29/07/2009: Cruzeiro 1x0 Sport
quinta-feira, 30 de julho de 2009
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Melhores Momentos
Coletiva Adilson
Ficha Técnica
Cruzeiro 1x0 Sport
Motivo: 15ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 29/07/2009 (quarta-feira)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Público: 17.954 pagantes
Renda: R$ 292.302,80
Gol: Kléber, aos 44 min do segundo tempo
Cruzeiro: Fábio; Jonathan (Bernardo), Fabinho, Thiago Heleno e Diego Renan; Fabrício, Marquinhos Paraná, Henrique e Gerson Magrão (Elicarlos); Thiago Ribeiro (Wellington Paulista) e Kléber
Técnico: Adilson Batista
Sport: Magrão; César, Igor (Juliano) e Durval; Élder Granja, Hamilton, Andrade (Sandro Goiano), Fabiano (Guto), Luciano Henrique e Dutra; Vandinho
Técnico:Levi Gomes
Cartões amarelos: Luciano Henrique, Andrade, Igor, César, Dutra e Durval (Sport); Fabinho (Cruzeiro)
Cartões vermelhos: Diego Renan (Cruzeiro); Dutra (Sport)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro
Do Globoesporte.com
O Cruzeiro se recuperou do mau retrospecto recente no Mineirão, mas foi sofrido. Venceu o Sport por 1 a 0 nesta quarta-feira com um gol de Kléber aos 44 minutos do segundo tempo. O time, que vinha de três derrotas no estádio (para Corinthians, Estudiantes e Atlético-MG), pulou para a 14ª colocação do Brasileiro, com 17 pontos.
Os donos da casa estiveram com um jogador a menos em boa parte do confronto, já que Diego Renan recebeu o cartão vermelho aos 32 minutos da etapa inicial. Foi a sétima expulsão do time em 14 partidas. O Sport, que teve o interino Levi Gomes no comando, após a demissão de Emerson Leão, completou cinco partidas sem vitória. Segue na zona de rebaixamento, com 13 pontos, em 17º lugar.
Na próxima rodada, Cruzeiro e Sport voltam a encontrar adversários da última Taça Libertadores. Os mineiros, que comemoraram no Olímpico a vaga para a decisão continental, voltam ao estádio para encarar o Grêmio, às 18h30m de domingo. No dia anterior, também às 18h30m, o Sport recebe o algoz Palmeiras na Ilha do Retiro, palco da eliminação nas oitavas de final.
Sport acerta marcação e segura o Cruzeiro
As duas equipes começaram o jogo no Mineirão com surpresas na escalação. Adilson Batista pôs o garoto Diego Renan (19 anos) na lateral esquerda, deixando Gerson Magrão no meio, com uma função que ele não fazia havia mais de três meses. E Levi Gomes adotou uma formação mais ofensiva, trocando Sandro Goiano por Luciano Henrique.
As duas apostas se mostraram arriscadas. O Cruzeiro pareceu capenga, forçando as jogadas apenas pela direita. E teve o próprio Diego Renan expulso, após levar dois cartões amarelos num intervalo de três minutos - aos 29, por fazer falta boba no meio-campo, e aos 32, ao derrubar Luciano Henrique.
Já o Sport demorou a acertar a sua marcação e passou por alguns apuros até os 20 minutos, tanto é que Levi Gomes chegou a mandar o volante Sandro Goiano para o aquecimento. Antes disso, Gerson Magrão acertou o travessão, e Thiago Ribeiro obrigou Magrão a espalmar um chute para escanteio.
Depois, o Sport conseguiu controlar as jogadas ofensivas dos donos da casa - à base, é verdade, de muitas faltas. Somente Kléber recebeu sete nos 45 minutos iniciais. E cinco jogadores rubro-negros receberam o cartão amarelo.
O preço da solidez defensiva, no entanto, foi a falta de ousadia no ataque. O Sport só exigiu alguma ação de Fábio em chutes de fora da área, e mesmo assim sem perigo. Abusava de passes longos, quase sempre encontrando os homens de frente em impedimento: foram seis no primeiro tempo. Mesmo com um jogador a mais, o time manteve sua postura, sem se expor a contra-ataques.
Segundo tempo tem mais chances de gol
O intervalo fez bem à partida, que ficou mais aberta no segundo tempo. Em 16 minutos, seis boas chances foram criadas (quatro com os donos da casa e duas com os visitantes). Thiago Ribeiro teve duas em seus pés, mas concluiu mal, levando parte da torcida a vaiá-lo. Kléber teve outras duas, mas parou em boas defesas de Magrão.
E o Sport enfim obrigou Fábio a trabalhar, como numa cabeçada de César após cobrança de escanteio. Preocupado com a falta de marcação no meio-campo, Levi Gomes trocou Andrade por Sandro Goiano. Adilson também reforçou a marcação, substituindo Gerson Magrão por Elicarlos. Além disso, tirou Thiago Ribeiro, que foi obrigado a escutar mais vaias, e pôs Wellington Paulista.
Aos poucos, o Cruzeiro foi sentindo o desgaste físico por atuar com um jogador a menos. Mas teve excelente chance para abrir o placar aos 26 minutos, quando Fabrício recebeu passe de Wellington Paulista e, da marca do pênalti, chutou para fora. O Sport também esteve próximo do gol: aos 29, Vandinho cabeceou no travessão.
Nos minutos finais, a torcida no Mineirão foi se mostrando mais impaciente, sobretudo porque via os pernambucanos com posse de bola no campo de ataque. Mas comemorou no finzinho, quando Kléber acertou a rede do goleiro Magrão, mesmo escorregando no momento do chute, marcando seu sexto gol no campeonato. Logo antes, Dutra recebera o cartão vermelho.
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1996: Cruzeiro 3x1 Sport
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Cruzeiro 3 x 1 Sport
jogo escalações
Cruzeiro
GOL Dida DEF Célio Lúcio DEF Gélson Baresi DEF Gilmar MEI Ailton (2) MEI Cleison ATA Da Silva MEI Palhinha MEI Fabinho MEI Donizete Oliveira LAT Ronaldo Luiz ATA Paulinho McLaren (1) LAT Vítor TÉC Levir Sport
GOL Albérico DEF Erlon MEI Dário MEI Wallace ATA Irani MEI Juninho Petrolina MEI Leomar ATA Marcão=Marco Antônio LAT Russo LAT Edinam (1) MEI Ataíde LAT Dedé LAT Ricardo ATA João Paulo TÉC Hélio dos Anjos jogos
Ficha técnica
data 17/11/1996
Torneio Campeonato Brasileiro 1996
Fase 1ª Fase
estádio Mineirão
Público 11,089
Árbitro Léo
26/07/2009: Fluminense 1x1 Cruzeiro
segunda-feira, 27 de julho de 2009
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Reportagem Band Rio
Ficha Técnica
Fluminense 1x1 Cruzeiro
Motivo: 14ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: estádio Maracanã, no Rio de Janeiro-RJ
Data: 26/07 (domingo)
Árbitro: Arílson Bispo da Anunciação (BA)
Público: 13.560 pagantes
Renda: R$ 193.815,50
Gols: Henrique, aos 28 min. do 1º tmpo; Kieza, aos 2 min. do 2º tempo
Fluminense: Fernando Henrique; Edcarlos, Dalton (Mariano) e Luís Alberto; Ruy, Wellington Monteiro, Fabinho (Maicon), Conca e João Paulo (Dieguinho); Marquinho e Kieza
Técnico: Renato Gaúcho
Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Leonardo Silva, Thiago Heleno (Vinícius) e Gerson Magrão (Fabinho); Henrique, Elicarlos, Marquinhos Paraná e Bernardo (Diego Renan). Thiago Ribeiro e Kléber.
Técnico:Adilson Batista
Cartões amarelos: Henrique, Thiago Ribeiro e Thiago Heleno (Cruzeiro); Ruy, Edcarlos e Dieguinho (Fluminense)
Cartão vermelho: Leonardo Silva (Cruzeiro)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro
Do Globoesporte.com
A pouca presença de público no Maracanã traduzia o momento desfavorável vivido por Fluminense e Cruzeiro no Campeonato Brasileiro. E o resultado de 1 a 1 na partida deste domingo, pela 14ª rodada, manteve as duas equipes em situação ruim, ainda ocupando a parte inferior da tabela. Os gols foram marcados por Henrique, para os mineiros, e Kieza, para os cariocas, que tiveram um homem a mais em campo desde os 16 minutos do segundo tempo.
O Fluminense chegou a 11 pontos, mas está na penúltima posição e ainda vive momento complicado na competição, permanecendo com um jejum de vitórias que dura nove partidas. O Cruzeiro, que tem uma partida a menos do que os demais adversários, agora soma 14 pontos e ocupa o 16º lugar.
