Cruzeiro 2x2 Coritiba 1999

sexta-feira, 30 de maio de 2008



CRUZEIRO 2 x 2 CORITIBA (PR)
15/08/1999 - Campeonato Brasileiro (1ª fase/4ª) - Couto Pereira (Curitiba, PR)
Público: 2.136 (R$ 20.324,)
Árbitro: Cláudio Cerdeira (RJ)
Auxiliares: José Carlos Oliveira (RJ) e Manoel Couto Pires (RJ)
Gols: Cléber (pênalti) 17’; Alex Alves 29’; Sinval 39’; Müller 52’
Cruzeiro: André, Gustavo (André Luiz), Cris, Marcelo Djian, Espínola, Marcos Paulo, Donizete, Ricardinho, Muller, Alex Alves, Marcelo Ramos (Geovanni). T: Levir Culpi
Coritiba: Gilberto, Reginaldo Araújo, Leonardo, Flávio, Dutra, Reginaldo Nascimento, Luiz Carlos, Mozart, Betinho (Yan), Sinval (Basílio), Cléber (Robert). T: Abel Braga
CA: Marcos Paulo, Cris, Marcelo Djian, Donizete, Ricardinho (Cru)
FONTE: Almanaque do Cruzeiro, de Henrique Ribeiro

29/05//2008 Cruzeiro 2x1 América MG

quinta-feira, 29 de maio de 2008



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Blog Azul Cruzeiro

Ficha Técnica
América - MG 1x2 Cruzeiro
Motivo: amistoso
Data: 29/05/2008 (quinta-feira)
Local: estádio Independência, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Joel Tolentino da Mata Junior-MG (CBF)
Público: 2.772 pagantes
Renda: R$ 31.077,00
Gols: Reinaldo, aos 38 min. do 1º tempo; Luciano, aos 4 min., e Jonathas, aos 33 min. do 2º tempo
América-MG: Daniel (Alex); Hugo, Preto, Fabrício Soares e Jean Batista; Dudu, China, Luciano e Evandro (Faísca); Deivdy (Douglas Caé) e Maranhão (Kelton)
Técnico:Alemão
Cruzeiro: Andrey (Rafael); ApodiThiago MartinelliLéo Fortunato e Elicarlos; Luis Alberto (Wellington), Henrique (Zé Eduardo), Maicosuel (Fabinho) e Camilo (Reina); Marcinho (Bruno) e Reinaldo (Jonathas)
Técnico:Adilson Batista
Cartões amarelos: Preto, Dudu, Jean Batista (América-MG)
Fonte: Site do Cruzeiro

25/05/2008: Cruzeiro 4x0 Santos

domingo, 25 de maio de 2008



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Ficha Técnica
Cruzeiro 4x0 Santos
Motivo: terceira rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 25/05/2008 (domingo)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho-DF (CBF)
Público: 19.291 pagantes
Renda: 264.292,50
Gols: Guilherme, aos 18 min. do 1º tempo; Guilherme, aos 18 min., Wagner, aos 25 min., e Maicosuel, aos 34 min. do 2º tempo
Cruzeiro: FábioMarquinhos ParanáThiago HelenoEspinoza Jadilson (Jonathan); FabrícioCharlesRamires WagnerGuilherme (Bruno) e Jajá (Maicosuel)
Técnico: Adilson Batista
Santos: Fábio Costa; Betão, Marcelo, Fabão e Kléber; Marcinho Guerreiro, Rodrigo Souto, Molina (Wesley) e Adriano (Rodrigo Tabata); Kléber Pereira e Lima
Técnico: Emerson Leão
Cartões amarelos: Charles (Cruzeiro); Marcinho Guerreiro e Betão (Santos)
Fonte: Site do Cruzeiro


Do Globoesporte.com
No embalo dos garotos Ramires, 21 anos, Guilherme, 19, e Jajá, 21, além de Wagner, 23, o Cruzeiro passou por cima do Santos, goleando por 4 a 0, neste domingo à tarde, no Mineirão. Com a bela vitória, o time mineiro mantém 100% de aproveitamento e assume a liderança isolada do Brasileirão, com nove pontos em três jogos. Já o Peixe, que vinha de goleada contra o Ipatinga, na Vila Belmiro, estaciona nos três pontos e perde os líderes de vista.

Com o bom futebol apresentado, a Raposa mostra que superou a eliminação da Taça Libertadores. O time mineiro caiu nas oitavas-de-final, contra o Boca Juniors-ARG. Já o Peixe não superou o baque de perder nas quartas para o América-MEX.

O Cruzeiro começou o jogo um pouco sonolento, dando campo para o time santista trabalhar a bola e correndo risco. Aos sete minutos, o Santos, aproveitando-se desse momento de instabilidade da Raposa, quase abriu o placar. Thiago Heleno se atrapalhou e perdeu a bola para Lima, que avançou até a entrada da área e chutou forte de direita. Fábio espalmou.

Cruzeiro desperta

O lance fez o time mineiro acordar. O meia Ramires, com movimentação constante, começava a abrir espaços na zaga santista. Bom para Guilherme, que aparecia bem às costas de Fabão e Marcelo. Em um desses lances, aos oito, Guilherme recebeu lançamento, matou com o braço (a arbitragem não viu) e chutou colocado. Fábio Costa salvou.

O Peixe achava algumas brechas para contra-atacar com perigo. Aos 17, Kléber Pereira passou para Lima, que doinou e rolou para Molina bater rasteiro. Charles chega na hora H e trava. Mas o contra-ataque dos mineiros se mostrou mortal. No lance seguinte, Guilherme, sempre bem posicionado, recebeu bom lançamento de Jajá e chutou de bico, sem chance para Fábio Costa.

O gol assustou o time santista, que quase entregou o segundo de graça, aos 19. Fábio Costa saiu jogando errado e deu a bola de presente para Ramires, que achou Wagner livre na área. O meia empurrou de esquerda e errou o alvo por muito pouco. Wagner ainda acertaria uma bola no travessão aos 31, em lance bem semelhante.

