30/11/2008: Internacional 1x0 Cruzeiro

domingo, 30 de novembro de 2008



Internacional 1x0 Cruzeiro
Motivo: 37ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 30/11/2008 (domingo)
Local: estádio Beira Rio, em Porto Alegre-RS
Árbitro: Djalma José Beltrami-RJ (Fifa)
Gol: Gustano Nery, aos 14 min. do 1º tempo
Público: 13.359 pagantes
Renda: R$ 67.545,00
InternacionalLauro; Bustos (Ricardo Lopes), Danny Morais, Orozco e Ramon; Guiñazu, Maycon, Gustavo Nery e Rosinei; Daniel Carvalho (Walter) e Taison
Técnico:Tite
Cruzeiro: FábioJonathanLéo FortunatoThiago Heleno e FernandinhoFabrício (Henrique), Marquinhos ParanáRamires e Wagner (Weldon); Gerson Magrão (Wanderley) e Thiago Ribeiro
Técnico:Adilson Batista
Cartões amarelos: Marquinhos Paraná, Ramires e Jonathan (Cruzeiro); Daniel Carvalho, Taison e Ramon (Internacional)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro


Do Globoesporte.com
E o Cruzeiro voltou a comer mosca. Na tarde deste domingo, o time mineiro jogou na lata de lixo a oportunidade de garantir vaga na Libertadores do ano que vem. A derrota de 1 a 0 para os reservas do Inter no Beira-Rio deixa a Raposa em risco. Na última rodada, é preciso vencer a Portuguesa em casa, sob pena de ficar com as mãos vazias.

Com a combinação de resultados, o Cruzeiro fechou a rodada na quarta colocação, com 64 pontos, à frente do Flamengo, primeiro não-classificado, apenas no número de vitórias. O Inter, com o triunfo, sobe para 54, em sexto.

O time colorado esquece novamente o Campeonato Brasileiro e vai com tudo para a decisão da Copa Sul-Americana. Na quarta-feira, recebe o Estudiantes precisando apenas de um empate para levantar mais um caneco estrangeiro.

Colorado muito superior à Raposa

Para um clube que almeja assegurar vaga na Libertadores, o Cruzeiro apresentou uma pobreza inexplicável no primeiro tempo. O time de Adílson Batista foi controlado pelos reservas do Inter. A ineficiência dos visitantes passa pela criação – quase nula. Os mineiros só tiveram chances de gol em jogadas de bola parada.

Chega a ser curioso: o Inter, com quase nada a fazer no Campeonato Brasileiro, pareceu mais disposto do que a Raposa. Conseqüentemente, esteve sempre mais perto de balançar a rede. Antes de abrir o placar, o time colorado teve duas chances claras de gol, ambas com Rosinei. Na primeira, ele bateu torto. Na segunda, chutou fraco.


O gol saiu aos 14 minutos. Bustos, na direita, colocou a bola na cabeça de Gustavo Nery, improvisado como meia. O lateral desviou com precisão e fez a festa. Foi o primeiro gol dele com a camisa vermelha.

Chance clara, daquelas de descabelar o torcedor na arquibancada, o Cruzeiro só teve uma. Aos 32 minutos, Fernandinho acertou o travessão de Lauro em cobrança de falta na entrada da área. A bola ficou pererecando na frente do gol até aparecer a zaga gaúcha para cortar.

Lauro estraga planos do ex-clube

O futebol dá voltas. Lauro, escanteado no Cruzeiro, virou destaque no Inter. E complicou muito a vida do ex-clube ao defender pênalti (de Ramon em Wagner) batido por Fernandinho aos dez minutos do segundo tempo. Ele caiu no canto e fez grande defesa. No rebote, Thiago chutou cruzado para a finalização de Fernandinho que marcou, mas estava impedido.

A Raposa voltou mais vibrante na etapa final, disputada com muita chuva. Desde o início, procurou pressionar. Mesmo assim, levou sustos. Daniel Carvalho, aos sete minutos, mandou a bola no travessão de Fábio.