Mesmo com apenas um jogador no ataque, o Fluminense logo mostrou estar disposto a abrir o placar nos primeiros minutos. A equipe apostou na velocidade e dominou a partida, mas a falta de pontaria impediu que o objetivo fosse concretizado. Aos seis e nove minutos, o Tricolor perdeu gols incríveis, com Conca e Kieza, ambos frente a frente com o goleiro Fábio, que defendeu.
O camisa 9 tricolor, aliás, lutava sozinho contra os defensores do Cruzeiro, mas dava trabalho. No entanto, o técnico Renato Gaúcho se desesperava à beira do campo a cada vez que Kieza se deixava levar pela linha de impedimento do adversário e aparecia em condição ilegal.
Como o Fluminense não decidia, o Cruzeiro passou, aos poucos, a equilibrar a partida. A equipe mineira dominou o meio-campo e chegou com mais facilidade ao ataque, sempre explorando as laterais. E foi dessa forma que o time mineiro abriu o placar, aos 28 minutos. Após tabela com Thiago Ribeiro, Jonathan recebeu nas costas de Wellington Monteiro, pelo lado direito, e cruzou rasteiro. Henrique apareceu livre no meio da área e tocou para fazer 1 a 0.
Foi o que precisava para que a torcida do Fluminense perdesse a paciência com a equipe. Mas mesmo debaixo de vaias, o time continuava a buscar o empate, e quase conseguiu aos 41 minutos, quando Conca deu um belo passe para Kieza. O atacante entrou na grande área e chutou forte, mas Fábio, bem colocado, espalmou.
Fluminense reage e empata no início do segundo tempo
Enquanto o Cruzeiro apostou em Diego Renan no lugar de Bernardo, o Fluminense voltou para o segundo tempo com uma formação mais ofensiva. Maicon passou a fazer companhia a Kieza no ataque, e Dieguinho entrou na lateral esquerda, substituindo Fabinho e João Paulo, respectivamente.
O resultado não demorou muito a aparecer. O Fluminense impôs velocidade e chegou ao empate aos dois minutos, em um lance que teve a participação das duas novidades tricolores. Dieguinho cruzou pela esquerda e Maicon fez o corta-luz dentro da área. Thiago Heleno rebateu nos pés de Kieza, que chutou, fazendo 1 a 1.
A partir de então, o jogo ficou completamente aberto. Numa sucessão de contra-ataques, Cruzeiro e Fluminense criavam muitas situações de gol, e, no segundo tempo, foi o time mineiro a desperdiçar algumas boas oportunidades. Já o Tricolor se beneficiou dos espaços dados pelo adversário para ganhar uma importante vantagem. Aos 16 minutos, Kieza recebeu lançamento, ficou frente a frente com Fábio e recebeu falta de Leonardo Silva. O árbitro não teve dúvidas em expulsar o zagueiro cruzeirense.
Mas depois de um choque inicial, o Cruzeiro aos poucos se recompôs e, mesmo com um jogador a menos, conseguiu chegar com perigo ao gol do Fluminense. Numa das oportunidades, Thiago Ribeiro escorou de cabeça um cruzamento de Jonathan e obrigou Fernando Henrique a fazer grande defesa no canto esquerdo. Alguns minutos depois, Jonathan chutou cruzado e acertou o travessão.
Nos minutos finais, o Cruzeiro ainda teve grande chance de vencer, depois que Thiago Ribeiro recebeu e ficou cara a cara com Fernando Henrique. O goleiro tricolor saiu bem e fez outra boa defesa. O sofrimento tricolor chegou ao auge aos 49 minutos, depois que Maicon fez boa jogada e cruzou para Kieza. O atacante finalizou para o gol, mas um defensor adversário desviou, e a bola passou raspando a trave de Fábio.
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1992:Fluminense 1x1 Cruzeiro
sábado, 25 de julho de 2009
CRUZEIRO 1 x 1 FLUMINENSE (RJ)
26/05/1992 (Ter) - Campeonato Brasileiro (1ª fase/19ª) - Municipal (Juiz de Fora, MG)
Público: 5.764 (Cr$ 28.520.000,)
Árbitro: Renato Marsiglia (RS)
Auxiliares: Hamilton José Ramos (ES) e Jorge Correia (ES)
Gols: Charles 57’ (1-0); Mazola 90’ (1-1)
Cruzeiro: Paulo César, Paulo Roberto, Paulão, Vanderci, Nonato, Ademir, Boiadeiro, Luís Fernando (Macalé), Charles, Cleison (Édson), Andrade. T: Jair Pereira
Fluminense: Jeferson, Carlinhos Itaberá, Mazola, Luis Marcelo, Paulo Afonso, Renê (Julinho), Renato, Wagner, Ézio, Bobô, Paulinho (Paulo). T: Arthur Bernardes
CA: Cleison, Boiadeiro (C)
*Com 21 pontos somados, o Cruzeiro terminou a primeira fase na 7ª colocação e foi um dos oito classificados para a segunda fase.
Fonte: Almanaque do Cruzeiro, de Henrique Ribeiro
22/07/2009: Santo André 0x2 Cruzeiro
quinta-feira, 23 de julho de 2009
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Reportagem sobre o jogo
Jogo completo
Ficha Técnica
Santo André 0x2 Cruzeiro
Motivo: 13ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 22/07/2009 (quarta-feira)
Local: estádio Bruno José Daniel, em Santo André-SP
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (RS)
Público: 1.709 pagantes
Renda: R$ 32.670,00
Gols: Kléber, aos 14 min, e Diego Renan, aos 22 min do segundo tempo
Santo André: Neneca; Cicinho, Cesinha, Vinícius e Artur (Bruno César); Fernando, Ricardo Conceição, Elvis e Rodrigo Fabri (Pablo Escobar); Antônio Flávio (Ricardo Goulart) e Nunes
Técnico: Sérgio Guedes
Cruzeiro: Fábio; Jonathan (Vinícius), Henrique, Fabinho e Gerson Magrão; Fabrício, Marquinhos Paraná, Elicarlos e Bernardo (Diego Renan); Kléber e Wellington Paulista (Thiago Ribeiro)
Técnico: Adilson Batista
Cartões amarelos: Cesinha (Santo André); Fa/pício (Cruzeiro)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro
Do Globoesporte.com
O Cruzeiro, enfim, voltou a vencer. Depois de seis jogos de jejum, incluindo a derrota na final da Taça Libertadores para o Estudiantes-ARG, a Raposa obteve o primeiro triunfo como visitante ao bater o Santo André por 2 a 0, nesta quarta-feira à noite, no estádio Bruno José Daniel, deixando a zona do rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Kléber e Diego Renan, ambos no segundo tempo, fizeram os gols da partida.
Com o resultado, o Cruzeiro sobe para 13 pontos e ocupa a 15ª colocação. De quebra, a equipe dirigida por Adilson Batista encerra a série ruim contra os paulistas. Até agora, havia perdido para São Paulo, Palmeiras, Barueri e Corinthians. Já o Santo André perde a chance de encostar na zona de classificação para a Libertadores e cai para o 10º lugar, com 17 pontos.
Na próxima rodada, o Santo André vai até Porto Alegre enfrentar o Grêmio, às 18h30m, no estádio Olímpico, no sábado. O Cruzeiro encara o Fluminense, domingo, às 18h30m, no Maracanã, no Rio de Janeiro.
Cruzeiro domina a etapa inicial
O fato de jogar fora de casa, com dois volantes improvisados como zagueiros, indicava o Cruzeiro como um alvo fácil para uma possível pressão do Santo André nos primeiros minutos. Mas não foi o que aconteceu. A Raposa ignorou o fato de ser visitante no estádio Bruno José Daniel e foi logo para cima em busca do primeiro triunfo longe do Mineirão. Logo aos cinco minutos, Wellington Paulista cabeceou para fora na pequena área, após cobrança de escanteio.
Sem Marcelinho Carioca, o Ramalhão sofreu para criar, principalmente pela má exibição de Rodrigo Fabri e Elvis, anulados pelos três volantes adversários. Assim, coube ao lateral-direito Cicinho a função de levar perigo. Aos sete, ele arrancou da intermediária, invadiu a área e cruzou rasteiro. Nunes apareceu na marca do pênalti, mas pegou mal e Fábio fez defesa fácil.
O lance, entretanto, não interrompeu o domínio celeste. Com a marcação adiantada, o Cruzeiro atrapalhou a saída de bola do Ramalhão e continuou pressionando. Aos 17, mais uma oportunidade. Gérson Magrão tabelou pela esquerda com Wellington Paulista, que desviou de cabeça para o meio da área. Kléber não alcançou na frente de Neneca. Dez minutos mais tarde, o atacante bateu por cima na cara do goleiro, em posição legal, mas o árbitro já marcava impedimento.
O Santo André melhorou nos minutos finais e só não abriu o placar graças a Fábio. Élvis passou entre Elicarlos e Fabinho na entrada da área e bateu colocado. O goleiro mineiro conseguiu desviar com a perna esquerda e evitou.
