29/11/2009: Cruzeiro 4x1 Coritiba

domingo, 29 de novembro de 2009



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Melhores Momentos
Reportagem

Ficha Técnica
Cruzeiro 4x1 Coritiba
Motivo: 37ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 29/11/2009 (domingo)
Local: Mineirão, em Belo Horizonte
Árbitro: Sálvio Espínola (SP)
Público: 27.291 pagantes
Renda: R$ 408.077,83
Gols: Jeci, aos 10 min, Henrique, aos 43 min, e Jonathan, aos 46 min do primeiro tempo; Wellington Paulista, aos 11 min, e Eliandro, aos 21 min do segundo tempo
Cruzeiro: FábioJonathanCláudio CaçapaLeonardo Silva e Diego Renan (Elicarlos); FabrícioHenriqueMarquinhos Paraná e Leandro Lima (Eliandro) (Athirson); Thiago Ribeiro e Wellington Paulista
Técnico:Adilson Batista
Coritiba: Vanderlei; Márcio Gabriel (Marcos Aurélio), Jeci (Cleiton), Dirceu e Luciano Amaral; Leandro Donizete, Jaílton, Renatinho e Pedro Ken; Marcelinho Paraíba e Thiago Gentil
Técnico:Ney Franco
Cartões amarelos: Márcio Gabriel e Luciano Amaral (Coritiba); Wellington Paulista (Cruzeiro)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro


Do Globoesporte.com
Com uma goleada empolgante, de virada, por 4 a 1, o Cruzeiro deixou o Coritiba em situação delicada no Brasileirão e manteve o sonho de voltar a disputar a Libertadores no ano que vem. O time de Adilson Batista chegou aos 59 pontos, dois a menos que os três colocados logo acima, São Paulo, Palmeiras e Internacional. O Coritiba está em 16º, com 44, a mesma pontuação do Botafogo, o primeiro integrante do Z-4.

A equipe mineira encerra a sua participação na competição contra o Santos, na Vila Belmiro, no próximo domingo. Para ir à Libertadores, resta vencer o Peixe e torcer para que São Paulo ou Palmeiras perca para Sport (Morumbi) ou Botafogo (Engenhão), respectivamente. Já os paranaenses encaram o Fluminense, rival direto na luta contra o rebaixamento, no Couto Pereira. Uma vitória garante a equipe na Série A em 2010. Em caso de empate, é preciso ficar na torcida para que o Botafogo não vença o Palmeiras.

Coritiba começa bem, Cruzeiro reage rapidamente

Observados pelos cruzeirenses, os jogadores do Coritiba fizeram uma roda no gramado antes do início do jogo, mostrando mobilização e firmando um pacto pela vitória.

Em campo, o desenho tático da equipe paranaense era simples: dez atrás e Marcelinho Paraíba na frente. Este sempre vigiado de perto, ora por Marquinhos Paraná, ora por Fabrício ou Henrique.

Aos oito minutos, com uma infiltração de Jonathan na área, o Cruzeiro furou o ferrolho e teve boa chance para abrir o placar, mas o lateral-direito não acertou a conclusão, chutando cruzado, para fora.

Sempre pronto para o contragolpe, o Coritiba descolou uma falta no ataque, pela esquerda, aos 11 minutos. Marcelinho Paraíba cobrou com força, cruzado. Jéci se antecipou aos zagueiros e completou para fazer 1 a 0. O autor do gol seria substituído minutos depois, machucado.

O Cruzeiro sentiu o gol. Desatento na marcação, passou a errar muitos passes e era inoperante no setor ofensivo. Por volta dos 20 minutos, a torcida, já impaciente, pediu raça ao time.

O técnico Adilson Batista decidiu apostar no 4-3-3 e sacou Lendro Lima aos 25 minutos, colocando o jovem atacante Eliandro para compor o sistema ofensivo com Thiago Ribeiro e Wellington Paulista.

A alteração melhorou a equipe celeste. Pelo menos quatro oportunidades já haviam sido criadas pela Raposa quando Henrique empatou o jogo, aos 43. Ele chutou de fora da área e acertou o canto direito de Vanderlei.

A torcida cruzeirense explodiu de vez no Mineirão quando Jonathan virou o jogo, aos 46, em chute rasteiro da grande área. Com a virada relâmpago para 2 a 1, o Cruzeiro saiu de campo festejado pelos torcedores.

Goleada cruzeirense e provocação ao Galo no segundo tempo

O Coritiba chegou até a esboçar uma pressão no início do segundo tempo, mas a situação do time piorou quando Cleitou derrubou Thiago Ribeiro na área. Na cobrança do pênalti, aos 11, Wellington Paulista ampliou para o Cruzeiro: 3 a 1.

Com a boa vantagem no placar, o Cruzeiro passou a cadenciar o jogo, posicionando-se na defesa para atrair o Coritiba e explorar os contra-ataques. E foi o que aconteceu aos 21, quando Marquinhos Paraná arrancou em grande jogada e acionou Thiago Ribeiro na direita. Este centrou para Eliandro fazer 4 a 1.