Mas o Peixe não estava morto. Porém, falhou demais nas finalizações. Aos 26, Lima recebeu belo passe de Molina, livre de marcação, mas mandou por cima, de esquerda. Aos 33, Lima retribuiu e lançou Molina, que perdeu a principal chance santista no primeiro tempo: ele entrou sozinho na área e deu um leve toque para encobrir o goleiro Fábio. Porém, acabou mandando a bola para fora.

O Santos voltou a ameaçar aos 42, em jogada individual de Kléber Pereira, que arriscou um chute cruzado de esquerda e obrigou Fábio a fazer outra boa defesa. A resposta do Cruzeiro foi imediata. Jajá recebeu pela direita e chutou rasteiro, obrigando Fábio Costa a espalmar.

Peixe se entrega, e Raposa goleira

O jogo no segundo tempo começou do mesmo jeito: com o Santos tentando ameaçar, mas o Cruzeiro levando mais perigo. Por pouco a Raposa não marca o seu segundo gol logo aos sete minutos. A exemplo do que ocorreu durante todo o primeiro tempo, os zagueiros Marcelo e Fabão insistiam em ficar observando a bola e largando Guilherme livre. O atacante recebeu às costas da zaga alvinegra e chutou. Fábio Costa salvou.

Apesar de o técnico Emerson Leão ter escalado três volantes à frente da zaga (Adriano, Marcinho e Rodrigo Souto), era fácil para o Cruzeiro entrar pelo meio da defesa alvinegra. Guilherme, mais uma vez, recebeu lançamento no meio dos zagueiros, aos 19, e, dessa vez, não perdoou. Deu um toque de pé esquerdo e ampliou. Fábio Costa nada pôde fazer.

O segundo gol da Raposa matou o Peixe. Aos 25, mais uma vez, um jogador do Cruzeiro entrou pelo meio da zaga santista. A falta foi batida no meio-de-campo e Wagner recebeu livre e apenas empurrou na saída de Fábio Costa.

As coisas estavam fáceis para o Cruzeiro e se tornaram ainda mais cômodas quando o zagueiro Fabão, do Santos, sentiu um lesão. Como Leão já havia feito as três substituições, Fabão teve de permanecer em campo, mas sem condições. Assim, a Raposa não precisou fazer muita força para ampliar. Maicossuel, que entrou no lugar de Jajá, deixou a sua marca aos 35. Ele entrou pela direita, sem sequer ser incomodado pela marcação, e chutou firme de direita, marcando o quarto gol.

Ao final da partida, a pequena, mas barulhenta torcida santista que compareceu ao Mineirão, não perdoou a goleada e voltou a pedir a demissão de Leão, a exemplo do que acontecia nas primeiras rodadas do Paulistão.


Santos 1x2 Cruzeiro 1992

quarta-feira, 21 de maio de 2008



CRUZEIRO 2 x 1 SANTOS (SP)
09/05/1992 (Sab) - Campeonato Brasileiro (1ª Fase/17ª) - Vila Belmiro (Santos, SP)
Público: 11.804 (Cr$ 52.366.000,)
Árbitro: Manoel Serapião (BA)
Gols: Cleison 1’ (1-0); Guga 66’ (1-1); Cleison 76’ (2-1)
Cruzeiro: Paulo César, Paulo Roberto, Paulão, Célio Lúcio, Nonato, Andrade, Luís Fernando, Cleison, Rogério Lage, Macalé (Édson), Charles. T: Jair Pereira
Santos: Sérgio, Dinho, Marcelo Fernandes, Luis Carlos, Marcelo Veiga (Índio), Bernardo, João Paulo (Guga), Axel, Almir, Paulinho, Cilinho. T: Geninho
CA: Charles, Luiz Fernando (C); Marcelo Fernandes, Guga, João Paulo (S)
Fonte: Almanaque do Cruzeiro, de Henrique Ribeiro

17/05/2008: Cruzeiro 1x0 Botafogo

domingo, 18 de maio de 2008



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Jogo completo
Reportagens antes do jogo

Ficha Técnica
Cruzeiro 1x0 Botafogo
Motivo: segunda rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 17/05/2008 (sábado)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Paulo César de Oliveira-SP (Fifa)
Público: 14.296 pagantes
Renda: R$ 206.155,00
Gols: Guilherme, aos 11 min. do 1º tempo
Cruzeiro: FábioJonathan (Apodi), Thiago HelenoEspinoza Jadilson (Elicarlos); FabrícioMarquinhos ParanáRamires WagnerGuilherme Jonathas (Bruno)
Técnico: Adilson Batista
Botafogo: Castillo; Renato Silva, Ferrero (Bruno Costa) e Edson (Lúcio Flávio); Túlio Souza, Thiaguinho, Leandro Guerreiro, Diguinho e Eduardo; Carlos Alberto (Abedi) e Wellington Paulista.
Técnico: Cuca
Cartões amarelos: Wagner, Fabrício, Apodi, /puno e Ramires (Cruzeiro); Túlio Souza e /puno Souza (Botafogo)
Cartão vermelho: Túlio Souza (Botafogo)
Fonte: Site do Cruzeiro


Do Globoesporte.com
O Cruzeiro derrotou o time misto do Botafogo por 1 a 0 na noite deste sábado, no Mineirão, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, com um gol marcado por Guilherme, em cobrança de pênalti, aos 11 minutos do primeiro tempo.

Com a vitória, o time celeste assume a liderança isolada da competição, com seis pontos ganhos, mas poderá ser alcançado por mais seis clubes que também venceram na primeira rodada: Flamengo, Coritiba, Náutico, Atlético-PR, Grêmio e Internacional.

Primeiro tempo
Jogando em casa e com o apoio de seus torcedores, o Cruzeiro, mostrou não sentir a falta do artilheiro Marcelo Moreno, machucado, e partiu com tudo para cima do Botafogo desde o primeiro minuto, quando o lateral Jadílson tabelou com Guilherme, invadiu a área e chutou rente à trave direita de Castillo, que voltava ao time recuperado de lesão e saiu nos pés do cruzeirense, evitando o gol celeste. O Botafogo, que contava com a estréia de Carlos Alberto, mas tinha apenas os titulares Wellington Paulista, Renato Silva, Leandro Guerreiro e Diguinho em campo, deu o troco dois minutos depois. Eduardo fez boa jogada pela direita e cruzou para Wellington Paulista, mas Fábio saiu bem do gol e defendeu com segurança.