Raposa decide com Kléber e Diego Renan
No segundo tempo, o Cruzeiro continuou melhor e não demorou a levar perigo. Aos quatro minutos, o garoto Bernardo cobrou falta da intermediária e carimbou a trave esquerda. Cinco minutos depois, Elicarlos assustou Neneca com um forte chute de fora da área.
Logo em seguida, o técnico Adilson Batista optou por dar mais velocidade ao ataque mineiro com a entrada de Thiago Ribeiro no lugar de Wellington Paulista. E a troca deu resultado. Aos 14, o atacante deu ótimo passe na área para Kléber chutar rasteiro, no canto esquerdo de Neneca: 1 a 0.
Sem o Santo André responder, a Raposa seguiu dominando e não demorou a fazer o segundo, aos 23. Diego Renan, que acabara de entrar no lugar de Bernardo, fez boa jogada pela esquerda, passou por um marcador e bateu colocado, ampliando a vantagem.
O gol fez o Ramalhão arriscar. Aos 23, após cruzamento para a área, o centroavante Nunes cabeceou bonito e Fábio segurou. Pouco depois, o técnico Sérgio Guedes arriscou tudo com as entradas dos atacantes Bruno César e Pablo Escobar.
O Cruzeiro, contudo, passou a administrar o jogo. Mesmo assim, aos 36, teve outra oportunidade para fazer o terceiro, quando Fabrício finalizou e Neneca pegou no canto direito. O Santo André respondeu em seguida, aos 39, com Escobar batendo com perigo de fora da área, mas à esquerda de Fábio.
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Cruzeiro x Santo André
19/07/2009: Cruzeiro 1x2 Corinthians
domingo, 19 de julho de 2009
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Entrevista após a partida
Comentários de Caio Ribeiro
Ficha Técnica
Cruzeiro 1x2 Corinthians
Motivo: 12ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 19/07/2009 (domingo)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO)
Público: 32.595 pagantes
Renda: R$ 619.679,72
Gols: Jorge Henrique, aos 22 min do primeiro tempo; Ronaldo, aos 31 min, e Kléber, aos 39 min do segundo tempo
Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Henrique, Leonardo Silva e Gerson Magrão (Athirson); Fabrício, Marquinhos Paraná, Fabinho e Dudu (Elicarlos); Kléber e Wellington Paulista (Thiago Ribeiro)
Técnico: Adilson Batista
Corinthians: Felipe; Diogo, Chicão, Diego e André Santos; Christian, Jucilei, Elias (Marcinho) e Morais (Jackson); Jorge Henrique (Marcelinho) e Ronaldo
Técnico: Mano Menezes
Cartões amarelos: Henrique e Fa/pício (Cruzeiro); Elias, Morais e Diego (Corinthians)
Cartão vermelho: Leonardo Silva (Cruzeiro)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro
Do Globoesporte.com
Ronaldo reencontrou o Cruzeiro depois de 15 anos, mas não quis saber de gratidão com o clube que o revelou para o futebol. O Fenômeno até perdeu um pênalti muito mal batido no primeiro tempo, mas deu um passe milimétrico para Jorge Henrique fazer o dele e anotou o outro na vitória do Corinthians por 2 a 1 sobre a Raposa, neste domingo, no Mineirão, pelo Campeonato Brasileiro. Foi o primeiro gol do camisa 9 fora do estado de São Paulo na competição e o primeiro triunfo alvinegro como visitante.
Confira a tabela de classificação e os próximos jogos
O resultado mantém o Timão grudado no grupo dos quatro melhores. Agora, a equipe dirigida por Mano Menezes aparece na sexta colocação, com 20 pontos, cinco a menos que o líder Atlético-MG. Já a Raposa, ainda de ressaca pela derrota na final da Libertadores, está em 18°, com dez, na zona do rebaixamento. Na próxima quarta-feira, o Cruzeiro vai ao ABC paulista enfrentar o Santo André, às 19h30m, no estádio Bruno José Daniel. O Corinthians encara o Vitória, quinta-feira, às 21h, no Pacaembu.
Jorge Henrique marca, Ronaldo perde pênalti e Cruzeiro reclama
Cruzeiro e Corinthians fizeram um início de primeiro tempo de pouca produção. A Raposa foi a campo com três volantes e apenas o garoto Dudu, de 17 anos, na armação. Do outro lado, Mano Menezes também adotou certa cautela ao escalar os marcadores Cristian, Elias e Jucilei e somente Morais na distribuição das jogadas para Jorge Henrique e Ronaldo, vaiado toda vez que tocava na bola.
Com o meio-campo congestionado e se movimentando pouco, a Raposa só conseguiu assustar Felipe aos 18, com Dudu recebendo passe na área, mas chutando torto à esquerda. O Timão se arriscava nos contra-ataques, sempre com Jorge Henrique aberto pelos lados e o Fenômeno infiltrado na área.
Quando os mineiros começavam a tocar melhor a bola, Ronaldo foi impiedoso com seu primeiro clube como profissional. Aos 22, o camisa 9 acertou um lindo lançamento pelo alto para Jorge Henrique na área. O atacante recebeu nas costas da defesa, driblou o goleiro Fábio e tocou para o gol vazio.
O gol abalou o Cruzeiro. Aos 29, Morais recebeu passe na entrada da área e tocou para Ronaldo chutar. A bola passou por Fábio, mas o zagueiro Leonardo Silva salvou sobre a linha com o braço: pênalti e expulsão. Na batida, o Fenômeno fez a paradinha, chutou fraco, e o goleiro defendeu, levando o Mineirão ao delírio.
Mesmo com um jogador a menos, o Cruzeiro cresceu após a entrada do volante Elicarlos no lugar de Dudu. Aos 34, em corte errado da defesa, a bola sobrou na marca do pênalti para Marquinhos Paraná. O jogador tentou pegar de primeira, mas furou feio e perdeu grande chance. Três minutos mais tarde, Gérson Magrão recebeu de Kléber na área e, de frente para Felipe, chutou por cima.
Nos minutos finais, aos 44, os mineiros balançaram a rede, com Jonathan, mas o árbitro Elmo Alves Resende Cunha já havia parado o lance marcando falta de Wellington Paulista sobre Chicão. O Corinthians respondeu em seguida. Depois de uma bobeira na marcação, Morais desviou, a bola tocou na trave e saiu pela linha de fundo.
Ronaldo marca o primeiro gol fora de São Paulo
Na volta do intervalo, quando era esperada uma pressão do Cruzeiro, o Corinthians quase fez o segundo logo no primeiro minuto. Diogo disparou pela direita, invadiu a área e chutou cruzado. A bola passou por todo mundo, Jorge Henrique ainda tentou desviar, mas não alcançou. Aos dez, Ronaldo entrou livre, bateu cruzado e Fábio espalmou. No rebote, Elias tentou acertar o ângulo esquerdo e mandou por cima.
Com a entrada de Thiago Ribeiro no lugar de Wellington Paulista, o Cruzeiro ganhou mais velocidade. No entanto, abriu muitos espaços na defesa. Aos 13, Jorge Henrique ganhou da zaga mineira e chutou colocado para Fábio defender. Aos 19, o Cruzeiro respondeu com Thiago Ribeiro, que cruzou da direita, mas Kléber, livre, não conseguiu dominar.
No minuto seguinte, a Raposa voltou a levar perigo em chute de Marquinhos Paraná, que Felipe espalmou. No contra-ataque, Elias saiu de frente para Fábio, mas chutou grotescamente por cima. Aos 28, o goleiro corintiano deu rebote em batida de Kléber. Thiago Ribeiro, sem marcação, desviou de cabeça e jogou a bola nas mãos do camisa 1.
Com o contra-ataque à disposição, o Corinthians chegou ao segundo gol, aos 32 minutos. Jucilei fez boa jogada na entrada da área e rolou para Ronaldo chutar no canto direito de Fábio: 2 a 0. O Cruzeiro respondeu, aos 39. Chicão cometeu pênalti sobre Kléber. O atacante bateu e descontou. Nos minutos finais, a torcida celeste empurrou o time ao ataque, e o empate não saiu por milagre. Após cruzamento da esquerda, Thiago Ribeiro cabeceou, e Chicão salvou em cima da linha. Na sobra, Felipe se jogou nos pés de Kléber e garantiu a vitória paulista.
