26/09/2009: Grêmio Barueri 0x1 Cruzeiro
domingo, 27 de setembro de 2009
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Melhores Momentos
Ficha Técnica
Grêmio Barueri 0x1 Cruzeiro
Motivo: 26ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 26/09/2009 (sábado)
Local: Arena Barueri, em Barueri
Árbitro: Djalma José Beltrami (RJ)
Público: 3.365 pagantes
Renda: R$ 41.510,00
Gol: Gilberto, aos 27 min do segundo tempo
Barueri: René; Bruno Ribeiro (Otacílio Neto), Xandão, Leandro Castan e Márcio Careca; Éder, Ralf, João Vítor e Thiago Humberto; Flavinho (Fernandinho) e Val Baiano (Basílio)
Técnico:Diego Cerri
Cruzeiro: Fábio; Jonathan (Thiago Heleno), Gil, Leonardo Silva e Diego Renan; Fabrício, Elicarlos, Marquinhos Paraná (Fabinho) e Gilberto; Thiago Ribeiro (Guerrón) e Kléber
Técnico:Adilson Batista
Cartões amarelos: Thiago Humberto, Márcio Careca, Éder e Fernandinho (Barueri); Elicarlos (Cruzeiro)
Cartão vermelho: Fernandinho (Barueri)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro
Do Globoesporte.com
A ironia entrou em campo na Arena Barueri, neste sábado. Na semana em que viu a polêmica envolvendo o atacante Kléber dar passagem a duras críticas à arbitragem do Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro venceu o Barueri por 1 a 0, em partida válida pela 26ª rodada, ajudado por um impedimento não assinalado do meia Gilberto. Os paulistas, que perderam pela segunda vez dentro de casa na competição, ainda reclamaram de um pênalti não marcado nos minutos finais e perderam Fernandinho, que exagerou nos protestos por uma falta não marcada.
Com 35 pontos, a Raposa segue na 13ª colocação, enquanto o caçula da competição, com 36, segue em 11º.
No próximo sábado, o Barueri vai a Belo Horizonte, onde enfrenta o Atlético-MG, às 18h30, no Mineirão. No domingo, em mais um desafio fora de casa, o Cruzeiro encara o Avaí, na Ressacada, às 18h30m.
Raposa toma um susto, mas se impõe
Se a semana do Cruzeiro foi conturbada, o time do técnico Adilson Batista se mostrou tranquilo e organizado no início do duelo com o Barueri. Com exceção do cabeceio de Eder, aos 5 minutos, que saiu tirando tinta da trave esquerda de Fábio, os visitantes se impuseram na primeira etapa, com boa movimentação e agilidade na troca de passes.
Apesar do domínio, a Raposa só teve sua primeira boa oportunidade aos 20. Na marca do pênalti, Kléber recebeu cruzamento de Diego Renan e chutou em cima da zaga. Na sequência, o atacante rolou para Gilberto, fora da área, mas o meia mandou pela linha de fundo.
Aos 23 minutos, em jogada pela direita, Jonathan, de canhota, aproveitou a sobra na entrada da área e por pouco não surpreendeu o goleiro Renê, mas errou o gol. Logo depois, aos 24, Thiago Ribeiro aproveitou a falha do zagueiro Xandão e invadiu a área pela esquerda. Mas chutou em cima do camisa 1 paulista e desperdiçou.
Antes do intervalo, aos 41 minutos, Diego Renan ainda perdeu outra chance, depois de tabelar com Thiago Ribeiro e, dentro da área, bater para fora.
Em impedimento, Gilberto marca
A mudança de postura do time do Barueri na segunda etapa se traduziu na entrada de Fernandinho na vaga de Flavinho, aos 9 minutos, em decisão muito aplaudida do técnico Diego Cerri. Os paulistas passaram a dar trabalho para os defensores mineiros, mas não conseguiam criar chances de marcar.
Aos 16, a Raposa mostrou que estava viva e, numa bomba de fora da área, Diego Renan obrigou René a fazer boa defesa.
Com os dois times buscando o gol, os treinadores mexeram em seus ataques. No Barueri, Val Baiano deu lugar a Basílio, enquanto Adilson Batista trocou Thiago Ribeiro por Guérron.
O gol cruzeirense saiu aos 27. Jonathan fez o cruzamento rasteiro e, após o desvio de Xandão, Gilberto, em impedimento, desviou para o fundo das redes. Apesar da posição irregular, a arbitragem validou o gol da Raposa.