O Cruzeiro pressionou, buscou o gol, tentou abafar. Mas sem sucesso. Nas poucas oportunidades mais claras que teve, parou nas mãos de Lauro. O Inter, nos contra-ataques, teve grandes chances de ampliar. Fábio fez duas defesas impressionantes em chutes de Walter.

23/11/2008: Cruzeiro 3x2 Flamengo

domingo, 23 de novembro de 2008



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Ficha Técnica
Cruzeiro 3x2 Flamengo
Motivo: 36ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 23/11/2008 (domingo)
Local: Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Público: 50.789 pagantes
Renda: R$ 516.976,50
Árbitro: Carlos Eugênio Simon-RS (Fifa)
Gols: Fernandinho, aos 32 min. do 1º tempo; Ibson, aos 10 min., Thiago Ribeiro, aos 19 min., Obina, aos 25 min., e Ramires, aos 40 min. do 2º tempo
Cruzeiro: FábioJonathan (Elicarlos), Thiago Heleno, Léo Fortunato e FernandinhoHenriqueMarquinhos ParanáRamires e Gerson Magrão (Wanderley); Thiago Ribeiro e Jajá (Fabrício)
Técnico:Adilson Batista
Flamengo: Bruno, Jaílton, Fábio Luciano e Ronaldo Angelim; Leonardo Moura, Aírton (Toró), Ibson, Kleberson e Juan (Luizinho); Marcelinho Paraíba (Diego Tardelli) e Obina
Técnico:Caio Júnior
Cartões amarelos: Ibson e Toró (Flamengo); Henrique (Cruzeiro)
Cartão vermelho: Diego Tardelli e Fábio Luciano (Flamengo)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro




Do Globoesporte.com
Diante da vitória do São Paulo sobre o Vasco, em São Januário, o duelo entre Cruzeiro e Flamengo, no Mineirão, deixou de valer pelo título do Campeonato Brasileiro, e sim pela classificação para a Taça Libertadores 2009. Nada, porém, que tirasse o brilho e emoção do espetáculo, vencido por 3 a 2 pelo time da casa, com atuação de gala de Ramires. O volante, Thiago Ribeiro e Fernandinho deram a vitória para a Raposa; Ibson e Obina descontaram.

A maior polêmica da partida ficou para os minutos finais do segundo tempo. Diego Tardelli foi derrubado por Leo Fortunato na área, mas o árbitro Carlos Eugênio Simon ignorou a penalidade máxima a favor do Flamengo. Revoltados, o próprio Tardelli e o capitão Fábio Luciano acabaram expulsos, sendo que o zagueiro levou o vermelho após o apito final.


Com o resultado, o Cruzeiro subiu para a terceira colocação, com 64 pontos. Já o Fla deixou o G-4 devido à vitória do Palmeiras por 2 a 0 sobre o lanterna Ipatinga, caindo para a quinta posição com 63 pontos. O Verdão subiu para o quarto lugar também com 64 pontos e uma vitória a menos que a equipe celeste.

Na próxima rodada, o Flamengo se despede do Maracanã em 2008 enfrentando o Goiás, enquanto a Raposa, viaja até Porto Alegre para encarar o Internacional, no Beira-Rio. Os dias e horários das partidas serão confirmados pela CBF nesta segunda-feira.


Em alta velocidade, mineiros largam na frente

Talvez de olho em um início arrasador como na partida contra o Grêmio, na qual abriu o placar aos 15 segundos, o Cruzeiro acelerou o ritmo no início e foi correspondido pelo Flamengo. Nos primeiros dez minutos, três boas jogadas para cada lado.

Aos 30 segundos, Jajá recebeu na entrada da área, girou e chutou fraquinho para fora. Na seqüência, Kleberson puxou contra-ataque e serviu Obina. O camisa 9 chutou prensado e a bola sobrou para Leo Moura, que se enrolou com Ibson e desperdiçou boa chance. Um minuto depois, desatenção de Bruno: Kleberson recuou e o goleiro pegou com as mãos. Tiro indireto marcado por Carlos Eugênio Simon e desperdiçado por Marquinhos Paraná.