Com mais posse de bola no meio, e com Jadilson criando boas chances pela esquerda, o Cruzeiro pressionou o Botafogo até chegar a um pênalti, aos 10 minutos, que deu origem ao primeiro gol. Guilherme fez boa jogada pela esquerda em cima de Renato Silva e tocou para Wagner, que girou em cima de Leandro Guerreiro e caiu na área. O árbitro Paulo Cesar Oliveira não teve dúvidas e marcou a penalidade. Na cobrança, aos 11 minutos, Guilherme deslocou Castillo e marcou.

Castillo começa a brilhar
O jovem atacante quase fez o segundo gol aos 26 minutos, após receber excelente passe de Wagner. Na frente de Castillo, Guilherme tentou deslocar o goleiro alvinegro com um chutinho de bico, mas Castillo, atento, fez grande defesa com a mão direita.

O Botafogo reagiu e quase chegou ao empate logo em seguida. Aos 28, Ferrero recebeu livre no bico esquerdo da pequena área e chutou forte, mas a bola foi pela linha de fundo, assustando Fábio. No minuto seguinte, Túlio Souza chutou de longe, a bola desviou na zaga e quicou na frente do goleiro cruzeirense, que defendeu com segurança.

O Cruzeiro voltou a pressionar, obrigando Castillo a fazer mais duas excelentes defesas, em seqüência, aos 32 minutos, após chutes de Marquinhos Paraná e Wagner. Seis minutos depois, o uruguaio evitou novamente o gol cruzeirense na última grande jogada do primeiro tempo, ao fazer ótima defesa num chute de Guilherme, que recebeu livre de marcação e tentou encobri-lo da entrada da área.

Segundo tempo
Na volta para o segundo tempo, o técnico Cuca fez suas alterações no Botafogo, colocando Bruno Costa e Lucio Flavio nos lugares de Edson e Ferrero, respectivamente, mas elas não surtiram efeito. O Alvinegro errava muitos passes e o Cruzeiro administrava o resultado, irritando sua própria torcida, que pedia mais atitude ao time, já que nos primeiros 15 minutos nenhuma chance foi criada.

Mas aos 16, Túlio Souza tratou de reanimar a torcida cruzeirense. O lateral alvinegro deu um carrinho em cima de Ramires, e como já tinha cartão amarelo, acabou expulso por Paulo Cesar Oliveira.

Com um jogador a menos em campo, quem teve ainda mais trabalho foi Castillo, que aos 25 fez mais uma excepcional defesa nos pés de Jonathas. O atacante cruzeirense invadiu a área, mas foi interceptado por Castillo. A bola ainda voltou para Jonathas, mas Castillo voltou a defender.

Oito minutos depois, o goleiro alvinegro mostrou que além de ter raça está com os reflexos em dia, ao evitar o segundo gol cruzeirense numa cobrança de falta de Fabrício. Sem meio time titular, o Botafogo não teve força para reagir, e o Cruzeiro, satisfeito com o 1 a 0, passou a tocar a bola até o apito final do árbitro, conseguindo sua segunda vitória no Brasileirão

17/05/2008: Vitória de Guimarães 1x3 Cruzeiro

sábado, 17 de maio de 2008

Vitória de Guimarães 1x3 Cruzeiro
Motivo: amistoso
Data: 17/05/2008 (sábado)
Local: estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães-POR
Árbitro: Paulo Paraty (POR)
Gols: Nenê, aos 10 min. e aos 43 min. do 1º tempo; Nenê, aos 25 min., e Rafael, aos 38 min. do 2º tempo
Vitória de Guimarães: Nuno Santos (Nilson); Radanovic (Andrezinho), Luciano (Momha), Paulo (Roberto) e Márcio (Geromel); Marquinhos (Flávio Meireles), Moreno (João Alves), Desmarets e Tiago; Felipe (Alan) e Ghilas
Técnico: Manuel Cajuda
Cruzeiro: FlávioDiego Renan (Ênio), MaiconEmerson Anderson (João Victor); Paulinho DiasSandro ManoelTallys (Márcio Diogo) e Lucas (Rodrigão), Diego (Fabinho) e Nenê (Sammuel)
Técnico: Ricardo Drubscky
Fonte: Site do Cruzeiro

15/05/2008: Nacional 2x3 Cruzeiro

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Nacional  2x3 Cruzeiro
Motivo: amistoso
Data: 15/05/2008 (quinta-feira)
Local: estádio da Madeira, em Funchal-POR
Árbitro: Elmano Santos (POR)
Gols: Márcio Diogo, aos 35 min., e Ênio (contra), aos 42 min. do 1º tempo; Nenê, aos 10 min. e aos 32 min., e Aloísio, aos 14 min. do 2º tempo
Nacional: Belman; Patacas, Lopes, Halliche e Fernandes; /puno Amaro (Cléber Monteiro), Juliano, Coimbra e Juninho; Adriano (Aloísio) e Reinaldo (Manuel)
Técnico: Predrag Jokanovic
Cruzeiro: Gatti; MaiconEmerson Rodrigão (Paulinho Dias); Ênio (Diego Renan), Tallys, Lucas (Sandro Manoel), Márcio Diogo (Sammuel) e AndersonDiego (Fabinho) e Nenê
Técnico: Ricardo Drubscky
Fonte: Site do Cruzeiro

Cruzeiro 2x2 Botafogo Robertão 30-11-1969

A tv Cultura sempre gostou de mostrar lances antigos do futebol. No programa Grandes Momentos do Esporte, na década de 90, eles trouxeram grandes jogos do passado, inclusive esse entre o Cruzeiro e Botafogo nos anos 60. Muito bacana! Depois que o Alvinegro carioca despachou o Mineiro, esse video é um bom aperitivo para o jogo de sábado.





