1999: Grêmio 2x3 Cruzeiro
terça-feira, 30 de junho de 2009
CRUZEIRO 3 x 2 GRÊMIO (RS)
17/10/1999 - Campeonato Brasileiro (1ª fase/16ª) - Olímpico (Porto Alegre, RS)
Público: 7.458 (R$ 51.502,)
Árbitro: Edilson Pereira Carvalho (SP)
Auxiliares: Edmilson Corona (SP) e Rogério Ideali (SP)
Gols: Ronaldinho Gaúcho (falta) 4’; Alex Alves 6’; Djair (falta) 37’; Ronaldinho Gaúcho (falta) 46’; Marcelo Ramos 78’
Cruzeiro: André, De La Cruz (Gustavo), Marcelo Djian, Isaías, Espínola, André Luiz, Marcos Paulo, Djair, Valdo, Alex Alves (Marcelo Ramos), Paulo Isidoro (Donizete Amorim). T: Levir Culpi
Grêmio: Danrlei, Itaqui (Macedo), Rodrigo Costa (Tales), Scheidt, Roger, Emerson, Fabinho, Capitão, Cleison, Ronaldinho, Magrão (Cláudio). T: Cláudio Duarte
CA: Ronaldinho Gaúcho, Capitão (G)
CV: André Luiz (C)
*Ronaldinho Gaúcho perdeu um pênalti, no 2o tempo, quando o jogo estava 2 a 2
FONTE: Almanaque do Cruzeiro, de Henrique Ribeiro
27/06/2009: Cruzeiro 1x0 Avaí
sábado, 27 de junho de 2009
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Entrevista de Adilson
Melhores Momentos
Ficha Técnica
Cruzeiro 1x0 Avaí
Motivo: oitava rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 27/06/2009 (sábado)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)
Público: 3.435
Renda: R$ 59.776,22
Gols: Zé Carlos aos 4 1min do primeiro tempo
Cruzeiro: Andrey; Jancarlos, Anderson, Luisão e Vinícius; Henrique, Mateus, Uchoa e Bernardo (Diego Renan); Dudu (Wagner) e Zé Carlos (Wanderley)
Técnico: Adilson Batista
Avaí: Eduardo Martini; Ferdinando, Anderson Émerson e Uendel (Eltinho); Xaves (Michel), Léo Gago, Marquinhos e Muriqui; Lima (William) e Luiz Ricardo
Técnico: Silas
Cartões amarelos: Andrey (Cruzeiro; Léo Gago e Xaves (Avaí)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro
Depois de ficar quatro rodadas sem vencer no Brasileirão, o Cruzeiro derrotou o Avaí, neste sábado, no Mineirão, pela oitava rodada. O atacante Zé Carlos, de pênalti, fez o único gol da partida. Com o resultado, a Raposa assume provisoriamente o nono lugar, com dez pontos. O time subiu oito posições na tabela. A equipe de Santa Catarina continua na zona de rebaixamento, em 18º, com sete.
Na nona rodada, os dois times jogam no domingo. O Cruzeiro vai enfrentar o Goiás, em Goiânia, enquanto o Avaí recebe o Palmeiras, na Ressacada. Os mineiros, porém, voltam a campo na próxima quinta-feira, pelo segundo jogo da semifinal da Libertadores. A equipe encara o Grêmio, no estádio Olímpico, em Porto Alegre. Na primeira partida, vitória celeste por 3 a 1.
Confira a classificação do Campeonato Brasileiro
Apesar do equilíbrio, Cruzeiro sai na frente
Quem esteve no Mineirão na última quarta-feira e voltou neste sábado deve ter pensado que se tratava de outro estádio. O público que saiu de casa e encarou uma noite fria para assistir ao duelo entre Cruzeiro e Avaí não chegou a 3.500 pagantes. Bem diferente dos quase 52 mil que viram a Raposa bater o Grêmio pela competição continental.
Os times começaram a partida sem pressa, com muitos erros de passe e pouca criatividade. Como a Libertadores é prioridade, Adilson Batista escalou dez reservas. A exceção foi o volante Henrique. O técnico teve de usar garotos da base, já que tem dez jogadores no departamento médico.
Jancarlos, Zé Carlos e Dudu foram os mais ativos do lado mineiro. Muriqui, Marquinhos e Ferdinando tentavam responder. A primeira chance clara de gol só foi criada aos 15 minutos. O garoto Dudu, de 1,65m, invadiu a área pela direita e bateu cruzado. A bola passou perto da trave de Eduardo Martini. Quando a ansiedade da garotada começou a passar, os donos da casa melhoraram. O volante Mateus avançou até a intermediária, tabelou bonito com o atacante Zé Carlos e recebeu na frente. O chute rasteiro passou muito perto do gol, aos 25. A primeira boa chance dos visitantes só apareceu cinco minutos depois. Léo Gago fez belo lançamento para Lima na entrada da área, o atacante ficou na dúvida sobre um possível impedimento e dominou muito mal.
O técnico Silas precisou tirar Uendel, machucado, e lançou Eltinho na lateral esquerda. Parecia que o placar ficaria em branco, mas o mistão do Cruzeiro não decepcionou. Aos 39, Ferdinando deslocou o baixinho Dudu na área, e o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, Zé Carlos não deu chance para o Eduardo Martini: 1 a 0.
Equipe catarinense pressiona, e garotos resistem
O Cruzeiro voltou mais ligado no jogo, com velocidade e o domínio das ações. Aos quatro, Dudu cruzou da ponta esquerda para a área, o zagueiro Anderson apareceu para cabecear na segunda trave, mas Eduardo Martini fez uma linda defesa. A partir daí, o jogo passou por dez minutos de monotonia, muito concentrado no meio-campo. Tanto que o Avaí só chegou com perigo, aos 14. Muriqui avançou pela direita, cruzou rasteiro, e Luís Ricardo perdeu sozinho na área. O avanço pelas laterais passou a ser a principal arma alviceleste.
Adilson Batista e Silas promoveram mudanças do meio para frente, com intuito de mudar o desenho do jogo. As alterações do Cruzeiro funcionaram melhor. Com Diego Renan no lugar de Bernardo, que saiu machucado, e Wanderley na vaga de Zé Carlos, o time ficou mais veloz. No entanto, quem chegou mais perto do gol foi o Avaí. O atacante Luís Ricardo ficou com a sobra sozinho na área, bateu rasteiro, e Andrey fez boa defesa. O técnico celeste sentiu que estava perdendo força no meio-campo e resolver contar com a experiência de Wagner. Aos 33, ele entrou na vaga de Dudu, que saiu muito aplaudido pela torcida.
- Graças a Deus joguei bem, e a torcida reconheu - disse.
O time de Silas também buscou a igualdade na bola aéra. Aos 37, o zagueiro Émerson recebeu cruzamento na área, mas a cabeçada saiu torta pela linha de fundo. Mas a chance mais clara estava por vir. Aos 41, o atacante William ficou na cara do gol, sem marcação, e chutou para fora. Já no desespero, Muriqui teve a última chance, aos 47. Ele bateu forte, e Andrey, destaque do jogo, salvou. Era mesmo uma noite para a garotada celeste brilhar.