1995: Cruzeiro 2x0 Corinthians
sábado, 18 de julho de 2009
Cruzeiro 2 x 0 Corinthians
jogo escalações
Cruzeiro
GOL Dida DEF Vanderci DEF Rogério Morais MEI Alberto MEI Fabinho LAT Nonato ATA Marcelo Ramos (2) MEI Luís Fernando Flores LAT Belletti ATA Roberto Gaúcho ATA Dinei LAT Paulo Roberto ATA Paulinho McLaren TÉC Enio Andrade Corinthians
GOL Ronaldo DEF Henrique DEF Célio Silva DEF André Santos MEI Souza MEI Elivélton MEI Marcelinho Carioca MEI Marcelinho Paulista MEI Zé Elias ATA Serginho ATA Marques LAT Sandro ATA Silva TÉC Eduardo Amorim
ficha técnica
data 27/08/1995
Torneio Campeonato Brasileiro 1995
Fase 1ª Fase
estádio Mineirão
Público 22,795
Árbitro Jorge
15/07/2009: Cruzeiro 1x2 Estudiantes
quarta-feira, 15 de julho de 2009
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Íntegra da Partida
Trecho do jogo
Reportagem do JN
Ficha Técnica
Cruzeiro 1x2 Estudiantes
Motivo: jogo de volta da final da Copa Santander Libertadores
Data: 15/07/2009 (quarta-feira)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Carlos Chandía (CHI)
Público: 64.800 pagantes
Renda: R$ 2.764.366,43
Gols: Henrique, aos 6 min, Fernández, aos 11 min, e Boselli, aos 27 min do segundo tempo
Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Thiago Heleno, Leonardo Silva e Gerson Magrão; Henrique, Marquinhos Paraná, Ramires e Wagner (Athirson); Kléber e Wellington Paulista (Thiago Ribeiro)
Técnico: Adilson Batista
Estudiantes: Andújar; Christian Cellay, Schiavi, Desábato e German Ré; Braña (Sánchez), Pérez, Verón e Benítez (Díaz); Fernández (Calderón) e Boselli
Técnico: Alejandro Sabella
Cartões amarelos: Verón, Braña e Christian Cellay (Estudiantes); Kléber (Cruzeiro)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro
Do globoesporte.com
A campanha invejável do Cruzeiro na Taça Libertadores terminou em tristeza. Após vencer nove dos 13 jogos a caminho da finalíssima, o time foi derrotado de virada por 2 a 1 pelo Estudiantes nesta quarta-feira, diante de 65 mil torcedores no Mineirão. E viu ir por água abaixo o sonho do tricampeonato. Henrique abriu o placar, mas Fernández e Boselli garantiram o tetracampeonato aos argentinos.
O time mineiro, que arrancara um empate por 0 a 0 em La Plata, foi dominado pela tensão na maior parte do jogo e caiu diante de um adversário que se mostrou organizado no sistema defensivo e que soube explorar falhas de marcação.
Os cruzeirenses, assim, não conseguiram acabar com uma sina recente do futebol brasileiro, derrotado nas últimas seis vezes em que encontrou um time estrangeiro na final. A sequência começou com o Palmeiras, que perdeu para o Boca Juniors em 2000. Depois, fracassaram o São Caetano (contra o Olimpia em 2002), o Santos e o Grêmio (ambos contra o Boca, em 2003 e 2007) e o Fluminense (contra a LDU, no ano passado).
Campeão em 1976 e 1997, o Cruzeiro já havia sido derrotado na decisão de 1977 pelo Boca. O time agora terá de recuperar o ânimo e se concentrar no Campeonato Brasileiro, em que ocupa a parte de baixo da tabela de classificação.
Já o tetracampeão Estudiantes, que havia levado o caneco em 1968, 1969 e 1970, representará a América do Sul no Mundial de Clubes, a ser disputado de 9 a 19 de dezembro nos Emirados Árabes. O seu principal concorrente será o Barcelona.
Cruzeirenses demonstram nervosismo
O primeiro tempo apresentou um Cruzeiro muito nervoso e fugindo de suas características, de toque de bola e movimentação constante dos jogadores do sistema ofensivo. Nos primeiros minutos, cada lado parecia querer se impor fisicamente. Verón aproveitou a primeira oportunidade e deixou o braço no rosto de Ramires, revidando o lance de La Plata. O meia cruzeirense, pouco tempo depois, acertou um leve bico na canela de Fernández dentro da área.
A primeira boa chance veio aos 18 minutos, quando Ramires ganhou uma dividida erguendo o pé, mas errou o passe para Wellington Paulista, livre na área. O Estudiantes, fechado na defesa, dava pouco espaço. E o Cruzeiro contribuía para o sucesso da retranca ao não avançar seus laterais e insistir em bolas longas.
Durante alguns minutos, na metade do primeiro tempo, os cruzeirenses até deram a impressão de que conseguiriam se impor. Foram três boas jogadas. Pelo meio, Wagner deu passe para Wellington Paulista, mas Andújar saiu a tempo. Pela direita, Jonathan recebeu passe de Marquinhos Paraná e cruzou para fraca cabeçada de Ramires. E, pela esquerda, Kléber fez boa jogada e quase encontrou Wagner na pequena área.
Estudiantes assusta em contra-ataques
O problema é que foi justamente nesse momento do jogo que o Estudiantes encaixou contra-ataques perigosos. Não fossem uma furada de Boselli e desarmes providenciais de Wagner e Gérson Magrão, o Cruzeiro teria ido para o vestiário em desvantagem no placar.
Nos 15 minutos finais da primeira etapa, o panorama voltou a ser como no início: nervoso e com entradas duras. Houve até um início de desentendimento geral, depois que Verón mostrou não ter esquecido a cotovelada na Argentina e empurrou Ramires.
- O jogo está pegado. Nosso time não está colocando a bola no chão, parece muito nervoso - afirmou Kléber, na saída para o intervalo, criticando também o árbitro Carlos Chandía. - Esse juiz é um dos mais fracos que eu já vi.
No segundo tempo, dois gols em 12 minutos
Henrique comemora gol em chute de fora da área, que teve desvio em Desábato
Na volta para o segundo tempo, o técnico Adilson Batista comentou que seu time precisava tocar mais a bola, invertendo jogadas com mais rapidez, mas ao mesmo tempo se preocupar com a movimentação do adversário nos contra-ataques.
Logo aos seis minutos, a torcida no Mineirão explodiu de alegria. E graças a uma jogada que o Cruzeiro não havia explorado até então: em uma conclusão de longe. Henrique se deslocou, recebeu passe de Marquinhos Paraná e chutou. A bola desviou em Desábato e fugiu do alcance de Andújar: 1 a 0.
Os cruzeirenses ensaiaram um estilo de jogo de maior paciência, tocando a bola na intermediária de um lado para o outro. Mas a vantagem no placar durou apenas seis minutos. Num descuido da defesa, Cellay recebeu passe pela direita e cruzou à meia altura. Jonathan não alcançou, Fábio saiu em falso, e Fernández - dentro da pequena área - completou para a rede, empatando a partida.
Mineiros se perdem novamente
Jogadores se ajoelham em campo: Estudiantes ainda foi pressionado no fim, mas segurou a vitória
O gol devolveu o nervosismo ao Cruzeiro e fez cair o desempenho de alguns de seus jogadores. Ramires, que já não havia feito um bom primeiro tempo em sua despedida do clube, desapareceu de vez. Wagner, que sentiu uma lesão no tornozelo no início da partida, já não conseguia ajudar na articulação de jogadas e foi substituído por Athirson.
Aproveitando falhas na marcação, o Estudiantes passou a chegar com alguma facilidade à intermediária no ataque. Aos 23 minutos, Boselli recebeu passe, girou e chutou para defesa tranquila de Fábio. Quatro minutos depois, o atacante levou a melhor sobre o goleirão do Cruzeiro. Subiu sozinho na área, após cobrança de escanteio de Verón, e cabeceou no canto: 2 a 1. Com o gol, Boselli chegou a oito e terminou como artilheiro isolado da Libertadores.
O Cruzeiro ainda tentou pressionar o adversário e quase chegou ao empate por três vezes a partir dos 40 minutos. Na primeira, Thiago Ribeiro aproveitou o rebote em uma cobrança de escanteio e soltou uma bomba, acertando o travessão. Depois, livre na área, o mesmo atacante chutou por cima do gol. A chance derradeira veio nos pés de Thiago Heleno, que também pegou mal na bola. E a festa ficou mesmo com os argentinos.