O jogo tinha apenas cinco minutos e Fernandinho criou a terceira boa chance para os mineiros. O lateral-esquerdo aproveitou uma bobeada da zaga do Fla e emendou forte da entrada da área. Bruno bateu roupa e Angelim afastou o perigo. O troco rubro-negro veio aos oito e aos dez minutos. Primeiro, Marcelinho Paraíba cobrou escanteio no primeiro pau, Jaílton desviou e Ibson não alcançou a bola na pequena área. Depois, o próprio volante serviu Leo Moura pela direita, mas o lateral errou o cruzamento para Obina.

As duas equipes diminuíram a velocidade até os 19 minutos, quando Gerson Magrão recebeu pela esquerda e tocou para trás. Jajá, sem goleiro, errou a conclusão e perdeu gol feito. Três minutos depois, porém, o atacante cruzeirense acertou em cheio. Ele roubou a bola de Angelim e bateu colocado no ângulo direito de Bruno. O travessão salvou os cariocas.

Passivo, o Flamengo parecia confiar nos contra-ataques e observava o Cruzeiro trabalhar a bola no campo de ataque. A estratégia foi castigada aos 33 minutos. Ramires recebeu com muita liberdade pela esquerda, aguardou a entrada de Fernandinho pelo meio da zaga e rolou entre as pernas de Kleberson. Frente a frente com Bruno e observado por Leo Moura, o lateral-esquerdo só escorou e levantou o mar azul que tomava conta do Mineirão.

O gol acordou o Flamengo, que se mandou para o ataque sem muita eficiência. Aos 36, Paraíba cruzou no segundo pau, Angelim escorou para o meio e Fábio afastou de soco. Dono do jogo, o Cruzeiro administrou a vantagem e só foi incomodado aos 45, quando Juan deixou Jonathan caído e cruzou nas mãos do goleiro mineiro.

Gols, milagre e polêmica

Com o sonho do hexa sendo adiado e o risco de perder até a vaga no G-4, Caio Júnior liberou o Flamengo para o ataque no início da segunda etapa. Tímido no primeiro tempo, Ibson foi liberado para atacar e deu maior dinamismo ao time carioca. Tal exposição, porém, resultou em susto aos três minutos. Jajá deixou Ramires na cara do gol. O volante dominou, escolheu o canto, deslocou Bruno e... jogou para fora.

Aos oito, uma bomba de fabricação caseira explodiu na geral e ligou o time do Flamengo. No minuto seguinte, Marcelinho Paraíba arriscou do bico da grande área pela direita e obrigou Fábio a espalmar para escanteio. Na cobrança, do próprio Paraíba, Ibson escorou de cabeça no bico da pequena área e decretou o empate.

Era a vez do Cruzeiro se mandar para inverter o placar que não lhe interessava. Aos 15 e aos 18, Bruno até que salvou o Flamengo em chutes fortes de Jajá e Fabrício da entrada da área, mas, aos 19, não teve perdão. Fernandinho descolou um lindo passe para Thiago Ribeiro aproveitar a linha de impedimento mal feita pela zaga rubro-negra e tocar no ângulo esquerdo do goleiro do Fla: 2 a 1.

Com os papéis novamente invertidos, o Flamengo novamente foi atrás de sua manutenção no G-4 e empatou com Obina, aos 25. O atacante recebeu cruzamento rasteiro de Juan, dominou de costas para o gol, girou em cima de Leo Fortunato e tocou para o fundo das redes. E o empate não se transformou em virada aos 28 por questão de centímetros. Leo Moura fez boa jogada pela direita e cruzou no segundo pau. A bola passou por Fábio, e Juan, com o gol aberto, acerta na rede pelo lado de fora.