A festa celeste no Mineirão ganhou requintes de “sadismo”. A torcida entoou “Ei, flanelinha, eu já sabia que essa vaga era minha!” para provocar o rival Atlético-MG, que perdeu para o Palmeiras em São Paulo e foi superado pela Raposa na classificação.

O Coritiba não tinha forças para reagir. Pelo contrário, levava seguidos contra-ataques. No fim, o Cruzeiro apenas segurou o resultado e esperou o apito final.

21/11/2009: Atlético PR 1x1 Cruzeiro

segunda-feira, 23 de novembro de 2009



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Melhores Momentos

Ficha Técnica
Atlético - PR 1x1 Cruzeiro
Motivo: 36ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 21/11/2009 (sábado)
Local: Arena da Baixada, em Curitiba
Árbitro: Paulo César de Oliveira (SP)
Público: 17.686 pagantes
Renda: R$ 354, 970,00
Gols: Marcinho aos 28 min e Leonardo Silva aos 45 min do segundo tempo
Atlético-PR: Galatto; Manoel, Rhodolfo e Bruno Costa; Nei, Valencia, Paulo Baier, Marcinho (Fransérgio) e Alex Sandro; Wallyson (Alex Mineiro) e Wesley (Marcelo)
Técnico:Antonio Lopes
Cruzeiro: FábioJonathan (Athirson), GilLeonardo Silva e Diego RenanHenriqueFabrício (Eliandro), Marquinhos Paraná e GilbertoThiago Ribeiro e Wellington Paulista (Leandro Lima).
Técnico:Adilson Batista
Cartões amarelos: Leonardo Silva, Gil, Gilberto (Cruzeiro); Manoel, Valência e Alex Mineiro (Atlético-PR).
Cartão vermelho: Gilberto (Cruzeiro)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro


Do site Globoesporte.com
Em jogo de pouquíssimas chances de gol, Atlético-PR e Cruzeiro empataram por 1 a 1, neste domingo, na Arena da Baixada, e não vão conseguir atingir seus objetivos na rodada. O Furacão poderia se livrar do rebaixamento no Brasileirão, mas terá de esperar. A Raposa, que poderia entrar no G-4, também ficará a ver navios.

O empate mantém o Rubro-Negro na 15ª colocação, com 44 pontos, cinco a mais que o Fluminense, primeiro time fora do Z-4. Os mineiros também mantiveram a colocação. São os sextos, com 56, mesma pontuação de Atlético-MG e Inter, que se enfrentam neste domingo, o que vai deixar a situação celeste em relação ao G-4 igual (se houver empate) ou pior (caso haja um vencedor).

Na próxima rodada, o Furacão joga em casa de novo, desta vez contra o Botafogo. O Cruzeiro, no Mineirão, vai receber outro paranaense, o Coritiba.

O jogo

O panorama de todo o primeiro tempo pode se resumir em uma situação que aconteceu corriqueiramente antes do intervalo: até quando o Atlético-PR estava com a posse de bola era possível ver o volante rubro-negro Valencia colado no armador cruzeirense Gilberto. Os times pareciam mais preocupados com a marcação, e as oportunidades acabaram sendo escassas.

O Cruzeiro teve a primeira, aos 11. Em um dos raros momentos em que conseguiu se livrar do colombiano, Gilberto lançou para o ataque, Wellington Paulista desviou e deixou Fabrício em boas condições. O volante entrou na área e chutou fraco para defesa traquila de Galatto.

Mas a partir daí os mineiros não incomodaram mais. O Furacão também chegou pouco. Aos 15, Alex Sandro tocou para Wallyson na esquerda, já dentro da área. O atacante cortou para o meio e bateu na rede pelo lado de fora.

Depois, só mais duas chances com Paulo Baier. Aos 21, o camisa 10 rubro-negro finalizou de fora da área. Cheia de veneno, a bola balançou no meio do caminho. Fábio teve que colocar para escanteio. E aos 46, em cobrança de falta, Baier buscou o canto direito. Novamente o goleiro celeste espalmou para a linha de fundo.

Enfim, gols

Quem esperava que o segundo tempo fosse diferente por conta do marasmo da etapa inicial se enganou feio. Tirando o uma cabeçada por cima do gol de Marcinho, na pequena área, aos seis, os 29 minutos iniciais foram de novo de muita marcação no meio de campo e pouca criatividade.

Mas enfim a inspiração deu o ar da graça com um belo gol do Furacão. Nei inverteu jogada e mandou na área, pela esquerda. Marcelo ajeitou para o meio da área, Paulo Baier não deixou cair, dominou no peito e, com o lado externo do pé, tocou para Marcinho cabecear e abrir o placar.

O Cruzeiro não desistiu e arrancou o empate nos acréscimos. Leonardo Silva completou cobrança de escanteio e mandou para o gol. Logo depois, Gilberto, que vinha batendo boca com o árbitro desde o primeiro tempo, foi expulso.

