26/07/2026: Cruzeiro 1x0 Botafogo

domingo, 26 de julho de 2026

 

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26/07/2026: Cruzeiro 1x0 Botafogo
Motivo: 20ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Mineirão, em Belo Horizonte
Gols: Gabriel Justino, 40 1º t
Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda (ES)
Assistentes: Douglas Pagung (ES) e Pedro Amorim de Freitas (ES)
VAR: Daniel Nobre Bins (RS)
Público: 39.294 torcedores
Renda: R$ 2.140.430,50
Técnico: Artur Jorge.
Botafogo: Warleson; Vitinho, Ferraresi, Justino e Alex Telles (Marçal, aos 44′ do 2ºT); Huguinho, Danilo (Kauan Toledo, aos 23′ do 2ºT) e Medina; Montoro (Santi Rodríguez, aos 37′ do 2ºT), Matheus Martins (Villalba, aos 44′ do 2ºT) e Arthur Cabral (Kadir, aos 37′ do 2ºT). 
Técnico: Franclim Carvalho.
Cartões amarelos: Warleson, aos 25′ do 1ºT (BOT); Huguinho, aos 34′ do 1ºT (BOT); Fagner, aos 47′ do 1ºT (CRU); Ferraresi, aos 48′ do 1ºT (BOT); Jonathan Jesus, aos 10′ do 2ºT (CRU); Kadir, aos 49′ do 2ºT (BOT); Arroyo e Kaio Jorge, aos fim da partida (CRU)





Antigo problema do Cruzeiro deu as caras no Mineirão, em Belo Horizonte: o time criou, entregou volume ofensivo, mas não arrematou. No fim das contas, apesar de ter controlado as ações, viu o Botafogo ser letal em cobrança de escanteio e amargou derrota por 1 a 0. Mineiros e cariocas se enfrentaram neste domingo (26/7), pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Apesar dos desfalques importantes (Gerson, Matheus Pereira e Gabriel Pec), o Cruzeiro se portou bem em termos ofensivos. Criou, colecionou as melhores oportunidades – principalmente com o volante Lucas Romero e o atacante Kaio Jorge – e liderou as estatísticas.

Mas os erros nos momentos cruciais custariam caro. A Raposa baixou a intensidade e sentiu animicamente a saída do atacante Luis Sinisterra, que deixou o campo aos prantos após sentir incômodo muscular. Dois minutos depois, aos 40, o zagueiro Justino aproveitou cobrança de escanteio do lateral-esquerdo Alex Telles, subiu sem marcação e abriu o marcador.

O Cruzeiro voltou do intervalo decidido a buscar o empate. Entregou volume ofensivo em várias partes do campo, mas poucas oportunidades promissoras. Com o passar do tempo, a aflição da derrota ficava evidenciada nas expressões e nas conclusões das jogadas. Àquela altura, a intenção do Botafogo era jogar no erro do adversário e manter a vantagem. Feito.

A invencibilidade de cinco jogos do Cruzeiro caiu por terra. Era a oportunidade de os comandados de Artur Jorge colarem no G5 e se distanciarem ainda mais da zona de rebaixamento. A missão ficará para o duelo com o Coritiba.
Com os mesmos 27 pontos, o Cruzeiro caiu para a nona colocação na tabela de classificação – a rodada não chegou ao fim. O próximo embate é nesta quinta-feira (30/7), contra o Coritiba, às 21h30, no Couto Pereira, em Curitiba, pela 21ª rodada.

O Botafogo soma 29 pontos e ocupa a oitava posição momentaneamente. Os comandados de Franclim Carvalho voltam a campo apenas em 8 de agosto, contra o Fluminense, às 21h, no Nilton Santos, no Rio de Janeiro, pela 22ª rodada do Brasileiro – o duelo com o Grêmio, pela 21ª, será realizado posteriormente.

Cruzeiro x Botafogo
Cruzeiro começa melhor, mas sofre no fim da parcial
O técnico Artur Jorge precisou solucionar as ausências de três titulares. Suspensos, o volante Gerson e o meia Matheus Pereira foram substituídos por Matheus Henrique e Bruno Rodrigues, respectivamente. O atacante Gabriel Pec, em recuperação de fratura na tíbia da perna esquerda, deu espaço a Marquinhos.

Apesar dos importantes desfalques, a Raposa se portou bem em campo e, diante da própria torcida, pressionou o Botafogo desde o início. Entre o sétimo e o 10º minuto, os celestes não deram paz para a defesa botafoguense em bolas alçadas. Em uma delas, Bruno Rodrigues escorou de cabeça para Kaio Jorge. Sozinho na pequena área, o centroavante não pegou em cheio e mandou para a linha de fundo.

O Botafogo respondeu na sequência. Aos 11 minutos, o meio-campista Montoro passe do atacante Matheus Martins na entrada da área e bateu colocado. Atento no lance, o arqueiro Otávio se esticou para defender. Posteriormente, o atacante Arthur Cabral também teve a oportunidade de arrematar, mas sem perigo.

A Raposa voltou a assustar antes da metade da parcial. Primeiro aos 19 minutos, com o volante Lucas Romero, que cabeceou na segunda trave e testemunhou defesa difícil do goleiro Warleson. Na sobra, o atacante Sinisterra tentou uma bicicleta, mas atingiu o zagueiro Ferraresi. Aos 23, Kaio Jorge recebeu enfiada de Marquinhos e desperdiçou cara a cara com Warleson. Como é possível imaginar, os lances desperdiçados custaram caro.

O Cruzeiro baixou a intensidade e sentiu ainda mais quando Sinisterra deixou o campo com o auxílio de um carrinho-maca. Aos 36 minutos, o colombiano, que tem largo histórico de lesões musculares, sentiu a coxa durante uma corrida e foi às lágrimas. Wanderson o substituiu na ponta esquerda.

Dois minutos depois da substituição, a Raposa sofreu. Aos 40 minutos, Alex Telles cobrou escanteio na medida para Justino. Livre de marcação, o zagueiro cabeceou na diagonal, tirou Otávio da jogada e abriu o placar no Mineirão: 1 a 0.

Botafogo manteve a vantagem
À frente no marcador, o Botafogo voltou para a segunda etapa com o intuito de jogar nos erros do Cruzeiro, que, por sua vez, investia em volume ofensivo, especialmente pelos lados, com Wanderson e Marquinhos. Aos 7 minutos, por exemplo, troca de passes entre os dois atacantes quase se tornou assistência para Kaio Jorge, que chegou para arrematar, mas passou da bola.

O time rondou a área adversária e amedrontou, mas as decisões tomadas nas conclusões dos lances e as expressões deixavam claro a aflição dos cruzeirenses.

Aos 14 minutos, Keny Arroyo entrou para dar fôlego à ponta direita. Na mesma paralisação, João Marcelo assumiu a vaga de Fabrício Bruno – alteração que deixou a torcida em alerta sobre um possível problema físico, já que era o companheiro de zaga, Jonathan Jesus, quem estava pendurado.

Pouco mudou desde então. O Botafogo viu a estratégia funcionar, e a invencibilidade de cinco jogos do Cruzeiro caiu por terra. Era a oportunidade de os comandados de Artur Jorge colarem no G5 e se distanciarem ainda mais da zona de rebaixamento. A missão ficará para o embate com o Coritiba.