Lá e cá, o jogo terminou como começou: eletrizante. Com a vitória do São Paulo em São Januário, só um resultado positivo poderia manter o Flamengo na briga pelo hexa, e a equipe se expôs. Aos 31, Ramires se chocou com Toró na área, a torcida pediu pênalti e Simon mandou o lance seguir. Um minuto depois, o mesmo Toró brecou o volante celeste, que já preparava o arremate após passe de Wanderley. Só que aos 39 não teve jeito. Aberto após contra-ataque mal sucedido, o Fla deu espaços para Ramires, que recebeu de Fabrício e, da marca do pênalti, tocou no canto esquerdo de Bruno.

No fim, um milagre e muita polêmica protagonizados por Diego Tardelli. Aos 42, o atacante entortou Thiago Heleno e tocou colocado no canto direito de Fábio, que fez uma defesa espetacular. Três minutos depois, muita confusão. Tardelli avançou pela esquerda, invadiu a área, cortou para dentro e recebeu uma rasteira de Leo Fortunato. Pênalti não marcado por Simon, que expulsou o atacante rubro-negro durante o jogo e o capitão Fábio Luciano, ambos por reclamação, após o apito final.

15/11/2008: Náutico 5x2 Cruzeiro

sábado, 15 de novembro de 2008


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Ficha Técnica
Náutico 5x2 Cruzeiro
Motivo: 34ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 15/11/2008 (sábado)
Local: estádio dos Aflitos, em Recife-PE
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho-DF (CBF Esp.)
Público: 16.934
Renda: R$ 50.370,00
Gols: Gilmar, aos 4 min., Wagner, aos 18 min., e Felipe, aos 23 min. do 1º tempo; Felipe, aos 3min., Guilherme, aos 31 min., Everaldo, aos 38 min., e Gilmar, aos 42 min. do 2º tempo
Náutico: Eduardo; Vagner, Hamilton e Titi; Rui, Adriano, Derley, Willian (Geraldo) e Alessandro (Everaldo); Gilmar (Kuki) e Felipe
Técnico:Roberto Fernandes
Cruzeiro: FábioJonathan (Carlinhos), Léo Fortunato (Thiago Martinelli), Thiago Heleno e FernandinhoHenriqueMarquinhos ParanáRamires e Camilo (Thiago Ribeiro); Wagner e Guilherme
Técnico:Adilson Batista
Cartões amarelos: Ramires e Wagner (Cruzeiro); Alessandro, Derley, Ruy e Vagner (Náutico)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro


Do Globoesporte.com
A monotonia e a apatia passaram longe dos Aflitos neste sábado. Em jogo bastante movimentado, o Náutico goleou o Cruzeiro por 5 a 2 e vai dormir fora de zona de rebaixamento do Brasileirão. A Raposa, por sua vez, perderá uma posição no domingo, já que Flamengo e Palmeiras se enfrentam e obrigatoriamente um deixará os mineiros para trás. Em compensação, o confronto entre cariocas e paulistas também impede que o clube da Toca da Raposa deixe o G-4 por enquanto.

Na próxima rodada, o Timbu (15º com 40 pontos) joga fora de casa com o Figueirense em confronto direito contra o rebaixamento. O Cruzeiro (terceiro com 61) recebe o Flamengo, no Mineirão, em jogo que pode deixar um dos dois próximos da Libertadores 2009.

Ritmo forte

O primeiro tempo do jogo representou bem o momento que as duas equipes vivem no campeonato. Ambos precisavam da vitória. Ambos buscaram o gol a todo o momento. Cada um dentro de suas características, evidentemente.

Pelo Timbu, a velocidade de Gilmar e a técnica de Felipe fizeram a diferença. Aos quatro minutos, Alessandro achou o primeiro no meio da zaga celeste, que fazia linha de impedimento. O atacante chegou na frente de Leo Fortunato e bateu no cantinho esquerdo de Fábio para abrir o placar.


A festa que tomou conta dos Aflitos teve uma pausa 12 minutos depois. Guilherme lançou Camilo, que em posição de impedimento foi em direção à bola, parando assim que percebeu a presença de Ramires na direita. O volante entrou na área e marcou o gol, prontamente anulado pela arbitragem, que marcou a posição irregular de Camilo. O banco do Cruzeiro reclamou muito deste lance.