24/06/2009: Cruzeiro 3x1 Grêmio
quinta-feira, 25 de junho de 2009
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Melhores Momentos
Reportagem TV Cruzeiro
Episódio de Racismo
Ficha Técnica
Cruzeiro 3 X 1 Grêmio
Motivo: jogo de ida da semifinal da Copa Santander Libertadores
Data: 24/06/2009 (quarta-feira)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Enrique Osses (CHI) / Jorge Osório (CHI)
Público: 51.296 pagantes
Renda: R$ 1.387.664,94
Gols: Wellington Paulista, aos 37 min do primeiro tempo; Wagner, a 1 min, Fabinho, aos 21 min, e Souza, aos 33 min do segundo tempo
Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Leonardo Silva, Thiago Heleno e Marquinhos Paraná; Fabinho, Henrique, Elicarlos (Jancarlos) e Wagner (Bernardo); Wellington Paulista e Kléber
Técnico: Adilson Batista
Grêmio: Marcelo Grohe; Thiego, Léo, Réver e Fábio Santos; Túlio, Adilson, Tcheco e Souza; Maxi López e Alex Mineiro (Herrera)
Técnico: Paulo Autuori
Cartões amarelos: Elicarlos (Cruzeiro); Tcheco e Marcelo Grohe (Grêmio)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro

Do Globoesporte.com
O Cruzeiro está em vantagem na disputa por uma vaga na final da Taça Libertadores. Nesta quarta-feira, a Raposa derrotou o Grêmio por 3 a 1, no Mineirão, em um jogo cheio de emoção e alternativas (assista aos melhores momentos do confronto no vídeo ao lado). Na próxima quinta-feira, no Olímpico, o time do técnico Adilson Batista pode até perder por 1 a 0 ou por dois gols de diferença (a partir do placar de 4 a 2) que se classifica. Uma vitória por 2 a 0 garante o Tricolor gaúcho na próxima fase, e uma por 3 a 1 leva a decisão aos pênaltis.
Antes de se reencontrarem, porém, as equipes têm compromissos pelo Brasileirão. A Raposa recebe o Avaí, sábado, no Mineirão, às 18h30m. O Grêmio vai ao Recife para enfrentar o Sport, domingo, na Ilha do Retiro, no mesmo horário.
Competitividade em alto nível em Belo Horizonte
Nervoso, truncado, brigado... Jogo de Libertadores da América é assim mesmo. E quando envolve dois times "copeiros" fica ainda mais empolgante. Bicampeões continentais, Cruzeiro e Grêmio fizeram um primeiro tempo de alto nível de competitividade. Cada centímetro do gramado do Mineirão foi disputado como se fosse o único.
O time de Adilson Batista entrou em campo desfalcado: o zagueiro Léo Fortunato e o lateral-esquerdo Gerson Magrão, machucados, foram vetados horas antes da partida. Thiago Heleno entrou na defesa, mas o técnico foi obrigado a improvisar o volante Marquinhos Paraná na esquerda.
O Tricolor gaúcho investiu em um jogo paciente e de contra-ataques. Quase se deu muito bem. Maxi López e Alex Mineiro tiveram as melhores oportunidades de surpreender a zaga celeste, mas pecaram nas finalizações. Aos cinco minutos, o argentino encarou a marcação de Elicarlos na direita, cruzou certinho para o parceiro, mas o camisa 9 errou o chute. Ele não marca há 125 dias.
O Cruzeiro parecia um time incomodado com a forma que estava disposto em campo. No entanto, era perigoso. Aos oito, a principal característica apareceu. Com toques rápidos, Paraná encontrou Wellington Paulista na área. O atacante esperou o momento certo para fazer o pivô e rolar para a chegada do lateral-direito Jonathan, que chegou em boas condições. O chute com o pé esquerdo, no entanto, ficou fácil para Marcelo Grohe defender.
Durante 13 minutos, os visitantes fizeram valer a experiência do grupo, chegaram duas vezes e passaram muito perto. Primeiro com Alex Mineiro: após cruzamento de Túlio, aos 14, ele subiu sozinho para cabecear, mas Fábio estava atento. Aos 21, Thiago Heleno perdeu a bola no campo de defesa, Maxi López disparou, se livrou da marcação e bateu rasteiro. A bola caprichosamente tocou a trave direita do goleiro Fábio antes de sair pela linha de fundo. Se faltava o gol, sobrava discussão. Kléber e Túlio, Leonardo Silva e Maxi López, Henrique e Souza. Tudo era motivo para esquecer a partida e resolver alguma diferença.
Sorte que o Cruzeiro tem Kléber. Longe da área, quase como um meia, mas sempre perigoso, o Gladiador se apresentou cheio de vontade. Com um lançamento, achou Jonathan na área, aos 29. O lateral teve duas chances, mas Marcelo Grohe salvou. Aos 37, Kléber avançou pela direita, cruzou na cabeça de Wellington Paulista, que não vacilou. Conclusão precisa, fulminante. Logo ele, que no início do ano quase foi para o estádio Olímpico.
Mas o Grêmio é forte, principalmente quando Souza decide jogar o que sabe. Aos 41, ele arriscou de fora da área. De longe mesmo. A bola que parecia ir para a linha de fundo só não entrou porque Fábio, em grande fase, defendeu de mão trocada.
Um jogão com cara de final de campeonato
Alguns torcedores ainda se acomodavam nas arquibancadas do Mineirão, na volta do intervalo, quando o Cruzeiro ampliou. Jogo de Libertadores é assim. Não dá tempo nem de piscar. No primeiro minuto, após cobrança rápida de escanteio, Wagner recebeu a bola, ajeitou o corpo e disparou de esquerda. O chute não saiu tão forte, mas um desvio em Tcheco enganou Marcelo Grohe: 2 a 0.
O gol deixou o Tricolor atordoado, mas também serviu para acordar. Aos sete, Rafael Marques deu uma de atacante, achou Souza livre na área, só que o camisa 8 isolou. O Grêmio sentia principalmente a falta do meia Tcheco, sumido até então. Alex Mineiro, pouco produtivo, teve uma boa chance. Aos 12, ele foi lançado e dividiu com o goleiro Fábio na área. Último lance dele no jogo. Herrera entrou para imprimir velocidade no ataque. E por pouco não conseguiu o resultado no primeiro toque na bola. Lançado na direita, o argentino cruzou rasteiro para o compatriota Maxi López, mas Leonardo Silva chegou para dividir.
O desenho do jogo mudou. O Cruzeiro passou a explorar contra-ataques, enquanto o Grêmio se lançava sem muita organização. O terceiro golpe celeste foi duro. Aos 21, Marquinhos Paraná olhou para área, viu Fabinho pedir a bola, e cruzou da ponta esquerda, na cabeça do companheiro: 3 a 0. Primeiro gol do volante com a camisa celeste e gritos de "Tricampeão!" nas arquibancadas. A torcida ainda festejava quando Maxi López e Herrera por pouco não diminuíram, aos 23. Fábio saiu muito bem do gol para defender.
Aos 27 minutos, um lance pouco comum. O árbitro chileno Henrique Osses machucou a perna direita e precisou parar o jogo para receber atendimento médico. Como não conseguiu voltar, foi substituído pelo quarto árbitro, Jorge Osorio. Foram quase cinco minutos de interrupção.
E o novo juiz parece ter dado sorte ao Grêmio. Aos 34, Souza cobrou falta com muita categoria e conseguiu diminuir o prejuízo. Foi a primeira vez que o Mineirão ficou em silêncio na partida. Em seis jogos fora de casa na Libertadores, o Tricolor fez gols em todos, e este pode fazer a diferença no Olímpico. O Cruzeiro cansou, parou de jogar e foi pressionado. A bola aérea virou a melhor opção dos gaúchos, mas a zaga celeste conseguiu suportar bem. Mas a vantagem é mineira para o jogo da volta.