22/07/2026: Internacional 1x2 Cruzeiro

quinta-feira, 23 de julho de 2026

 

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22/07/2026: Internacional 1x2 Cruzeiro
Motivo: 19ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Beira-Rio, em Porto Alegre
Data: 22 de julho de 2026
Gols: Johan Carbonero, aos 38’/2ºT (Internacional) Kaio Jorge, aos 11’/1ºT e Matheus Pereira, aos 19’/2ºT (Cruzeiro)
Cartões amarelos: Bernabei (Internacional); Lucas Silva, Jonathan Jesus, Fagner, Matheus Pereira e Gerson (Cruzeiro)
Cartão vermelho: Vitor Gabriel (Internacional)
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (SP)
Assistentes: Neuza Inês Back e Alex Ang Ribeiro (SP)
VAR: Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ)
Internacional: Anthoni; Bruno Gomes (Aguirre, aos 40’/2ºT), Félix Torres, Gabriel Mercado (Victor Gabriel, no intervalo) e Maripán; Luiz Felipe (Matheus Bahia, no intervalo), Villagra (Paulinho, aos 40’/2ºT) e Bernabei; Vitinho, Johan Carbonero e Alerrandro (Bruno Henrique, aos 27’/2ºT). 
Técnico Paulo Pezzolano
Cruzeiro: Otávio; Fagner (William, aos 40’/2ºT), Fabrício Bruno, Jonathan Jesus e Gabriel Rojas; Matheus Henrique, Gerson (Wanderson, aos 41’/2ºT) e Matheus Pereira; Gabriel Pec (Bruno Rodrigues, aos 15’/2ºT), Luis Sinisterra (Lucas Silva, aos 31’/2ºT) e Kaio Jorge (Néiser Villarreal, aos 41’/2ºT). 
Técnico: Artur Jorge



O retorno do Campeonato Brasileiro foi positivo para o Cruzeiro. A Raposa reestreou de pé direito, com triunfo por 2 a 1 sobre o Internacional, nesta quarta-feira (22/7). O jogo foi disputado debaixo de chuva no Beira-Rio, em Porto Alegre.
Principais estrelas do Cruzeiro, o meia Matheus Pereira e o atacante Kaio Jorge garantiram os gols da vitória com assistências do lateral-direito Fagner. Já o Inter balançou a rede com o centroavante Johan Carbonero.
Essa foi a primeira partida oficial da Raposa após a longa pausa para a Copa do Mundo. O time vinha de amistosos contra Grêmio (1 a 3 no Mané Garrincha, em Brasília) e Defensor, do Uruguai (2 a 0 no Independência, em Belo Horizonte).
KJ abre o placar para o Cruzeiro no primeiro tempo
A etapa inicial foi movimentada, com gol do Cruzeiro e chances dos dois lados. Já nos primeiros minutos a defesa do Inter tirou uma bola em cima da linha. A Raposa pressionou mais no começo e depois foi ameçada pelo Colorado, que buscou o empate, mas não teve sucesso.
O gol do Cruzeiro foi marcado por Kaio Jorge aos 11′. Após cortada de Fagner, a bola acabou caindo no pé do centroavante, que saiu à frente dos marcadores e finalizou cara a cara com o goleiro do Inter. Ele acertou o canto esquerdo: 1 a 0.
Durante todo o jogo, choveu bastante no Beira-Rio. O volume de água não impediu os times de fazerem jogo movimentado e com várias chances de gols – a maioria desperdiçada.
Matheus Pereira e Carbonero marcam no segundo tempo
A Raposa voltou do intervalo ameaçando o Inter. O atacante Luis Sinisterra teve chance dentro da pequena área, mas parou em boa defesa do goleiro Anthoni.
Um lance violento deixou os dois times com baixas. O zagueiro Victor Gabriel deu carrinho com as travas da chuteira na canela do atacante Gabriel Pec.

A entrada levantou o jogador do Cruzeiro, que caiu no chão com meião ensanguentado. O árbitro expulsou o jogador do Inter, e Gabriel Pec foi substituído.

Aos 19′, a Raposa ampliou o placar com golaço de Matheus Pereira. O meia recebeu de costas, girou driblando o marcador e chutou colocado no canto esquerdo: 2 a 0.

Uma falha coletiva deixou o Cruzeiro pressionado no fim do jogo. Mesmo com um a menos, o Inter conseguiu diminuir a vantagem celeste.

O meio-campista Bernabei cruzou, e a bola sobrou para o lateral-esquerdo Matheus Bahia, que tentou chutar. A posse ficou com Johan Carbonero, que estava livre e acertou cavadinha no fundo da rede: 2 a 1.

Jogos do Cruzeiro em 2026

segunda-feira, 20 de julho de 2026

 









Técnico: Tite

12/07/2026: Cruzeiro 1x3 Grêmio

terça-feira, 14 de julho de 2026

 

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12/07/2026: Cruzeiro 1x3 Grêmio
Motivo: amistoso de intertemporada
Local: Mané Garrincha, em Brasília
Data: 12 de julho de 2026
Gols: Luis Sinisterra (26’/1ºT), do Cruzeiro; Carlos Vinícius (20’/1ºT), Juan Nardoni (35’/1ºT) e Matheus Nascimento (49’/2ºT), do Grêmio
Cartões amarelos: João Marcelo e Jonathan Jesus (Cruzeiro); Wagner Leonardo, Bernardo Zortea, Carlos Vinícius e Walter Kannemann (Grêmio)
Cruzeiro: Otávio; William (Fagner, aos 26’/2ºT), Fabrício Bruno (João Marcelo, aos 26’/2ºT), Jonathan Jesus (Lucas Villalba, aos 26’/2ºT) e Gabriel Rojas (Kauã Moraes, aos 26’/2ºT); Matheus Henrique (Lucas Silva, aos 26’/2ºT), Gerson (Lucas Romero, aos 25’/2ºT) e Matheus Pereira (Bruno Rodrigues, aos 25’/2ºT); Marquinhos (Wanderson, aos 8’/2ºT; Gabriel Pec, aos 24’/2ºT), Kaio Jorge (Chico da Costa, aos 25’/2ºT) e Luis Sinisterra (Kaique Kenji, aos 26’/2ºT). 
Técnico: Artur Jorge
Grêmio: Gabriel Grando; Cristian Pavón (Riquelme, aos 28’/2ºT), Gustavo Martins (Luis Eduardo, aos 28’/2ºT), Walter Kannemann (Wagner Leonardo, aos 28’/2ºT) e Caio Paulista (Pedro Gabriel, aos 28’/2ºT); Juan Nardoni (Jeferson, aos 28’/2ºT), Mathías Villasanti (Bernardo Zortea, aos 28’/2ºT) e Gabriel Mec (Miguel Monsalve, aos 17’/2ºT); Tetê (Marcos Rocha, aos 11’/2ºT), Francis Amuzu (José Enamorado, aos 11’/2ºT) e Carlos Vinícius (Matheus Nascimento, aos 16’/2ºT). 
Técnico: Luis Castro


O Cruzeiro cometeu falhas na defesa, desperdiçou dois pênaltis e perdeu por 3 a 1 para o Grêmio neste domingo (12/7). Rivais de longa data no Campeonato Brasileiro, os times disputaram amistoso de intertemporada no Mané Garrincha, em Brasília.
A Raposa parou em grandes defesas do goleiro Gabriel Grando, que duas pegou cobranças no segundo tempo. Os pênaltis foram batidas pelos atacantes Kaio Jorge e Gabriel Pec.
Mais consistente, o Grêmio marcou com o volante Juan Nardoni e os atacantes Matheus Nascimento e Carlos Vinícius. Quem balançou a rede para o Cruzeiro foi o ponta Luis Sinisterra.
O Grêmio abriu o placar com Carlos Vinícius, aos 20 minutos do primeiro tempo. Ele recebeu passe do atacante Tetê, na entrada da área, e ajustou o corpo para chutar de primeira, se livrando da marcação. A bola entrou no canto esquerdo do gol defendido por Otávio: 1 a 0.
Já o Cruzeiro empatou aos 26′, em jogada coletiva. O meia Matheus Pereira fez grande lançamento para o lateral-esquerdo Gabriel Rojas, que encontrou Luis Sinisterra livre na área. Com chapada de primeira, o atacante acertou o canto direito: 1 a 1.
O Grêmio ampliou a vantagem aos 35′. Após cruzamento do lateral-direito Cristian Pavón, Juan Nardoni saltou dentro da área e marcou de cabeça. Ele estava totalmente livre de marcação.
A Raposa pagou preço alto por erros defensivos. O espaço concedido nos dois gols, com erros claros de marcação, deixou o time em desvantagem.
Outro fator negativo da primeira etapa foram as chances desperdiçadas. O centroavante Kaio Jorge perdeu lances claros antes do primeiro gol do Grêmio.
Cruzeiro perde dois pênaltis no segundo tempo
No segundo tempo, o zagueiro Walter Kannemann acertou a canela do volante Gerson e cometeu pênalti. Kaio Jorge acabou perdendo a cobrança. Ele tentou chutar no canto esquerdo, e o goleiro Gabriel Grando defendeu com as pernas.
Depois, houve mais um pênalti para o Cruzeiro. O zagueiro Pedro Gabriel derrubou o estreante Gabriel Pec dentro da área. Ele mesmo cobrou a penalidade, que parou nas mãos de Gabriel Grando. O goleiro defendeu a bola no canto direito.
Ainda deu tempo de o árbitro marcar um pênalti para o Grêmio nos acréscimos. Ele sinalizou falta do zagueiro Lucas Villalba no meio-campista Riquelme dentro da área.
Aos 49′, Matheus Nascimento deslocou Otávio e colocou a bola no canto direito: 3 a 1. Esse gol fechou a partida, que já estava na reta final.

