 3 de março de 2009
1993: Cruzeiro 1x0 Botafogo
Botafogo
William,Cláudio, Márcio Borges, Nelson, Dedé, Reginaldo Pinguim, Eliomar, Perivaldo , Clei, Marcelo Carioca, Eliel, Marcos Paulo, Sinval TÉC Carlos Alberto Torres
Cruzeiro
Sérgio, Róbson,Célio Lúcio, Macalé, Edenilson, Rogério Lage, Ademir, Boiadeiro Nonato, Careca, Paulo Roberto, Ronaldo TÉC Carlos Alberto Silva
ficha técnica
data 16/10/1993
Torneio Campeonato Brasileiro 1993
Fase 1ª Fase
estádio Caio Martins
01/03/2009: Cruzeiro 4x1 Ituiutaba
segunda-feira, 2 de março de 2009
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Perspectiva da Torcida
Narração Itatiaia
Ficha Técnica
Cruzeiro 4x1 Ituiutaba
Motivo: sétima rodada do Campeonato Mineiro
Data: 01/03/2009 (domingo)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Renato Conceição (MG)
Público: 11.674 pagantes
Renda: R$ 167.927,50
Gols: Kléber, aos 9 min e aos 19 min, Wellington Paulista, aos 28 min, e Kiko, aos 43 min do primeiro tempo; Kléber, aos 20 min do segundo tempo
Cruzeiro: Fábio; Jancarlos (Ramires), Anderson, Thiago Heleno e Sorín (Bernardo); Henrique, Elicarlos, Camilo (Marquinhos Paraná) e Gerson Magrão; Kléber e Wellington Paulista
Técnico: Adilson Batista
Ituiutaba:Thiago, Matheus, Bruno, Leonardo e Radar; Machado, Kiko, Olívio e Marquinhos (Laércio); Lúcio Flávio (Rafael) e Rodrigo Hote (Paulinho Pedalada)
Técnico: Nedo Xavier
Cartões amarelos: Jancarlos, Sorín, Elicarlos, Gerson Magrão e Thiago Heleno (Cruzeiro); Bruno, Matheus, Radar e Kiko (Ituiutaba)
Cartões vermelhos: Matheus e Radar (Ituiutaba)
Do site UOL
Embora não tenha comparecido em grande número ao Mineirão, na tarde deste domingo, a torcida do Cruzeiro fez muita festa para comemorar a reestreia do argentino Sorín, que voltou a jogar com a camisa celeste, após quatro anos e meio. O destaque maior da partida, entretanto, foi Kléber, autor de três gols na goleada sobre o Ituiutaba, por 4 a 1, que consolidou a liderança isolada do Estadual e manteve sua invencibilidade em 2009.
Kléber começou pela primeira vez como titular do Cruzeiro no Mineirão, já que em sua estreia, nos 3 a 0 sobre o Estudiantes, pela Libertadores, entrou no segundo tempo, marcou duas vezes e foi expulso. O torcedor celeste vibrou muito com os gols do atacante, mas nada se comparou ao reencontro com o ídolo argentino. Sorín foi intensamente aplaudido pela maioria dos 11.674 pagantes, já no aquecimento, antes mesmo do início da partida.
"É sempre emocionante para mim o reencontro com a torcida, que passou energia e força. Sou agradecido e estou curtindo esse momento", comentou Sorín, após jogar os primeiros 45 minutos pelo Cruzeiro, desde o seu retorno ao clube, ocorrido há quase seis meses. Para entrar em campo, ele teve de vencer várias etapas de uma difícil recuperação de cirurgia, além de vários outros problemas médicos.
Sorín admitiu sentir falta de ritmo de jogo, em função do longo tempo sem atuar. Mas o torcedor o aplaudiu, de pé, gritando em coro o seu nome, quando ele deixou o campo aos 9min do segundo tempo, substituído por Bernardo. "Estou muito contente e me sentindo muito bem", disse o argentino, ao deixar o gramado. Nos 54 minutos em que esteve em campo, ele demonstrou a mesma garra e vontade, disputando cada lance com determinação e não guardando posição.