1996: Atlético PR 0x0 Cruzeiro

domingo, 22 de novembro de 2009



Atlético-PR 0 x 0 Cruzeiro
jogo escalações
Atlético-PR
GOL Ricardo Pinto DEF Reginaldo DEF Andrei MEI Clébertong LAT Dedé MEI Jorginho MEI Jean Carlo MEI Alex Lopes LAT Alberto Neto LAT Lira ATA Clóvis Cruz ATA Paulo Rink MEI Jóbson TÉC Evaristo de Macedo Cruzeiro
GOL William Andem DEF Jean Elias DEF Gilmar MEI Ailton MEI Donizete Oliveira MEI Cleison MEI Palhinha ATA Leto MEI Ricardinho MEI Fabinho LAT Nonato ATA Roberto Gaúcho ATA Da Silva LAT Vítor TÉC Levir jogos históricos

» ver todos os jogos do confronto
ficha técnica
data 29/08/1996
Torneio Campeonato Brasileiro 1996
Fase 1ª Fase
estádio Joaquim Américo
Público 4,390
Árbitro João

14/11/2009: Cruzeiro 1x1 Grêmio

domingo, 15 de novembro de 2009



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Melhores Momentos

Ficha Técnica
Cruzeiro 1x1 Grêmio
Motivo: 35ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 14/11/2009 (sábado)
Local: Mineirão, em Belo Horizonte
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Público: 51.534 pagantes
Renda: R$ 809.077,24
Gols: Gilberto, aos 20 min, e Herrera, aos 46 min do segundo tempo
Cruzeiro: FábioJonathan (Guerrón), GilLeonardo Silva Diego RenanFabrício (Fabinho), Marquinhos ParanáHenrique GilbertoThiago Ribeiro (Soares) e Wellington Paulista
Técnico:Adilson Batista
Grêmio: Victor; Thiego, Rever (Maylson), Rafael Marques e Fábio Santos; Adílson, Túlio, Fábio Rochemback e Tcheco (Herrera); Douglas Costa (Lúcio) e Maxi López
Técnico:Marcelo Rospide
Cartões amarelos: Gil e Guerrón (Cruzeiro); Tcheco, Victor, Rafael Marques e Herrera (Grêmio)
Cartões vermelhos: Túlio e Fábio Santos (Grêmio)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro


Do site Globoesporte.com
Para a decepção de 51 mil torcedores, o Cruzeiro sofreu um gol aos 46 minutos do segundo tempo e cedeu o empate ao Grêmio, por 1 a 1, neste sábado, no Mineirão. Detalhe: o Grêmio havia perdido dois jogadores por expulsão - Túlio e Fábio Santos - quando Herrera marcou. O gol do time mineiro foi de Gilberto, aos 20 minutos da etapa final.

Assim, depois de permanecer por 20 minutos no G-4, enquanto vencia por 1 a 0, o Cruzeiro voltou à quinta posição do Campeonato Brasileiro após o gol sofrido. Soma 55 pontos, sete a menos do que o líder São Paulo e um atrás do quarto colocado Atlético-MG. Na próxima rodada, o time de Adilson Batista encara o Atlético-PR na Arena da Baixada, às 19h30m de sábado.

O Grêmio, em seu primeiro jogo sem Paulo Autuori, segue praticamente sem ambições na competição: tem 49 pontos e está em oitavo lugar. Volta a entrar em campo na quarta-feira, às 21h50m, para receber o Palmeiras no Olímpico.


Cruzeiro se impõe no começo, mas Grêmio reage

Embora os dois primeiros ataques tenham sido do Grêmio, o Cruzeiro dominou os 25 minutos iniciais, com mais volume de jogo e boas chances de gol criadas. A primeira grande oportunidade cruzeirense aconteceu aos três minutos, quando Gilberto recebeu belo passe de Wellington Paulista e quase marcou, chutando à direita da meta de Victor.

Aos 15, Wellington Paulista chutou para a rede, mas o árbitro Marcelo de Lima Henrique assinalou impedimento e, acertadamente, anulou o gol. Quando o cronômetro marcava por volta de 20 minutos, a torcida celeste encontrou um bom motivo para comemorar: o gol sofrido pelo rival Atlético-MG diante do Coritiba, na capital paranaense.

Em campo, porém, o Grêmio começou a gostar do jogo. Gradativamente, ia se acertando em campo, com boa postura defensiva, Tcheco e Adilson ligando as jogadas, Douglas Costa se movimentando bem, e Maxi López fazendo a função de pivô no ataque.

Treinado pelo interino Marcelo Rospide, o Grêmio assumiu o domínio na reta final do primeiro tempo e ofereceu perigo em alguns momentos. Nesse período de superioridade gaúcha, brilhou a estrela do goleiro Fábio, que fez boas defesas.



Torcida pede entrada de Guerrón

Impaciente, a torcida cruzeirense pediu a entrada do equatoriano Guerrón logo no começo do segundo tempo. Aos oito minutos, depois de tomar conhecimento do gol de empate do Atlético-MG, cobrou raça do time. E pediu Guerrón, de novo.