04/07/2026: Cruzeiro 2x0 Defensor

sábado, 4 de julho de 2026

 



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O Cruzeiro fez o dever de casa – dessa vez no Independência, em Belo Horizonte. De volta a campo depois de pouco mais de um mês, derrotou o Defensor-URU, neste sábado (4/7). Os celestes dominaram a posse de bola e as ações do jogo, fazendo jus à superioridade técnica, e encerraram o amistoso com vitória por 2 a 0.
O técnico Artur Jorge utilizou o amistoso para rodar o elenco e montou praticamente dois times alternativos – no primeiro tempo, os titulares em campo foram Otávio, Gerson, Matheus Pereira, Sinisterra e Kaio Jorge. No segundo, Fabrício Bruno, Jonathan Jesus, Lucas Romero e Fagner. Garotos da base, como Rayan Lelis e Felipe Morais, tiveram oportunidade.
Em ambas as parciais, a Raposa sobrou tecnicamente, controlou a posse de bola e dominou as ações. O sistema defensivo, seguro, viu apenas uma jogada levar perigo para a meta – na segunda etapa – e ainda contribuiu para o lance do gol – o zagueiro João Marcelo praticamente serviu o atacante Kaio Jorge, autor do primeiro tento da partida, no primeiro tempo.
Faltou mesmo efetividade, questão que acompanha o Cruzeiro já há alguns meses e anteriormente comentada por Artur Jorge. No primeiro tempo, por exemplo, Sinisterra atormentou o lado direito da defesa e protagonizou a maior quantidade de jogadas; Kaio Jorge ainda teve a oportunidade de ampliar. Na reta final, o atacante Néiser Villarreal teve três grandes chances; Bruno Rodrigues e Marquinhos também arriscaram. Foi o jovem Felipe Morais, de 17 anos, quem ampliou para a Raposa.
A reestreia oficial da Raposa será em 22 de julho, contra o Internacional, às 21h30, no Beira-Rio, em Porto Alegre, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro. Posteriormente, em agosto, o clube disputa as oitavas de final da Copa Libertadores (contra o Flamengo) e da Copa do Brasil (diante da Chapecoense).

Cruzeiro x Defensor
Primeiro tempo
O técnico Artur Jorge escalou time misto para o amistoso, e a relação de atletas indicou possíveis movimentações. Os atacantes Chico da Costa e Wanderson ficaram fora por motivo não divulgado. O volante Christian deve ser ausência permanente, já que negocia com o Krasnodar, da Rússia. Os outros desfalques – goleiro Matheus Cunha e atacantes Arroyo e Kenji tratam lesão no departamento médico.
Em campo, uma mescla entre titulares e reservas. A começar pela zaga, formada por João Marcelo e Villalba. A meta permaneceu sob tutela de Otávio. Na lateral direita, William, que não atuava desde abril, ganhou oportunidade. Na esquerda, o reforço Gabriel Rojas estreou de forma não oficial. A função de primeiro volante ficou por conta de Matheus Cunha, companheiro de Gerson e Matheus Pereira no meio-campo. Kaio Jorge ocupou a referência no ataque, assistido por Rayan Lelis ( ponta direita) e Sinisterra (esquerda).
Logo no primeiro minuto, o Cruzeiro carimbou a trave. Na ocasião, Sinisterra disparou pela ala esquerda e cruzou. Na tentativa de afastar, o zagueiro Guillermo de Los Santos mandou no próprio travessão. Depois disso, cenário estável: Raposa com amplo domínio da posse de bola e superior tecnicamente, mas com dificuldade para criar oportunidades claras em função do sistema defensivo do Defensor, que buscava o contra-ataque.
Sinisterra foi, inclusive, o atleta mais acionado no ataque do Cruzeiro durante a primeira etapa e protagonizou as principais finalizações – não perigosas. Na reta final, faltava fôlego à Raposa, que jogava sob sol intenso. Faltava também ao Defensor. Em um descuido, a equipe uruguaia viu o placar ser alterado.
Aos 39 minutos, João Marcelo interceptou passe no campo de ataque. O zagueiro tentou cortar, mas furou, e a bola sobrou para Kaio Jorge exibir o faro artilheiro. O atacante carregou para o meio da área, cortou um defensor e bateu à meia-altura: 1 a 0. Pouco depois, aos 43, o meio-campista Matheus Pereira deixou o camisa 19 novamente em condição de marcar ao distribuir passe rasteiro entre dois adversários. Dessa vez, faltou mira.
Segundo tempo
Artur Jorge substituiu nove atletas no segundo tempo. Saíram William, João Marcelo, Villalba, Rojas, Matheus Henrique, Gerson, Matheus Pereira, Sinisterra e Kaio Jorge. Os espaços foram ocupados por Fagner, Fabrício Bruno, Jonathan Jesus, Kauã Moraes, Lucas Romero, Lucas Silva, Bruno Rodrigues, Marquinhos e Néiser Villarreal, respectivamente.
Fresco, o Cruzeiro manteve a postura ofensiva. Nos primeiros seis minutos, chegou com perigo duas vezes – em ambas as ocasiões, Néiser arrematou, mas perdeu. Aos sete minutos, o Defensor criou sua primeira grande chance. Após bela troca de passes, o volante Nicolás Wunsch recebeu na área entre dois marcadores e finalizou rasteiro. Otávio agiu rapidamente e tocou com a ponta dos dedos.
A resposta foi imediata. Fagner disparou pela direita e cruzou. Bruno Rodrigues escorou de cabeça para Néiser, que emendou de primeira. Para o azar do colombiano, o arqueiro Dawson fez baita defesa e impediu a consagração do atacante cruzeirense, protagonista nas primeiras oportunidades da Raposa.
Aos 16 minutos, Artur Jorge trocou os dois atletas que não saíram no intervalo: Otávio e Rayan Lelis deram espaço a Vitor Lamounier e Felipe Morais, nessa ordem.
A tônica da partida não mudou. Lucas Romero ainda carimbou o travessão. Um esquenta para Felipe Morais. Aos 44 minutos, o jovem da base ampliou o marcador. Sem acreditar. Depois de arriscar de fora da área, no lado esquerdo do gramado, levou a mão à cabeça e não segurou as lágrimas: 2 a 0.

Segundo tempo
Artur Jorge substituiu nove atletas no segundo tempo. Saíram William, João Marcelo, Villalba, Rojas, Matheus Henrique, Gerson, Matheus Pereira, Sinisterra e Kaio Jorge. Os espaços foram ocupados por Fagner, Fabrício Bruno, Jonathan Jesus, Kauã Moraes, Lucas Romero, Lucas Silva, Bruno Rodrigues, Marquinhos e Néiser Villarreal, respectivamente.
Fresco, o Cruzeiro manteve a postura ofensiva. Nos primeiros seis minutos, chegou com perigo duas vezes – em ambas as ocasiões, Néiser arrematou, mas perdeu. Aos sete minutos, o Defensor criou sua primeira grande chance. Após bela troca de passes, o volante Nicolás Wunsch recebeu na área entre dois marcadores e finalizou rasteiro. Otávio agiu rapidamente e tocou com a ponta dos dedos.
A resposta foi imediata. Fagner disparou pela direita e cruzou. Bruno Rodrigues escorou de cabeça para Néiser, que emendou de primeira. Para o azar do colombiano, o arqueiro Dawson fez baita defesa e impediu a consagração do atacante cruzeirense, protagonista nas primeiras oportunidades da Raposa.
Aos 16 minutos, Artur Jorge trocou os dois atletas que não saíram no intervalo: Otávio e Rayan Lelis deram espaço a Vitor Lamounier e Felipe Morais, nessa ordem.
A tônica da partida não mudou. Lucas Romero ainda carimbou o travessão. Um esquenta para Felipe Morais. Aos 44 minutos, o jovem da base ampliou o marcador. Sem acreditar. Depois de arriscar de fora da área, no lado esquerdo do gramado, levou a mão à cabeça e não segurou as lágrimas: 2 a 0.