Aos 41, Márcio Careca desviou a bola com a mão e, na sequência do lance, ficou dentro da área do Barueri. O árbitro, acertadamente, assinalou a infração fora da área a favor do Cruzeiro.
Aos 43 minutos, Fernandinho fez bela jogada, driblou três defensores e bateu para o gol, mas a bola tocou na mão de Gil e não entrou, para a revolta dos atletas do Barueri. Aos 45, o mesmo Fernandinho reclamou de falta não marcada sobre Basílio e acabou expulso.
1985: Cruzeiro 1x1 Palmeiras
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Cruzeiro 1 x 1 Palmeiras
Cruzeiro
GOL Ademir Maria DEF Eugênio DEF Orlando Fumaça MEI Orlando MEI Douglas MEI Edu Lima MEI Tostão ATA Carlinhos MEI Quirino LAT Luís Cosme LAT Ademar ATA Carlos Alberto Seixas MEI Dedé de Dora (1) TÉC João Francisco
Palmeiras
GOL Leão DEF Vágner Bacharel DEF Maxwell MEI Rocha MEI Mendonça MEI Mário Sérgio MEI Barbosa MEI Jorginho Putinatti (1) LAT Paulo Roberto Prestes ATA Hélio ATA Gilcimar LAT Nenê TÉC Mário Travaglini
Campeonato Brasileiro - 02/09/2007 Mineirão 0 fãs
ficha técnica
data 27/03/1985
Torneio Campeonato Brasileiro 1985
Fase 1ª Fase
estádio Mineirão
Público 5,141
Árbitro Luís
20/09/2009: Cruzeiro 1x2 Palmeiras
domingo, 20 de setembro de 2009
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Jogo Completo
Ficha Técnica
Cruzeiro 1x2 Palmeiras
Motivo: 25ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 20/09/2009 (quarta-feira)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Evandro Rogério Roman (PR)
Público: 26.282 pagantes
Renda: R$ 574.365,00
Gols: Thiago Ribeiro, aos 7 min, e Diego Souza, aos 9 min do primeiro tempo; Vagner Love, aos 4 min do segundo tempo
Cruzeiro: Fábio; Elicarlos (Guerrón), Gil, Leonardo Silva e Diego Renan; Fabrício (Jonathan), Henrique, Marquinhos Paraná e Gilberto; Thiago Ribeiro e Kléber (Wellington Paulista)
Técnico:Adilson Batista
Palmeiras: Marcos; Wendel (Figueroa), Marcão, Maurício Ramos e Armero; Jumar, Souza, Cleiton Xavier e Diego Souza; Robert (Maurício) e Vagner Love
Técnico:Muricy Ramalho
Cartões amarelos: Henrique e Gilberto (Cruzeiro); Marcos, Jumar e Cleiton Xavier (Palmeiras)
Cartão vermelho: Armero (Palmeiras)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro
Do Site Globoesporte.com
Na véspera da partida contra o Cruzeiro, o atacante Vagner Love disse que o jogo no Mineirão seria chave para as pretensões do Palmeiras no Campeonato Brasileiro e o time mostraria por que é o melhor da competição. E foi exatamente o que aconteceu. O Verdão foi guerreiro, valente e, mesmo com um homem a menos, conseguiu suportar a pressão do rival. Com gols de Diego Souza e Vagner Love, saiu de campo com uma importantíssima vitória de 2 a 1. De quebra, voltou a vencer longe do Palestra Itália após quatro rodadas.
O resultado, além de fazer a equipe do Palestra Itália se isolar na liderança do Brasileirão, com 47 pontos, deixou o time três pontos à frente do São Paulo e quatro do Internacional. O Cruzeiro, que sofreu a 11ª derrota na competição, permaneceu na 13ª colocação, com 32 pontos.
. CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO DO CAMPEONATO BRASILEIRO
Os dois times voltarão a campo no próximo fim de semana. No sábado, o Verdão receberá a visita do Atlético-PR, às 18h30m, no Palestra Itália. A Raposa, no mesmo dia e horário, encara o Barueri, em São Paulo.
Início em alta velocidade
O Palmeiras entrou em campo com uma baixa de última hora. Edmílson, que voltou a sentir dores na coxa esquerda e acabou vetado pelo departamento médico. Isso frustrou os planos do técnico Muricy Ramalho, que havia planejado sua equipe com esquemas táticos mutantes, ou seja, variando entre o 3-5-2 e o 4-4-2. Com Jumar no meio-campo, o time foi definido com duas linhas de quatro.