Cruzeiro 2x2 Botafogo RJ
Motivo: Torneio Roberto Gomes Pedrosa
Data: 30/11/1969
Estádio: Maracanã Rio de Janeiro, RJ
Árbitro: Armando Marques RJ

Gols Evaldo 10 do 2º , Zé Carlos 20, Afonsinho 30, Rogério 36

Cruzeiro:
Raul, Lauro, Fonatana, Darci, Neco, Piazza, Gilberto (Palhinha), Dirceu Lopes, Evaldo, Zé Carlos, Rodrigues.
Téc:Gérson Santos

Botafogo: Cao, Moreira, Chiquinho, Moisés, Valtencir, Nei, Afonsinho Rogério (Humberto), Jairzinho (Ferreti), Roberto, Paulo César.
téc: Zagallo

Fonte: Almanaque do Cruzeiro


10/05/2008: Vitória 0x2 Cruzeiro

domingo, 11 de maio de 2008



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Melhores Momentos

Ficha Técnica
Vitória 0x2 Cruzeiro
Motivo: primeira rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 10/05/2008 (sábado)
Local: estádio Barradão, em Salvador-BA
Árbitro: Giulliano Bozzano-DF (Asp. Fifa)
Público: 14.679 pagantes
Renda: R$ 160.166,00
Gols: Marcelo Moreno, aos 2 min., e Bida (contra), aos 40 min. do 1º tempo
Vitória: Ney; Willans (Héverton), Leonardo Silva, Anderson Martins e Marcelo Cordeiro; Vanderson, Bida (Muriqui), Ricardinho (Jackson) e Ramon Menezes; Marquinhos e Rodrigão
Técnico:Vágner Mancini
Cruzeiro: FábioJonathanThiago HelenoEspinoza Marquinhos ParanáFabrícioRamiresCharles Bruno (Henrique); Guilherme (Maicosuel) (Elicarlos) e Marcelo Moreno
Técnico:Adilson Batista
Cartões amarelos: Willans, Marcelo Cordeiro, Bida (Vitória); Marcelo Moreno (Cruzeiro)
Cartão vermelho: Marcelo Moreno
Fonte: Site do Cruzeiro



Do Globoesporte.com
O Cruzeiro parece que não ficou abalado com a eliminação na Taça Libertadores. Jogando no Barradão, em Salvador, a Raposa estreou no Brasileirão 2008 com um triunfo de 2 a 0 sobre o Vitória. Marcelo Moreno e Bida, contra, fizeram os gols dos visitantes, que somam os primeiros três pontos na tabela.

A próxima rodada reserva o encontro do time celeste com o Botafogo, no Mineirão, e também o jogo do Rubro-Negro baiano contra o Sport, no Recife.

Não demorou nem dois minutos para o Vitória sofrer seu primeiro gol no retorno à Série A. Ramires arriscou chute de fora da área, Ney rebateu nos pés de Marcelo Moreno e o artilheiro da Raposa na temporada aproveitou o rebote para abrir o placar.

O gol não desanimou o Vitória. Desordenado, mas na base da vontade, o Rubro-Negro tentou pressionar. Teve boas chances em cobranças de falta com Ramon, aos 14, e Bida, aos 20, mas conseguiu o empate.

O Cruzeiro passou a levar perigo nos contra-ataques. Com 24 de jogo, Ramires recebeu em posição legal, livre, driblou Ney e mandou para fora mesmo com o gol escancarado à sua frente. Em lance parecido três minutos depois, Marcelo Moreno lançou Guilherme. O camisa 11 chutou na saída de Ney, mas o goleiro espalmou para o lado.

Fábio também teve trabalho. Aos 31, Marquinhos recebeu na área e chutou no alto. Fábio esticou o braço para colocar para escanteio.

Nos dez minutos finais, mais pressão do Cruzeiro. Com 35, Guilherme cruzou, Marcelo Moreno dominou no peito e mandou de pé esquerdo. Ney colocou para escanteio. Mas aos 40 o goleiro rubro-negro nada pôde fazer. Bruno recebeu na cara do gol, e Bida tentou cortar. A bola bateu no jogador cruzeirense e entrou no canto esquerdo.

O segundo tempo começou morno. As duas equipes não conseguiam chegar ao gol adversário. Mas Marcelo Moreno tratou de colocar fogo no jogo. Primeiro jogador a marcar um gol no Brasileiro 2008, primeiro também a receber amarelo - aos 11 do primeiro tempo -, o jogador celeste inaugurou também a lista de atletas expulsos da competição. Com 16 da etapa final, a arbitragem marcou impedimento duvidoso do boliviano. Ele continuou a jogada e fez o gol, recebendo o vermelho na seqüência.

Com mais espaços, o Leão tentou pressionar, Aos 22, Jackson arriscou de fora da área e obrigou Fábio a colocar a bola pela linha de fundo. Oito minutos depois, Héverton cruzou da direita, Marquinhos dominou e bateu cruzado. Fábio esticou o braço esquerdo para salvar. Escanteio para o Vitória, mas Giulliano Bozzano deu só tiro de meta.

A pressão aumentava a cada momento. Aos 32, Marquinhos recebeu na esquerda, cortou para o meio e acertou o travessão. No rebote, Jackson chutou mal, a bola desviou em Espinoza e Fábio de ponta de dedo colocou pela linha de fundo.

Para fechar o show de defesas de Fábio, Jackson bateu falta da meia esquerda já nos acréscimos, e o goleiro celeste dividiu com dois adversários para colocar pela linha de fundo

1994: Cruzeiro 2x1 Vitória

sexta-feira, 9 de maio de 2008



Esse video é pra relembrar um jogo entre Cruzeiro e Vitória no campeonato de 1994, ano em que os dois times não foram muito bem e acabaram na repescagem. Nesse jogo o time azul venceu o Leão por 2x1, com um gol de penalty do Nonato e outro do Macalé. O Ramon Menezes descontou para o Vitória, ele que foi criado no Cruzeiro e ainda faria muitos gols contra o time celeste durante a carreira. Neste ano o Cruzeiro teve o retorno do Mário Tilico, que fez sucesso em 1991, na Supercopa, mas que decepcionou nessa segunda passagem pela Toca.

escalações
Cruzeiro
GOL Dida DEF Luizinho DEF Rogério Morais LAT Nonato (1) LAT Zelão MEI Cleison MEI Douglas MEI Jean Carlo MEI Macalé (1) MEI Toninho Cerezo ATA Mário Tilico ATA Afonso
TÉC Palhinha Vitória