Saudado com gritos de “Fica, Adilson” antes do jogo, o técnico Adilson Batista - que estaria na mira do próprio Grêmio para a vaga de Paulo Autuori - resolveu atender à sugestão da torcida e foi além, sacando Jonathan e Thiago Ribeiro para a entrada de Guerrón e Soares.

Logo na primeira jogada após as substituições, o Cruzeiro contra-atacou com perfeição, justamente com os dois que haviam acabado de entrar: Guerrón recebeu na direita e cruzou rasteiro para Soares, derrubado na área pelo goleiro Victor. Pênalti marcado. Gilberto cobrou com categoria no canto direito e fez 1 a 0.

Com a vantagem no placar, o Cruzeiro passou a explorar os contragolpes, principalmente com Guerrón pela direita. E a festa da torcida - esta sempre ligada no radinho - aumentou quando o Coritiba fez 2 a 1 no Galo. Aos 41 minutos, Soares deixou o campo chorando e sentindo muitas dores no tornozelo direito. Como o Cruzeiro já havia feito as três substituições, ficou com dez jogadores em campo.

O Grêmio perdeu a cabeça: Túlio e Fábio Santos receberam o cartão vermelho aos 39 e aos 43 minutos, respectivamente. Mas não perdeu a vontade de empatar. Já nos acréscimos, aos 46, Herrera marcou após duas tentativas. Na primeira, falhou em toque de letra após passe de Maxi López. Mas em seguida se jogou na bola e, de bico, chutou para rede.

1993: Cruzeiro 1x0 Grêmio amistoso

sábado, 14 de novembro de 2009



CRUZEIRO 1 x 0 GRÊMIO (RS)
14/03/1993 - amistoso - Mineirão (Belo Horizonte (MG)
Público: 7.787 (Cr$ 389.350.000,)
Árbitro: Lincoln Bicalho (MG)
Auxiliares: Marco Antônio Martins (MG) e Marco Antônio Gomes (MG)
Gol: Nonato 38’
Cruzeiro: Paulo César, Paulo Roberto, Célio Lúcio, Luizinho, 6-Nonato, Douglas, Boiadeiro, Luiz Fernando, Cleison (Rogério Lage), Tôto (Ramon Menezes), Roberto Gaúcho (Éder). T: Pinheiro
Grêmio: Eduardo, Luís Carlos Winck, Paulão, Geraldão (Luciano), Eduardo, Pingo, Júnior, Juninho (Mabília), Caio, Charles (Carlinhos), Carlos Miguel (Marco Aurélio). T: Sérgio Cosme
CA: Douglas, Éder, Célio Lúcio, Luiz Fernando (C); Charles, Luiz Carlos Winck, Luciano, Eduardo (G)
*Cruzeiro e Grêmio combinaram dois amistosos em 8 e 14 de março. O Cruzeiro colocou a Taça Piazza, em homenagem ao ex-capitão do time nas décadas de 1960 e 1970, nos confrontos e sagrou-se vencedor do troféu, porque segundo o acordo firmado entre os clubes, a taça ficaria com o Cruzeiro se houvesse resultados iguais.
Fonte: Almanaque do Cruzeiro, de Henrique Ribeiro

07/11/2009: Sport 2x3 Cruzeiro

sábado, 7 de novembro de 2009



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Compacto do jogo
Reportagem do jogo

Ficha Técnica
Sport 2x3 Cruzeiro
Motivo: 34ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 07/11/2009 (sábado)
Local: Ilha do Retiro, em Recife-PE
Árbitro: Paulo Henrique Godoy Bezerra (SC)
Público: 11.458 pagantes
Renda: R$ 27.230
Gols: Wilson, aos 12 min e aos 16 min, Thiago Ribeiro aos 20 min do 1º tempo; Leonardo Silva, aos 7 min, e Guerrón aos 20 min do 2º tempo
Sport: Magrão; Moacir, César, Durval e Fininho; Hamilton, Andrade, Fabiano (Zé Antônio) e Adriano Pimenta (Izael); Arce (Ciro) e Wilson.
Técnico:Péricles Chamusca
Cruzeiro: FábioJonathanGilLeonardo Silva Diego Renan (Guerrón); Fabrício (Fabinho), Marquinhos ParanáHenrique GilbertoThiago Ribeiro e Wellington Paulista (Athirson).
Técnico:Adilson Batista
Cartões amarelos: Wellington Paulista, Fabinho e Gil (Cruzeiro); Fininho e Fabiano (Sport)
Cartões vermelhos: Andrade e Hamilton (Sport)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro


Do Globoesporte.com
O Cruzeiro saiu de campo da Ilha do Retiro não só com uma vitória. A Raposa mostrou que é séria candidata a uma vaga para disputar a Taça Libertadores e seguir até na briga pelo título brasileiro. Numa virada sensacional, após estar perdendo por 2 a 0, derrotou o Sport por 3 a 2 neste sábado. Os gols de Thiago Ribeiro, Leonardo Silva e Guerrón - Wilson marcou os do Leão - deixaram a equipe num quarto lugar provisório na tabela do Campeonato Brasileiro e praticamente selaram o rebaixamento para a Série B do time pernambucano, que se mantém na lanterna, com 30 pontos ganhos - o que provocou a demissão, após a partida, do técnico Péricles Chamusca.