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1992: Cruzeiro x Racing pela Supercopa
CRUZEIRO 4 x 0 RACING (ARG)
18/11/1992 (Qua) - Supercopa (final/1ª) - Mineirão (Belo Horizonte, MG)
Público: 78.077 (Cr$ 2.370.065.000,)
Árbitro: José Joaquim Torres (COL)
Auxiliares: Armando Perez (COL) e John Jairo Toro (COL)
Gols: Roberto Gaúcho 31’e 57’, Luiz Fernando 69’, Boiadeiro 84’
Cruzeiro: Paulo César, Paulo Roberto, Célio Lúcio, Luizinho e Nonato; Douglas, Boiadeiro e Luiz Fernando; Betinho (Cleison/87’), Renato Gaúcho e Roberto Gaúcho. T: Jair Pereira
Racing: Carlos Roa, Jorge Borelli, Jorge Reinoso, Cosme Zaccanti e Juan Distéfano; Gustavo Matosas (Félix Torres/75’), Gustavo Costas, Guillermo Guendulain e Rubén Paz; Cláudio García e Alfredo Graciani (Abelardo Vallejos/58’). T: Humberto Grondona
CA: Douglas, Betinho, Renato Gaúcho (C); Carlos Roa, Jorge Reinoso, Jorge Borelli (R)
CV: Cosme Zaccanti/53’, Jorge Borelli/80’ (R)
Fonte: Almanaque do Cruzeiro, de Henrique Ribeiro
12/07/2009: Cruzeiro 0x3 Atlético
domingo, 12 de julho de 2009
Jogo completo
Ficha Técnica
Cruzeiro 0x3 Atlético
Motivo: 10ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 12/07/2009 (domingo)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Paulo César de Oliveira
Gols: Júnior, aos 40 min, e Alessandro, aos 42 min do primeiro tempo; Éder Luís, aos 42 min do segundo tempo
Público: 22.583 pagante
Renda: R$ 424.612,23
Cruzeiro: Andrey; Jancarlos, Neguete, Vinícius e Diego Renan; Fabrício, Elicarlos, Fabinho (Anderson) e Athirson; Thiago Ribeiro (Wanderley) e Zé Carlos.
Técnico: Adilson Batista
Atlético-MG: Aranha; Marcos Rocha (Alessandro), Werley, Welton Felipe e Thiago Feltri; Renan, Jonílson, Márcio Araújo e Júnior (Evandro); Éder Luís e Diego Tardelli.
Técnico: Celso Roth
Cartões amarelos: Marcos Rocha, Márcio Araújo, Serginho e Renan (Atlético-MG); Elicarlos, Athirson e Wanderley (Cruzeiro)
Cartão vermelho: Zé Carlos (Cruzeiro)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro
Do Globoesporte.com
Acabou a agonia. A segunda-feira vai ser mais leve para jogadores e torcedores do Atlético-MG. Depois de ficar dois anos e cinco meses sem derrotar o Cruzeiro e ouvindo todos os tipos de provocação, o time do técnico Celso Roth derrotou o maior rival neste domingo, por 3 a 0, no Mineirão, pela décima rodada do Brasileiro. O incômodo jejum atleticano durava 12 jogos (dez triunfos celestes e dois empates).
E não foi só isso. Com o resultado, o Galo retomou a liderança do Nacional, com 21 pontos, beneficiado pela vitória do Atlético-PR sobre o Internacional, em Curitiba. O time estrelado continua com dez, em 16º.
Por conta da decisão da Libertadores, o técnico Adilson Batista escalou um time reserva e foi obrigado a usar garotos da base e atletas que se recuperaram de lesões recentemente. O Galo tratou de aproveitar a chance de tirar um enorme peso das costas. Júnior, Alessandro e Eder Luis fizeram os gols.
No próximo domingo, a Raposa pega o Corinthians, no Mineirão, pela 12ª rodada. Antes, fará o jogo mais importante da temporada até então. Na quarta-feira, também no Gigante da Pampulha, encara o Estudiantes, da Argentina, no segundo e decisivo jogo da Libertadores. Em La Plata, houve um empate sem gol. O Galo volta a campo na quinta-feira, contra o São Paulo, em Belo Horizonte.
Cruzeiro 'começa' com dez e não suporta pressão do Galo
Incríveis 12 segundos. Foi o tempo da expulsão do atacante Zé Carlos, do Cruzeiro, no clássico. Ele acertou uma cotovelada no volante Renan, o árbitro Paulo Cesar Oliveira viu, não deixou passar e mostrou cartão vemelho direto. Foi a expulsão mais rápida do futebol brasileiro. O lance aumentou a carga de favorismo do Galo, que entrou em campo com força máxima diante de um mistão da Raposa.
Ao contrário do esperado, a vantagem numérica não foi bem aproveitada inicialmente pela equipe de Celso Roth. Sem criatividade, o meio-campo não conseguia levar perigo ao rival. O atacante Eder Luis bem que tentou se deslocar pelas laterais do campo, mas sempre marcado por Neguete.
Sem sofrer ameaças, o Cruzeiro passou a se arriscar nos contra-ataques. Aos 15, o garoto Diego Renan recebeu de Athirson na ponta esquerda, se livrou da marcação com um belo corte e cruzou na cabeça de Fabinho. O volante desviou bonito, mas a bola saiu caprichosa pela linha de fundo.
Mas logo o Galo voltou a se impor. Aos 21, Tardelli tabelou bonito com Marcos Rocha. O garoto ficou livre para chutar, mas demorou e foi travado por Fabrício. O lance incendiou o duelo, e os atleticanos passaram a investir especialmente com cruzamentos para a área. Como não obteve sucesso pelas laterais, o trio ofensivo de Roth - Júnior, Tardelli e Eder - voltou a trabalhar pelo meio. Numa das tentativas, o primeiro ficou na cara do gol, mas bateu para fora com o pé direito, que não é o bom, aos 26.
Irritado com Marcos Rocha, o técnico alvinegro tirou o lateral-direito da partida, aos 30 minutos, para dar lugar ao atacante Alessandro. Com a mudança, o volante Márcio Araújo foi deslocado para a função. Três minutos depois, a melhor chance do Atlético. Renan acionou na esquerda Thiago Feltri, que dividiu com a zaga. Júnior aproveitou o rebote e, mais uma vez com o pé direito, tentou colocar no cantinho de Andrey. Errou por muito pouco.
A pressão do Galo cresceu e o gol só não saiu por falta de pontaria. Aos 36, foram duas chances seguidas desperdiçadas. Numa delas, Júnior tentou encobrir Andrey depois de uma confusão na área celeste e errou por muito. Ele teria uma nova chance. Aos 40, Eder Luis avançou pela direita, achou Tardelli certinho na área, mas o goleador furou e jogou de zagueiro. Sorte que o pentacampeão estava atento, e livre, para concluir no ângulo do gol cruzeirense com o pé direito: 1 a 0
O lance perturbou o Cruzeiro. Três minutos depois, o Atlético chegou mais uma vez pela ponta. Tardelli cruzou rasteiro da direita, e Fabrício furou feio ao tentar cortar, deixando Alessandro livre para fazer 2 a 0 para o Galo. A dificuldade do Cruzeiro por jogar com dez era evidente, mas não faltou valentia. Aos 46, Thiago Ribeiro cabeceou com perigo após cobrança de escanteio, mas Aranha estava atento. A pressão atleticana demorou, mas deu certo no primeiro tempo.
Atleticanos pedem goleada que por pouco não sai
O Atlético-MG voltou disposto a ampliar o placar e quem sabe tentar devolver o placar de 5 a 0 do primeiro jogo da final do Mineiro, no início do ano. Nas arquibancadas, os atleticanos pediam uma vitória por 6 a 0. Assim como no fim da etapa inicial, o lado direito era o mais explorado pelo Galo. Márcio Araújo, Alessandro e Eder Luis eram os que mais pintavam por lá. Aos 20, Alessandro avançou sem marcação e achou Eder Luis na entrada da área, mas o chute parou em Andrey, muito bem colocado.
Mais preocupada com a decisão da Libertadores, na quarta, a torcida do Cruzeiro passou a cantar e mostrou até certo desinteresse pelo clássico. Em tom de provocação e apoio, gritava "olé" a cada vez que a posse de bola ficava com os jogadores celestes.
O nível da partida caiu muito. Apesar de ter mais posse de bola, o Galo pouco ameaçava e encontrava dificuldade frente à forte marcação celeste. A segunda jogada que levantou a torcida só foi criada aos 30 minutos. Alessandro recebeu cruzamento na área, mas cabeceou na rede pelo lado de fora. Sem o peso do jejum sobre as costas, a torcida atleticana provocou aos gritos de "o freguês voltou!".
O time de Adilson Batista aceitou a derrota e sentiu o desgaste físico por jogar toda a partida com dez em campo. Como não tinha nada com isso, o Galo aproveitou para ampliar no fim. Aos 43, em lançamento para Eder Luis, o goleiro Andrey tirou com o peito, mas a bola sobrou para o atacante. Com calma, ele girou e fez um lindo gol por cobertura, de fora da área. Um golaço para lavar a alma dos atleticanos. Enfim, a tão esperada vingança foi conquistada.