Vitória
GOL Borges DEF China DEF Guto DEF João Marcelo LAT Gil Baiano LAT Rodrigo
MEI Everaldo MEI Gelson MEI Giuliano MEI Ramon (1) MEI Roberto Cavalo
ATA Dão ATA Pichetti

Ficha técnica
Data 1994-10-09
Torneio Campeonato Brasileiro 1994

07/05/2008: Cruzeiro 1x2 Boca Juniors

quinta-feira, 8 de maio de 2008



Cruzeiro 1x2 Boca Juniors
Motivo: jogo de volta das oitavas-de-final da Copa Santander Libertadores
Data: 07/05/2008 (quarta-feira)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Carlos Chandia-CHI (Fifa)
Público: 61.759 pagantes
Renda: R$ 922.502,00
Gols: Palácio, aos 36 min., e Palermo, aos 43 min. do 1º tempo; Wagner, aos 11 min. do 2º tempo
Cruzeiro: FábioJonathan (Apodi), EspinozaThiago Heleno e Marquinhos ParanáFabrícioRamiresCharles (Henrique) e WagnerGuilherme (Marcinho) e Marcelo Moreno
Técnico: Adilson Batista
Boca Juniors: Caranta; Maidana, Cáceres, Morel e Monzón; Vargas (Ledesma), Battaglia, Dátolo (González) e Riquelme; Palácio e Palermo (Boselli)
Técnico: Carlos Ischia
Cartões amarelos: Ramires, Andrey e Thiago Martinelli (Cruzeiro); Maidana, Monzón, Vargas e Caranta (Boca Juniors)
Cartão vermelho: Ramires (Cruzeiro)
Fonte: Site do Cruzeiro


Do Globoesporte.com
A torcida lotou o Mineirão. O time lutou até o fim. Mas não deu. O Cruzeiro está eliminado da Taça Libertadores. A Raposa perdeu nesta quarta-feira para o Boca Juniors, da Argentina, por 2 a 1. E como foi também derrotado pelo mesmo placar na partida de ida, deu adeus ao sonho do tricampeonato da competição. O placar geral do duelo foi 4 a 2 para os argentinos.
Com este resultado, fica afastada a possibilidade de haver uma final brasileira na competição. E o Boca Juniors agora enfrenta o Atlas-MEX nas quartas-de-final. A equipe mexicana se classificou após passar pelo Lanús, da Argentina. Na fase de grupos, o Atlas foi o primeiro colocado do Grupo 3.
O Boca Juniors, atual campeão da Libertadores, segue como o carrasco dos clubes brasileiros neste século. Desde 2000, o time argentino venceu oito duelos contra times nacionais na competição. Deles, seis foram com a segunda partida no Brasil, como aconteceu com o Cruzeiro. Já a Raposa perdeu também a invencibilidade que tinha contra o Boca no Mineirão. Em seis partidas, o time celeste nunca havia perdido. Eram cinco vitórias e um empate.
Primeiro tempo


O Cruzeiro precisava vencer. E foi para cima. Logo no primeiro minuto, Guilherme já arriscou um chute. O goleiro Caranta defendeu sem problema. Mas sem Jadilson, vetado por causa de uma torção no tornozelo esquerdo, a Raposa tinha dificuldade para criar oportunidades.

Só aos 20 minutos aconteceu a primeira chance. Wagner cobrou falta e Marcelo Moreno desviou levemente de cabeça. O goleiro Caranta espalmou a bola, que iria no canto direito. Na seqüência, a arbitragem marcou impedimento de Thiago Heleno.

O caminho era pelo alto. Ramires sofreu falta na esquerda. Wagner cruzou, e Thiago Heleno cabeceou com perigo por cima do travessão. Pouco depois, Guilherme perdeu uma ótima chance. Após cruzamento para a área, o atacante dominou e chutou cruzado. Mas a bola saiu fraca, e Caranta espalmou para escanteio.



O Boca só chegou aos 34 minutos. E a sorte ajudou o Cruzeiro. Riquelme dominou e deu um toque espetacular para Palácio. O atacante argentino entrou livre pelo meio, e, na frente do goleiro Fábio, chutou rasteiro para fora. Que susto!



Mas Palácio não perdeu a segunda chance. Contra-ataque rápido argentino. Riquelme tocou para Palácio na esquerda. Ele cortou para o meio e soltou a bomba de fora da área. A bola entrou no ângulo esquerdo do goleiro Fábio, que pulou mas nada poderia fazer. Boca 1 a 0! Foi quarto gol do atacante na Taça Libertadores.



O empate do Cruzeiro quase veio três minutos depois. Wagner arrancou pela esquerda e cruzou para Marcelo Moreno. O artilheiro chutou de primeira. A bola foi para fora com o goleiro Caranta apenas olhando e torcendo. Faltou muito pouco. Mas o gol argentino levou o Cruzeiro ao desespero, que passou a atacar sem organização. Fabrício, que marcava Riquelme de perto, passou a dar espaços para o craque argentino. E ele passou a prender a bola e controlar o ritmo da partida.



Porém, o pior ainda estava por vir. Aos 44 minutos, Riquelme achou Monzón livre pela esquerda, que cruzou para a área. Palermo subiu entre os zagueiros para cabecear no ângulo direito e marcar o segundo gol do Boca Juniors. E o primeiro tempo terminava com algumas vaias da torcida. Antes de descer para o vestiário, os jogadores do Boca já comemoravam a classificação.



Segundo tempo

Riquelme se livra da marcação do Cruzeiro
O Cruzeiro voltou para o segundo tempo precisando de um milagre. Só quatro gols garantiriam a classificação. O time estava nervoso. E jogava um futebol burocrático. Mas não desistia, lutava. E assim chegou ao primeiro gol. Aos 11 minutos, cruzamento para área do Boca Juniors. A defesa do Boca Juniors se enrolou e Wagner aproveitou a sobra. De voleio, o camisa 10 mandou a bola para o fundo da rede. Era o primeiro gol do Cruzeiro, que voltava a ter esperança.