Para seguir no G-4, o time celeste, com 54 pontos ganhos e 16 vitórias, terá de torcer, curiosamente, pela vitória do seu maior rival, o Atlético-MG, sobre o Flamengo, no Mineirão, e para um tropeço do Internacional diante do Barueri, em São Paulo.

O Cruzeiro e a equipe carioca têm o mesmo número de pontos ganhos, mas a Raposa leva vantagem no primeiro critério de desempate - número de vitórias. O Inter tem 52 pontos e ultrapassará o time mineiro se triunfar.

Ao Sport, resta torcer por um milagre, que nem os torcedores parecem acreditar - alguns choravam e rasgavam os ingressos na Ilha do Retiro, que teve uma cena lamentável: os refletores foram apagados antes de a partida terminar.

Na próxima rodada, a 35ª, o Sport vai quarta-feira ao Palestra Itália encarar o Palmeiras. O Cruzeiro receberá no sábado o Grêmio, no Mineirão.

Confira aqui a classificação do Campeonato Brasileiro

Três gols em 19 minutos


A vitória do Cruzeiro foi justíssima pelo poder de reação da equipe no segundo tempo. Mas o time mostrou problemas no sistema defensivo na primeira etapa. E o torcedor que foi à Ilha do Retiro não pôde reclamar de monotonia no início. Principalmente nos 19 primeiros minutos, quando assistiu a três gols num jogo que começou em velocidade máxima. Se a Raposa - em campo com o terceiro uniforme, que estreou no meio da semana, na despedida do argentino Sorín - buscava logo de cara a vitória para seguir na briga pelo G-4 e até o título do Brasileirão, o Sport se apegava às últimas esperanças para sair da lanterna e brigar contra o rebaixamento à Série B.

Com os dois times partindo para a vitória, a marcação afrouxou dos dois lados. Com isso, a partida ganhou em emoção e lances claros de gol. O primeiro chute foi logo aos dois minutos, com Diego Renan arriscando de longe para Marcão mandar a escanteio. Seja pela direita ou pela esquerda, o Cruzeiro partia em velocidade. Numa jogada com Jonathan, aos cinco minutos, Fabrício centrou para Wellington Paulista, que, de cabeça, obrigou o goleiro do Leão a trabalhar novamente. O atacante cruzeirense desperdiçou a melhor chance de marcar seis minutos depois, dessa vez após cruzamento de Diego Renan.

Wilson deslancha

O avanço intenso dos laterais do Cruzeiro e os constantes rodízios dos jogadores de meio-campo davam dinâmica ao time, é verdade, mas deixavam também buracos no sistema defensivo que o adversário podia explorar. E foi assim que o Sport chegou aos 2 a 0 com a rapidez com que um leão tenta apanhar a sua presa. O primeiro gol foi aos 12 minutos. Fabiano pegou bola livre no meio-campo e lançou o boliviano Arce , impedido, pela esquerda. Com um drible, ele tirou Gil e o goleiro Fábio da jogada e tocou para Wilson, livre pela direita, escorar para as redes.

Nem com o gol sofrido a defesa cruzeirense aprendeu. Precisou sofrer outro contra-ataque mortal pelo seu lado esquerdo - direito do ataque do Sport - para perceber o perigo iminente de derrota. Dessa vez, foi Adriano Pimenta o "garçom" para Wilson, sozinho pela direita, invadir e bater cruzado, sem defesa, à direita de Fábio: 2 a 0 Leão, aos 16 minutos.

Raposa diminui

O meio-campo rubro-negro municiava bem os atacantes, mas a defesa dormiu no ponto quando o torcedor teve a doce sensação de que a vitória estaria garantida. Três minutos depois, em lance de bola parada, o Cruzeiro conseguiu diminuir o placar e esquentar mais a partida. Fabrício cobrou falta pela direita, Henrique ganhou no alto da zaga e tocou de cabeça para Thiago Ribeiro bater de primeira, à esquerda de Magrão.

Daí em diante, a Raposa continuou acelerando, mas com mais cautela. Diego Renan e Jonathan subiam menos ao mesmo tempo. Marquinhos Paraná e Gilberto apareciam mais para fechar o meio-campo. E começou o show de Magrão. Aos 25 minutos, ele salvou o gol de empate celeste ao salvar boa cabeçada de Gilberto. Aos 39, tirou o grito de gol da garganta de Wellington Paulista, que fez tudo certo: após receber na área, girou e bateu cruzado, mas a muralha do Leão estava presente mais uma vez, garantindo a vitória parcial.