A partida começou em ritmo acelerado. Coube ao Cruzeiro tomar a iniciativa. Logo aos 4, Kléber foi derrubado na área por Wendel, e o juiz Evandro Rogério Roman não marcou o pênalti. Três minutos depois, os mineiros abriram o marcador. Thiago Ribeiro recebeu de Henrique em posição legal, avançou sozinho e, cara a cara com Marcos, tocou com categoria, no canto esquerdo do goleiro. Foi o quinto gol do atacante no Campeonato Brasileiro.
Mas a galera cruzeirense nem teve tempo para comemorar, já que a resposta alviverde foi imediata. Dois minutos após o gol mineiro, o Verdão deixou tudo igual no marcador. E foi um golaço. Diego Souza, que voltava ao time após ter cumprido suspensão automática contra o Vitória, cobrou falta da intermediária com muito efeito, enganando o goleiro Fábio - a bola foi quase no meio do gol.
Aos 16, novo lance polêmico na partida. Gilberto fez bela jogada pela esquerda, invadiu a área e tocou para Fabrício, que, na hora do chute, foi acertado por Jumar, que cometeu pênalti, não marcado por Evandro Rogério Roman.
A igualdade no marcador fez com que as duas equipes seguissem buscando o gol. O Cruzeiro era mais incisivo, e o Verdão apostava nos contra-ataques, principalmente pelo lado esquerdo, nas costas do volante Elicarlos, que, improvisado na lateral-direita, deixava uma avenida nas costas. Aos 31, Armero fez bela jogada pelo setor, invadiu a área e bateu cruzado. Fábio fez bela defesa e, na sobra, a zaga cruzeirense afastou o perigo.
Nos últimos dez minutos, o time da casa voltou a levar perigo para o gol palmeirense. Foram três lances e, curiosamente, todos com Diego Renan. Aos 39, Fabrício desceu pela direita e cruzou na medida para o camisa 6, que chutou por cima do gol. Dois minutos depois, o mesmo lateral recebeu passe açucarado de Kléber, cortou a marcação e só não marcou um golaço porque Marcos fez grande defesa. E, já nos descontos, recebeu de Fabrício e, sozinho, avançou para o gol. Porém, adiantou no último toque, o que facilitou o corte do camisa 12 do Verdão.
Etapa complementar
Preocupado com os vacilos defensivos da equipe, o técnico Muricy Ramalho resolveu modificar o esquema tático do Palmeiras. Ele reorganizou o time no 3-5-2, com a entrada do zagueiro Maurício na vaga do atacante Robert. Com isso, Diego Souza foi adiantado para fazer dupla com Vagner Love. O Cruzeiro voltou com a mesma escalação.
Quando a bola rolou, o Palmeiras manteve sua filosofia de deixar o rival tomar a iniciativa e tentar encaixar um contra-ataque para marcar o segundo gol. E foi exatamente isso o que aconteceu aos 5. Diego Renan errou um passe no ataque, e Cleiton Xavier fez uma ótima assistência para Vagner Love, que, com tranquilidade, avançou, driblou Fábio e bateu para o gol vazio.
O que daria uma certa tranquilidade ao Palmeiras logo transformou-se em pressão. Isso porque o lateral-esquerdo Armero, que já tinha cartão amarelo, fez uma falta em Jonathan na entrada da área e acabou expulso. Muricy, então, voltou a reorganizar o time em duas linhas de quatro. Do lado cruzeirense, Adílson Batista partiu para o tudo ou nada e colocou o atacante Guerrón na vaga de Elicarlos.
Para aumentar a dramaticidade palmeirense, Wendel, com um corte na boca, precisou ser substituído. E o treinador palmeirense, então, promoveu a estreia do chileno Figueroa na lateral direita. A pressão cruzeirense era incrível. O Palmeiras, como não podia deixar de ser, recuou sua marcação e se defendia como podia. Vagner Love, Cleiton Xavier e Diego Souza, em vários lances, viraram volantes ou laterais. E as chances de gol do Cruzeiro apareciam em sequência.
Aos 25, Kléber ficou cara a cara com Marcos e chutou de pé direito. O goleiro alviverde desviou, e a bola, caprichosamente, bateu na trave. No lance seguinte, Guerrón desceu pela direita e fez cruzamento açucarado para Leonardo Silva, que cabeceou no canto de Marcos. Desta vez, ele só olhou. A bola raspou a trave e saiu.