O gol acordou a torcida, que voltou a empurrar o time. Adilson Batista colocou Apodi para deixar o time mais ofensivo. Aos 19 minutos, Wagner chutou cruzado e a bola foi para fora. Foi quando aconteceu um lance curioso. Andrei, reserva do Cruzeiro que aquecia atrás do gol do Boca Juniors, pegou a bola e devolveu rapidamente para o jogo recomeçar. Mas recebeu o cartão amarelo do árbitro chileno Carlos Chandia, que fez gestos mostrando que ele não poderia fazer o papel do gandula.



O Cruzeiro continuava pressionando. Ramires, por duas vezes, arriscou o chute. O goleiro Caranta defendeu o primeiro, e o segundo foi por cima do travessão. Aos 24 minutos, o artilheiro Marcelo Moreno cabeceou e a bola bateu na trave. Faltava sorte ao artilheiro da Libertadores.



Aos 27 minutos, falta na entrada da área para o Cruzeiro. Ótima chance, mas a bola bateu na barreira. O tempo passava, e o jogo ficava nervoso. O técnico Adilson Batista tirou Charles e colocou Henrique. A torcida começou a gritar "burro". Thiago Martinelli, que também estava aquecendo atrás do gol do Boca Juniors, foi outro a levar cartão amarelo por ter reclamado da demora da reposição de bola do goleiro Caranta. E o time argentino ganhava tempo...





 Apodi, que entrou muito bem no time, tentou um chute de fora da área. A bola subiu e foi para fora. Aos 35 minutos, a torcida começou a deixar o Mineirão. E a missão ficou praticamente impossível com a expulsão de Ramires dois minutos depois.



Aos 41 minutos, Marcinho ainda teve a chance de empatar. Ele recebeu sem marcação na área. Mas chutou mal, e o goleiro Caranta defendeu. Restou aos torcedores aplaudirem a luta dos jogadores em campo no fim da partida. Vida que segue para o Cruzeiro, que estréia no sábado no Campeonato Brasileiro contra o Vitória, fora de casa.

A Torcida fez a sua parte, mas o time não correspondeu.

A torcida fez a sua parte lotou o Mineirão, mais uma vez para prestigiar o Cruzeiro, confiante em uma vitória, afinal estavámos ainda na ressaca daqueles inesquecíveis 6 x 0 sobre o nosso rival, (5 x 0 no jogo de ida e 1 x 0 no jogo da volta) bem no ano do centenário deles (esse título teve sabor especial) e também estavámos na expectativa da classificação,graças ao gol salvador do Fabrício na Bombonera, precisávamos de apenas 1 x 0, dentro do Mineirão, a nossa casa, para passarmos para as quartas de final da Libertadores.
Porém talvez o time celeste, tenha se esquecido de um pequeno detalhe, que apesar de ser xará do nosso rival alvinegro, o Clube Atlético Boca Jrs., que por sinal é azul e amarelo é a "asa-negra" dos times brasileiros em competições sulamericanas e que possue um time com excelentes jogadores ao contrário do nosso rival segundino, ou seja no mineiro batemos em cachorro morto.
Estou escrevendo nessa madrugada fria aqui em Belo Horizonte, talvez para extravassar a chateação, que a derrota causou a mim como representante da " china azul", afinal foi um balde de água fria, essa desclassificação.Creio que nem o mais fervorosos dos "Bosteros" (como é apelidada a torcida do Boca pelos torcedores do River Plate) acreditaria que o time ia fazer dois gols na casa do adversário e liquidar o jogo,ainda no primeiro tempo, da forma fácil que foi.
O Cruzeiro que precisava da vitória entrou visivelmente nervoso em campo, os jogadores estavam apavorados, não conseguiam acertar um passe, um cruzamento e pra piorar ainda entrando na onda dos argentinos, que visivelmente queriam irritar os jogadores do elenco celeste. Vale destacar também a péssima atuação do zagueiro Espinosa, que ao invés de subir junto com o Palermo, ficou parado apenas observando a jogada, isso sem falar na avenida que deixaram aberta pro Boca fazer o primeiro gol. No meio dessa lambança toda a única coisa de positiva que podemos destacar foi o golaço do Vágner de voleio, uma bela pintura, que vai ficar
ofuscada por causa do placar adverso.
Enfim só nos resta lamentar, agora é pensar no Vitória e voltar com 3 pontos de Salvador no sábado. Afinal nesse Brasileiro de pontos corridos o importante é pontuar desde o ínicio.

Celso Luiz Drummond Martinelli - 8/5/2008 - 01h 42 da madrugada.

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Cruzeiro 2x1 Boca Jrs 1997 Mineirão

quarta-feira, 7 de maio de 2008



CRUZEIRO 2 x 1 BOCA JUNIORS (ARG)
23/10/1997 (Qui) - Supercopa (1a fase/G1/5ª) - Mineirão (Belo Horizonte, MG)
Público: 3.962 (R$ 30.922,50)
Árbitro: Epifanio González (PAR)
Auxiliares: Ricardo Grance (PAR) e Nestor Gonzáles (PAR)
Gols: Gelson 39’; Marcelo Ramos 74’; La Paglia 87’
Cruzeiro: Dida, Donizete Amorim, Gelson, Odair, Nonato, Fabinho, Ricardinho, Cleison (Roberto Gaúcho), Donizete, Marcelo Ramos, Alex Mineiro (Geovanni). T: Nelsinho.
Boca Juniors: Pato Abbondanzieri, Cristian Traverso, Mauricio Pineda, Sergio Castillo, Berti, Anibal Matellán, Florentín (Julio Cesar Toresani), Juán Román Riquelme, Cesar La Paglia, Luis Hernández, Islas (Rodolfo Arruabarrena). T. (Interino): Esteban Pogani.
CA: Alex Mineiro (Cru); La Paglia, Arruabarrena (Boc)
CV: Traverso (Boc)
Fonte: Almanaque do Cruzeiro de Henrique Ribeiro