Virada celeste

O segundo tempo começou com vaias da torcida do Sport ao técnico Péricles Chamusca. Fabiano, um dos destaques da equipe no primeiro tempo, foi substituído por Zé Antônio. E a alteração ruim surtiu efeito rapidamente na partida. O contra-ataque do Leão perdeu um dos "garçons" para municiar os homens de área. O Cruzeiro, bem mais consistente, agradeceu. Aos sete minutos, em nova jogada de bola parada, pela esquerda, chegou ao empate. Dessa vez pelos pés de Gilberto. O camisa 10, mais decisivo, cobrou falta da esquerda na medida para Leonardo Silva subir mais que Durval e,de cabeça, mandar à direita de Magrão: 2 a 2

Para piorar a situação do Sport, Andrade, que já tinha cartão amarelo, segurou o impetuoso Jonathan e ganhou o cartão vermelho. Aos 18 minutos, o técnico cruzeirense, Adilson Batista, arriscou: trocou Diego Renan, que avançava bem mas falhava na marcação, por Guerrón. E mostrou que, ao contrário do treinador do Leão, tem estrela. Dois minutos depois, numa cobrança rápida de lateral pela esquerda, Wellington Paulista avançou e tocou para Guerrón, livre, só tocar para as redes, marcando o gol da virada celeste.

Na frente no placar e com um jogador a mais, o Cruzeiro, já soberano, mexeu novamente: saiu Fabrício, entrou Fabinho. O Sport também fez nova alteração: Adriano Pimenta, que também esteve bem na primeira etapa, deu lugar a Isael. A essa altura, havia menos torcedores do Leão para qualquer tipo de manifestação contrária - muitos saíram após o gol de Guerrón.

As entradas de Athirson no lugar de Wellington Paulista, no time celeste, e de Ciro no de Arce, no Rubro-Negro, ocorreram numa partida com ritmo bem menos intenso. O Cruzeiro, já com os três pontos embaixo do braço, procurava gastar o tempo com a bola no pé. Gilberto, deslocado para a lateral desde a entrada de Guerrón, dava o toque de experiência necessário a uma equipe que ainda sonha com Libertadores e até o título. Pela virada obtida na Ilha do Retiro, pode seguir nas suas ambições. O Sport, com refletores apagados e mais um expulso no fim do jogo - Hamilton - praticamente sela o seu amargo destino para 2010.

2001: Cruzeiro x Sport



Sport 0 x 1 Cruzeiro
jogo escalações
Sport
GOL Nei DEF Erlon DEF Sandro Blum DEF Alex Pinho ATA Irani MEI Leomar MEI Edu Manga MEI Axel ATA Júnior Amorim ATA Balão LAT Saulo ATA Rogério Melo ATA Ricardinho TÉC Julio Espinosa Cruzeiro
GOL André DEF Luizão DEF Cris MEI Ricardinho (1) MEI Marcus Vinícius MEI Alex DEF Alex Xavier MEI Rincón LAT Maicon ATA Leonardo MEI Cléber Monteiro ATA Adriano Chuva ATA Kanu LAT Sorín TÉC Ivo Wortmann jogos históricos



Ficha técnica
data 2001-08-26
Torneio Campeonato Brasileiro 2001
Fase 1ª Fase
estádio Ilha do Retiro
Público 18,830
Gol: Ricardinho
Árbitro Edílson

04/11/2009: Cruzeiro 2 X 1 Argentino Juniors

quarta-feira, 4 de novembro de 2009



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Reportagem sobre o jogo

Ficha Técnica
Cruzeiro 2 X 1 Argentino Juniors
Motivo: amistoso despedida de Sorín
Data: 04/11/2009 (quarta-feira)
Local: Mineirão, em Belo Horizonte
Árbitro: Cleisson Veloso Pereira (MG)
Público: 42.216 presentes
Renda: 90 toneladas de alimentos
Gols: Bernardo, aos 7 min, Guerrón, aos 20 min, e Santibañez, aos 44 min do segundo tempo
Cruzeiro: Fábio (Andrey) (Rafael); Diego Renan (Patric), Gil (Vinícius), Fabinho Sorín (Athirson); Henrique (Elicarlos) (Uchoa), Marquinhos Paraná (Jancarlos), Fernandinho (Sorín) e Gilberto (Bernardo); Thiago Ribeiro (Guerrón) e Wellington Paulista (Eliandro) (Leandro Lima)
Técnico:Adilson Batista
Argentinos Juniors: Peric (Frandino); Fernández, Berardo (Sola), Basualdo e Sola (Alfonso); Lima, Rios (Salazar), García (Dominguez) e Gianni (Santibañez); Romero (Jaime) e Alfonso (Sorín) (Franco)
Técnico:Norberto Batista
Cartões amarelos: Fernández e Franco (Argentinos Juniors); Wellington Paulista (Cruzeiro)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro


Do site Globominas
Cruzeiro e Argentinos Juniors se enfrentaram na noite desta quarta-feira, no Mineirão. Mas o jogo em si não foi o mais importante. Quem chamou a atenção na Pampulha foi o dono da festa, o argentino Juan Pablo Sorín, que se despediu do futebol na vitória cruzeirense por 2 a 1, gols de Bernardo e Guerrón, contra um de Santibañes.