04/07/2026: Cruzeiro 2x0 Defensor
Motivo: amistoso de intertemporada
Local: Independência, em Belo Horizonte
Gols: Kaio Jorge, aos 39′ do 1ºT (CRU); Felipe Morais, aos 44′ do 2ºT (CRU)
Árbitro: André Luiz Skettino
Assistentes: Guilherme Camilo e Fernanda Nandrea
VAR: –
Cartões amarelos: Lucas Silva, aos 27′ do 2ºT (CRU); Frugone, aos 27′ do 2ºT (CRU)
Cartão vermelho: –
Público: 19.382 torcedores
Renda: R$ 204.620,00
Cruzeiro: Otávio (Vitor Lamounier, aos 15′ do 2ºT); William (Fagner, no intervalo), João Marcelo (Fabrício Bruno, no intervalo), Villalba (Jonathan Jesus, no intervalo) e Gabriel Rojas (Kauã Moraes, no intervalo); Matheus Henrique (Lucas Romero, no intervalo) e Gerson (Lucas Silva, no intervalo); Matheus Pereira (Bruno Rodrigues, no intervalo); Rayan Lelis (Felipe Morais, aos 15′ do 2ºT), Sinisterra (Marquinhos, no intervalo) e Kaio Jorge (Néiser, no intervalo). 
Técnico: Artur Jorge.
Defensor: Dawson (Lucas Machado, aos 37′ do 2ºT); Lucas Agazzi (Goicochea, aos 24′ do 2ºT), Guillermo de Los Santos (Casco, aos 36′ do 2ºT), Caballero e Axel Frugone (Daniel Martínez, aos 37′ do 2ºT); Germán Barrios (Alex Perdomo, aos 37′ o 2ºT), Mauricio Amaro (Bruschi, aos 37′ do 2ºT) e Erico Cuello (Geanfranco Rodríguez, aos 16′ do 2ºT); Nicolás Wunsch (Juan Jorge, no intervalo), Alexander Machado (Torterolo, aos 16′ do 2ºT) e Brian Montenegro (Navarro, aos 25′ do 2ºT). 
Técnico: Mauricio Larriera.

31/05/2026: Cruzeiro 1x1 Fluminense

segunda-feira, 1 de junho de 2026

 

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31/05/2026: Cruzeiro 1x1 Fluminense
Motivo: 18ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro
Data: 31/5/2026
Estádio: Mineirão, em Belo Horizonte
Árbitro: Lucas Casagrande (PR)
Assistentes: Eduardo Gonçalves da Cruz (MS) e Rafael Trombeta (PR)
VAR: Thiago Duarte Peixoto (SP)
Cruzeiro: Otávio; Fagner (Bruno Rodrigues, aos 11′ do 2ºT)), Fabrício Bruno, Jonathan Jesus e Kaiki; Lucas Romero (Matheus Henrique, intervalo), Gerson e Christian (Chico da Costa, aos 43′ do 2ºT); Matheus Pereira, Keny Arroyo (Kenji, , aos 11′ do 2ºT) e Néiser Villarreal (Sinisterra, aos 11′ do 2ºT) 
Técnico: Arthur Jorge
Fluminense: Fábio; Guga, Jemmes, Millán e Arana (Renê, intervalo); Bernal (Hércules, aos 27′ do 2ºT), Martinelli e Savarino (Samuel Xavier, aos 27′ do 2ºT); Soteldo (Lucho Acosta, aos 21′ do 2ºT), Serna e John Kennedy (Kano, aos 27′ do 2ºT).
Técnico: 
Gols: John Kennedy e Matheus Pereira
Cartões amarelos: Lucas Romero, Fabrício Bruno (Cruzeiro); Millán e Samuel Xavier (Fluminense)
Público: 29.662
Renda: R$ 1.302.508,00


O Cruzeiro desperdiçou muitas oportunidades, saiu atrás no placar, mas buscou o empate por 1 a 1 com o Fluminense na noite deste domingo (31/5), no Mineirão, pela 18ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Os gols da noite foram marcados por John Kennedy, para os cariocas, e Matheus Pereira, a favor dos mineiros.
Embalado pela recente goleada por 4 a 0 sobre o Barcelona de Guayaquil pela Libertadores, o Cruzeiro iniciou o jogo pressionando no Mineirão, centralizando suas ações criativas nos pés de Matheus Pereira e Gerson. A equipe celeste teve uma alteração de última hora: o atacante Kaio Jorge foi vetado pelo departamento médico devido a um incômodo na parte anterior da coxa esquerda, abrindo espaço para a titularidade do colombiano Néiser Villarreal, de 21 anos. A Raposa construiu boas jogadas, mas pecou na pontaria. Aos 22 minutos, Matheus Pereira deu passe milimétrico e deixou Villarreal cara a cara com o goleiro Fábio, mas o jovem atacante errou a finalização. O colombiano ainda teve outras três oportunidades claras na grande área, mas falhou na conclusão de todas elas. O Fluminense, que não se limitou a defender, castigou o time mineiro aos 42 minutos. Após um lançamento longo vindo da defesa carioca, o lateral Kaiki não conseguiu o corte de cabeça. A bola sobrou para John Kennedy, que arrancou em velocidade, ganhou a disputa física com o zagueiro Jonathan Jesus, limpou Fabrício Bruno na área e bateu firme, sem chances para Otávio: 1 a 0.
Mudanças e o gol de empate na etapa final
No segundo tempo, o Cruzeiro manteve o controle da posse de bola, mas encontrou sérias dificuldades para romper as linhas de marcação do Fluminense, que voltou do intervalo retraído e bem postado defensivamente. Percebendo o desgaste físico e a queda de intensidade da equipe, o técnico Artur Jorge promoveu mudanças no setor ofensivo, promovendo as entradas de Luis Sinisterra, Kenji e Bruno Rodrigues. A insistência deu resultado aos 29 minutos: Matheus Pereira cobrou falta da intermediária, a bola desviou em Jemmes na barreira e traiu o goleiro Fábio, morrendo no fundo das redes: 1 a 1.
No fim do jogo, Cruzeiro e Fluminense tentaram a vitória, mas estavam esgotados fisicamente.

28/05/2026: Cruzeiro 4x0 Barcelona

sexta-feira, 29 de maio de 2026

 

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Cruzeiro 4x0 Barcelona
Motivo: sexta rodada do Grupo D da Copa Libertadores
Local: Mineirão, em Belo Horizonte
Data: 28 de maio de 2026
Gols: Matheus Pereira, aos 4’/1ºT e aos 26’/2ºT; Christian, aos 6’/2ºT; e Luis Sinisterra, aos 10’/2ºT (Cruzeiro)
Cartões amarelos: Fagner, Néiser Villarreal e Lucas Romero (Cruzeiro); Álex Rangel e Milton Céliz (Barcelona)
Público: 55.724 pessoas
Renda: R$ 3.842.306,00
Árbitro: Andrés Matonte (URU)
Assistentes: Andrés Nievas (URU) e Mathias Muniz (URU)
VAR: Leodan González (URU)
Cruzeiro: Otávio; Fagner, Fabrício Bruno, Jonathan Jesus e Kaiki  (Lucas Villalba, aos 20’/2ºT); Lucas Romero e Matheus Henrique (Lucas Silva, aos 20’/2ºT); Matheus Pereira (Bruno Rodrigues, aos 28’/2ºT), Luis Sinisterra (Keny Arroyo, aos 20’/2ºT), Christian e Kaio Jorge (Néiser Villarreal, aos 28’/2ºT). 
Técnico: Artur Jorge
Barcelona: José David Contreras; Bryan Carabalí, Javier Báez, Alex Rangel e Elkin Perlaza (Gustavo Vallecilla, aos 16’/2ºT); Matías Lugo, Jhonny Quiñónez (Carlos Montaño, no intervalo) e Milton Céliz (Luca Sosa, aos 33’/2ºT); Jandry Gómez, Héctor Villalba (Sergio Núñez, aos 15’/2ºT) e Jerly Wila (Tomás Martínez, aos 27’/2ºT). 
Técnico: César Farías