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21/06/2009: Cruzeiro 2x4 Grêmio Barueri
domingo, 21 de junho de 2009
Ficha Técnica
Cruzeiro 2x4 Grêmio Barueri
Motivo: 7ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 21/06/2009 (domingo)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva (Fifa/RS)
Público: 6.117 pagantes
Renda: R$ 96.762,24
Gols: Jonathan, aos 2 min, Thiago Humberto, aos 10 min, Pedrão, aos 26 min, e Wellington Paulista, aos 44 min do primeiro tempo; Márcio Careca, aos 2min, e Pedrão aos 29 min do segundo tempo
Cruzeiro: Fábio; Jancarlos, Léo Fortunato, Anderson e Vinícius (Bernardo); Marquinhos Paraná, Jonathan, Fabinho e Wagner; Wellington Paulista e (Zé Carlos) Wanderley (Kléber)
Técnico: Adilson Batista
Barueri: Renê; André Luís, Leandro Castan e Xandão; Éder (Marcos Pimentel), Ralf, Everton, Thiago Humberto (Val Baiano) e Márcio Careca; Pedrão (JoãoVítor) e Fernandinho
Técnico: Estevam Soares
Cartões amarelos: Kléber, Bernardo, Wellington Paulista e Léo Fortunato (Cruzeiro); Xandão, João Vítor e Val Baiano (Barueri)
Cartão vermelho: Fabinho (Cruzeiro)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro
Do Globoesporte.com
Com a cabeça na Taça Libertadores, o Cruzeiro se apresentou abaixo do esperado na noite deste domingo, foi dominado e goleado por 4 a 2 pelo Barueri, no Mineirão, pela sétima rada do Brasileiro. A equipe mista escalada pelo técnico Adilson Batista mostrou completa falta de entrosamento e não suportou o ímpeto do adversário. Com o resultado, cai uma invencibilidade de nove meses da Raposa no Gigante da Pampulha. A equipe não perdia no estádio desde 14 de setembro do ano passado (1 a 0 para o Palmeiras, pelo Nacional). Os paulistas conseguem a segunda vitória na competição, chegam a dez pontos e assumem o sétimo lugar. A equipe celeste continua com sete, em 15º.
Os times voltam a campo pelo Nacional no sábado da semana que vem. Ambos vão jogar em casa. O Cruzeiro recebe o Avaí, às 18h30m, enquanto o Barueri pega o Atlético-MG, às 16h10m. Antes, porém, os comandados de Adilson Batista terão um compromisso importantíssimo pela competição continental. Na próxima quarta-feira, a Raposa encara o Grêmio, no primeiro jogo da semifinal, em Belo Horizonte, às 21h50m.
Início promissor, queda e empate
Parecia que seria um baile. Mesmo sem usar força máxima, o time de Adilson Batista começou o jogo com disposição. Alguns titulares foram poupados para a disputa da semifinal da Libertadores. Com isso, foi preciso improvisar. O lateral-direito Jonathan, por exemplo, entrou na partida como volante. O zagueiro Vinícius, jogador da base, fez o papel de lateral-esquerdo. O primeiro gol saiu muito rápido. Aos dois minutos, Jonathan recebeu na entrada da área e, antes que a marcação chegasse, bateu cruzado com a perna esquerda. A abertura do placar teve efeito negativo sobre o grupo celeste. Sonolento, passou a trocar passes no meio-campo e deixou o adversário crescer.
As investidas pelas laterais eram as melhores opções dos paulistas. Por várias vezes o goleiro Fábio foi obrigado a corrigir o posicionamento da defesa na tentativa de evitar surpresas. Esforço inútil. Aos dez minutos, Fernandinho avançou pela esquerda com velocidade, se livrou da marcação de Anderson sem pedir passagem e rolou para o meio da área. Thiago Humberto, com liberdade, deu um tapa na bola, de primeira, para empatar: 1 a 1.
Ao contrário do que os cruzeirenses esperavam, o gol não acordou o semifinalista da Libertadores. Os visitantes partiram para o abafa, mas falhavam no último passe. Se no toque de bola não adiantava, o jeito foi investir na jogada aérea. Aos 24, após escanteio, o zagueiro Andre Luis, ex-Santos, Cruzeiro e Botafogo, subiu muito e cabeceou no ângulo. Fábio, em excelente forma, evitou o pior e mandou pela linha de fundo. No entanto, um minuto depois, na segunda cobrança, houve desvio na primeira trave, e a bola sobrou limpa para Pedrão, de cabeça, fazer o segundo. Ela ainda tocou no poste esquerdo antes de entrar.
Só depois de sofrer a virada e ouvir muitos gritos de Adilson Batista o Cruzeiro despertou, mas ainda sem muita vibração. A falta de entrosamento da formação escolhida pelo treinador se comprovava com os erros de passe na ligação entre meio-campo e ataque. Foram quase vinte minutos para encaixar uma jogada e chegar à igualdade. Aos 43, Wagner recebeu na esquerda, fez o levantamento para a segunda trave, e Wellington Paulista cabeceou no contrapé do goleiro Renê. Tudo igual no Mineirão: 2 a 2.
Cruzeiro irreconhecível, e Barueri inspirado
Sem substituições, os dois time voltaram para o segundo tempo, e a emoção não demorou a acontecer. Primeiro, Léo Fortunanto atravessou uma bola no meio-campo e por pouco não entregou o jogo. A tarefa ficou com Anderson. No lance seguinte, o zagueiro tentou sair com a bola, mas acabou desarmado por Márcio Careca que, em velocidade, avançou até a entrada da área e tocou com tranquilidade na saída de Fábio. O erro custou caro para o defensor celeste. A cada toque na bola, Anderson era "homenageado" pela torcida.
Irritado e insatisfeito, Adilson recorreu ao banco de reservas. Kléber, que estava sendo poupado, e Bernardo substituíram Wanderley e Vinícius. Com a mudança, Wagner passou a fazer a função de lateral-esquerdo, equanto Bernardo assumiu a armação das jogadas. As mudanças não surtiram efeito imediato, e o Barueri continuou melhor e mais perigoso.
Perto do quarto gol, o time paulista se lançou ao ataque com velocidade e conseguiu tirar um jogador celeste de campo. Aos 17 minutos, o estreante Fabinho, ex-Corithians, segurou Thiago Humberto pela camisa e evitou que o meia ficasse cara a cara com Fábio. Cartão vermelho para ele. Na cobrança da falta, o camisa 10 do Barueri buscou o canto esquerdo, mas o goleirão evitou o quarto gol dos visitantes.
A primeira e única chance de Kléber só apareceu aos 25 minutos. Ele recebeu passe de Jonathan, ganhou do zagueiro na corrida e bateu forte. A bola subiu demais. O lance até animou ao time que, três minutos depois, teve duas chances em uma só jogada, com Wagner e Wellington Palista. Ambas foram desperdiçadas.
Em vantagem numérica e no placar, além de jogar melhor, o Barueri explorava contra-ataques e levava perigo aos mineiros. Aos 30, Fernandinho tentou repetir a jogada que deu certo no primeiro gol do time. Só que desta vez ele foi parado com falta de Léo Fortunato dentro da área. Na cobrança de pênalti, Pedrão não deu chances para Fábio: 4 a 2. Sexto gol do novo artilheiro do campeonato. Por muito pouco o Barueri não chegou ao quinto gol. Aos 39, mais uma falha da defesa vulnerável do Cruzeiro, a bola sobrou para Fernandinho na marca do pênalti, mas o atacante chutou para fora. A Raposa não vence há quatro jogos no Nacional.