A festa foi grande. Uma preliminar envolvendo artistas, ex-jogadores e amigos de Sorín foi a primeira atração da noite. Depois, a banda Skank levantou as arquibancadas do Mineirão. Após o show, o craque argentino fez discurso, recebeu várias placas e homenagens, e gravou seus pés na calçada da fama do estádio. E, finalmente, as duas equipes mais marcantes da carreira do jogador se enfrentaram. Mais de 90 toneladas de alimentos foram arrecadados e serão doados para instituições de caridade de Belo Horizonte.

O jogo

As duas equipes entraram em campo para jogar um amistoso. O ritmo foi lento e o jogo não teve jogadas mais ríspidas e violentas. Afinal, ambos estão concentrados nos campeonatos de seus países. Enquanto o Cruzeiro é o sexto colocado do Brasileirão, o Argentinos Juniors é o sétimo do Torneio Apertura, na Argentina.

Aos 25 minutos, o técnico Adílson Batista fez quatro mudanças de uma vez. Tirou Gil, Marquinhos Paraná, Henrique e Bernardo e colocou Vinícius, Elicarlos, Jancarlos e Bernardo. Com isso, o jogo que já era lento ficou ainda mais devagar, já que os argentinos também vieram com uma equipe mista. Logo depois Andrey entrou no lugar de Fábio, que completou 300 partidas com a camisa do Cruzeiro. Aos 36 minutos, mais mudanças no Cruzeiro. Saíram Wellington Paulista e Diego Renan e entraram Eliandro e Patric.

Para se ter ideia do clima da partida, o goleiro do time argentino, o chileno Peric, tinha uma câmera fotográfica consigo, guardada perto da trave que defendia, e, de tempos em tempos, tirava fotos do jogo e do estádio.

O primeiro tempo terminou mesmo no 0 a 0, num jogo muito mais de festa do que de competição.

Sorín no Argentinos Juniors

Na volta do intervalo, Sorín voltou com a camisa do Argentinos Juniors, primeiro clube de sua carreira. No seu lugar entrou Athirson. Guerrón também entrou para participar da festa, no lugar de Thiago Ribeiro.

O segundo tempo começou mais movimentado. Guerrón e Bernardo tiveram chances claras de gol antes dos cinco minutos, mas pararam no goleiro Peric.

O Argentinos também se movimentava, tentando chutes de média e longa distância, com Basualdo e Romero.

Gols como homenagem

Mas foi mesmo o Cruzeiro que abriu o placar da partida. Aos sete minutos, Bernardo penetrou pela área e bateu forte, na saída do goleiro. O detalhe é que o jovem jogador cruzeirense dedicou o gol a Sorín e foi comemorar o gol com o ídolo, que o carregou no colo, mesmo com a camisa do time adversário.

Depois do gol, foi a vez do time argentino promover mudanças no atacado. Entraram Salazar, Dominguez e Jaime e saíram Garcia, Rius e Romero. No Cruzeiro, entrou o jovem goleiro Rafael, no lugar de Andrey.

Aos 12 minutos, Sorín voltou ao Cruzeiro, no lugar de Fernandinho. Em seu lugar, no Argentinos, entrou Franco. Sorín beijou a camisa do time argentino ao tirá-la.

Leandro Lima e Uchôa também entraram. Saíram Eliandro e Elicarlos.

Aos 20 minutos, Guerrón fez mais um gol. Recebeu lançamento, avançou em velocidade, passou pelo goleiro e fez o segundo gol do Cruzeiro. O equatoriano também comemorou o gol com Sorín.

O restante do jogo seguiu em ritmo de festa. A cada toque de Sorín na bola, o Mineirão entrava em delírio e comemorava como se fosse um gol.

Aos 44 minutos, o time argentino diminuiu o placar.Santibañes bateu de fora da área, a bola desviou em Patric e enganou o goleiro Rafael.

O placar ficou mesmo no 2 a 1 para o Cruzeiro e o esperado gol de despedida do ídolo acabou não saindo.

Mas, muito mais importante que o resultado do jogo, o show do Skank ou a grande festa da torcida, foram as 90 toneladas de alimentos arrecadados para o evento, e que serão doados para várias entidades filantrópicas de Belo Horizonte. Este sim, o último golaço da carreira profissional do grande, inesquecível e eterno Juan Pablo Sorín.

01/11/2009: Cruzeiro 2 X 3 Fluminense



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Ficha Técnica
Cruzeiro 2 X 3 Fluminense
Motivo: 33ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 01/11/2009 (domingo)
Local: Mineirão, em Belo Horizonte
Árbitro: Sandro Meira Ricci (DF)
Público: 49.140 mil pagantes
Renda: R$ 830.627.80
Gols: Jonathan aos 12 min e Wellington Paulista aos 29 min do primeiro tempo; Gum aos 9 min e Fred aos 12 e 25 min do segundo tempo
Cruzeiro: FábioJonathanGilThiago Heleno (Fernandinho) e Diego RenanFabrícioHenriqueMarquinhos Paraná e GilbertoWellington Paulista (Eliandro) e Guerrón (Leandro Lima).
Técnico:Adilson Batista
Fluminense: Fernando Henrique; Mariano, Gum, Dalton e Dieguinho (Urrutia); Diguinho (Digão), Diogo, Equi González (Tartá) e Conca; Maicon e Fred.
Técnico:Cuca
Cartões amarelos: Diogo, Digão e Fernando Henrique (Fluminense); Diego Renan, Thiago Heleno, Marquinhos Paraná e Gilberto (Cruzeiro)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro


