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13/01/2021: Cruzeiro 0x1 Oeste

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

 


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Melhores Momentos

Cruzeiro 0x1 Oeste
Motivo: 33ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro
Local: Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data e horário: 12 de janeiro de 2020 (quarta-feira), às 21h30
Árbitro: Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE)
Assistentes: Clovis Amaral da Silva (PE) e Ricardo Bezerra Chianca (PE)
Gol: Fábio (aos 40’1ºT)
Oeste: Caíque França; Raí Ramos, Victor Lisboa, Maurício Barbosa e Rael (Bruno Lopes); Yuri (Bruno Miguel), Caio Vinícius e Diogo (Betinho); Pedrinho, Leo Ceará (Índio) e Fábio (Kalil). 
Técnico: Roberto Cavalo
Cartões Amarelos: Emerson Silva, Eltinho, Gustavo Bochecha, Neto, Matheuzinho (Juventude); Airton, Rafael Sobis (Cruzeiro)


O Cruzeiro acumulou mais um vexame na noite desta quarta-feira, no Independência, ao ser derrotado por 1 a 0 pelo Oeste, lanterna da Série B. Com futebol paupérrimo, a exemplo de jogos anteriores, o time celeste levou o gol do revés aos 40’ da etapa inicial, quando o atacante Fábio marcou de cabeça. 
Com o resultado, os mineiros estacionam nos 44 pontos. O time celeste agora é o 13º colocado da Série B. O Paraná, que abre a zona de rebaixamento, soma 36 pontos. O CSA, primeiro time do G4, tem 52.
Na próxima rodada, o Cruzeiro volta a deixar Belo Horizonte, desta vez rumo ao Rio Grande do Sul. No sábado, às 19h, o time celeste medirá forças com o Juventude no Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul. O Oeste, por sua vez, duela com o Confiança, na Arena Barueri, às 21h de sábado.
Mais uma vez com futebol paupérrimo, o Cruzeiro não conseguiu transformar em gols - ou até mesmo em chances claras - um domínio aparente da etapa inicial em que teve mais finalizações e mais posse de bola. Único jogador celeste lúcido em campo, o atacante Rafael Sobis tentou aos 10’, em cobrança de falta, e aos 32’, em finalização na grande área, mas a bola não balançou a rede. 
Virtual rebaixado à Série C e sem pretensões no campeonato, o Oeste entregou a bola para o Cruzeiro e buscou jogar no erro do adversário. A estratégia, como era de se esperar diante da apatia celeste, funcionou. Aos 40', Raí Ramos chegou à linha de fundo livre de marcação, pelo lado esquerdo de ataque, e cruzou na pequena área. Fábio subiu mais alto que Manoel e marcou de cabeça, sem chances para seu xará, goleiro da Raposa. 1 a 0.
O Cruzeiro melhorou na volta do intervalo. Felipão trocou Airton e Marcelo Moreno por Claudinho e Stênio. Novamente com maior posse de bola, desta vez o time celeste conseguiu criar oportunidades. O volante Adriano passou a participar mais da construção das jogadas. 
Aos 10', Machado acertou finalização na trave. Três minutos depois, foi Rafael Sobis que quase marcou após boa assistência de Claudinho. O atacante teve nova tentativa aos 16', após excelente troca de passes entre Claudinho e Adriano. A bola acabou saindo pela linha de fundo.
Com o jogo próximo do fim, os jogadores celeste passaram a mostrar extremo nervosismo, o que dificultou ainda mais a busca pelo empate. Com a derrota para o lanterna da Série B, o Cruzeiro não consegue confirmar a permanência na Série B e praticamente encerra qualquer tipo de chance de retornar à elite do futebol nacional.  

11/10/2020: Oeste 0x0 Cruzeiro

domingo, 11 de outubro de 2020





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Presidente comunica saída de Ney Franco
Ney Franco não resiste a empate contra o lanterna da Série B e é demitido do Cruzeiro

Ficha Técnica
Oeste 0x0 Cruzeiro
Motivo: 15ª rodada da Série B
Estádio: Arena Barueri, em Barueri-SP
Data: domingo, 11 de outubro de 2020
Árbitro: Alisson Sidnei Furtado (TO)
Assistentes: Natal da Silva Ramos Júnior e Fernando Gomes da Silva (TO)
Oeste: Luiz; Éder Sciola, Renan Fonseca, Matheus Dantas e Salomão; Yuri e Betinho (Madson, aos 32min do 2ºT); Marlon (Lídio, aos 32min do 2ºT), Mazinho (Fabrício Oya, aos 4min do 2ºT) e Caio Vinícius (Kauã, aos 14min do 2ºT); Welliton (Luan, aos 15min do 2ºT)
Técnico: Thiago Carpini
Cruzeiro: Fábio; Rafael Luiz, Manoel, Ramon e Daniel Guedes; Filipe Machado (Régis, aos 45min do 2ºT), Jadson e Jadsom Silva (Maurício, aos 23min do 2ºT); Airton, Arthur Caíke (Adriano, aos 32min do 2ºT) e Sassá (Zé Eduardo, aos 32min do 2ºT)
Técnico: Ney Franco
Cartões amarelos: Gustavo Salomão, aos 20min, Matheus Dantas, aos 43min do 1ºT; Thiago Carpini, aos 5min, Yuri, aos 35min do 2ºT (Oeste); Filipe Machado, aos 21min do 1ºT (Cruzeiro)