Uma partida dos sonhos no Mineirão! O torcedor do Cruzeiro teve uma grande noite nesta quinta-feira (28/5). A Raposa venceu o Barcelona de Guayaquil por 4 a 0, com exibição ‘avassaladora’ no segundo tempo, e se classificou às oitavas de final da Copa Libertadores.
O Cruzeiro ficou em segundo lugar no Grupo D da Copa Libertadores, com 11 pontos. A liderança foi da Universidad Católica, do Chile, que fez 13. Na chave ainda estava o Boca Juniors, da Argentina, que foi eliminado na terceira posição. Os xeneizes fizeram sete pontos e ficaram com a vaga para repescagem da Copa Sul-Americana. Já o Barcelona só somou três e terminou na lanterna. Os gols celestes foram marcados por Matheus Pereira (dois), Christian e Luis Sinisterra. A Raposa passeou no Mineirão, naquele que foi seu penúltimo jogo antes da parada para a Copa do Mundo.
O Cruzeiro abriu o placar bem cedo. Aos quatro minutos, o lateral-direito Fagner cruzou bola na área, e Matheus Pereira subiu alto para cabecear para o fundo da rede: 1 a 0. Faltou mais precisão ao Cruzeiro para ampliar o placar no primeiro tempo. A Raposa repetiu as falhas dos jogos anteriores e não aproveitou as oportunidades de marcar. Um lance claro ocorreu em saída cara a cara do atacante Luis Sinisterra, que chutou em cima do goleiro. Ele ainda poderia ter passado a bola para o centroavante Kaio Jorge, que estava desmarcado, mas preferiu arriscar. Nos últimos minutos, o time chegou a balançar a rede, mas viu o gol de KJ ser anulado por impedimento de Luis Sinisterra na jogada.
Cruzeiro constrói goleada fulminante no segundo tempo
A virada para o segundo tempo mexeu com o Cruzeiro. O time voltou letal e marcou dois tentos rapidamente. A vitória simples se transformou em o início de uma goleada. O segundo gol foi marcado por Christian, aos 10′. Matheus Pereira recebeu passe do volante Lucas Romero e tocou de cabeça para o camisa 88, que chutou de voleio para ampliar o marcador: 2 a 0. Luis Sinisterra ampliou aos 10′, depois de ficar novamente cara a cara com o goleiro. Kaio Jorge acelerou na ponta direita e encontrou o companheiro sozinho na área. O atacante recebeu o passe e tocou no contrapé do camisa 1 do Barcelona: 3 a 0.
O quarto gol foi marcado aos 26′, também por Matheus Pereira. Ele recebeu passe do zagueiro Lucas Villalba e acertou lindo voleio dentro da área: 4 a 0. Quatro foi pouco para o Cruzeiro, que poderia ter feito seis, sete gols. A Raposa ainda perdeu mais chances na reta final do segundo tempo. Com o largo placar e muitas substituições, a equipe esfriou um pouco. O Barcelona fez algumas aparições no ataque ao longo do confronto, mas nada de grande relevância. Já eliminado, o time equatoriano apresentou pouca força e não deu combate ao Cruzeiro, que encerrou a noite com exibição empolgante. Nas arquibancadas, os torcedores corresponderam à grande atuação celeste. Quando Matheus Pereira fez o seu segundo gol, os cruzeirenses entoaram o nome dele por longo período. Até o fim da partida, o Mineirão cantou ‘a plenos pulmões’.

24/05/2026: Cruzeiro 2x1 Chapecoense

segunda-feira, 25 de maio de 2026

 

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24/05/2026: Cruzeiro 2x1 Chapecoense
Motivo: 17ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro
Local: Mineirão, em Belo Horizonte
Data: 24 de maio de 2026
Gols: Kaio Jorge, aos 26’/1ºT e Luis Sinisterra, aos 27’/2ºT (Cruzeiro); João Paulo, aos 34’/2ºT (Chapecoense)
Cartões amarelos: Kaique Kenji (Cruzeiro); Vinicius (Chapecoense)
Público: 44.625
Renda: R$ 2.301.247,00
Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza (SP)
Assistentes: Danilo Manis (SP) e Joverton Lima (RO)
VAR: Rodrigo Guarizo (SP)
Cruzeiro: Otávio; Kauã Moraes (Fagner, aos 49’/2ºT), Fabrício Bruno, Jonathan Jesus e Kaiki; Lucas Romero (Matheus Henrique, aos 49’/2ºT), Gerson e Matheus Pereira; Luis Sinisterra (Bruno Rodrigues, aos 32’/2ºT), Kaio Jorge (Néiser Villarreal, aos 50’/2ºT) e Kaique Kenji (Christian, aos 18’/2ºT). 
Técnico: Artur Jorge
Chapecoense: Anderson; Everton (Marcos Vinícius, aos 20’/2ºT), Eduardo Doma (Vinicius, aos 38’/1ºT; Jean Carlos, aos 35’/2ºT) e Bruno Leonardo; João Paulo, Bruno Pacheco, Vinicius Balieiro (Higor Meritão, aos 20’/2ºT) e Rafael Carvalheira; Ênio, Marcinho (Garcez, no intervalo) e Yannick Bolasie. 
Técnico: Fábio Matias


A equipe do Cruzeiro retornou a Belo Horizonte após uma sequência de dois jogos fora de casa. O reencontro com a torcida foi melancólico, mas terminou com resultado positivo: a Raposa venceu a Chapecoense por 2 a 1, neste domingo (24/5), no Mineirão, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Kaio Jorge abre o placar para o Cruzeiro primeiro tempo
O volante Rafael Carvalheira fez falta e derrubou o meia Matheus Pereira dentro da área da Chapecoense. A arbitragem então marcou pênalti para o Cruzeiro. Kaio Jorge converteu a cobrança aos 26′ e colocou a Raposa em vantagem: 1 a 0. A equipe celeste poderia ter ampliado o placar, mas teve gol anulado após checagem no VAR. O Cruzeiro teve outras boas oportunidades e pressionou até o fim. A Chapecoense poderia ter ido ao intervalo numa situação ainda pior.
Segundo tempo com gols e intervenções polêmicas do VAR
O ataque do Cruzeiro produziu grande volume ofensivo, só que não converteu isso em gols. A Raposa perdeu muitas chances de fazer o segundo gol.
Luis Sinisterra só conseguiu ampliar o placar aos 27′ do segundo tempo. Ele recebeu passe de Kaio Jorge dentro da área e só completou de primeira: 2 a 0. A Chapecoense balançou a rede aos 34′, com gol de João Paulo. O ala-esquerdo Bruno Pacheco cobrou escanteio, e o zagueiro subiu alto para cabecear para o fundo da rede: 2 a 1. No fim, o Cruzeiro ainda levou um susto. A Chapecoense empatou com o atacante Yannick Bolasie, em jogada com falha na saída de bola do goleiro Otávio. O árbitro, porém, acabou marcando impedimento após checagem do VAR. Otávio então fez duas grandes defesas em blitz da Chapecoense. Depois, houve um pênalti para os catarinenses, devido a toque de mão do atacante Bruno Rodrigues. O árbitro foi ao VAR e anulou a marcação por causa de impedimento no começo do lance. A Raposa pagou o preço da displicência do ataque. O time poderia ter feito exibição tranquila dentro de casa, mas falhou em converter jogadas de ataque e viu a partida terminar com fim melancólico e polêmico.

19/05/2026: Boca Juniors 1x1 Cruzeiro

quarta-feira, 20 de maio de 2026

 

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19/05/2026: Boca Juniors 1x1 Cruzeiro
Motivo: quinta rodada do Grupo D da Copa Libertadores
Local: La Bombonera, em Buenos Aires, na Argentina
Data: 19 de maio de 2026
Gols: Miguel Merentiel, aos 15’/1ºT (Boca Juniors); Fagner, aos 8’/2ºT (Cruzeiro)
Cartões amarelos: Lautaro Di Lollo e Exequiel Zeballos (Boca Juniors); Néiser Villarreal e Fagner (Cruzeiro)
Cartão vermelho: Gerson, aos 22’/2ºT (Boca Juniors)
Árbitro: Jesús Valenzuela (VEN)
Assistentes: Tulio Moreno (VEN) e Alberto Ponte (VEN)
VAR: Ángel Arteaga (VEN)
Boca Juniors: Leandro Brey; Malcom Braida, Lautaro Di Lollo; Ayrton Costa e Lautaro Blanco; Tomás Belmonte (Exequiel Zeballos, aos 26’/2ºT), Leandro Paredes, Milton Delgado e Tomás Aranda; Milton Giménez (Ángel Romero, aos 39’/2ºT) e Miguel Merentiel. 
Técnico: Claudio Úbeda
Técnico: Artur Jorge