04/05/2008: Cruzeiro 1x0 Atlético - MG

segunda-feira, 5 de maio de 2008



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Melhores Momentos

Ficha Técnica
Cruzeiro 1x0 Atlético - MG
Motivo: jogo de volta da final do Campeonato Mineiro
Data: 04/05/08 (domingo)
Local: Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Evandro Rogério Roman-PR (Fifa)
Público: 39.197 pagantes
Renda: R$ 732.420,00
Gol: Marcelo Moreno, aos 30 min. do 2º tempo
Cruzeiro: FábioJonathanThiago MartinelliThiago Heleno e Jadilson (Charles); Fabrício (Guilherme), Elicarlos (Henrique), Marquinhos Paraná e WagnerMarcinho Marcelo Moreno
Técnico:Adilson Batista
Atlético-MGJuninho; Coelho (Xaves), Vinícius, Leandro Almeida e Agustín Viana (Renan); Rafael Miranda, Márcio Araújo e Gérson; Danilinho, Eduardo (Marinho) e Marques
Técnico:Geninho
Cartões amarelos: Thiago Heleno e Elicarlos (Cruzeiro); Coelho, Agustín Viana e Rafael Miranda (Atlético-MG)
Cartões vermelhos: Renan e Danilinho (Atlético-MG); Charles (Cruzeiro)
Fonte: Site do Cruzeiro


Do Globoesporte.com
O desfecho já era esperado desde a semana passada: amparado pela goleada histórica por 5 a 0 da primeira partida, o Cruzeiro jogou com tranqüilidade e conquistou o título do Campeonato Mineiro pela 35ª vez na história, ao vencer o Atlético-MG por 1 a 0, na tarde deste domingo, no Mineirão. A Raposa não precisou se esforçar muito, já que poderia até perder pela mesma diferença de gols por ter feito a melhor campanha da primeira fase. Mesmo assim, Marcelo Moreno deixou a sua marca. O clube alvinegro ainda tem a vantagem histórica da competição, com 39 conquistas estaduais.

O Cruzeiro teve um aproveitamento de 80% dos pontos disputados na competição. Em 15 jogos foram 11 vitórias, três empates e apenas uma derrota por 1 a 0 para o Rio Branco, quando atuou com uma equipe mista. Além disso, o clube teve o maior ataque - 35 gols - e a melhor defesa - 14 gols sofridos - do Campeonato Mineiro.
A festa da torcida do Cruzeiro, que lotou toda a área da arquibancada separada para ela no Mineirão, foi bonita durante toda a partida. Os gritos de "é campeão" começaram antes mesmo de a partida começar. A maioria chegou ao estádio já com a faixa de campeão. A Federação Mineira de Futebol também proporcionou uma bonita festa com um show de fogos azuis após a conquista.
Os jogadores do Galo mostraram brios, fizeram um jogo equilibrado, mas faltou tranqüilidade. Danilinho não suportou as gozações da arquibancada e, irritado, se descontrolou quando foi provocado em campo por Charles. Acabou expulso e gerou uma grande confusão no final da partida. O cruzeirense também foi para o chuveiro. Antes disso, Renan já havia deixado o Galo em desvantagem ao xingar o juiz Evandro Rogério Roman.

O Cruzeiro volta a enfrentar o Boca Juniors, nesta quarta-feira, desta vez no Mineirão. O time celeste precisa vencer por 1 a 0 para chegar às quartas-de-final da Taça Libertadores. O Atlético agora se concentra em mais uma revanche, desta vez na quinta-feira, contra o Botafogo, de novo adversário das quartas-de-final da Copa do Brasil, também em Belo Horizonte.
Baixe o wallpaper da Raposa campeã

 Jogo franco
Enquanto Geninho escalou o Galo com três atacantes (Danilinho, Marques e Eduardo), o técnico Adilson Batista optou por poupar alguns jogadores, escalando Elicarlos no meio e Marcinho no ataque nas vagas de Charles e Guilherme. Precisando de seis gols, o Atlético partiu para cima e chegou com perigo logo no primeiro minuto, com Gérson. Marcelo Moreno respondeu aos cinco, após jogada individual, e chutando por cima do gol de Juninho.

As duas equipes davam espaços em campo. Aos 18, Marcinho bateu falta com perigo por cima do travessão. No minuto seguinte, Danilinho roubou a bola de Jadílson, rolou para Marques driblar Thiago Heleno e chutar fraco para a defesa de Fábio. Logo depois, Gérson fez um bom cruzamento para o baixinho Danilinho cabecear por cima do gol. Marcelo Moreno apareceu livre aos 30, mas Juninho saiu no abafa. Viana conseguiu um bom cruzamento para Eduardo que, de cabeça, quase abriu o placar aos 36. Na seqüência, Marcinho perdeu uma chance incrível em cima da linha após cruzamento de Wagner e falha do goleiro alvinegro (assista ao vídeo acima).
 A presença do artilheiro
Se marcar seis gols em 90 minutos era complicado, em 45 seria ainda pior. Por isso, a simples vitória passou a ser uma questão de honra para o Galo. E o lateral-direito Coelho chegou com perigo em duas oportunidades seguidas, uma defendida por Fábio e outra raspando a trave. Duas peças importantes, uma de cada lado, tiveram que deixar o gramado: Jadílson, sentindo uma lesão no tornozelo, e Coelho, com caimbras.
Wagner, o camisa 10 da Raposa, fez uma jogada genial pela esquerda, dando um drible por entre as pernas de Rafael Miranda, e cruzando para a área, mas sem seqüência do ataque celeste. Aos 23, o volante Renan, que entrou no lugar de Viana, reclamou com a arbitragem e foi expulso de campo. Na saída, o jogador mostrou que o árbitro estava certo.

- Ele marca tudo errado. Mandei ele tomar no c... mesmo - disse o alvinegro em entrevista aos radialistas.
Foi o que faltava para a festa celeste ficar completa. Com um a mais, Adilson botou Guilherme na vaga de Henrique e partiu para cima. Aos 30, Wagner cruzou com precisão para Marcelo Moreno cabecear e fazer o gol do título (assista ao vídeo acima). A torcida estrelada, que já cantava e gritava "olé" desde os primeiros minutos do jogo, foi ao delírio.