Do site Globoesporte.com
Fred foi o algoz que não festejou ou tripudiou do derrotado na noite deste domingo. Mas os tricolores comemoraram como poucos a (improvável) virada do Fluminense por 3 a 2 sobre o Cruzeiro, no Mineirão. O jogo foi válido pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Revelado no América-MG, mas lançado ao estrelato na Toca da Raposa, o atacante tricolor fez dois gols e, por respeito, não externou a emoção que impediu seu ex-clube de chegar ao G-4. A frieza dele não encontrou ecos no Flu. Principalmente pelo contexto dramático da partida.

A vitória cruzeirense parecia certa. No primeiro tempo, abriu 2 a 0 - com direito a pênalti perdido - sobre o até então lanterna. Foi aí que entrou em cena a precisão de Cuca nas alterações. O técnico modificou a forma de o time jogar e deu certo. Em 25 minutos saíram os três gols que retiraram o time da última colocação.

O Fluminense pulou para 33 pontos, em 19º, e ultrapassou o Sport. A equipe continua a cinco pontos do Botafogo, primeiro clube fora da zona de rebaixamento.

Depois de praticamente comemorar a entrada no G-4, o Cruzeiro tem de lidar com a decepção. A equipe “parou” no segundo tempo e fica estacionada nos 51 pontos, em sexto lugar e saiu do gramado do Mineirão muito vaiada pela torcida.

Na próxima rodada, a Raposa visita o desesperado Sport, no Recife, enquanto o Fluminense recebe o líder Palmeiras, no Maracanã. Antes a equipe viaja para o Chile para enfrentar o Universidad do Chile pelas quartas de final da Copa Sul-Americana.

Cruzeiro ‘brinca’ no primeiro tempo

O estádio lotado assistiu a um início de partida equilibrado. Guerrón foi à linha de fundo aos três minutos e bateu cruzado. Fernando Henrique espalmou.

Um tropeço em hora imprópria impediu o gol de Maicon, aos 9 minutos. O atacante recebeu lançamento de Conca, mas quando driblaria Fábio caiu sozinho. E em jogos decisivos os erros não são toleráveis. No lance seguinte, aos 13, Gilberto rolou para Jonathan chutar entre Fernando Henrique e a trave e abriu o placar.

Em vez de se amedrontar, o Fluminense partiu para contragolpear. Equi González encontrou Maicon na ponta esquerda. O atacante dominou e chutou rasteiro, mas Fábio fez brilhante defesa.

O carrasco da Libertadores de 2008 voltou a dar as caras contra o Flu, aos 25. Guerrón entrou na área e Diego deu um carrinho por trás. Pênalti assinalado pelo árbitro Sandro Meira Ricci. Na cobrança, Welington Paulista bateu para fora, à direita do gol.

Só que o atacante se redimiu da melhor forma possível. Aos 30, ele recebeu de Guerrón na área, deixou Gum sentado e tocou no canto direito: 2 a 0.

O terceiro só não saiu aos 34 porque Fernando Henrique espalmou na trave um chute de Fabrício. Desesperado, o Fluminense deixou espaços e Wellington Paulista perdeu outra chance, aos 46.

A reação na cabeça de Cuca e nos pés de Fred

A irritação de Cuca com a atuação da equipe refletiu-se no intervalo. Ele tirou Diguinho e Equi González para colocar Digão e Tartá. A mudança do 4-4-2 para o 3-5-2 surtiu efeito imediato. Bem melhor em campo, o Flu diminuiu aos nove. Gum recebeu na área e chutou cruzado. O empate não demorou.

Aos 13, após belo lançamento de Conca, Fred dominou, avançou e tocou na saída de Fábio. Gil ainda tentou tirar, mas a bola entrou. Formado no Cruzeiro, o atacante não comemorou o gol.

A reação forçou o Cruzeiro a aumentar o ritmo. Aos 18, Gilberto finalizou e Fernando Henrique espalmou. Quatro minutos depois foi a vez de Jonathan arriscar de longe e o camisa 1 do Flu pular para impedir o gol.

Mas o terceiro foi do Tricolor. Maicon fez linda jogada pela ponta direita, foi ao fundo e cruzou para trás. Fred bateu rasteiro e desempatou, aos 25. Novamente, esqueceu a felicidade pelo gol foi vencida pelo respeito ao Cruzeiro. No banco, Cuca se benzeu e abraçou os reservas.

A virada improvável desesperou os mineiros. E aí apareceu Fernando Henrique. Diego Renan bateu forte aos 34 e o goleiro foi no ângulo salvar. A bola rondou a área tricolor até o fim, mas o empate não saiu.