A Bombonera se armou como uma panela de pressão, mas não conseguiu impedir o Cruzeiro de pontuar nesta quarta-feira (19/5). O time celeste segurou o Boca Juniors com um a menos e empatou por 1 a 1 em Buenos Aires, na Argentina, pela quinta rodada do Grupo D da Copa Libertadores.
Não foi fácil para o Cruzeiro. As arquibancadas estavam lotadas, e o clima no estádio xeneize era hostil. O Boca Juniors saiu na frente com gol do atacante Miguel Merentiel aos 15 minutos do primeiro. A Raposa sofreu grande pressão em toda a etapa inicial. O goleiro Otávio foi ‘fuzilado’. Aos 8′ da etapa complementar, o lateral-direito Fagner empatou o jogo e deu esperança aos cruzeirenses. O cenário positivo não durou muito, pois o volante Gerson foi expulso aos 22′ e deixou a Raposa com um a menos.
Cruzeiro toma gol e é bombardeado no primeiro tempo
O começo de jogo foi de pressão total do Boca. A Raposa ficou presa no campo de defesa, sendo salva por Otávio. O goleiro fez múltiplas defesas no início da partida, mas não conseguiu impedir os xeneize de abrirem o placar. Aos 15′, o Boca marcou com Merentiel, em cobrança de escanteio. O volante Leandro Paredes alçou a bola de forma fechada, e o atacante apareceu postado no segundo pau só para completar para o fundo da rede: 1 a 0. Houve falha de Otávio e do sistema defensivo no lance. O goleiro estava mal posicionado na hora do escanteio, mas a defesa deu brecha de marcação e deixou Merentiel livre. A única chance do Cruzeiro empatar foi em finalização de Kaio Jorge na entrada da área. O chute parou em defesa do goleiro Leandro Brey. No fim, Otávio voltou a salvar a Raposa. O time celeste teve poucos momentos de tranquilidade na primeira etapa e se mostrou aquém do necessário para vencer a partida.
Fagner empata para o Cruzeiro no segundo tempo
Esse cenário mudou no segundo tempo, ainda nos primeiros minutos após o intervalo. O lateral-esquerdo Kaiki mandou passe para a área, e a bola passou livre até chegar em Fagner no lado direito. Ele dominou acertou chutaço, que empatou o jogo: 1 a 1. O gol do lateral-direito quase foi anulado, pois a bola resvalou na mão de Kaiki no começo da jogada. Árbitro da partida, Jesús Valenzuela checou o lance no VAR e validou o tente celeste. A pressão, porém, não diminuiu. O volante Gerson tirou bola em cima da linha. Na sequência, quase mais um gol do Cruzeiro, em jogada de Christian que passou rente à trave. Gerson, que havia salvado a equipe estrelada poucos minutos antes, colocou tudo em risco aos 22′. O meio-campista foi expulso por falta em Paredes. Ele levou cartão vermelho direto. A Raposa passou aperto com gol anulado do Boca. Merentiel aproveitou rebote na área celeste e ampliou o marcador aos 43′. A jogada foi invalidada após ida do árbitro ao VAR. Jesús Valenzuela sinalizou toque de mão do meio-campista Milton Delgado durante a execução do lance. Também haviam duas bolas em jogo durante o momento do gol.

16/05/2026: Palmeiras 1x1 Cruzeiro

domingo, 17 de maio de 2026

 


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16/05/2026: Palmeiras 1x1 Cruzeiro
Motivo: 16ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Arena Barueri, em Barueri
Gols: Arroyo, aos 10′ do 1ºT (CRU); Felipe Anderson, aos 19′ do 1ºT (PAL)
Árbitro: Savio Pereira Sampaio (DF)
Assistentes: Rafael da Silva Alves (RS) e Leila Naiara Moreira da Cruz (DF)
VAR: Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (RN)
Cartões amarelos: Arroyo, aos 10′ do 1ºT (CRU); Matheus Pereira, aos 40′ do 1ºT (CRU); Flaco López, aos 26′ do 2ºT (PAL); Otávio, aos 29′ do 2ºT (CRU); Murilo, aos 42′ do 2T (PAL); Lucas Silva, aos 47′ do 2ºT (CRU)
Cartão vermelho: –
Público: 27.567 torcedores
Renda: não informada
Palmeiras: Carlos Miguel; Giay (Khellven, aos 1′ do 2ºT), Gustavo Gómez, Murilo e Arthur (Jefté, aos 31′ do 2T); Marlon Freitas, Andreas Pereira (Paulinho, aos 31′ do 2ºT), Jhon Arias e Felipe Anderson (Lucas Evangelista, aos 43′ do 1ºT); Ramón Sosa (Maurício, aos 16′ do 1ºT) e Flaco López. 
Técnico: Abel Ferreira.
Cruzeiro: Otávio; Fagner, Fabrício Bruno, Jonathan Jesus e Kaiki; Lucas Romero e Gerson; Matheus Pereira (Sinisterra, aos 44′ do 2ºT), Arroyo (Kaique Kenji, aos 29′ do 2ºT), Christian (Lucas Silva, aos 44′ do 2]T) e Kaio Jorge
Técnico: Artur Jorge.



Palmeiras e Cruzeiro disputaram cada bola desde o início do clássico interestadual e protagonizaram jogo aberto por 90 minutos, apesar de terem balançado as redes apenas na primeira etapa. O resultado? Condizente com a proposta de ambos. As equipes empataram por 1 a 1, neste sábado (16/5), na Arena Barueri, na cidade homônima, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro.
A condição de visitante não fez com que a Raposa se reprimisse no campo defensivo. Não à toa, aos 10 minutos da primeira etapa, o atacante Keny Arroyo abriu o marcador – na comemoração, deu um tapa na bandeira do Verdão e recebeu o terceiro amarelo. A vantagem durou pouco. Aos 19, o meio-campista Felipe Anderson arriscou do meio da rua e deixou tudo igual. A intensidade permaneceu no segundo tempo, especialmente na reta final – o famoso ‘lá e cá’. Apesar do volume e das chacnes criadas, paulistas e mineiros não mexeram mais no placar. O melhor cenário para o Cruzeiro era a vitória, pois poderia se aproximar do G5. Agora com 20 pontos, os celestes ocupam a 12ª colocação – perdeu uma e ainda pode ser ultrapassado por outros times. O Palmeiras, apesar de amargar o terceiro empate consecutivo no Brasileiro, segue na liderança e com certa folga: soma 35 pontos, cinco a menos que o vice-líder Flamengo, que ainda não entrou em campo pela 16ª rodada.
Palmeiras x Cruzeiro
1 a 1 no primeiro tempo
Palmeiras e Cruzeiro iniciaram a partida guiados pela cautela. O Verdão até rodou mais a bola nos primeiros minutos, mas a Raposa em momento algum deixou a entender que proporia jogo defensivo. Aos 10 minutos, o clube mineiro elucidou a proposta quando abriu o marcador. No meio-campo, o atacante Sosa entregou a bola a Matheus Pereira, que rapidamente mudou a trajetória e iniciou o contra-ataque. A bola também passou pelo volante Christian na zona central (flutuou da ponta esquerda) e chegou em Keny Arroyo na ala direita. O atacante equatoriano dominou, levou a redonda para o pé esquerdo e bateu cruzado, rasteiro. O arqueiro Carlos Miguel se esticou, mas não o suficiente e viu a bola tocar a lateral da rede: 1 a 0. Na comemoração, Arroyo deu um tapa na bandeira do Palmeiras – a que delimita o escanteio. Kaio Jorge, centroavante da Raposa, imediatamente repreendeu o companheiro. Na sequência, o árbitro Savio Pereira Sampaio exibiu o cartão amarelo para o equatoriano. Suspenso mais uma vez, o atacante não enfrentará a Chapecoense. A vantagem não durou por muito tempo. Aos 18 minutos, o atacante Flaco López foi desarmado na área do Cruzeiro pelo zagueiro Jonathan Jesus, que deu toque sutil para a linha de fundo. Savio Pereira Sampaio chegou a assinalar pênalti, mas o assistente Rafael da Silva Alves o alertou sobre a legalidade do lance. O desfecho da jogada ainda foi positivo para o Palmeiras. Na sobra da cobrança de escanteio, o meio-campista Felipe Anderson dominou na intermediária e arriscou de longe. Sem chances para o goleiro Otávio: 1 a 1. O empate aqueceu a partida de forma negativa – mesmo com o pé d’água que resolveu cair em Barueri. As equipes até construíram outras oportunidades, mas a disputa física prevaleceu. Além de Arroyo, Matheus Pereira e o técnico Artur Jorge desceram para o vestiário com cartão amarelo. O Palmeiras não recebeu advertências, mas perdeu dois jogadores na primeira parcial: Sosa e Felipe Anderson sentiram sozinhos e precisaram ser substituídos.
Segundo tempo intenso, mas sem alteração no placar
O Cruzeiro voltou mais concentrado à segunda etapa e tramou bons passes na intermediária. Em uma das ocasiões, o lateral-esquerdo Kaiki chutou uma bomba na direção de Carlos Miguel, que espalmou. Em geral, apesar do volume, o clube estrelado não causou grandes preocupações. Posteriormente, a partir dos 11 minutos, foi a vez do Palmeiras investir no campo ofensivo. O lateral-esquerdo Arthur, o meio-campista Andreas Pereira e o zagueiro Gustavo Gómez foram os protagonistas das principais investidas. Na tentativa do defensor paraguaio – uma bicicleta na pequena área -, Otávio quem se destacou pela grande defesa no contrapé. Jogo completamente aberto na Arena Barueri. Especialmente na reta final, quando começou o famoso ‘lá e cá’. Apesar da intensidade e do volume de jogadas, Palmeiras e Cruzeiro não mexeram mais no marcador. A Raposa buscava a vitória (e teve condições), pois, dessa forma, teria chances de se aproximar do G5. Contudo, empate fora de casa com o líder do Brasileiro não é má negócio. Na tabela, o clube estrelado perdeu uma posição: caiu da 11ª para a 12ª, pelo menos momentaneamente.