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18/06/2009: São Paulo 0x2 Cruzeiro
sexta-feira, 19 de junho de 2009
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Narração Rádio Itatiaia
Jogo Completo
Ficha Técnica
Sâo Paulo 0x2 Cruzeiro
Motivo: jogo de volta das quartas-de-final da Copa Santander Libertadores
Data: 18/06/2009 (quinta-feira)
Local: estádio Morumbi, em São Paulo-SP
Árbitro: Sergio Pezzota (ARG)
Público: 52.809 pagantes
Renda: R$ 1.731.580,00
Gols: Henrique, aos 21 min, e Kléber, aos 36 min do segundo tempo
São Paulo: Denis; Zé Luis (André Lima), André Dias, Renato Silva e Júnior César (Hernanes); Jean, Eduardo Costa, Richarlyson e Marlos; Washington (Dagoberto) e Borges
Técnico: Muricy Ramalho
Cruzeiro: Fábio; Jonathan (Thiago Heleno), Leonardo Silva, Léo Fortunato e Gerson Magrão, Henrique, Elicarlos (Bernardo), Marquinhos Paraná e Wagner (Jancarlos); Kléber e Wellington Paulista
Técnico: Adilson Batista
Cartões amarelos: Fábio, Wagner, Kléber, Jonathan e Gerson Magrão (Cruzeiro); Marlos (São Paulo)
Cartões vermelhos: Eduardo Costa e André Dias (São Paulo)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro

Do Globoesporte.com
Cruzeiro segura pressão, cala o Morumbi e elimina o São Paulo com sobras: 2 a 0
Mais de 50 mil torcedores apoiam antes o Tricolor Paulista, mas ao fim do jogo e do sonho do tetra da Libertadores, o incentivo deu lugar às vaias
A noite ficou mais azul nesta quinta-feira. O Cruzeiro construiu uma muralha para impedir o São Paulo de marcar o gol que precisava, segurou o anfitrião e, em um Morumbi com mais de 50 mil tricolores, ainda balançou a rede duas vezes, ficando com a vaga para as semifinais da Taça Libertadores com a vitória por 2 a 0 (assista aos melhores momentos da partida no vídeo ao lado). O time mineiro, que havia vencido por 2 a 1 no Mineirão, festejou a classificação para a penúltima fase da competição, o que não acontecia desde 1997, quando o clube foi campeão. Do lado tricolor, tristeza e silêncio se revezaram com revolta e muitas vaias.
O Cruzeiro agora enfrenta outro brasileiro, o Grêmio , que se garantiu nas semifinais ao passar pelo Caracas - empatou em 1 a 1 fora de casa, e o placar sem gols no Olímpico ratificou a classificação. A primeira partida será em Belo Horizonte, no dia 24, e o jogo da volta está programado para a semana seguinte, provavelmente no dia 2 de julho, no Olímpico - o Tricolor gaúcho tem a vantagem de sempre decidir em casa por ter feito a melhor campanha entre todas as equipes na primeira fase.
Cruzeiro se fecha, e São Paulo pressiona, mas expulsão prejudica
A torcida do São Paulo comportou-se como em uma verdadeira decisão. Quando o time entrou em campo, muita festa. A presença de Rogério Ceni atrás de um dos gols durante o Hino Nacional foi o suficiente para que o nome do goleiro fosse ouvido por todos os cantos. O técnico Muricy Ramalho também foi ovacionado pelos torcedores, que fecharam as homenagens lembrando de Telê Santana - treinador bicampeão da Libertadores e do Mundial (1992/93). Os cruzeirenses eram minoria, mas tentavam incentivar o time em meio ao barulho feito pelos são-paulinos.
Assim que a bola rolou, o Tricolor foi para cima, já que precisava de uma vitória simples para ficar com a vaga. Sabendo que não poderia levar gols, Muricy optou por Richarlyson fazendo a função de zagueiro, e Hernanes foi para o banco. Fabrício, com lesão muscular, foi o desfalque de última hora da Raposa.
O São Paulo preparou uma blitz logo de início. No abafa, não deixava o Cruzeiro jogar e mantinha Fábio atento o tempo todo. Mas não concluía. Marlos, estreando na Libertadores, mostrava muita vontade, mas parava na marcação. Kléber, fazendo e recebendo faltas, era o alvo da torcida tricolor. O atacante, aliás, era o único mais adiantado, já que o time mineiro estava todo fechado.
Apesar de jogar atrás, o Cruzeiro conseguiu concluir duas vezes com Wellington Paulista, ainda que sem muito perigo para Denis. O São Paulo seguia apertando, mas errava passes e já deixava o adversário tentar algo. Aos 26, Kléber arriscou um chute rasteiro de fora da área, obrigando Denis a fazer boa defesa.
Aos 29, o melhor momento do Tricolor até então. Marlos desceu pela direita, driblou dois defensores após receber um lançamento de Denis e cruzou para a área. A zaga tirou de cabeça, e a bola sobrou para Junior Cesar, que chutou para cima. Não acertou o gol, mas levantou os torcedores.
Aos 32 minutos, impaciente por não ver o gol sair, a torcida pediu Dagoberto. Eduardo Costa tomou cartão amarelo, e o time mineiro aproveitou uma calmaria tricolor para atacar. Mas também não acertou a pontaria. O ímpeto dos anfitriões era menor do que no início, mas ainda existia. Junior Cesar chutou rasteiro para a área, e Borges ainda tocou na bola, que saiu pela linha de fundo.
Marlos e Zé Luis eram os principais responsáveis pela criação. Washington também saiu um pouco da área, tentando buscar a jogada. Mas quando o time parecia melhor levou um balde de água fria: Eduardo Costa fez falta dura em Jonathan e tomou o segundo amarelo, sendo expulso. O Tricolor terminou o primeiro tempo com um homem a menos e sem o gol da classificação. E o Cruzeiro foi para o vestiário com parte da missão de não sofrer gol cumprida.
- Estamos com um a menos e vamos ter de correr mais. Agora é abafa e coração - resumiu Borges, na saída do gramado.
Dagoberto entra, mas Cruzeiro é quem marca duas vezes
Assim que o São Paulo surgiu no túnel, Dagoberto entrou correndo como titular e chamando a torcida, que logo respondeu, gritando o nome do atacante. Washington foi sacado. Hernanes também entrou, na vaga de Junior Cesar. O ânimo da equipe foi renovado, mas do outro lado a muralha do Cruzeiro permanecia erguida.
Henrique e Kléber, autores dos gols da Raposa, comemoram e calam mais de 50 mil no Morumbi
Apesar de pressionar, o anfitrião não conseguia chegar ao gol da Raposa. As tentativas eram quase todas em passes longos. Marlos era o que mais tentava penetrar conduzindo a bola. Dagoberto, com fôlego de sobra, corria de um lado para outro.
Aos 18, Marlos recebeu em ótima condição pela esquerda, mas demorou para ajeitar para a perna boa e perdeu o ângulo. No cruzamento, tentou achar Borges, mas não conseguiu. O Cruzeiro aproveitava os erros de passe do adversário, tentando achar um gol.
E conseguiu calar o Morumbi aos 21 minutos. Henrique, pela direita, soltou uma bomba certeira no gol de Denis. A torcida cruzeirense conseguiu ser ouvida pela primeira vez no estádio. Logo depois do lance, os são-paulinos ainda ensaiaram um gesto de apoio, mas tímido. Tentaram novamente alguns minutos depois.