Mas nem houve muito tempo para reclamação. Aos 18, Henrique ameaçou chutar e achou Wagner na área pela esquerda. O camisa 10 bateu no canto esquerdo e deixou tudo igual. A festa agora era azul.

Mais uma comemoração frustrada. Apenas três minutos após o gol celeste, Henrique derrubou Gilmar no bico esquerdo da grande área. Pênalti para o Náutico. Felipe foi para a cobrança, fez a paradinha, deixando Fábio caído no canto esquerdo, e tocou no lado oposto: 2 a 1.

Gilmar continuou importunando a defesa adversária. Com 27 de jogo, ele cruzou da esquerda para a presença surpresa de Titi. O zagueiro bateu prensado, e Fábio fez a defesa.

No último lance do movimentado primeiro tempo, Guilherme foi lançado na área, pela direita, e bateu cruzado. Eduardo bateu roupa, e a zaga alvirrubra colocou para escanteio.

Ritmo forte também na etapa final

Se alguém aproveitou o intervalo para fazer alguma coisa e demorou um pouquinho para voltar perdeu um início de segundo tempo ainda mais alucinante que o do primeiro. Aos 50 segundos, Henrique evitou a saída da bola pela lateral, deixou Alessandro caído e cruzou na pequena área. Eduardo defendeu em dois tempos.

Mas então prevaleceu mais uma vez a técnica de Felipe. Com dois minutos, ele recebeu na área e chutou forte. A bola desviou em Thiago Martinelli e quase enganou Fábio, saindo pela linha de fundo. Na cobrança do escanteio, a bola sobrou com Titi na entrada da área. O zagueiro tocou por cima para Felipe, que finalizou por baixo de Fábio para marcar o terceiro.

O Cruzeiro não desanimou. Aos 11, Fábio foi lançado na meia-lua. Eduardo saiu do gol e evitou o segundo gol celeste. Era lá e cá. Seis minutos depois, Felipe mirou o ângulo esquerdo de Fábio e quase acertou. Mandou para fora. Com 20 minutos, Wagner bateu falta da direita e achou Ramires livre na pequena área. O volante, entretanto, cabeceou torto, para baixo e sem força, perdendo grande oportunidade.

Fábio evitou que o resultado se transformasse em goleada aos 27. Felipe fez inversão da jogada da esquerda para a direita e encontrou Ruy. De fora da área, o ala chutou forte, obrigando o camisa 1 celeste a desviar para escanteio.

A defesa de Fábio deixou o Cruzeiro vivo no jogo. Na jogada de perigo seguinte, Wagner bateu para o gol, e a bola bateu na mão de Hamilton dentro da área. Pênalti desta vez para os mineiros. Guilherme foi para a cobrança e marcou no canto esquerdo.

A ducha de água fria para os mineiros não demorou a vir. Aos 38, Felipe cruzou para Everaldo, que acabara de entrar, empurrar para o gol vazio após trombada de Fábio e Thiago Heleno. E aos 43, Felipe deixou Gilmar livre, e o atacante não desperdiçou, tocando no canto direito e fechando o placar.

1998: Cruzeiro 5x0 Jvuentude

quarta-feira, 12 de novembro de 2008



Cruzeiro 5 x 0 Juventude

Cruzeiro GOL Dida DEF Wílson Gottardo DEF Marcelo Djian MEI Marcos Paulo (1) MEI Valdo MEI Caio MEI Reginaldo MEI Djair MEI Vágner (1) ATA Fábio Júnior ATA Alex Alves (1) LAT Gustavo ATA Marcelo Ramos (2) LAT Gilberto TÉC Levir

Juventude GOL Gilmar DEF Índio Alagoano DEF Capone MEI Wallace MEI Fábio Mello MEI Luiz Antonio MEI Marcão LAT Borges Neto ATA Rodrigo Gral ATA Marco Aurélio LAT Júlio César LAT Silvan MEI Rogério Belém LAT Dênis TÉC Cláudio Duarte Ficha técnica data 12/11/1998 Torneio Campeonato Brasileiro 1998 Fase 1ª Fase estádio Mineirão Público 36,258 Árbitro Paulo