Chuva aparece e Cruzeiro segue em cima
Aos 29, já com muita chuva no Mineirão, Muricy Ramalho resolveu mexer no ataque, para tentar segurar a bola no campo ofensivo. Ele sacou Vagner Love e colocou Willians. Do lado cruzeirense, Adílson Batista trocou o apagadíssimo Kléber por Wellington Paulista. Principal personagem da partida, por ter ido numa festa da principal torcida organizada do Verdão, o atacante foi muito vaiado pela torcida cruzeirense e aplaudido pela minoria alviverde presente no Mineirão.
Nos últimos minutos, o Cruzeiro tentou de tudo. O zagueiro Leonardo Silva virou atacante, o time subia com até seis, sete jogadores, mas o Verdão, na base do coração, montou uma barreira intransponível. E no fim, comemorou a vitória, que, se não foi justa, mostrou que o time está mais vivo do que nunca na briga pelo título do Campeonato Brasileiro.
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1980: Cruzeiro 6x0 Araguari
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
1980: Cruzeiro 6x0 Araguari
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Cruzeiro x Araguari
13/09/2009: Internacional 2x3 Cruzeiro
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
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Melhores Momentos
Jogo Completo
Ficha Técnica
Internacional 2x3 Cruzeiro
Motivo: 24ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 13/09/2009
Local: estádio Beira-Rio, em Porto Alegre
Árbitro: Paulo Henrique Godoy Bezerra (SC)
Público: 38.350 pagantes
Renda: R$ 659.795,00
Gols: Alecsandro, aos 28 min, e Gilberto, aos 36 min do primeiro tempo; Gilberto, aos 7 min, Andrezinho, aos 29 min, e Thiago Ribeiro, aos 30 min do segundo tempo
Internacional: Lauro; Danilo, Fabiano Eller, Sorondo e Kléber; Sandro (Andrezinho), Guiñazú, Magrão (Marquinhos) e D'Alessandro; Taison (Edu) e Alecsandro
Técnico:Tite
Cruzeiro: Fábio; Elicarlos (Cláudio Caçapa), Gil, Leonardo Silva e Diego Renan; Fabrício, Marquinhos Paraná, Henrique e Gilberto; Thiago Ribeiro e Soares (Patric)
Técnico:Adilson Batista
Cartões amarelos: Henrique e Gilberto (Cruzeiro); Fabiano Eller, Magrão e Kléber (Internacional)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro
Do Globoesporte.com
O Cruzeiro renasceu. Depois de tropeços sequenciais em três rodadas, a Raposa mostrou uma força que parecia escondida e venceu o Inter por 3 a 2 em jogão no Beira-Rio. O resultado barra, pelo menos momentaneamente, a pretensão colorada de assumir a liderança do Campeonato Brasileiro. Bastava um empate para os gaúchos, que contaram com uma ajuda do Palmeiras, derrotado pelo Vitória em Salvador.
Quem agradece é o São Paulo, em ascensão na tabela, agora empatado com o Inter em pontos (43) e colado no Palmeiras, que segue líder, com 44. Para a Raposa, que atuou muito desfalcada, a vitória não representou muito em termos de classificação, mas foi o sinal de que o futuro pode ser melhor. O time mineiro é o 13º, com 32 pontos.
O Inter volta a campo no sábado. Visita o Vitória em Salvador. O Cruzeiro vai esperar mais alguns dias. O próximo jogo é no dia 23, uma quarta-feira, contra o Palmeiras no Mineirão.
Dois pênaltis e dois gols no primeiro tempo
Até o sol percebeu que Inter x Cruzeiro era um jogo para ser visto. Depois de uma semana ignorando os porto-alegrenses, ele resolveu aparecer pouco antes de a bola rolar. As fortes chuvas que tanto incomodaram os gaúchos no decorrer da semana deixaram o gramado pesado. A fluência do jogo foi atrapalhada pela água.
Mesmo assim, foi uma ótima partida. O Cruzeiro começou o primeiro tempo todo assanhado, ignorando a força vermelha dentro de casa. Logo no primeiro minuto, Gilberto deu um daqueles passes que só pertencem a quem sabe jogar de verdade. A bola ficou com Thiago Ribeiro, livre na área. Lauro saiu muito bem e evitou o gol precoce dos mineiros.
A Raposa não parou aí. Pouco depois da defesa de Lauro, o mesmo Thiago Ribeiro, da direita, mandou a bola na cabeça de Fabrício. A conclusão foi para fora, com muito perigo. Depois, aos seis minutos, Soares recebeu na área em condições de vazar o gol colorado. Guiñazu voou com um carrinho impressionante, tirou a bola do cruzeirense e quase descobriu nova camada de pré-sal para o governo federal.