Adilson tirou Wagner, que vinha de lesão, e colocou Jancarlos. Jonathan passou para o meio, mas logo depois sentiu dores e saiu. Thiago Heleno reforçou a defesa. Animado, o Cruzeiro passou até a arriscar mais. Aos 30, Kléber recebeu na entrada da área pela direita, bateu cruzado, e a bola passou perto da trave de Denis.
Como última cartada, Muricy colocou mais um atacante em campo. André Lima entrou no lugar de Zé Luis. Mas o Cruzeiro, tranquilo, administrava o jogo tentando manter a posse de bola. As chances do São Paulo eram cada vez mais escassas.
A situação ficou pior para os são-paulinos: aos 35, Bernardo chutou em direção ao gol, e André Dias tocou a bola com a mão. Já tinha amarelo, foi expulso, e o árbitro marcou pênalti a favor do Cruzeiro. Kléber bateu no alto, sem chances para Denis. Com o 2 a 0 estava sacramentada a classificação. Enquanto os torcedores lamentavam, Ceni e Washington deixaram o Morumbi - o Coração Valente ficou no seu carro até o fim do jogo, voltando em seguida para se juntar aos companheiros.
Renato Silva ainda fez uma falta violenta em Kléber, aos 39, mas escapou de ser advertido. Wellington Paulista não gostou do lance. O clima esquentou, mas logo foi desfeito pela arbitragem. A torcida do São Paulo, que apoiou por quase todo o jogo, passou a gritar "time sem vergonha", poupando Muricy, que recebeu apoio no fim. Mas a festa, com o apito do árbitro, foi cruzeirense.
14/06/2009: Palmeiras 3x1 Cruzeiro
domingo, 14 de junho de 2009
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Melhores Momentos
Ficha Técnica
Palmeiras 3x1 Cruzeiro
Motivo: sexta rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 14/06/2009 (domingo)
Local: estádio Palestra Itália, em São Paulo-SP
Árbitro: Leandro Vuaden (RS)
Público: 11.214
Renda: R$ 356.776,00
Gol: Bernardo, aos 24 min, Marcão, aos 33 min, e Keirrison, aos 38 min do primeiro tempo; Keirrison, aos 13 min do segundo tempo
Palmeiras: Marcos; Maurício Ramos, Danilo e Marcão; Wendel, Pierre, Cleiton Xavier, Diego Souza (Mozart), Armero e Willians (Deyvid Sacconi); Keirrison (Ortigoza)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo
Cruzeiro: Fábio; Jancarlos, Léo Fotunato, Gustavo (Leonardo Silva), Sorín (Jonathan); Henrique, Elicarlos, Marquinhos Paraná e Bernardo; Wellington Paulista e Wanderley (Dudu)
Técnico: Adilson Batista
Cartões amarelos: Wanderley, Leonardo Silva e Henrique (Cruzeiro), Marcão e Mozart (Palmeiras)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro
Se o objetivo era ganhar mais moral para os jogos decisivos da Libertadores, no meio de semana, o Palmeiras se deu muito melhor do que o Cruzeiro. Não só pela vitória por 3 a 1, neste domingo, no Palestra Itália, em partida válida pela sexta rodada do Brasileirão, mas principalmente pela postura em campo. Eletrizante, o Verdão chegou a levar um susto da apática Raposa, que marcou com Bernardo, mas contou com gol polêmico de Marcão e o retorno do poder de decisão de Keirrison, autor de dois.
Com o resultado, a equipe paulista saltou para a terceira colocação na tabela de classificação, com 11 pontos, três a menos que o líder, o Atlético-MG, e o segundo colocado, o Internacional. O time mineiro, por sua vez, continua com sete pontos conquistados, em décimo. A Raposa soma três jogos sem vencer (havia perdido antes para o São Paulo e empatado com o Inter).
Agora, os dois fazem o segundo jogo das quartas de final da Taça Libertadores. O Palmeiras enfrenta o uruguaio Nacional, quarta-feira, fora de casa. No primeiro jogo, no Palestra, houve empate por 1 a 1. O Cruzeiro atua na quinta-feira, contra o São Paulo, no estádio do Morumbi. No encontro em Belo Horizonte, a vitória foi celeste por 2 a 1. Os mineiros vão se concentrar em Atibaia, no interior paulista.
Pelo Campeonato Brasileiro, o Palmeiras volta a campo no próximo sábado, às 16h10m (de Brasília), quando enfrenta o Atlético-PR, na Arena da Baixada, em Curitiba. O Cruzeiro, por sua vez, atua no dia seguinte, às 18h30m, contra o Barueri, no Mineirão, em Belo Horizonte. Antes disso, porém, Verdão e Raposa têm compromissos na Libertadores.
Emoção, lesão, polêmica e golaço
Não faltou emoção no primeiro tempo de Palmeiras x Cruzeiro. Desde o primeiro minuto, o torcedor que compareceu ao estádio Palestra Itália se agitou nas arquibancadas. Após cobrança de escanteio de Cleiton Xavier da esquerda, o zagueiro Marcão apareceu bem para cabecear por cima do gol de Fábio.
No lance seguinte, aos dois, Léo Fortunato perdeu a bola no meio, Maurício Ramos se aproveitou e lançou Keirrison. Após novo vacilo da zaga celeste, o atacante palmeirense saiu na cara do gol, mas chutou mal, em cima de Fábio. A pressão alviverde continuou aos seis. Diego Souza lançou para Wendel cruzar com perigo.
A postura inicial do Palmeiras deixou o Cruzeiro atordoado, sem conseguir se achar em campo. Mesmo assim, aos sete minutos, o goleiro Marcos levou um susto. Elicarlos levantou a bola na área, e Bernardo cabeceou, tirando tinta da trave direita do defensor palmeirense. Em seguida, porém, os donos da casa iniciaram nova pressão.
Aos 12 minutos, o lateral Wendel se livrou com estilo de dois marcadores e chutou forte de perna esquerda, sem deixar a bola cair. Fábio, bem posicionado, fez linda defesa e espalmou para escanteio. Na sequência, o zagueiro Maurício Ramos desviou de cabeça e obrigou o goleiro do Cruzeiro, mais uma vez, a fazer bela intervenção.
Embora o Verdão dominasse totalmente a partida, o primeiro gol da noite no Palestra Itália foi do Cruzeiro. Aos 24 minutos, Bernardo, em sua primeira vez como titular neste Brasileirão, bateu falta colocada. A bola desviou no palmeirense Cleiton Xavier e enganou o goleiro Marcos, que já havia se deslocado para defender do outro lado.
Aos 27 minutos, uma nota triste: o zagueiro Gustavo sofreu torção no joelho direito em dividida e deixou o gramado chorando para a entrada de Leonardo Silva. Pouco depois, o técnico Adilson Batista optou por fazer nova mudança. Sacou o lateral-esquerdo Sorín e escalou o lateral-direito Jonathan.
Sem dar tempo de o técnico da Raposa arrumar a sua equipe em campo, o Palmeiras empatou, e em lance polêmico. Após cruzamento de Cleiton Xavier da direita, Marcão cabeceou no travessão, e a bola bateu na linha do gol. O auxiliar Altemir Hausmann entendeu que foi gol e correu para o meio-campo.
- Eu fiquei com a impressão de que a bola não entrou, mas o bandeirinha correu. Não tinha o que fazer – falou o goleiro do Cruzeiro, Fábio. Na sequência do lance, o atacante Keirrison ainda completou para o fundo do gol.