09/11/2008: Cruzeiro 1x0 Fluminense

domingo, 9 de novembro de 2008



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Melhores Momentos

Ficha Técnica
Cruzeiro 1x0 Fluminense
Motivo: 34ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 09/11/2008 (domingo)
Local: Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva-RS (Fifa)
Público: 16.345
Renda: R$ 236.955,00
Gol: Ramires, aos 20 min. do 2º tempo
Cruzeiro: FábioJonathanLéo FortunatoThiago Heleno (Thiago Martinelli) e Fernandinho (Carlinhos); HenriqueMarquinhos ParanáRamires e WagnerJajá (Wanderley) e Guilherme
Técnico:Adilson Batista
Fluminense: Fernando Henrique; Carlinhos, Thiago Silva, Luiz Alberto e João Paulo; Wellington Monteiro (Somália), Fabinho, Arouca (David) e Conca; Everton Santos (Ciel) e Washington.
Técnico:René Simões
Cartões amarelos: Carlinhos (Fluminense)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro



Do Globoesporte.com
Um gol de cabeça de Ramires, aos 20 minutos do segundo tempo, fez com que o Cruzeiro continuasse sonhando com a conquista do título do Campeonato Brasileiro. A Raposa venceu o Fluminense por 1 a 0, chegou aos 61 pontos e assumiu o terceiro lugar na tabela de classificação, já que o Palmeiras perdeu por 1 a 0 para o Grêmio, no Palestra Itália, e apesar de ter o mesmo número de pontos, o Verdão tem 18 vitórias contra 19 da equipe celeste.


Mesmo com a derrota, o Fluminense permanece fora da zona de rebaixamento, na 16ª posição. O Tricolor tem 37 pontos, a mesma pontuação do Náutico, que empatou por 0 a 0 diante do Coritiba. Mas o saldo de gols é melhor: - 3 contra –13.

Na próxima rodada, o Fluminense vai receber a Portuguesa, sábado, às 18h30m, no Maracanã. Já o Cruzeiro enfrentará o Náutico, no mesmo dia e horário, nos Aflitos, em Recife.

Início de jogo animado e polêmica no fim da etapa

O primeiro tempo começou com um ritmo frenético, com o Cruzeiro e Fluminense criando boas oportunidades de gol. As duas primeiras foram do time tricolor. Aos dois minutos, João Paulo cruzou e Everton Santos chutou forte, por cima do travessão. Três minutos depois, Washington recebeu dentro da pequena área, mas dominou e permitiu a defesa do goleiro Fábio.

A primeira chance do Cruzeiro foi também a melhor da equipe nos primeiros 45 minutos. Aos sete, Guilherme foi lançado nas costas de Wellington Monteiro, cortou o zagueiro e chutou para Fernando Henrique espalmar a bola. No rebote, Wagner chutou rasteiro e o volante Fabinho salvou o gol quase em cima da linha.

Depois do bom início, o jogo teve uma caída na parte técnica por causa do forte calor que fazia em Belo Horizonte. Aos 20, o Cruzeiro fez uma boa troca de passes na intermediária tricolor e Jajá deixou Jonathan na cara de Fernando Henrique. Ele soltou a bomba, mas a bola passou raspando a trave direita do goleiro. Depois da parada feita pelo árbitro Leonardo Gaciba, para os jogadores se refrescarem, Jajá cabeceou com estilo, aos 33, e obrigou FH a fazer outra defesa difícil. No minuto seguinte, Arouca avançou com a bola e chutou para Fábio defender.

Aos 47 minutos, o lance mais polêmico do primeiro tempo. Guilherme recebeu na entrada da área e chutou. A bola bateu em Jajá e entrou no gol, enganando Fernando Henrique. Mas o auxiliar Milton Otaviano dos Santos marcou, corretamente, o impedimento, anulando o gol da Raposa.