No finzinho, Danilinho se envolveu em uma confusão com Charles, dando início a uma confusão generalizada entre os jogadores. Ambos foram expulsos

 Sem festa
O presidente do Cruzeiro, Alvimar Perrella, já avisou: não haverá comemoração pelo título, apenas um encontro entre os dirigentes e alguns jogadores na casa do vice de futebol, Zezé Perrella. Os jogadores já voltam a treinar nesta segunda-feira à tarde para a partida decisiva de quarta-feira, contra o Boca Juniors.

1993 O Cruzeiro tira o título mineiro do Atlético

sexta-feira, 2 de maio de 2008


Cruzeiro 1x0 Atlético MG
gol: Cleisson
O América se sagrou campeão vencendo o Democrata em Valadares.

30/04/2008: Boca Juniors 2x1 Cruzeiro

quinta-feira, 1 de maio de 2008


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Melhores Momentos

Ficha Técnica
Boca Juniors 2x1 Cruzeiro
Motivo: jogo de ida das oitavas-de-final da Copa Santander Libertadores
Data: 30/04/2008 (quarta-feira)
Local: estádio La Bombonera, em Buenos Aires-ARG
Árbitro: Jorge Larrionda-URU (Fifa)
Gols: Riquelme, aos 6 min. do 1º tempo; Dátolo, aos 19 min., e Fabrício, aos 32 min. do 2º tempo
Boca Juniors: Caranta; González, Maidana, Cáceres e Monzón; Vargas (Chávez), Battaglia, Dátolo (Ledesma) e Riquelme; Palácio e Palermo
Técnico: Carlos Ischia
Cruzeiro: FábioCharlesThiago HelenoEspinoza Marquinhos ParanáHenriqueFabrícioRamires Wagner (Marcinho); Guilherme (Jonathan) e Marcelo Moreno
Técnico: Adilson Batista
Cartões amarelos: Henrique, Wagner e Jonathan (Cruzeiro); Vargas (Boca Juniors)


Do Globoesporte.com
O Cruzeiro não conseguiu vencer, mas arrancou um golzinho valioso na noite desta quarta-feira, na derrota por 2 a 1 para o Boca Juniors, no caldeirão do La Bombonera, pelo jogo de ida das oitavas-de-final da Taça Libertadores. Com este resultado, a Raposa pode eliminar os argentinos se vencer por 1 a 0, na próxima quarta, no Mineirão. Para o Boca, basta um empate por qualquer placar, ou até uma derrota por um gol de diferença, desde que marque dois ou mais em Belo Horizonte. Se a Raposa vencer por 2 a 1, a decisão da vaga será nos pênaltis.

O ídolo maior do clube argentino, Diego Maradona, estava lá e vibrou muito com mais uma vitória em cima de um time brasileiro. No ano passado, no caldeirão argentino, o Boca derrotou o Grêmio por 3 a 0, na decisão da Libertadores, e o São Paulo por 2 a 1, pela Copa Sul-Americana. O vencedor deste confronto pega Atlas (México) ou Lanús (Argentina) nas quartas. O time mexicano venceu o primeiro jogo, fora de casa, por 1 a 0.

Neste domingo, o Cruzeiro volta as atenções para o jogo de volta da decisão do Campeonato Mineiro, contra o Atlético-MG, quando poderá até perder por cinco gols de diferença. O Boca Juniors também tem um clássico importante neste domingo, quando enfrenta o River Plate, também em La Bombonera, pelo Torneio Clausura.

 Riquelme: sempre ele
O técnico Adilson Batista surpreendeu ao escalar Fabrício na lateral esquerda e deixar Jadílson no banco. Coincidência ou não, aos seis minutos de jogo, foi por ali que o ala-direito Gonzáles achou uma avenida e cruzou para o perigoso Riquelme, livre, completar e abrir o placar do jogo. E, aos 15, Palermo apareceu livre e acertou a rede pelo lado de fora.

A superioridade do time argentino foi se acentuando aos poucos. O perigoso camisa 10 do Boca quase marcou mais um aos 23, mas Fábio tirou de soco para fora. O único lance de real perigo da Raposa saiu no minuto seguinte, em contra-ataque bem tramado de Marcelo Moreno com Guilherme, que tocou para Ramires tentar de cobertura para fora.

Aos 29, foi a vez de Dátolo receber bom passe de Palacio na esquerda e bater cruzado para mais uma boa defesa de Fábio. Logo depois, Riquelme comandou uma triangulação com Vargas e Palermo que chutou tirando tinta da trave direita. A polêmica do primeiro tempo foi aos 45, quando o zagueiro Maidana tocou com a mão na bola após tropeçar na área argentina. O árbitro uruguaio Jorge Larrionda ignorou o protesto dos cruzeirenses e não marcou pênalti.

 Gol valioso
O Cruzeiro voltou com a mesma formação, porém mais desligada no segundo tempo. Logo aos três minutos, Palermo tocou de calcanhar para Palacio, que, na cara do gol, bateu por cima. Depois, foi a vez de o camisa 9 desperdiçar após passe de Riquelme. A Raposa respondeu aos sete, com Ramires se esticando após bom chute de Marquinhos Paraná.
Aos 16, o técnico Adilson Batista tirou Guilherme e botou Jonathan para tentar arrumar uma das laterais do campo. E mais uma vez, o Boca se aproveitou de uma falha na marcação pelo lado direito do time mineiro. Aos 19, Riquelme tocou para Dátolo, centímetros impedido, driblar Thiago Heleno, fintar Fábio e bater firme para fazer 2 a 0.

Aos 21, os brasileiros quase diminuíram com Charles, de canhota, mas Caranta defendeu. Palermo respondeu aos 27, mas deu azar, acertando a trave. No rebote, Gonzáles engrossou e perdeu uma chance incrível na cara do gol. A máxima do "quem não faz, leva" voltou a funcionar. Aos 32, após cobrança de escanteio, Fabrício deu um petardo cruzado, a bola desviou em Gonzáles e enganou o goleiro boquense. Um gol que vale ouro e faz o Cruzeiro jogar por uma vitória simples no Mineirão.

No finzinho do jogo, o árbitro Jorge Larrionda encerrou a partida depois que o auxiliar foi atingido por um objeto, aparentemente atirado das arquibancadas. O que pode ocasionar em punição para o clube argentino.