Keirrison, aliás, foi o responsável pelo gol da virada do Palmeiras. E em grande estilo. Após passe de Willians, o zagueiro Léo Fortunato tentou afastar, mas o camisa 9 do Verdão aproveitou a falha e acertou lindo voleio no canto esquerdo de Fábio: 2 a 1.
K9 matador
Os donos da casa até tentaram, mas não conseguiram repetir o começo eletrizante da etapa inicial no segundo tempo. No primeiro minuto, Diego Souza deu passe para Willians, porém o árbitro marcou impedimento. Rapidamente, o Cruzeiro foi ao ataque e respondeu com cruzamento de Jancarlos. Mas Maurício Ramos afastou o perigo.
Aos seis minutos, Diego Souza apareceu bem na esquerda da grande área, mas optou por tentar driblar a marcação. Sem conseguir, administrou a posse de bola e procurou espaço para o cruzamento. Depois que conseguiu, Keirrison não alcançou a bola. Fábio, então, apenas a observou sair pela linha de fundo.
Melhor em campo, assim como no primeiro tempo, o Palmeiras chegou ao terceiro gol aos 13 minutos. Cleiton Xavier deu belo lançamento do campo de defesa. Keirrison, achando que estava impedido, parou e deixou a bola para Wendel, que vinha de trás. Embora o auxiliar Roberto Braatz tenha levantado a bandeira, o árbitro mandou seguir.
O lateral-direito, então, avançou em velocidade, entrou na área e rolou para o meio da área, onde estava Keirrison. Sozinho, o camisa 9 tocou para o fundo do gol: 3 a 1.
Com desvantagem de dois gols no placar, o Cruzeiro tentou se arriscar um pouco mais em busca do segundo gol, mas não obteve sucesso. Sem criatividade na armação e sem conseguir explorar as laterais do campo, a equipe mineira parou na marcação alviverde. O Verdão, por sua vez, não deixou de levar perigo ao goleiro Fábio.
Aos 19 minutos, por exemplo, Cleiton Xavier deu bom passe para Keirrison na grande área e obrigou Fábio a sair do gol para evitar a conclusão. Mais tarde, aos 25, Deyvid Sacconi tentou jogada individual e levou a pior diante da zaga celeste. Mas na sobra Cleiton Xavier arriscou um chute que passou por cima do travessão.
Sem sofrer nenhum tipo de pressão da Raposa, o Palmeiras começou a administrar a posse de bola e esperar o tempo passar. Aos 40 minutos, o técnico Vanderlei Luxemburgo tirou Keirrison e colocou Ortigoza. O camisa 9, autor de dois gols, foi bastante aplaudido pelos torcedores, que vinham pegando no seu pé recentemente. Também, com a vitória assegurada, a festa já estava completa.
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Jogos Completos
1995: Palmeiras 2x3 Cruzeiro
Palmeiras 2 x 3 Cruzeiro
jogo escalações
Palmeiras
GOL Velloso DEF Wágner DEF Célio Lúcio DEF Antônio Carlos MEI Mancuso MEI Flávio Conceição MEI Amaral ATA Edílson (1) LAT Índio MEI Fred ATA Müller (1) ATA Nílson ATA Rogério Paulista TÉC Carlos Alberto Silva Cruzeiro
GOL Dida DEF Vanderci DEF Rogério Morais MEI Fabinho MEI Ademir MEI Alberto (1) LAT Paulo Roberto ATA Marcelo Ramos MEI Luís Fernando Flores LAT Belletti LAT Nonato ATA Roberto Gaúcho ATA Paulinho McLaren (2) TÉC Enio Andrade jogos históricos
ficha técnica
data 31/08/1995
Torneio Campeonato Brasileiro 1995
Fase 1ª Fase
estádio Parque Antártica
Público 3,587
Árbitro Sidrack Marinho
11/06/2003 Cruzeiro 3 X 1 Flamengo
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Cruzeiro 3 x 1 Flamengo
jogo escalações
Cruzeiro
GOL Gomes DEF Gladstone DEF Luizão (1) MEI Alex MEI Sandro MEI Jardel MEI Augusto Recife MEI Wendel MEI Márcio LAT Maurinho LAT Leandro Silva ATA Aristizábal (1) ATA Mota ATA Deivid (1) TÉC Vanderlei Luxemburgo Flamengo
GOL Júlio César DEF André Bahia DEF Fernando MEI André Gomes MEI Igor MEI Felipe MEI Fábio Baiano ATA Jean MEI Fabinho ATA Edílson ATA Fernando Baiano (1) LAT Athirson LAT Luciano Baiano TÉC Nelsinho Batista jogos históricos
ficha técnica
data 11/06/2003
Torneio Copa do Brasil 2003
Fase Final
estádio Mineirão
Renda 700,626.00
Público 79,614
Árbitro Paulo
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1993: Cruzeiro x Atlético MG - Copa Ouro
Data: 8 de julho de 1993.
Resultado: ATLÉTICO 0x0 CRUZEIRO (MG).
Local: Belo Horizonte, MG.
Estádio: Mineirão.
Público: 19.269 pagantes - Renda: Cr$ 2.480.550.000,00.
Competição: Copa Ouro.
Árbitro: José Joaquim Torres, Colômbia.
ATLÉTICO: Luis Henrique; Luciano, Orlando, Ryuller e Paulo Roberto; Valdir Benedito, Carlos (Lê) e Vanderlei; Reinaldo Rosa, Ailton e Wiver (Gilson) - Tec: Mussula.
CRUZEIRO: Paulo César; Paulo Roberto Costa, Célio Lúcio, Luisinho e Zelão; Ademir, Douglas e Boiadeiro; Luis Fernando, Cleison e Roberto Gaúcho - Tec: Zé Maurício.
OBS: Houve prorrogação que terminou em 0x0 e na decisão por penalties o Atlético venceu por 5x4. A Copa Ouro contou ainda com a participação do São Paulo (SP) e Boca Juniors (Argentina).
1999: Cruzeiro 4x1 Democrata - GV
quarta-feira, 10 de junho de 2009
1999: Cruzeiro 4x1 Democrata GV
CRUZEIRO 4 x 1 DEMOCRATA
10/06/1999 - Campeonato Mineiro (2ª fase/12ª) - Mamudão (Gov. Valadares, MG)
Público: 9.214 (R$ 66.865,)
Árbitro: Márcio Rezende
Auxiliares: José Eugênio e Antônio Oliveira
Gols: Túlio 20’; Deilton 50’; Marcelo Ramos 59’; Ricardinho 76’; Valdo, de falta 80’
Cruzeiro: Ronaldo, Evanilson, João Carlos, Marcelo Djian (Espínola), André Luiz (Ricardinho), Donizete, Djair, Valdo, Müller, Túlio (Alex Alves), Marcelo Ramos. T: Levir Culpi
Democrata: Humberto, Alessandro, Marco Túlio, Sargento, Ricardo, Jonas, Elizeu, Cícero, Wender, Deílton, Ademir. T: Zé Maria Pena
CA: Marcelo Djian, Donizete (Cru); Ademir, Wender, Elizeu, Cícero (Dem)
*O gol de Túlio foi o 500º de sua carreira.