O Inter acordou. No contra-ataque, D’Alessandro acionou Alecsandro, que mandou cabeceio preciso, no cantinho esquerdo de Fábio, que caiu na hora certa para mandar a bola a escanteio. O Beira-Rio soltou um “uh” coletivo. Taison, aos dez minutos, ficou com a sobra de tabelamento entre D’Alessandro e Alecsandro, mas chutou fraco demais. Se quisesse, Fábio poderia ter defendido a bola até com os cílios. A torcida resmungou da conclusão do atacante.
A marca de 18 minutos foi de emoções distintas para a torcida gaúcha. Primeiro, os colorados pediram pênalti de Elicarlos em Taison – o engraçado é que Guiñazu cruzou o campo para reclamar com o juiz, quase nariz contra nariz. Logo depois, a galera explodiu com a notícia de que o Vitória abria o placar contra o Palmeiras em Salvador.
Cruzamento de Kleber e cabeceio de Fabiano Eller na trave de Fábio foi o último lance de maior representatividade na etapa inicial, antes de os pênaltis tomarem as rédeas da partida. O primeiro foi para o Inter, de Leonardo Silva em Magrão. Alecsandro fez. O segundo, a favor do Cruzeiro, de Guiñazu em Thiago Ribeiro. Gilberto marcou.
Cruzeiro vira e vence o jogo
O Inter entrou no segundo tempo disposto a garantir a vitória cedo. Sandro, no primeiro minuto, forçou a Fábio a fazer defesaça. O problema para os gaúchos é que existe um mundo de diferença entre querer e conseguir. O Cruzeiro, com um passeio de Gilberto, virou o jogo.
Aos sete minutos, em cruzamento de Soares da direita, Gilberto ganhou de Danilo Silva pelo alto e cabeceou no canto de Lauro: 2 a 1. O Inter, esperançoso da liderança, começava a ter que engolir uma derrota.
Tite agiu. Tirou Sandro e Taison, colocou Andrezinho e Edu. O time ficou mais ofensivo. Edu, de cabeça, quase marcou aos 23. A bola foi para fora. Pouco depois, Gilberto, dentro da área, só não fez mais um para a Raposa porque foi novamente interceptado pelo goleiro Lauro.
O Colorado jamais desistiu. E encontrou o empate com o Andrezinho. Aos 29 minutos, em cobrança de falta, o meia deu esperanças ao Inter. Foi um belo gol. Mas durou muito pouco, quase nada. Na saída de bola, o Cruzeiro fez mais um. Gilberto acionou Diego Renan, que mandou o chute. Lauro espalmou nos pés de Thiago Ribeiro, que só teve que empurrar para o fundo do gol: 3 a 2.
O Inter fez o esforço final na caça ao empate. Marquinhos foi a campo, a pedido da torcida. Mas não adiantou. O Cruzeiro segurou a onda vermelha e mostrou, a quem possa interessar, que tem condições de incomodar muita gente no Brasileirão.
1972: Cruzeiro x Internacional
sábado, 12 de setembro de 2009
Internacional 3 x 2 Cruzeiro
Internacional
GOL Schneider DEF Pontes DEF Figueroa MEI Bráulio ATA Escurinho (1) MEI Paulo César Carpeggiani MEI Carbone MEI Tovar ATA Valdomiro (1) ATA Claudiomiro (1) ATA Volmir LAT Cláudio LAT Jorge Andrade TÉC Dino Sani
Cruzeiro
GOL Raul DEF Darci Menezes DEF Fontana DEF Misael MEI Dirceu Lopes (2) MEI Piazza MEI Zé Carlos MEI Palhinha MEI Eduardo Amorim MEI Baiano LAT Vanderlei ATA Roberto Batata LAT Pedro Paulo TÉC Hilton Chaves
ficha técnica
data 10/12/1972
Torneio Campeonato Brasileiro 1972
Fase 2ª Fase
estádio Beira Rio
Público 34,389
Árbitro Dulcídio
1974: Cruzeiro x Vasco
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
A troca de agressões que mudou o rumo de um campeonato brasileiro
Versão dos vascaínos sobre a decisão





Armando Marques comenta arbitragem de Cruzeiro e Vasco: "Consciência tranquila"
Ex-árbitro teve atuação contestada na decisão do Campeonato Brasileiro de 1974
Thiago Madureira - Superesportes
Vaidoso, o ex-árbitro Armando Marques entrava em campo com o cabelo cuidadosamente penteado para trás e uniforme impecavelmente alinhado. Além do estilo peculiar, as grandes atuações e, paradoxalmente, os erros históricos marcaram a sua carreira.