12/05/2023: Cruzeiro 1x0 Goiás

quarta-feira, 13 de maio de 2026

 

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12/05/2023: Cruzeiro 1x0 Goiás
Motivo: duelo de volta da quinta fase da Copa do Brasil
Local: Mineirão, em Belo Horizonte
Data: 12 de maio de 2026
Gols: Kaio Jorge, aos 31’/1ºT (Cruzeiro)
Cartões amarelos: Lucas Romero (Cruzeiro); Lucas Lima, Lourenço e Bruno Sávio (Goiás)
Público: 26.337 torcedores
Renda: R$ 1.211.872,00
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (RJ)
Assistentes: Luanderson Lima dos Santos (BA) e Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha (RJ)
VAR: José Claudio Rocha Filho (SP)
Cruzeiro: Otávio; Kauã Moraes, Fabrício Bruno, Jonathan Jesus e Kaiki; Lucas Romero, Gerson (Lucas Silva, aos 24’/2ºT) e Matheus Pereira (Marquinhos, aos 34’/2ºT); Kaique Kenji (Luis Sinisterra, aos 17’/2ºT), Kaio Jorge (Néiser Villarreal, aos 35’/2ºT) e Keny Arroyo (Bruno Rodrigues, aos 18’/2ºT). 
Técnico: Artur Jorge
Goiás: Tadeu; Rodrigo Soares (Diego Caito, aos 12’/2ºT), Lucas Ribeiro, Ramon Menezes e Nicolas; Filipe Machado, Lucas Rodrigues, Gegê (Lourenço, aos 12’/2ºT) e Lucas Lima (Anselmo Ramon, aos 12’/2ºT); Jean Carlos (Eslí Garcia, aos 31’/2ºT) e Kadu Souza (Bruno Sávio, no intervalo). 
Técnico: Daniel Paulista


Favoritismo confirmado e vaga assegurada (na base do susto)! Com gol decisivo do centroavante Kaio Jorge, o Cruzeiro venceu o Goiás por 1 a 0, nesta quarta-feira (12/5), e se classificou às oitavas de final da Copa do Brasil. O jogo de volta da quinta fase foi disputado no Mineirão, em Belo Horizonte, para público de 26.337 mil torcedores.
A Raposa poderia ter feito mais gols, mas parou em atuação homérica do goleiro Tadeu, estrela do Goiás. O arqueiro fez várias defesas importantes ao longo da noite e, mesmo com a eliminação, consolidou-se como destaque do jogo. No fim da partida, os visitantes fizeram grande pressão e até carimbaram a trave, mas não conseguiram chegar ao empate. Ainda não há definição de qual será o adversário do Cruzeiro na próxima fase da Copa do Brasil. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sorteará os confrontos. Os jogos serão disputados após a pausa para a Copa do Mundo, que ocorre entre 11 junho e 19 de julho.
Kaio Jorge deixa o Cruzeiro em vantagem no primeiro tempo
Uma chegada perigosa do meio-campista Gegê, do Goiás, assustou a defesa do Cruzeiro no comecinho do jogo. O zagueiro Jonathan Jesus salvou a Raposa. Depois, o Cruzeiro pressionou muito e esteve perto de abrir o placar com bola rolando, mas parou em grandes defesas do goleiro Tadeu. O arqueiro fez um primeiro tempo espetacular. A sorte virou para o time celeste quando a arbitragem marcou pênalti do zagueiro Ramon, que encostou a mão na bola dentro da área do Goiás. Artilheiro do Cruzeiro, Kaio Jorge converteu a cobrança aos 31 minutos: 1 a 0. Na sequência, mesmo com a vantagem, o time não diminuiu o ritmo e seguiu em busca do segundo gol. A diferença técnica entre as equipes ficou evidente na etapa inicial. O Cruzeiro roubava a bola com facilidade no meio-campo e avançava sufocando o Goiás. A Raposa tentou cruzar muitas bolas na área e também arriscou chutes de média distância.
Cruzeiro faz pressão e sufoca Cruzeiro no segundo tempo
A noite heroica de Tadeu seguiu no segundo tempo. Até fora da área o goleiro agiu. Em lance curioso, o jogador saiu da área e deu carrinho que travou chute do atacante Kaique Kenji. Na sobra, ainda defendeu finalização do meia Matheus Pereira. Faltou qualidade nas finalizações do Cruzeiro. Apesar de Tadeu ter sido o destaque da partida, houve oportunidades para que o time estrelado ampliasse o marcador e ficasse em situação mais tranquila – tanto na primeira quanto na etapa final. O Goiás teve brechas para marcar em contra-ataques e em lances de bola parada. Um escanteio quase terminou em gol do atacante Bruno Sávio. O goleiro Otávio saiu antes, e o jogador esmeraldino cabeceou para fora, mas perto da trave. A jogada mais perigosa do Goiás também envolveu Bruno Sávio. Ele saiu cara a cara com Otávio e tocou para o atacante Eslí Garcia, que teve chute travado pelo zagueiro Fabrício Bruno. O goleiro celeste defendeu a sobra e ficou com a bola. Na reta final, houve momento de muita pressão do Goiás. Os visitantes acertaram uma bola na trave em chute de Esli García dentro da área. Ele limpou a marcação e finalizou com perigo. Tadeu se machucou nos acréscimos e foi substituído na meta pelo volante Filipe Machado. Essa cena inusitada ocorreu porque o Goiás já não tinha mais substituições e f oi obrigado a colocar um jogador de linha no gol.

09/05/2026: Bahia 1x2 Cruzeiro

sábado, 9 de maio de 2026

 


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09/05/2026: Bahia 1x2 Cruzeiro
Motivo: 15ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador
Gols: Luciano Juba, aos 26 do 1º T (BAH); Kauã Moraes, aos 40′ do 1º T (CRU); e Kaique Kenji, aos 41′, do 2º T.
Árbitro: Rodrigo Jose Pereira de Lima (PE)
Assistentes: Brigida Cirilo Ferreira (AL) e Bruno Cesar Chaves Vieira (PE)
VAR: Antonio Magno Lima Cordeiro (CE)
Cartões amarelos: João Paulo, aos 34′ do 1º T; Ramos Mingo, aos 35′ do 1º T; Everaldo aos, 47′, do 1º T (BAH); Fabrício Bruno, aos 23′ do 1º T (CRU), Kauã Moraes, aos 17′ do 2º T; Lucas Romero, aos 27′, do 2º T; e Otávio, aos 44′, do 2º T.)
Bahia: Léo Vieira; Acevedo, David Duarte, Ramos Mingo e Luciano Juba; Erick, Jean Lucas (Michel Araújo, aos 27′, do 2º T)) e Everton Ribeiro (Rodrigo Nestor, aos 16′ do 2º T); Mateo Sanabria (Mateo Sanabria, no intervalo), Erick Pulga (Kike Olivera aos 27′, do 2º T) e Willian José (Everaldo, aos 33′ do 1º T). 
Técnico: Rogério Ceni.
Cruzeiro: Otávio; Fagner, Fabrício Bruno, Jonathan Jesus e Kauã Moraes (Villalba, aos 27′, do 2º T); Lucas Romero e Gerson (Lucas Silva, aos 32′, do 2º T); Matheus Henrique (Kaique Kenji, no intervalo), Sinisterra (Wanderson, aos 27′, do 2º T), Matheus Pereira e Neiser  (Kaio Jorge, aos 16′ do 2º T).
Técnico: Artur Jorge.