FONTE: Almanaque do Cruzeiro, de Henrique Ribeiro
CRUZEIRO 4 x 1 DEMOCRATA
10/06/1999 - Campeonato Mineiro (2ª fase/12ª) - Mamudão (Gov. Valadares, MG)
Público: 9.214 (R$ 66.865,)
Árbitro: Márcio Rezende
Auxiliares: José Eugênio e Antônio Oliveira
Gols: Túlio 20’; Deilton 50’; Marcelo Ramos 59’; Ricardinho 76’; Valdo, de falta 80’
Cruzeiro: Ronaldo, Evanilson, João Carlos, Marcelo Djian (Espínola), André Luiz (Ricardinho), Donizete, Djair, Valdo, Müller, Túlio (Alex Alves), Marcelo Ramos. T: Levir Culpi
Democrata: Humberto, Alessandro, Marco Túlio, Sargento, Ricardo, Jonas, Elizeu, Cícero, Wender, Deílton, Ademir. T: Zé Maria Pena
CA: Marcelo Djian, Donizete (Cru); Ademir, Wender, Elizeu, Cícero (Dem)
*O gol de Túlio foi o 500º de sua carreira.
FONTE: Almanaque do Cruzeiro, de Henrique Ribeiro
1995: Cruzeiro x Atlético Copa Governador Eduardo Azeredo
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Data: 10 de agosto de 1995.
Resultado: ATLÉTICO 1x1 CRUZEIRO (MG).
Local: Belo Horizonte, MG.
Estádio: Independência.
Público: 6.498 pagantes - Renda: R$ 89.270,00.
Competição: Amistoso.
Árbitro: Lincoln Afonso Bicalho, MG.
Expulsão: Rogério.
ATLÉTICO: Taffarel; Alcir, Paulão (Ademir), Ronaldo Guiaro e Paulo Roberto; Éder Lopes, Gutemberg (Carlos) e Canela; Renaldo (Cairo), Ézio (Euller) e Cleiton - Tec: Gaúcho.
CRUZEIRO: William Andem; Paulo Roberto Costa, Vanderci, Rogério e Nonato; Ademir, Belletti e Alberto; Sotelo (Marcelo Ramos), Paulinho Mclaren e Roberto Gaúcho - Tec: Ênio Andrade.
GOLS: Renaldo (17') e Marcelo Ramos (82' - penalty).
OBS: Jogo em disputado do Trófeu Governador Eduardo Azeredo. Na decisão por penalties o Cruzeiro venceu por 5x3.
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07/06/2009: Cruzeiro 1x1 Internacional
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Melhores Momentos
Reportagem
Ficha Técnica
Cruzeiro 1x1 Internacional
Motivo: quinta rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 07/06 (domingo)
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Árbitro: Antônio Hora Filho
Público: 16.687pagantes
Renda: R$ 332.191,91
Gols: Magrão aos 5min do primeiro tempo e Wellington Paulista aos 2min do segundo tempo
Cruzeiro: Fábio; Jancarlos (Zé Carlos), Thiago Heleno, Leonardo Silva e Gerson Magrão; Fabrício, Henrique (Bernardo), Marquinhos Paraná e Wagner (Elicarlos); Wellington Paulista e Kléber
Técnico: Adilson Batista
Internacional: Lauro; Bolívar, Danny Morais, Índio e Marcelo Cordeiro (Danilo); Sandro, Guiñazu, Magrão e Andrezinho (Giuliano); Taison e Alecsandro (Michel Alves)
Técnico: Tite
Cartões amarelos: Gerson Magrão, Thiago Heleno e Wellington Paulista (Cruzeiro); Bolívar, Guiñazu, Marcelo Cordeiro e Sandro (Internacional)
Cartões vermelhos: Kléber (Cruzeiro); Lauro (Internacional)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro
Do Globoesporte.com
Em jogo tenso, Cruzeiro segura o Inter no Mineirão. Líder não é mais 100%
Expulsões e discussões marcam o primeiro tempo. Com empate, Colorado se mantém invicto, mas perde primeiros pontos
Cruzeiro acaba com os 100% de aproveitamento do Inter
Não há mais equipe infalível no Brasileirão 2009. Cruzeiro e Internacional empataram por 1 a 1, na noite deste domingo, no Mineirão. Com esse resultado, o Colorado, que tinha 100% de aproveitamento até esta quinta rodada, perdeu seus primeiros pontos na competição. Ainda assim, o time gaúcho se mantém invicto e líder da competição, com 13 pontos, dois a mais que o vice-líder Atlético-MG. Já a Raposa, com sete pontos, está em décimo lugar.
Magrão abriu o placar para os colorados logo aos quatro minutos de jogo. O empate celeste pintou logo na primeira investida dos mineiros, a um minuto da etapa final. As duas equipes jogaram boa parte do jogo com um a menos: Kléber e Lauro acabaram expulsos aos 17 minutos do primeiro tempo.
O Cruzeiro volta a campo no próximo domingo, às 18h30m (de Brasília), no Mineirão, para enfrentar o Barueri. Já o Internacional, no mesmo dia e horário, enfrenta o Vitória, no Beira-Rio.
Primeiro tempo em alta tensão
Cruzeiro e Internacional começaram o jogo com os nervos à flor da pele. Muitas faltas, divididas ríspidas e discussões deixaram o jogo tenso. A Raposa tentou tomar a iniciativa da partida, mas o Colorado era mais perigoso nos contra-ataques. Logo aos quatro minutos, Magrão colocou os gaúchos à frente do placar completando com uma cabeçada certeira a cobrança de escanteio executada por Andrezinho. O Cruzeiro respondeu e quase empatou quando Jancarlos, aos sete, acertou a trave em uma cobrança de falta.
O gol do Inter deixou o jogo ainda mais nervoso. O Cruzeiro foi para cima e os colorados tentavam parar as jogadas à força. Bolívar deu duas chegadas fortes em Gérson Magrão e acabou levando o amarelo. Aos 17, confusão na área do Inter. A bola estava parada para uma cobrança de falta, quando Kléber derrubou Marcelo Cordeiro com um empurrão. Lauro tomou as dores do companheiro e acertou um chute no atacante cruzeirense. Ambos acabaram expulsos.
O técnico do Cruzeiro, Adilson Baptista, tirou o meia Henrique e colocou o meia-atacante Bernando, para tentar compensar a saída de Kleber. Já Tite, treinador colorado, sacou o atacante Alecsandro para colocar o goleiro Michel Alves. O Inter levou a melhor com as mudanças, pois se manteve veloz nos contra-ataques, com Taison sempre bem acionado ora por Magrão, ora por Andrezinho. Já o Cruzeiro, sem Kléber, perdeu sua referência
Aos 28, o time gaúcho quase ampliou, quando Guiñazu ganhou de Gérson Magrão e lançou Andrezinho. O meia avançou e arriscou da entrada da área. A bola passou perto.
O jogo seguia tenso, com muitas faltas e poucas jogadas de perigo. A Raposa só voltaria no final da etapa inicial. Aos 45, Bernardo cruzou para Thiago Heleno, que tentou de cabeça, mas errou o alvo por pouco.
Cruzeiro empata, e jogo cai
O Cruzeiro voltou para o segundo tempo com mais um atacante. Zé Carlos entrou no lugar do lateral-direito Jancarlos. Com isso, o time mineiro passava a ter dois jogadores de frente incomodando a defesa do Inter. A modificação deu resultado logo no primeiro minuto: Zé Carlos foi lançado por Wagner e chutou forte. Michel Alves espalmou e a bola sobrou para Wellington Paulista empatar a partida.