Nos mais de 30 anos de arbitragem e cartolagem (foi diretor da CBF, Conmebol e Fifa), fez fama e fortuna. “Ganhei muito dinheiro. Sempre que me convidavam para algum trabalho, assinava um contrato caro, caríssimo. Não tenho nada a lamentar”, disse, ao Superesportes.
Hoje, radicado no Rio de Janeiro, ele quer ser esquecido. Prefere não conceder mais entrevistas e mantém distância do futebol. “Não falo mais sobre futebol. É um direito que tenho. Os motivos, que prefiro resguardar, não importam”, observa.
Vasco x Cruzeiro
Mesmo a contragosto, Armando Marques comentou sobre uma de suas atuações mais controversas: a decisão do Nacional de 1974, entre Vasco e Cruzeiro.
Na competição, as quatro melhores equipes classificaram-se à fase final - Cruzeiro, Vasco, Santos e Internacional. O clube mineiro e o carioca terminaram o quadrangular empatados, na primeira posição, com quatro pontos. Assim, conforme determinação do regulamento, o título seria decidido em jogo único.
A polêmica já começa a ser desenhada no local da decisão. Em função da melhor campanha, o Cruzeiro deveria fazer a partida no Mineirão. O Vasco, contudo, entrou com uma representação na Justiça Desportiva exigindo a inversão do mando. Os cruzmaltinos alegaram que dirigentes celestes tentaram agredir o árbitro Sebastião Rufino no encontro entre os clubes no quadrangular final. O tribunal da Confederação Brasileira de Desportos (CBD) suspendeu a partida até o julgamento do recurso. Sem força política, o Cruzeiro entrou em acordo com o clube carioca e aceitou jogar no Maracanã.
A pressão de mais de 100 mil vascaínos não amedrontou os craques celestes, que fizeram um jogo parelho. Aos 14 minutos , Ademir abriu o placar para o time da casa. O Vasco ainda teve um gol anulado por impedimento. Melhor na segunda etapa, o Cruzeiro empatou com Nelinho, aos 14 minutos. Aos 33, Jorginho Carvoeiro desempatou.
No fim do jogo, Zé Carlos marcou de cabeça, mas Armando Marques, por motivo misterioso, que nem o próprio sabe ou quer explicar, anulou o gol. O ex-meio-campo recebeu cruzamento da direita, em posição legal. Na jogada vista em vídeo, não há nenhuma possível irregularidade. “Já apitei mais de mil partidas. Você acha que eu vou lembrar de um jogo em 1974?”, esquiva.
Questionado sobre as críticas recebidas, ele responde com naturalidade: “Eles (os críticos) falam o que eles querem. Estão por cima da carne-seca. Eu fico com a minha consciência. Eu não dou bola para eles”, diz. “Eu não me arrependo de nada. Eu sou kardecista. Nós não temos ciúmes, nem ódio, nem nada disso no coração”, complementa.
Com a confirmação do resultado, o Vasco conquistou o seu primeiro Campeonato Brasileiro.
Armando Marques começou sua carreira em 1961. Em Campeonatos Brasileiros, arbitrou 112 partidas. Participou de duas Copas do Mundo, em 1966 e 1974. Aposentou-se em 1974.
Ao comentar sobre a carreira, Armando Marques não deixa transparecer nostalgia - característica que pôde ser observada em todos os pontos da entrevista. “A coisa que passou, passou. Eu não tenho saudade, não tenho remorso, não tenho ódio, nada disso”.
Assumiu o comando da comissão de arbitragem da CBF em 1997. Em 2005, após o escândalo de manipulação envolvendo os árbitros Edílson Pereira de Carvalho e Paulo José Danelon, deixou o cargo. Passou pela Conmebol e pela Fifa.
No esporte, também se aventurou no turfe, como proprietário de cavalos. Solteiro, aos 82 anos, ele projeta voltar. “Eu tinha um haras. Tive cavalos de corridas no jóquei há muitos anos. Vendi tudo. Estou pensando em voltar. Ainda não decidi. Tenho que ver minhas finanças, é muito caro”, conta.