Ramires decide para a Raposa

O segundo tempo começou devagar, com as duas equipes valorizando a posse de bola no meio-de-campo. Não gostando da atitude de seus jogadores, o técnico Adilson Batista fez uma substituição logo aos oito minutos. Ele trocou um atacante por outro, entrando Wanderley e saindo Jajá.

O Cruzeiro melhorou em campo e fez uma blitz de quase três minutos na defesa do Fluminense. Com muitos cruzamentos sobre a área, os zagueiros tricolores levaram a melhor por causa da boa estatura. Mas de tanto insistir nas jogadas aéreas, o time mineiro conseguiu abrir o placar.

Aos 20 minutos, Guilherme dominou a bola na entrada da área e fez um cruzamento perfeito. Ramires apareceu como um foguete na segunda trave e cabeceou no canto esquerdo, sem chance de defesa para Fernando Henrique.

Depois do gol, o Fluminense não demonstrou nenhum tipo de reação em campo e o Cruzeiro passou a dominar ainda mais as ações dentro de campo. Errando poucos passes, a Raposa entrava com facilidade na defesa tricolor. Aos 29, Guilherme recebeu lançamento, ganhou no corpo de Thiago Silva e rolou a bola para a entrada da área. Wagner chutou colocado e acertou a trave direita Fernando Henrique.

No fim da partida, o Fluminense tentou fazer uma pressão no Cruzeiro, mas esbarrou na falta de pontaria de seus atacantes.

02/11/2008: Goiás 3x0 Cruzeiro

domingo, 2 de novembro de 2008



Goiás 3x0 Cruzeiro
Motivo: 33ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 02/11/2008 (domingo)
Local: Serra Dourada, em Goiânia-GO
Árbitro: Paulo César Oliveira-SP (Fifa)
Público: 8.273 pagantes
Renda: R$ 129.585,00
Gols: Paulo Baier, aos 2 min. e aos 8 min., e Henrique, aos 16 min. do 1º tempo
Goiás: Harlei; Rafael Marques, Henrique e Ernando; Vítor, Fernando, Fábio Bahia, Júlio César, Paulo Baier (Felipe) e Thiago Feltri (Lusmar); Iarley (Alex Terra)
Técnico:Hélio dos Anjos
Cruzeiro: FábioJonathanThiago HelenoEspinoza (Léo Fortunato) e CarlinhosHenriqueMarquinhos ParanáFernandinho (Maurinho) e WagnerThiago Ribeiro e Guilherme (Camilo)
Técnico:Adilson Batista
Cartões amarelos: Jonathan, Carlinhos e Camilo (Cruzeiro); Fernando e Vítor (Goiás)
Fonte: Site Oficial do Cruzeiro


Do Globoesporte.com
Num jogo que para o Cruzeiro valia disputa do título brasileiro, e, para o Goiás, a briga por uma vaga na Sul-Americana, .parecia que as camisas estavam trocadas. Com um futebol apático, displicente, a Raposa sucumbiu diante do Esmeraldino, que marcou três gols nos primeiros 16 minutos de jogo e liquidou a partida - depois, restou apenas passar o tempo e administrar o resultado. Com a vitória por 3 a 0, dois gols de Paulo Baier e um  de Henrique, a equipe goiana passou para 48 pontos ganhos, pulando para o oitavo lugar do Campeonato Brasileiro, pois o São Paulo bateu o Inter por 3 a 0.

A derrota não afasta o Cruzeiro da luta pelo título, mas o clube, com 58 pontos ganhos, cai para a quarta posição com a vitória do Palmeiras sobre o Santos por 2 a 1 na Vila Belmiro - o Verdão pulou para 61 pontos. Na próxima rodada, no domingo, o Goiás vai à Ilha do Retiro encarar o Sport. O Cruzeiro recebe o Fluminense no Mineirão.