O Colorado, mais retraído, esperava o Cruzeiro para se lançar em contra-ataques. Para isso, Tite trancou o seu time e colocou mais um zagueiro pelo lado esquerdo: Danilo entrou na vaga do ala Marcelo Cordeiro. Com uma linha de quatro defensores, o Inter ia segurando a pressão cruzeirense e tentava explorar a velocidade de Taison e de Giuliano, que entrou no segundo tempo.
Em uma dessas tentativas do Inter, um lance polêmico. Aos 33, Giuliano foi lançado e partiu em velocidade. Quando ele ia entrando na área, foi travado pelo goleiro Fábio. Os colorados reclamaram pênalti, mas o árbitro mandou o lance seguir.
Esse foi o principal lance de perigo do líder do campeonato. No mais, só deu Raposa, que rondou a área vermelha a todo instante sem, porém, conseguir ameaçar efetivamente o gol de Michel Alves.
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1993: Cruzeiro 2x1 Atlético MG
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Esse jogo foi marcado, pra que se decidisse quem seria o representante mineiro na Copa do Brasil. O Cruzeiro venceu, mas não levou. Por motivos políticos, o Atlético foi indicado pela FMF.
Data: 28 de julho de 1993.
Resultado: CRUZEIRO (MG) 2x1 ATLÉTICO.
Local: Belo Horizonte, MG.
Estádio: Mineirão.
Público: 11.006 pagantes - Renda: R$ 1.437.100.000,00.
Competição: Amistoso.
Árbitro: Evaristo Francisco de Souza, MG.
Expulsões: Robson (C) e Sérgio Araújo (A).
CRUZEIRO: Paulo César; Paulo Roberto Costa, Robson, Luisinho e Genílson; Boiadeiro, Luis Fernando e Ramon Menezes; Nivaldo, Tôto (Ronaldo Fenômeno) e Edenílson - Tec: Carlos Alberto Silva.
ATLÉTICO: Luis Henrique; Alessandro, Anderson, Zezé e Guto; Valdir Benedito (Mauro), Carlos e Negrini (Toninho Pereira); Sérgio Araújo, Reinaldo Rosa e Ailton - Tec: Erivelto Martins.
GOLS: Luis Fernando (45'), Nivaldo (51') e Ailton (80').
OBS: Jogo inicialmente válido pelo Campeonato Mineiro, para decidir o vice-campeão; transformado em amistoso por decisão do STJD, atendendo a recurso do Atlético.
1993:Cruzeiro 2x1 Grêmio
quarta-feira, 3 de junho de 2009
No dia 03 de Junho de 1993, O Cruzeiro conquistava o seu primeiro título da Copa do Brasil Foi uma noite fria com o estádio cheio, cheio de uma maneira que não vemos mais hoje no futebol brasileiro. O primeiro jogo ficou empatado em 0x0 e o jogo de volta foi disputado cheio de cuidados para, principalmente, não se levasse gols em casa. O Cruzeiro tinha desfalques importantes,como Boiadeiro, que estava na seleção e não foi liberado e Luizinho, contudido. O técnico Pinheiro deu uma chance a Éder Aleixo no meio-campo e o junior Róbson ganhou uma chance na zaga. O Inter tinha bons jogadores, como Déner, o centroavante Charles entre outros. O ponta Roberto Gaúcho estava gripado e mesmo assim abriu o placar aos 12 minutos, contando com a colaboração do goleiro do Grêmio. Ele foi comemorar fazendo gestos ao treinador do time Gaúcho que o havia preterido no começo de carreira. O Grêmio foi pra cima e conseguiu o empate, mas aos 20 segundos do início do segundo tempo, Paulo Roberto cruzou e Cleisson marcou pra decretar o primeiro título de uma série incrível que aconteceria nos dez anos posteriores, Cruzeiro campeão da Copa do Brasil de 1993.
2 x 1 Grêmio
jogo escalações
Cruzeiro
GOL Paulo César Borges DEF Célio Lúcio DEF Róbson MEI Rogério Lage MEI Ademir MEI Cleison (1) ATA Edenilson ATA Éder Aleixo LAT Nonato LAT Paulo Roberto ATA Roberto Gaúcho (1) TÉC Pinheiro Grêmio
GOL Eduardo Heuser DEF Paulão DEF Luciano MEI Jamir ATA Fabinho MEI Dener MEI Carlos Miguel MEI Pingo (1) MEI Juninho ATA Gilson LAT Jackson LAT Dida ATA Charles TÉC Sérgio Cosme
ficha técnica
data 03/06/1993
Torneio Copa do Brasil 1993
Fase Final
estádio Mineirão
Público 70,723
Árbitro Renato
1993: Gol de Ronaldo contra o Internacional
terça-feira, 2 de junho de 2009
No sábado, postarei todos os gols e a ficha desse jogo.
1995: Cruzeiro 1x0 Olimpia, Copa Master
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Há exatos 15 anos, em 16 de março de 1995, o Cruzeiro conquistava a Copa Master da Supercopa, sobre o Olímpia, do Paraguai, no Mineirão, e ratificava seu poderio em competições sul-americanas. O mini-torneio era disputado somente por clubes campeões da Supercopa. A equipe celeste, que já havia sido finalista da competição em 1992, contra o Boca Juniors, chegou ao título inédito três anos depois, vencendo os paraguaios por 1 x 0, gol de Marcelo Ramos, aos 32 minutos do segundo tempo.
O lateral-esquerdo Nonato relembra os duelos decisivos diante do Olímpia. “Empatamos no Paraguai e ganhamos de 1 x 0 no Mineirão. Foi um torneio importante, pois era uma competição internacional. Conquistei 14 títulos com a camisa do Cruzeiro e todos foram muito especiais”.
Nonato recorda que o Clube venceu seis torneios oficiais sul-americanos só nos anos 1990: duas Supercopas, uma Libertadores, uma Recopa, uma Copa Master e uma Copa Ouro. “Nossa geração venceu quase tudo que disputou. Conseguimos isto graças à nossa dedicação. Nós tínhamos um grupo muito forte e unido. Todos queriam ser campeões para ficar marcados na história do Cruzeiro. Não há dinheiro que pague isto”.
O título da Copa Master de 1995 marcou ainda uma seqüência de cinco eliminações consecutivas do Cruzeiro sobre o Olímpia. O fato fez a imprensa paraguaia chamar o time celeste de “La Bestia Negra” (a besta negra), apelido que acabou sendo adotado posteriormente pela imprensa de vários países da América Latina para se referir ao Melhor Clube Brasileiro do Século XX.
Todas as quatro eliminações anteriores do Cruzeiro sobre o Olímpia ocorreram na Supercopa. A primeira delas foi nas oitavas-de-final de 1989. A equipe celeste precisava vencer os paraguaios por 3 x 0, no Mineirão, e venceu, classificando-se às quartas. A segunda foi na semifinal de 1991, quando o Clube carimbou o passaporte para a final contra o River Plate, para conquistar seu primeiro título da competição.
A semifinal da Supercopa de 1992 também foi contra o Olímpia. Diante de 83.636 torcedores no Gigante da Pampulha, o Cruzeiro classificou-se para a final contra o Racing, para garantir o bicampeonto. A quarta eliminação consecutiva veio em 1994, nas oitavas-de-final da Supercopa, com goleada por 4 a 0 no Mineirão.
Meses depois de conquistar a Copa Master, o Cruzeiro levantaria outro troféu internacional: a Copa Ouro, sobre o São Paulo, em disputa de pênaltis. Essa competição era disputada somente por campeões da Copa Conmebol, Copa Master, Recopa e Libertadores.
Extraído do site do Cruzeiro
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