2001: Cruzeiro 2x2 Atlético MG Um clássico sensacional
sábado, 11 de julho de 2009
Cruzeiro 2 x 2 Atlético-MG
jogo escalações
Cruzeiro
GOL André DEF João Carlos DEF Luizão MEI Cléber Monteiro MEI Ricardinho MEI Marcus Vinícius MEI Jorge Wágner MEI Sérgio Manoel MEI Alex ATA Leonardo LAT Alex Santos (2) ATA Oséas ATA Adriano Chuva LAT Maicon TÉC Marco Aurélio Atlético-MG
GOL Velloso DEF Álvaro DEF Marcelo Djian MEI Gilberto Silva MEI Ramon (1) MEI Valdo MEI Djair MEI Alexandre LAT Ronildo LAT Cicinho LAT Baiano ATA Guilherme ATA Marques (1) TÉC Levir
Ficha técnica
data 06/10/2001
Torneio Campeonato Brasileiro 2001
Fase 1ª Fase
estádio Mineirão
Público 84,529
Árbitro Alício Pena Jr
08/07/2009: Estudiantes 0x0 Cruzeiro
quinta-feira, 9 de julho de 2009
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Melhores Momentos
Íntegra 2º Tempo
Ficha Técnica
Estudiantes 0x0 Cruzeiro
Motivo: jogo de ida da final da Copa Santander Libertadores
Data: 08/07/2009 (quarta-feira)
Local: estádio Ciudad de La Plata, em La Plata-ARG
Árbitro: Jorge Larrionda (URU)
Estudiantes: Andújar; Cellay, Schiavi, Desábato e Ré; Braña, Pérez, Verón e Benítez (Nuñez); Fernández (Salgueiro) e Boselli
Técnico: Alejandro Sabella
Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Leonardo Silva, Anderson e Gerson Magrão (Fabinho); Henrique, Marquinhos Paraná, Ramires e Wagner; Kléber e Wellington Paulista
Técnico: Adilson Batista
Cartões amarelos: Benítez, Schiavi e Desábato (Estudiantes); Wagner, Kléber e Gerson Magrão e Wellington Paulista (Cruzeiro)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro
Do Globoesporte.com
Paredão' Fábio segura o empate sem gols do Cruzeiro diante do Estudiantes na final
Goleiro se destaca com ótima atuação na decisão da Taça Libertadores
La Plata, Argentina
Fábio foi o maior destaque na primeira final
Os primeiros 90 minutos da final da Taça Libertadores da América terminaram sem gols no lotado estádio Ciudad de La Plata, na Argentina. Melhor para o Cruzeiro, do goleiro Fábio, que segurou a pressão do Estudiantes e só precisa de uma vitória simples em Minas Gerais para vencer o terceiro título da competição continental em sua história.
A frustração foi grande entre os 36 mil torcedores argentinos, que apoiaram o Estudiantes do início ao fim. Lugares vazios só havia no lado dos visitantes, que tinham direito a 4 mil lugares, mas cerca de 300 cruzeirenses foram a La Plata acompanhar o seu time do coração.
O segundo jogo da final está marcado para a próxima quarta-feira, às 21h50m (horário de Brasília), no Mineirão, em Belo Horizonte. Como o gol fora de casa não conta para a decisão do título, um novo empate leva a partida para a prorrogação e, se o placar permanecer igual, para a disputa de pênaltis. Quem vencer, levanta o troféu.
Muita fumaça e uma chuva de papel picado marcaram a festa na entrada do Estudiantes em campo e, como era de se esperar, o time argentino começou o jogo pressionando e adiantando a sua marcação para o campo do Cruzeiro. Sabendo do pavio curto de Kléber, Schiavi tratou de irritar o atacante celeste logo aos três minutos com uma falta no meio-de-campo e uma joelhada na sequência, que não foi observada pelo árbitro uruguaio Jorge Larrionda. Um início de confusão que se dissipou juntamente com a fumaça que impedia a visão do campo nos primeiros minutos.
A primeira finalização cruzeirense saiu apenas aos seis minutos em chute de Ramires, que bateu na zaga e se perdeu pela linha de fundo. Na cobrança de escanteio venenosa, Wagner deu um susto no goleiro Andújar. Um erro pode ser fatal numa decisão, e Henrique escapou de boa aos sete minutos. Na entrada da área, a bola quicou na frente do volante, que ficou esperando que ela descesse e a viu sendo roubada por Pérez, que também falhou no passe decisivo, desperdiçando um presente.
O primeiro lance de real perigo foi do Estudiantes, aos 11 minutos, em falta na entrada da área, que Verón bateu com categoria e viu Fábio voar para impedir o gol argentino. A estrela do goleiro brasileiro voltou a brilhar aos 16 em chute cara a cara de Pérez, que o camisa 1 celeste espalmou para escanteio. Antes que o escanteio fosse cobrado, uma cena inusitada: um cano de água estourou atrás de meta cruzeirense, mas o problema foi logo solucionado pela administração do estádio.
Schiavi, enfim, aos 25, recebeu o cartão amarelo ao atingir duramente Ramires. Wagner cobrou a falta na área, a zaga aliviou, e o meia voltou a cruzar para a cabeçada de Wellington Paulista, que saiu à direita. Na disputa, Germán Ré levou a pior e teve que enfaixar a cabeça para continuar na partida.
Verón continuava incomodando e, aos 35, mais um de seus chutes bateu na zaga e saiu em escanteio. Pouco depois, Fábio afastou um cruzamento que vinha na direção de Schiavi, se chocou com o zagueiro rival, que ficou se contorcendo em dores na área celeste pedindo pênalti, que foi justamente ignorado pelo árbitro. Aos 38, foi a vez de Marquinhos Paraná salvar a Raposa em cruzamento de Germán Ré que tinha endereço certo: a cabeça de Fernandez na pequena área.
Kléber, figura apagada na etapa inicial e que sofreu faltas sucessivas da defesa argentina, perdeu a paciência com mais um tostão que recebeu dos adversários. O atacante foi reclamar com o árbitro e a única coisa que conseguiu foi um cartão amarelo para ele próprio. Era o que os argentinos queriam ao provocá-lo. O Estudiantes ainda teve duas chances antes do fim da primeira etapa com Fernández, aos 42, em chute que foi cortado por Leonardo Silva, e com Verón, aos 44, em bomba certeira que Fábio agarrou firme sem dar rebote.
Kléber foi bem marcado pelos argentinos, mas desperdiçou ótima chance na etapa final
A pressão do Estudiantes se intensificou ainda mais no início do segundo tempo com duas defesas salvadoras de Fábio em sequência. Primeiro, o goleiro espalmou um chute à queima-roupa de Boselli para a linha de fundo, e, na cobrança de escanteio, Desábato cabeceou firme e o cruzeirense fez um milagre em La Plata.
O Cruzeiro tentou se soltar após os sustos em sequência e Kléber arriscou o seu primeiro chute aos quatro minutos, sem muita direção. Aos seis, os cruzeirenses se revoltaram e pediram pênalti, pois após cruzamento de Wagner, Wellington Paulista se chocou com a zaga e ficou reclamando.
O clima foi ficando cada vez mais quente com Verón também sangrando após disputa com Ramires, que deixou o cotovelo, aos 13 minutos. 'La Brujita' teve que deixar o campo por alguns segundos para levar pontos e voltar ao campo logo depois. Três minutos após o primeiro embate foi a vez de Schiavi dar um "soquinho" em Wellington Paulista, que desabou no chão, tentando forçar a expulsão do adversário, que já tinha cartão amarelo. O árbitro não advertiu ninguém.
Comandado por Pérez, o Estudiantes se lançou à frente, mas a ansiedade fez com que os argentinos perdessem bolas fáceis e abrissem chance para o Cruzeiro aparecer com perigo na frente. Aos 28, Ramires cruzou na direção de Leonardo Silva, que apareceu livre na área, mas cabeceou para fora.
Com o Estudiantes perdido em campo, a Raposa começou a aparecer bem nos contra-ataques. Aos 35 minutos, Kléber perdeu a chance do jogo. Wagner cruzou, Andújar espalmou nos pés do Gladiador, que, com o goleiro adversário caído, mandou para fora. Aos 38, a conclusão de Wellington Paulista, após cabeçada de Jonathan, passou perto, mas também não exigiu trabalho do arqueiro rival. Aos 44, a última boa chance do jogo foi dos argentinos com Salgueiro, que chutou forte, assustando o goleiro Fábio, mas a bola saiu.
Ficha Técnica
Estudiantes 0x0 Cruzeiro
Motivo: jogo de ida da final da Copa Santander Libertadores
Data: 08/07/2009 (quarta-feira)
Local: estádio Ciudad de La Plata, em La Plata-ARG
Árbitro: Jorge Larrionda (URU)
Estudiantes: Andújar; Cellay, Schiavi, Desábato e Ré; Braña, Pérez, Verón e Benítez (Nuñez); Fernández (Salgueiro) e Boselli
Técnico: Alejandro Sabella
Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Leonardo Silva, Anderson e Gerson Magrão (Fabinho); Henrique, Marquinhos Paraná, Ramires e Wagner; Kléber e Wellington Paulista
Técnico: Adilson Batista
Cartões amarelos: Benítez, Schiavi e Desábato (Estudiantes); Wagner, Kléber e Gerson Magrão e Wellington Paulista (Cruzeiro)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro
Do Globoesporte.com
Paredão' Fábio segura o empate sem gols do Cruzeiro diante do Estudiantes na final
Goleiro se destaca com ótima atuação na decisão da Taça Libertadores
La Plata, Argentina
Fábio foi o maior destaque na primeira final
Os primeiros 90 minutos da final da Taça Libertadores da América terminaram sem gols no lotado estádio Ciudad de La Plata, na Argentina. Melhor para o Cruzeiro, do goleiro Fábio, que segurou a pressão do Estudiantes e só precisa de uma vitória simples em Minas Gerais para vencer o terceiro título da competição continental em sua história.