Dos 11 jogadores que começaram a partida contra o Ituiutaba, somente o goleiro Fábio, que completou o jogo de número 250 pelo Cruzeiro, e Wellington Paulista atuaram no empate, em 1 a 1, com o Deportivo Quito, quarta-feira passada. O atacante não poderá jogar contra o Universitário Sucre, na próxima quarta-feira, por estar suspenso.
Apesar de usar um time bastante modificado, no papel, o Cruzeiro exibia um time forte. Em campo, isso se confirmou, quando o Cruzeiro não deu chances para o adversário, fazendo 2 a 0, em apenas 20 minutos. Além dos dois gols marcados por Kléber, a equipe celeste criou outras oportunidades, comprovando ampla superioridade sobre o Ituiutaba, do estreante técnico Nedo Xavier, que antes da partida trocou efusivos cumprimentos com Adilson Batista.
O terceiro gol era questão de tempo e saiu aos 28min, marcado por Wellington Paulista. O Cruzeiro reduziu o ritmo e levou um susto, aos 44min, quando Kiko fez para o Ituiutaba. Adilson batista reconheceu o vacilo celeste, mas não demonstrou nenhum tipo de preocupação com a repetição do ocorrido no jogo de ida da semifinal do Mineiro, quando seu time cedeu o empate a este adversário, depois de estar vencendo por 4 a 1. "Não acredito em fantasma. Isso para mim é coisa do passado", salientou.
Os dois times voltaram com mudanças para o segundo tempo. No Cruzeiro, o titular Marquinhos Paraná substituiu a Camilo, enquanto Rafael entrou na vaga de Lúcio Flávio, no Ituiutaba, com a missão, segundo ele, de fortalecer a marcação da sua equipe. Não conseguiu. O time da casa manteve o domínio, criando e desperdiçando chances para ampliar o placar.
Aos 19min, Kléber cabeceou uma bola na trave e, no minuto seguinte, ele voltou a fazer gol, aproveitando a sobra de uma bola. O time do interior, que jogava com 10 atletas, por causa da expulsão de Mateus, logo aos 2min da etapa final, pouco ameaçou o gol de Fábio. Embora o Cruzeiro administrasse a vantagem, naturalmente oportunidades.
Adilson Batista ainda colocou Ramires em campo, para a saída de Jancarlos. Elicarlos passou a ocupar a ala direita, da mesma forma que Gérson Magrão fazia do lado esquerdo, desde que Sorín havia deixado o campo. O Ituiutaba ainda teve mais um jogador expulso. Radar levou o vermelho, aos 32min, e o Cruzeiro confirmou, com tranquilidade, sua sexta vitória em sete jogos pelo Mineiro, chegando a 19 pontos.
No outro jogo deste domingo, pelo Campeonato Mineiro, o Rio Branco venceu o Social, por 1 a 0, em Andradas, chegando a 12 pontos e ocupando a sexta colocação. A sétima rodada do Estadual será fechada nesta segunda-feira com Uberaba e Villa Nova, no Uberabão.
1980: Corinthians x Cruzeiro
domingo, 1 de março de 2009
Corinthians 3 x 1 Cruzeiro
Corinthians: Jairo, Djalma, Mauro,Sócrates, Caçapava, Basílio, Biro-Biro, ATA Geraldão (1) ATA Píter ATA Wilsinho LAT Wladimir LAT Zé Maria TÉC Jorge Vieira
Cruzeiro: Luiz Antônio, Marquinhos, Zezinho Figueiroa, Mundinho, Erivélton, Eli Carlos, Luís Carlos Oliveira, Eduardo Amorim, Tião, Joãozinho, Luís Cosme, Bianchi,Nelinho TÉC Hilton Chaves
ficha técnica
data 16/03/1980
Torneio Campeonato Brasileiro 1980
Fase 1ª Fase
estádio Pacaembu
Público 51,363
Árbitro Arnaldo César Coelho
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