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Hino do Cruzeiro no Altas Horas
domingo, 6 de setembro de 2009
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06/09/2009: Cruzeiro 1x2 São Paulo
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Reportagem GE SP
Ficha Técnica
Cruzeiro 1x2 São Paulo
Motivo: 23ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 06/09/2009 (domingo)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Luís Antonio Silva dos Santos (RJ)
Público: 27.953 pagantes
Renda: R$ 610.764,25
Gols: Diego Renan, aos 43 min. do primeiro tempo; Marlos, aos 19 min., e Borges, aos 35 min. do segundo tempo
Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Gil, Fabinho e Diego Renan; Fabrício, Henrique, Elicarlos e Gilberto (Bernardo); Thiago Ribeiro e Wellington Paulista (Soares) (Guerrón)
Técnico:Adilson Batista
São Paulo: Rogério Ceni; Renato Silva, Rodrigo e André Dias; Jean, Arouca, Richarlyson, Hugo (Marlos) e Júnior César; Dagoberto (Wellington) e Washington (Borges)
Técnico:Ricardo Gomes
Cartões amarelos: André Dias, Arouca e Richarlyson (São Paulo); Elicarlos (Cruzeiro)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro
Do Globoesporte.com
Quando o técnico são-paulino, Ricardo Gomes, fez a primeira substituição, aos 16 minutos do segundo tempo, o Cruzeiro vencia por 1 a 0 e mandava no jogo. Mas, como numa jogada de craque, o treinador tricolor mudou a história da partida do Mineirão com duas trocas. Marlos, que entrou no lugar de Hugo aos 16, empatou aos 19; Borges, que ficou com a vaga de Washington aos 35, virou aos 36. Novamente, para quem achou que o Jason estava morto, ele renasceu e fez mais uma vítima.
Com a vitória por 2 a 1, o São Paulo foi a 40 pontos e subiu uma posição na tabela – agora é o terceiro colocado no Campeonato Brasileiro. A Raposa, com 29, segue em 13º lugar.
A ausência de Kléber, que nem foi relacionado por causa de dores no púbis, e a perda de Wellington Paulista, também machucado, ainda no começo da partida, poderiam indicar que o poder ofensivo do Cruzeiro tinha acabado ali. Puro engano. O duelo do primeiro tempo foi um típico jogo de ataque (azul) contra defesa (tricolor).
Aos 12 minutos, o goleiro paulista Rogério Ceni já tinha feito dois milagres. Primeiro, ao defender uma bomba em cobrança de falta de Gilberto. Pouco depois, o camisa 1 pegou um chute cruzado de Jonathan que tinha endereço certo. O São Paulo só foi reagir aos 18, mas timidamente num chute sem direção de Richarlyson.
Com mais toque de bola, os mineiros foram envolvendo o adversário e continuaram mais perto do gol. Gilberto tentou, Soares arriscou, Fabrício teve chance... E a pressão continuava. Acuado, o São Paulo tentava escapar da forte – e muitas vezes desleal – marcação cruzeirense para não entregar os pontos.
De tanto insistir, o gol saiu. E com uma colaboração do rival. Richarlyson errou uma saída de contra-ataque e Diego Renan roubou a bola. O ala rolou para Gilberto, que devolveu para o mesmo Diego completar para o gol. Impedido, Thiago Ribeiro saiu da jogada para não prejudicar os companheiros.
O primeiro tempo acabou com 1 a 0 para o Cruzeiro, mas com 3 a 1 no placar de chances reais de gol. Na volta do intervalo, porém, o São Paulo reagiu. É verdade que a reação demorou alguns minutos e por pouco os mineiros não ampliaram. Mas bastou o técnico Ricardo Gomes trocar Hugo por Marlos para a partida mudar.
Num dos seus primeiros lances, aos 19 (três minutos após a sua entrada), o camisa 16 driblou o marcador e encheu o pé. O goleiro Fábio até conseguiu alcançar e tocar na bola, mas não evitou o gol: 1 a 1.
Melhor em campo a essa altura e percebendo a oportunidade de virada, o Tricolor foi para cima. Como o Cruzeiro também não tinha desistido da vitória, o jogo ficou aberto, com os dois times buscando o gol a cada instante.
Com Guerrón em campo, depois de pedidos da torcida, a Raposa quase fez o segundo. Aos 25 minutos, o equatoriano teve duas chances, mas parou na ótima defesa de Rogério Ceni e na eficiência da cobertura da zaga são-paulina.
Mas foi do outro lado que a rede balançou. Dagoberto alcançou um longo lançamento de Richarlyson e cruzou para Borges, que tinha acabado de entrar, desempatar.