A frustração foi grande entre os 36 mil torcedores argentinos, que apoiaram o Estudiantes do início ao fim. Lugares vazios só havia no lado dos visitantes, que tinham direito a 4 mil lugares, mas cerca de 300 cruzeirenses foram a La Plata acompanhar o seu time do coração.
O segundo jogo da final está marcado para a próxima quarta-feira, às 21h50m (horário de Brasília), no Mineirão, em Belo Horizonte. Como o gol fora de casa não conta para a decisão do título, um novo empate leva a partida para a prorrogação e, se o placar permanecer igual, para a disputa de pênaltis. Quem vencer, levanta o troféu.
Muita fumaça e uma chuva de papel picado marcaram a festa na entrada do Estudiantes em campo e, como era de se esperar, o time argentino começou o jogo pressionando e adiantando a sua marcação para o campo do Cruzeiro. Sabendo do pavio curto de Kléber, Schiavi tratou de irritar o atacante celeste logo aos três minutos com uma falta no meio-de-campo e uma joelhada na sequência, que não foi observada pelo árbitro uruguaio Jorge Larrionda. Um início de confusão que se dissipou juntamente com a fumaça que impedia a visão do campo nos primeiros minutos.
A primeira finalização cruzeirense saiu apenas aos seis minutos em chute de Ramires, que bateu na zaga e se perdeu pela linha de fundo. Na cobrança de escanteio venenosa, Wagner deu um susto no goleiro Andújar. Um erro pode ser fatal numa decisão, e Henrique escapou de boa aos sete minutos. Na entrada da área, a bola quicou na frente do volante, que ficou esperando que ela descesse e a viu sendo roubada por Pérez, que também falhou no passe decisivo, desperdiçando um presente.
O primeiro lance de real perigo foi do Estudiantes, aos 11 minutos, em falta na entrada da área, que Verón bateu com categoria e viu Fábio voar para impedir o gol argentino. A estrela do goleiro brasileiro voltou a brilhar aos 16 em chute cara a cara de Pérez, que o camisa 1 celeste espalmou para escanteio. Antes que o escanteio fosse cobrado, uma cena inusitada: um cano de água estourou atrás de meta cruzeirense, mas o problema foi logo solucionado pela administração do estádio.
Schiavi, enfim, aos 25, recebeu o cartão amarelo ao atingir duramente Ramires. Wagner cobrou a falta na área, a zaga aliviou, e o meia voltou a cruzar para a cabeçada de Wellington Paulista, que saiu à direita. Na disputa, Germán Ré levou a pior e teve que enfaixar a cabeça para continuar na partida.
Verón continuava incomodando e, aos 35, mais um de seus chutes bateu na zaga e saiu em escanteio. Pouco depois, Fábio afastou um cruzamento que vinha na direção de Schiavi, se chocou com o zagueiro rival, que ficou se contorcendo em dores na área celeste pedindo pênalti, que foi justamente ignorado pelo árbitro. Aos 38, foi a vez de Marquinhos Paraná salvar a Raposa em cruzamento de Germán Ré que tinha endereço certo: a cabeça de Fernandez na pequena área.
Kléber, figura apagada na etapa inicial e que sofreu faltas sucessivas da defesa argentina, perdeu a paciência com mais um tostão que recebeu dos adversários. O atacante foi reclamar com o árbitro e a única coisa que conseguiu foi um cartão amarelo para ele próprio. Era o que os argentinos queriam ao provocá-lo. O Estudiantes ainda teve duas chances antes do fim da primeira etapa com Fernández, aos 42, em chute que foi cortado por Leonardo Silva, e com Verón, aos 44, em bomba certeira que Fábio agarrou firme sem dar rebote.
Kléber foi bem marcado pelos argentinos, mas desperdiçou ótima chance na etapa final
A pressão do Estudiantes se intensificou ainda mais no início do segundo tempo com duas defesas salvadoras de Fábio em sequência. Primeiro, o goleiro espalmou um chute à queima-roupa de Boselli para a linha de fundo, e, na cobrança de escanteio, Desábato cabeceou firme e o cruzeirense fez um milagre em La Plata.
O Cruzeiro tentou se soltar após os sustos em sequência e Kléber arriscou o seu primeiro chute aos quatro minutos, sem muita direção. Aos seis, os cruzeirenses se revoltaram e pediram pênalti, pois após cruzamento de Wagner, Wellington Paulista se chocou com a zaga e ficou reclamando.
O clima foi ficando cada vez mais quente com Verón também sangrando após disputa com Ramires, que deixou o cotovelo, aos 13 minutos. 'La Brujita' teve que deixar o campo por alguns segundos para levar pontos e voltar ao campo logo depois. Três minutos após o primeiro embate foi a vez de Schiavi dar um "soquinho" em Wellington Paulista, que desabou no chão, tentando forçar a expulsão do adversário, que já tinha cartão amarelo. O árbitro não advertiu ninguém.
Comandado por Pérez, o Estudiantes se lançou à frente, mas a ansiedade fez com que os argentinos perdessem bolas fáceis e abrissem chance para o Cruzeiro aparecer com perigo na frente. Aos 28, Ramires cruzou na direção de Leonardo Silva, que apareceu livre na área, mas cabeceou para fora.
Com o Estudiantes perdido em campo, a Raposa começou a aparecer bem nos contra-ataques. Aos 35 minutos, Kléber perdeu a chance do jogo. Wagner cruzou, Andújar espalmou nos pés do Gladiador, que, com o goleiro adversário caído, mandou para fora. Aos 38, a conclusão de Wellington Paulista, após cabeçada de Jonathan, passou perto, mas também não exigiu trabalho do arqueiro rival. Aos 44, a última boa chance do jogo foi dos argentinos com Salgueiro, que chutou forte, assustando o goleiro Fábio, mas a bola saiu.
Libertadores 1976: Cruzeiro 3x2 River Plate
quarta-feira, 8 de julho de 2009
FICHA TÉCNICA
Motivo: Final Taça Libertadores da América 1976
Estádio: Nacional, em Santiago (Chile)
Data: 30/07/1976 Público: 35.182. Renda: Cr$ 653.331,00.
Árbitro: Alberto Martínez (CHI)
Gols: Nelinho (P) 24' do primeiro tempo; Eduardo 10', Oscar Mas (P) 13, Urquisa 17' e Joãozinho (F) 43' do segundo tempo.
CRUZEIRO: Raul, Nelinho, Moraes, Darci, Vanderley, Piazza (Valdo), Eduardo, Zé Carlos, Ronaldo, Palhinha, Joãozinho. Técnico: Zezé Moreira.
RIVER PLATE: Landaburu, Comelles, Lonardi, Artico, Urquisa, Sabela, Merlo, Alonso, Pedro González, Luque, Oscar Más (Crespo). Técnico: Angel Labruna.
Cartão Vermelho: Ronaldo (Cruzeiro) e Alonso (River Plate).
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05/07/2009: Goiás x Cruzeiro
domingo, 5 de julho de 2009
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Melhores Momentos
Ficha Técnica
Goiás 1x0 Cruzeiro
Motivo: nona rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 05/07/2009 (domingo)
Local: estádio Serra Dourada, em Goiânia-GO
Árbitro: Wilson Souza de Mendonça (PE)
Público: 5.809 pagantes
Renda: R$ 93.390,00
Gol: Felipe, aos 20 min do primeiro tempo
Goiás: Harlei; Ernando, Rafael Tolói (Valmir) e Leandro Euzébio; Vítor; Amaral, Ramalho, Felipe Menezes (Zé Carlos) e Júlio César ; Felipe e Bruno Meneghel (Jael)
Técnico: Hélio dos Anjos
Cruzeiro: Andrey; Neguete, Anderson e Vinícius; Jancarlos, Elicarlos, Fabinho (Uchoa), Bernardo e Diego Renan; Thiago Ribeiro (Rômulo) e Zé Carlos (Dudu)
Técnico: Adilson Batista
Cartões amarelos: Fabinho, Zé Carlos e Neguete (Cruzeiro); Ramalho, Amaral e Zé Carlos (Goiás)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro
Do Globoesporte.com
O Goiás aproveitou que o Cruzeiro está com a cabeça na final da Taça Libertadores da América – contra o Estudiantes (ARG) – e ganhou fácil por 1 a 0, neste domingo, no estádio Serra Dourada, em Goiânia. Com um gol de Felipe, artilheiro isolado do Campeonato Brasileiro, o Alviverde nem teve muito trabalho para construir a vitória.