O Cruzeiro deu sequência à fraca campanha na Série B do Campeonato Brasileiro ao empatar por 0 a 0 com o Oeste, neste domingo, na Arena Barueri, na Grande São Paulo. Sem criatividade, o time celeste contabilizou apenas uma finalização certa, no fim do primeiro tempo, e não conseguiu balançar a rede contra o lanterna e dono da pior defesa da competição, com 26 gols sofridos. Minutos após o jogo, o presidente Sérgio Santos Rodrigues decidiu pela demissão do técnico Ney Franco.
Com o resultado fora de casa, a Raposa chegou a 12 pontos e encerrou a 15ª rodada da Série B na penúltima colocação. Agora, são cinco vitórias, três empates e sete derrotas - a equipe mineira iniciou a disputa com seis pontos a menos por causa de uma punição na Fifa. Já o Oeste voltou a somar ponto depois de cinco reveses consecutivos e foi a sete, em último lugar.
Na próxima sexta-feira, às 21h30, o Cruzeiro enfrentará o Juventude (5º, com 23 pontos), no Mineirão, pela 16ª rodada. A preparação para o confronto será realizada em Atibaia, a 65 quilômetros de São Paulo. Por sua vez, o Oeste viajará a Aracaju, em Sergipe, onde pegará o Confiança, às 16h30 de sábado, no estádio Rei Pelé, em Maceió.
Com o objetivo de fugir do gramado ruim da Toca da Raposa II, segundo o presidente Sérgio Santos Rodrigues, e da pressão de torcedores em Belo Horizonte, o Cruzeiro se concentrou em um resort de luxo em Atibaia, no interior de São Paulo, com as despesas a serem pagas em 2021. Lá, Ney Franco definiu a formação para enfrentar o Oeste.
Para dar liberdade a laterais e atacantes de beirada, o treinador escalou três volantes: Filipe Machado, Jadson e Jadsom Silva. Régis e Maurício, armadores de origem, ficaram no banco - assim como Claudinho. Henrique, por sua vez, queixou-se de incômodo no joelho direito e retornou a Belo Horizonte.
Só que as mudanças pioraram a capacidade ofensiva em relação aos jogos anteriores. Sem um atleta com característica de finalização no meio-campo, o Cruzeiro ficou dependente da velocidade de Airton pela ponta-direita. Aos 11min, ele conseguiu acertar um cruzamento, e Arthur Caíke cabeceou ao lado esquerdo. Em outros lances, tentou resolver sozinho e acabou desarmado.
No mais, nem parecia que o Oeste, lanterna do campeonato, vinha de cinco derrotas consecutivas - incluindo um 4 a 1 para o Figueirense, em Santa Catarina - e havia sofrido 26 gols. Além de trocar passes com tranquilidade e terminar a etapa inicial com 56% de posse de bola, o rubro-negro teve a melhor chance, aos 39min, quando Mazinho recebeu ótima assistência de Éder Sciola e, frente a frente com Fábio, chutou de pé canhoto à beira da trave.
Já o Cruzeiro, sem envolver o adversário mediante movimentação dos atacantes e participação dos meio-campistas, só acertou o gol aos 45min da etapa inicial. De longa distância, Filipe Machado cobrou falta com efeito e obrigou Luiz a se esticar no canto esquerdo para espalmar.
No intervalo, Ney Franco preferiu não efetuar nenhuma substituição, e sim fazer ajustes com orientações aos atletas. O Cruzeiro até voltou ao segundo tempo pressionando a saída de bola do Oeste, mas sem resolver os problemas de criação. A melhor chance, aos 12min, só veio em razão de um corte mal feito de Éder Sciola, em cruzamento de Rafael Luiz. No rebote, Jadson encheu o pé e mandou para fora.
Apenas aos 23min da etapa final que Ney Franco decidiu alterar o modelo tático da equipe. Maurício entrou no lugar de Jadsom Silva e ocupou a posição de meia central. O jovem de 19 anos procurou se apresentar para o jogo, mas lidou com a falta de espaço.
Aos 32min, o treinador fez mais duas substituições: trocou Arthur Caíke e Sassá por Adriano e Zé Eduardo. De nada adiantou. Em mais uma atuação digna de rebaixamento à Série C, o Cruzeiro precisa se conformar que a realidade está longe de brigar pelo retorno à primeira divisão. O vexame só não foi pior porque Fábio fez grande defesa, em cabeceio de Madson, aos 49min.