3 a 0 em 16 minutos

Não demorou muito para ter emoção na partida. Na primeira jogada de ataque do Esmeraldino, gol. Em jogada pela direita do lateral Vítor - uma constante do time neste Brasileiro -, a bola foi centrada para Paulo Baier, que se complicou. Sobrou para Júlio César, da entrada da área, bater firme. O goleiro Fábio rebateu no pé de Paulo Baier, que colocou com calma, aos dois minutos de jogo.

O gol atordoou o Cruzeiro, lento e errando muitos passes. Num deles, na saída de bola, Espinoza bobeou feio. Fábio Bahia aproveitou e tocou para Paulo Baier livre, pela direita. O camisa 10 não desperdiçou e bateu com categoria, sem defesa, aos oito minutos: 2 a 0. Logo depois do segundo gol, uma briga na geral entre facções das duas torcidas tomou conta do Serra Dourada e teve que ser contida pela PM.

No campo, estava fácil para o Esmeraldino jogar pelo lado esquerdo do Cruzeiro. Era por ali que saíam as jogadas do Goiás. Vítor, Fábio Bahia, Iarley e Paulo Baier caíam naquele setor. Carlinhos não dava conta - como fez falta Jadílson -, Fernandinho e Espinoza falhavam na marcação. Resumo: mais uma jogada deu em escanteio, que Júlio César cobrou pela direita. Henrique subiu mais que a zaga da Raposa e cabeceou para as redes: 3 a 0 para o Esmeraldino, com 16 minutos de jogo.

Raposa sonolenta

Irreconhecível em campo, o Cruzeiro só tinha levado perigo ao gol do Goiás numa cabeçada de Thiago Heleno para fora. Wagner, Guilherme, Thiago Ribeiro, Marquinhos Paraná pareciam não estar em campo. O Goiás, com 3 a 0 em 16 minutos, se aproveitava dos buracos deixados pela defesa. Estava mais perto do quarto gol do que a Raposa do primeiro. Fábio Bahia, aos 23, por pouco não ampliou para 4, não fosse a boa intervenção de Fábio.

Era incrível a displicência do Cruzeiro, que andava em campo. Parecia que estava ganhando a partida. O Goiás, mesmo tirando o pé do acelerador, procurava aproveitar os espaços. Mas o jogo, a partir dos 30 minutos, ficou arrastado até o fim do primeiro tempo. Afinal, com 3 a 0 no marcador, ao Esmeraldino só restou passar o tempo tocando a bola para segurar o bom resultado.

Do lado da Raposa, os jogadores pareciam ainda atônitos com o péssimo primeiro tempo.

- O time não pode ter um início de jogo como esse. Agora temos que dar o sangue - resumiu o atacante Guilherme.

Mudanças

Para o segundo tempo, Adílson Batista trocou defesa e ataque. Tirou o vulnerável Espinoza e lançou Léo Fortunato e pôs Camilo no lugar de Guilherme, artilheiro da equipe no campeonato, com 17 gols. Com a mudança, Wagner foi para o ataque e Camilo ficou na armação das jogadas. Logo com cinco minutos, Carlinhos arriscou de fora da área para Harlei fazer sua primeira grande defesa.

A Raposa melhorou. Wagner se mexia melhor, e Camilo encostava no ataque. Aos 12, ele fez boa jogada individual e quase marcou - Harlei tirou com o pé.

O Goiás buscava os contra-ataques. Aos 19, Júlio César lançou Thiago Feltri, que tocou na medida para Iarley. O atacante marcou o quarto gol, que, no entanto, foi anulado erradamente pelo árbitro Paulo César Oliveira. Dois minutos depois, Thiago Feltri desperdiçou, por preciosismo, outra chance de ampliar. Aos 23, Paulo Baier isolou nova chance.

O segundo tempo estava mais parelho. O Cruzeiro coordenava melhor as jogadas de ataque. O meio-campo dava melhor seqüência às jogadas. Aos 30, Camilo, já o melhor da equipe, deixou Wagner em condições de marcar, mas a zaga desviou. Aos 38, o lance mais bonito da Raposa: Jonathan bateu com efeito, Harlei voou de mão trocada para espalmar. Mas o desânimo já tomava conta do time. Era impossível evitar a derrota.