Com o resultado, os donos da casa foram a 14 pontos e subiram da nona para a sétima colocação. O Cruzeiro, com 10, caiu de 11º para 13º lugar. Confira aqui como está a classificação.
Na próxima rodada, as duas equipes jogarão no domingo. A Raposa fará o clássico com o Atlético-MG em Belo Horizonte, enquanto o Goiás visitará o Sport no Recife. Antes, na quarta-feira, os mineiros irão à Argentina para começar a decidir o título da Libertadores. A grande final da América será no dia 15 de julho, no Mineirão. Até lá, a Raposa deve continuar atuando com o time reserva no Brasileirão.
Um jogo fácil para os donos da casa
Poupando praticamente todos os titulares – em comparação com a partida diante do Grêmio, na última quinta-feira, em Porto Alegre, apenas o volante Fabinho estava no time que começou jogando com o Goiás –, o Cruzeiro teve dificuldade para se achar na partida. E os goianos foram para cima.
Logo aos dois minutos, Bruno Meneghel recebeu na área entre dois zagueiros. O atacante se livrou da marcação com apenas um toque e finalizou para a defesa de Andrey. O goleiro cruzeirense foi o grande destaque do início do jogo. Aos 12, Felipe foi lançado, dominou, ajeitou e concluiu. Andrey, de novo, pegou. Aos 16, Bruno Meneghel arriscou de longe e o camisa 12 espalmou mais uma. Um minuto depois, outro chute de Felipe e outra defesa de Andrey.
De tanto insistir, o Goiás finalmente venceu a muralha. Em cobrança de falta, Felipe bateu forte e sem altura. A bola quicou na frente de Andrey, que não alcançou: 1 a 0. Como os dois jogadores que dividiam a artilharia com Felipe – Diego Tardelli (Atlético-MG) e Pedrão (que está trocando o Barueri pelos Emirados Ábares) – não marcaram na rodada, o camisa 11 do Goiás se isolou na artilharia, com sete gols. Confira a briga dos goleadores.
Segundo tempo morno
No segundo tempo, o técnico Adilson Batista trocou sua dupla de frente. Saíram Zé Carlos e Thiago Ribeiro e entraram Dudu e Rômulo. Mas não ajudou muito. A bola raramente chegava aos atacantes. Essa, aliás, foi a justificativa dos mineiros no intervalo para explicar a derrota momentânea. A marcação do Goiás funcionava bem e os meias do Cruzeiro tinham muita dificuldade para armar. Era tudo na base do chutão.
As chances continuaram sendo do lado verde. Felipe e Bruno Meneghel tiveram outras oportunidades de ampliar, mas falharam no último toque. Mas nem era preciso. O inofensivo Cruzeiro não deu mostra, durante o jogo inteiro, de que iria ameaçar o gol de Harlei. O fácil 1 a 0 resolveu as coisas.
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02/07/2009:Grêmio 2x2 Cruzeiro
sexta-feira, 3 de julho de 2009
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Reportagem Globo Esporte
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Ficha Técnica
Grêmio 2x2 Cruzeiro
Motivo: jogo de volta da semifinal da Copa Santander Libertadores
Data: 02/07/2009 (quinta-feira)
Local: estádio Olímpico, em Porto Alegre-RS
Árbitro: Óscar Ruiz (COL)
Público: 40.452 pagantes
Renda: R$ 966.652,00
Gols: Wellington Paulista, aos 34 min e aos 36 min do primeiro tempo; Rever, aos 9 min, e Souza, aos 29 min do segundo tempo
Grêmio: Victor; Thiego, Léo, Réver e Fábio Santos; Túlio, Adilson, Tcheco e Souza; Herrera (Perea) e Maxi López
Técnico: Paulo Autuori
Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Leonardo Silva (Anderson), Thiago Heleno e Gerson Magrão (Elicarlos); Fabinho, Marquinhos Paraná, Ramires e Wagner; Kléber e Wellington Paulista (Thiago Ribeiro)
Técnico: Adilson Batista
Cartões amarelos: Tcheco, Herrera e Maxi López (Grêmio); Ramires e Kléber (Cruzeiro)
Cartão vermelho: Adilson (Grêmio)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro

Cruzeiro deixa Grêmio para trás e vai buscar o tri da Libertadores
Bruno Império
Em Porto Alegre
Após 12 anos de seu último título na Libertadores, o Cruzeiro está novamente na final do torneio continental. A classificação foi conquistada na noite desta quinta-feira, em pleno Olímpico Monumental, com um empate por 2 a 2 diante do Grêmio. O time mineiro, que chegou a abrir dois gols de vantagem sobre os gaúchos, garantiu a vaga na decisão graças à boa vantagem - 3 a 1 - obtida no primeiro duelo entre as equipes, no Mineirão.
O Cruzeiro vai decidir a Libertadores contra o Estudiantes, que passou pelo Nacional (URU) na noite da última quarta-feira. O primeiro jogo da série de 180 minutos que decide o título continental está marcada para começar na próxima quarta-feira, na Argentina. A partida de volta acontece no dia 15, no Mineirão.
Diante dos argentinos, a equipe mineira vai tentar conquistar o terceiro título da Libertadores. Campeão nos anos de 1976 e 1997, o Cruzeiro pode igualar o São Paulo, vencedor nas edições de 1992, 1993 e 2005, como o maior colecionador brasileiro de títulos do continente. O Grêmio, que tem as taças de 1983 e 1995, viu o sonho de igualar a marca morrer nesta noite.
Precisando quebrar a vantagem de dois gols construída pelo Cruzeiro no Mineirão com a vitória por 3 a 1, o time do Grêmio começou pressionando o adversário desde o início da partida e levando muito perigo ao gol de Fábio, principalmente nas bolas aéreas.
Paulo Autuori armou Grêmio com Herrera e Maxi López na frente. E com os dois argentinos os donos da casa pressionaram durante a maior parte do primeiro tempo. Mas não conseguiram traduzir em gols as chances que criaram pelo alto e com finalizações de longa distância.
O Cruzeiro de Adilson Baptista foi mais agudo e não precisou de muitas oportunidades para ampliar a já boa vantagem. Apostando no contra-ataque, os mineiros abriram o placar com Wellington Paulista aproveitando boa jogada de Kléber pela esquerda, aos 34min.
Em pior situação, o Grêmio tentou partir logo para cima para igualar, mas acabou levando o segundo. Dois minutos depois de anotar 1 a 0, Wellington Paulista se antecipou à defesa tricolor, que parou para fazer linha de impedimento, e cabeceou para o fundo do gol de Victor.
Os torcedores gremistas, que chegaram ao Olímpico cantando sem parar, pareciam não acreditar no que viam e se calaram. E a torcida celeste começou a festejar. Chegou até a fazer uma "avalanche" - tradicional comemoração de gols de um dos setores da arquibancada do Olímpico - para provocar os tricolores.
Mas o silêncio durou pouco, e a torcida mandante voltou a se inflamar com a volta do Grêmio ao gramado. Aos 9min, o Grêmio conseguiu diminuir com Réver, que desviou de cabeça após cobrança de escanteio do meia Tcheco. Era pouco. Para conseguir avançar à decisão, o time gaúcho precisaria marcar mais quatro gols.
Tudo ficou ainda mais difícil quando Adilson teve de fazer falta dura sobre Wagner para evitar aquele que poderia ser o terceiro gol do Cruzeiro. Aos 14min, o atacante da equipe celeste disparou pela esquerda e foi derrubado. Adilson foi expulso e deixou o gramado ovacionado.
A desvantagem numérica, entretanto, não abalou o time tricolor. Enquanto a equipe de Adilson Batista recuava mais e mais, o Grêmio ia ganhando espaço e, aos 29min, Souza deixou tudo igual no Olímpico, em chute forte de longa distância que foi parar no fundo dos gols de Fábio.
Mas a reação parou por aí. O Grêmio, que chegou ao Olímpico precisando fazer dois gols para ir à final, até conseguiu marcar os gols que precisava. No entanto, os dois tentos de Wellington Paulista - jogador que chegou a ser procurado pelo time gaúcho no início da temporada - custaram caro demais. O Cruzeiro é o finalista brasileiro da Libertadores da América de 2009.
Antes de pensar na final, porém, o Cruzeiro tem um compromisso pelo Campeonato Brasileiro. Neste domingo, o time de Adilson Batista encara o Goiás, às 16h, no Serra Dourada. Já o Grêmio, na mesma data, tenta se reerguer do trauma da eliminação novamente em seus domínios. Às 16h, os gaúchos recebem o Atlético-PR.

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