Na próxima rodada, o São Paulo receberá o Avaí, sábado no Morumbi. Já o Cruzeiro irá a Porto Alegre enfrentar o Internacional no domingo.
2009: Argentina 1x3 Brasil, um golaço de Luisão
sábado, 5 de setembro de 2009

Confesso que fiquei torcendo para o Ramires entrar no jogo. Mas quando entrou teve apenasuma chance, na qual deixou a bola correr demais. O Brasil jogou muito bem. Kaká e Luís Fabiano fizeram a diferença. Luisão esteve impecável na defesa e com a facilidade que os argentinos deram atrás, conseguiu, livre, fazer o primeiro gol brasileiro. Nada paga a expressão que o Maradona fazia a cada gol brasileiro. È muito gostoso vencer como vencemos nessa noite de sábado, 05 de setembro, aniversário do Mineirão.
ARGENTINA 1 x 3 BRASIL
Julio César, Maicon, Lucio, Luisão, André Santos; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano (Daniel Alves), Kaká; Robinho (Ramires) e Luis Fabiano (Adriano). Andújar, Zanetti, Sebá Dominguez, Otamendi, Heinze; Mascherano, Véron, Maxi Rodriguez (Sergio Agüero), Dátolo; Messi e Tevez (Diego Milito).
Técnico: Dunga. Técnico: Diego Maradona.
Gols: Luisão, aos 24 minutos, e Luis Fabiano, aos 30 do primeiro tempo; no segundo tempo, Dátolo, aos 20 minutos, e Luis Fabiano, aos 21.
Cartões amarelos: Lucio, Kaká, Luisão, Luis Fabiano, Ramires (BRA); Mascherano, Verón (ARG)
Estádio: Gigante de Arroyito, em Rosário, Argentina. Data: 05/09/2009. Árbitro: Oscar Ruiz (COL). Auxiliares: Abraham Gonzalez (COL) e Wilmar Roldan (COL).
Agosto: Balanço positivo?
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Estava mexendo nos meus arquivos e fazendo um balanço do mês de agosto do Cruzeiro. O time fez oito partidas, um número altíssimo de jogos num período tão curto. Teve duas derrotas, exatamente nos dois primeiros jogos do mês, para o Grêmio de 4x1 e para o Atlético PR em casa por 2x0, depois disso parou de perder. Acumulou três vitórias, duas fora de casa, para o Coxa, 3x1 e pro Fla 2x1 além do Náutico em casa por 4x2. O curioso é que o time azul empatou três vezes contra Santos, Vitória e Botafogo. No ano passado, o Cruzeiro, além de vencer a maioria dos jogos em casa, empatava muito pouco, o que fez diferença na hora da balançar pender pros adversários diretos na luta pelo título. As derrotas que o Cruzeiro teve fora de casa, se transformadas em empates poderiam ter nos levado ao título ou a uma posição melhor na tabela. O que eu tenho sentido nos empates que o Cruzeiro tem tido nesse ano, é que são empates nos quais o time poderia ter conquistado os três pontos, sendo considerados derrotas, como nos jogos com o Fluminense, Botafogo e Vitória. Essa invencibilidade de seis jogos que tanto fala o Arthur Morais na Itatiaia tem um fundo falso devido a essa quantidade de empates. De que adianta estar invicto e não vencer os jogos. Sinto que o time desse ano perdeu aquela característica de velocidade, a qual o Ramires, o Wagner e o Guilherme davam ao time, fazendo com que chegasse com três toques na cara do gol.
Jogos do Cruzeiro em Agosto
2/8 Grêmio 4x1 Cruzeiro
5/8 Cruzeiro 0x2 ATlético-PR
10/8 Coritiba 1x3 Cruzeiro
16/8 Cruzeiro 0x0 Santos
20/8 Flamengo 1x2 Cruzeiro
23/8 Cruzeiro 4x2 Náutico
27/8 Botafogo 1x1 Cruzeiro
30/8 Vitória 3x3 Cruzeiro
Jogos do Cruzeiro em Agosto
2/8 Grêmio 4x1 Cruzeiro
5/8 Cruzeiro 0x2 ATlético-PR
10/8 Coritiba 1x3 Cruzeiro
16/8 Cruzeiro 0x0 Santos
20/8 Flamengo 1x2 Cruzeiro
23/8 Cruzeiro 4x2 Náutico
27/8 Botafogo 1x1 Cruzeiro
30/8 Vitória 3x3 Cruzeiro
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