Mesmo fora de casa, O Cruzeiro venceu o Bahia por 2 a 1, neste sábado (9/5), pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador. O time celeste precisava de um resultado positivo para se afastar da zona de rebaixamento e retomar a confiança que embalou a sequência positiva do time em abril.
Artur Jorge promoveu quatro mudanças, considerando desfalques e opções técnicas, que funcionaram: Villareal deu uma assistência e Kauã Moraes fez um gol. A estratégia das equipes era clara: o Bahia, que está na briga por uma vaga na Copa Libertadores, tentou controlar a partida e manter a posse de bola, mas esbarrou na solidez defensiva do Cruzeiro, enquanto a Raposa buscava ter velocidade e atacar rapidamente os baianos. Ambas as equipes chegaram aos gols no primeiro tempo em jogadas pelo lado do campo: o Bahia pela direita, com a jogada de Erick Pulga que resultou no pênalti convertido por Luciano Juba; e o Cruzeiro pelo esquerdo, com finalização de Kauã Moraes, que apareceu bem como “elemento surpresa”.
O equilíbrio deu o tom da partida, que poderia ter pendido para qualquer um dos lados. Na segunda etapa, um jogo aberto, porém sem tantas chances de gol, fez com que o placar não se alterasse até os 41 minutos, quando o jovem Kaique Kenji, em um momento de inspiração, marcou um belo gol, após jogada individual.
Vitória cruzeirense e “respiro” para a equipe celeste, que, momentaneamente, alcançou o 10º lugar.
Próximos jogos de Cruzeiro e Bahia
A vitória retoma a reação do Cruzeiro na Série A. Com 19 pontos, o clube celeste chegou à 10º posição, mas ainda pode perder posições, a depender de outros resultados. O Bahia se manteve na sexta colocação, com 22 pontos. O Cruzeiro volta a campo nesta terça-feira (12/5), quando recebe o Goiás, no Mineirão, no jogo de volta da quinta fase da Copa do Brasil. Pelo Brasileiro, o próximo compromisso é diante do Palmeiras, no próximo sábado (16/5), às 21h, no Allianz Parque, em São Paulo. O Bahia, por sua vez, tem compromisso com o Remo nesta terça-feira (5/5), às 21h30, no Mangueirão, em Belém, no jogo de volta da quinta fase da Copa do Brasil. Depois, em 17 de maio (domingo), recebe o Grêmio na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, às 16h, pela 16ª rodada do Brasileiro
Bahia x Cruzeiro
Primeiro tempo: equilíbrio, pênalti polêmico e empate
Em casa, o Bahia, que não vencia há quatro jogos no Brasileiro antes do jogo, buscou controlar as ações, mantendo a posse de bola e trocando passes, visando a abrir a defesa do Cruzeiro. Nos minutos iniciais, a equipe baiana tentou exercer pressão, que foi rapidamente freada pelo Cruzeiro.
As apostas de Artur Jorge surtiram efeito: Kauã Moraes, lateral-direito de origem, fez boa partida no lado esquerdo. Matheus Henrique teve atuação satisfatória e os colombianos Sinisterra e Villareal deram o tom do Cruzeiro na primeira etapa. A Raposa, por outro lado, apostava na velocidade dos estrangeiros do ataque para surpreender o Tricolor de Aço, com transições rápidas e lançamentos nas costas da defesa. Quando precisava construir desde a defesa, a equipe valia-se da qualidade de passe do camisa 8, que fazia uma “saída de três”, junto aos zagueiros Fabrício Bruno e Jonathan Jesus. Gerson, que vinha atuando de maneira centralizada, se “sacrificou” e jogou na faixa direita do campo, enquanto Sinisterra se posicionou à esquerda do ataque. Após os 15 minutos iniciais, o Cruzeiro freou o ímpeto dos baianos e passou a ter mais a bola, porém sem grande efetividade. Pouco tempo, depois, quando a Raposa era melhor no jogo, numa escapada do Bahia pelo lado direito, Erick Pulga dividiu com Kauã Moraes e cruzou para William José, que disputou com Fabrício Bruno e caiu na área: o árbitro Rodrigo Jose Pereira de Lima assinalou a marca da cal e deu pênalti para o Bahia. Após os protestos dos cruzeirenses, o lateral-esquerdo Luciano Juba bateu firme, com a parte interna do pé, no canto direito de Otávio, que acertou o canto mas não alcançou a bola. 1 a 0, aos 27 minutos. Depois do gol, o time celeste tentava reagir, sem muita efetividade. Enquanto os mineiros trocavam passes, o Bahia se fechou e defendia com o bloco baixo, com quase todos os jogadores atrás da linha da bola. Aos 40 minutos, porém, o Cruzeiro conseguiu envolver o Bahia pela promeira vez: Matheus Pereira e Gerson tabelaram, o camisa 10 passou para Villareal, que deu a assistência para Kauã Moraes, lateral improvisado, que usou a perna esquerda para chutar por baixo de Leo Vieira e empatar o jogo para os mineiros. 1 a 1. Já no fim do primeiro tempo, a partida ficou aberta e o Cruzeiro chegou duas vezes, com chutes de fora da área que levaram perigo à meta dos baianos, com Lucas Romero e Gerson.

O empate na primeira etapa refletiu bem o equilíbrio do jogo. Ambas as equipes tiveram 50% de posse de bola, o Bahia finalizou no gol do Cruzeiro uma vez, enquanto o Cruzeiro o fez cinco vezes.
Segundo tempo: Cria da Toca decide para o Cruzeiro
Artur Jorge e Rogério Ceni mexeram no intervalo mas sustentaram as estratégias. Logo no primeiro minuto, o Cruzeiro teve um gol anulado: após cobrança de falta de Matheus Pereira, Jonathan Jesus (que estava impedido) cabeceou e no rebote Sinisterra balançou as redes, em lance que acabou impugnado pela assistente Brigida Cirilo Ferreira.
A Raposa se mostrou agressiva, tendo tido quatro finalizações nos primeiros dez minutos do segundo tempo. Após, a entrada de Ademir fez com que o Bahia crescesse no jogo e obrigou o goleiro Otávio a praticar uma boa defesa, aos 20 minutos, para salvar o Cruzeiro. Dois minutos depois, após passe açucarado de Matheus Pereira, Kaio Jorge, que entrara na segunda etapa, quase colocou a Raposa à frente no placar, mas desperdiçou boa chance. Na segunda metade da etapa complementar, o jogo ficou mais aberto, com as equipes protagonizando uma “trocação”, sem, contudo, apresentarem grande efetividade, até que Otávio precisou salvar o Cruzeiro outra vez, após chute de Kike Olivera, de fora da área, no cantinho direito. Artur Jorge tentou melhorar a quallidade de passe do Cruzeiro, promovendo a entrada de Lucas Silva, e buscou explorar a velocidade nos contra-ataques, com as entradas de Wanderson e Kenji. O Bahia “respondeu”, com as entradas de Olivera e Michel Araújo, que visavam a potencializar as ações ofensivas do Tricolor. As substituições trouxeram muita transpiração e pouca inspiração aos times, até que Kaique Kenji protagonizou um belíssimo lance: aos 41 minutos do segundo tempo, o garoto chamou Luciano Juba para o mano a mano, deu uma pedalada, cortou para a esquerda e “chapou” a bola no canto inferior direito de Leo Vieira para marcar o gol da virada. 2 a 1. Com a vitória, o clube estrelado subiu para a 10ª , pelo menos de forma momentânea, com 19 pontos. O Bahia, derrotado, se manteve na sexta colocação, com 22 pontos.