25/04/2026: Remo 0x1 Cruzeiro

sábado, 25 de abril de 2026

 

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25/04/2026: Remo 0x1 Cruzeiro
Motivo: 13ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Baenão, em Belém
Gols: Arroyo, aos 33′ do 1ºT (CRU)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Assistentes: Bruno Raphael Pires (GO) e Brigida Cirilo Ferreira (AL)
VAR: Daniel Nobre Bins (RS)
Remo: Marcelo Rangel; Marcelinho, Marllon, Tchamba e Mayk; Zé Welison (Picco, aos 36′ do 2ºT), Zé Ricardo (Jáderson, aos 11′ do 2ºT) e Patrick; Pikachu (Hernández, aos 22′ do 2ºT), Gabriel Poveda (Alef Manga, aos 11′ do 2ºT) e Jajá (João Pedro, aos 36′ do 2ºT). 
Técnico: Léo Condé.
Cruzeiro: Matheus Cunha; Kauã Moraes; João Marcelo, Jonathan Jesus e Kaiki; Lucas Romero e Gerson; Arroyo (Sinisterra, aos 41′ do 2ºT), Bruno Rodrigues (Chico da Costa, aos 29′ do 2ºT), Christian (Matheus Henrique, aos 30′ do 2ºT) e Kaio Jorge (Wanderson, aos 20′ do 2ºT).
Técnico: Arthur Jorge
Cartões amarelos: Arroyo, aos 37′ do 1ºT (CRU); Zé Ricardo, aos 44′ do 1ºT (REM); Matheus Cunha, aos 8′ do 2ºT (CRU); Kauã Moraes, aos 14′ do 2ºT (REM)




Fora de casa, desfalcado e diante de um gramado considerado ‘de jardim‘ pelo técnico Artur Jorge, o Cruzeiro deu sequência ao processo de reação no Campeonato Brasileiro ao derrotar o Remo por 1 a 0. O resultado também significou o primeiro triunfo da Raposa fora de casa na Série A (e a primeira diante do Leão Azul em Belém). As equipes se enfrentaram neste sábado (25/4), no Baenão, pela 13ª rodada.
A partida começou truncada e faltosa. Por todo o contexto, o Cruzeiro apostou em passes longos nos primeiros minutos. Pouco a pouco, depois de se acostumarem com o cenário, os celestes assumiram a posse de bola e passaram a ditar o ritmo do confronto. Até sofreram um tento, invalidado por falta no goleiro Matheus Cunha, mas abriram o marcador com o atacante Keny Arroyo. Na segunda etapa, panorama diferente. A Raposa deu a bola ao Remo e, bem postada defensivamente, impediu grandes oportunidades. A partir da metade da parcial, voltou a oferecer perigo e viu o arqueiro Marcelo Rangel salvar algumas vezes. Na reta final, o Leão Azul também chegou, mas não foi capaz de buscar o empate.
A vitória fez com que o Cruzeiro chegasse aos 16 pontos e escalasse posições importantes: saiu da 16ª para a 11ª. A classificação é momentânea, já que outros sete jogos da 13ª rodada ainda estão pendentes. O Remo, por sua vez, segue com oito pontos e figura em 19º lugar na tabela de classificação.
Remo 0 x 1 Cruzeiro
Jogo truncado e gol na reta final
Sem peças importantes, o técnico Artur Jorge precisou mudar o time. Suspensos, o zagueiro Fabrício Bruno e o meio-campista Matheus Pereira deram vaga a João Marcelo e Bruno Rodrigues, respectivamente. Matheus Cunha retomou espaço na meta, antes ocupada por Otávio. Nos primeiro minutos, prevaleceu o jogo físico em detrimento da técnica. Wilton Pereira Sampaio, o árbitro principal, segurou o cartão até o 37º minuto. Desacostumado com as condições do campo (gramado alto), perseguido pela marcação e sem o camisa 10, responsável pelas jogadas elaboradas, o Cruzeiro apostou principalmente em bolas longas para os atacantes de velocidade. Os cruzamentos também compuseram o catálogo de opções. Pouco a pouco, a Raposa assumiu o controle e a posse. Enfrentava, contudo, dificuldade de encontrar espaços para agredir o adversário. O tímido Remo que balançou a rede primeiro, aos 30 minutos, mas com falta em Matheus Cunha, o que invalidou a jogada. Pouco depois, aos 33, Arroyo fez valer a superioridade da Raposa. O atacante recebeu na direita, invadiu a grande área e chutou rasteiro: 1 a 0.
Segundo tempo
No segundo tempo, o cenário mudou. Com vantagem no placar, o Cruzeiro deu a bola ao Remo – em certos momentos, o clube mineiro marcava com todos os atletas no próprio campo. Bem postada defensivamente, a Raposa não permitiu grandes chances. Outra vez, a estratégia de alçar bolas se repetiu. O Cruzeiro só voltou a oferecer perigo depois do 20º minuto. E por vezes viu o arqueiro Marcelo Rangel evitar alteração no marcador. A partir dali, um cenário de trocas. Se Arroyo arriscava para o Cruzeiro, Alef Manga e João Pedro criavam para o Remo. Não o suficiente para buscar o empate.
Vitoriosa, a Raposa deu sequência ao processo de reação, conseguiu a primeira vitória fora de casa (e a primeira diante do Remo em Belém), chegou aos 16 pontos e subiu para a 11ª posição – pelo menos de forma momentânea.

22/04/2026: Goiás 2x2 Cruzeiro

 

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22/04/2026: Goiás 2x2 Cruzeiro
Motivo: jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil
Local: Serra Dourada, em Goiânia
Data: 22 de abril de 2026 Gols: Nicolas, aos 10’/1ºT e Esli García, aos 50’/2ºT (Goiás); Keny Arroyo, aos 17’/1ºT e Jonathan Jesus, aos 30’/2ºT (Cruzeiro)
Cartões amarelos: Lucas Ribeiro (Goiás); Otávio, Jonathan Jesus e Kauã Moraes (Cruzeiro) Árbitro: Davi De Oliveira Lacerda (ES)
Assistentes: Douglas Pagung (ES) e Pedro Amorim de Freitas (ES)
VAR: Rafael Traci (SC)
Público: 18.725
Renda: R$ 1.018.792,50
Goiás: Tadeu; Rodrigo Sales, Luisão, Lucas Ribeiro e Nicolas; Filipe Machado (Esli García, aos 42’/2ºT), Lucas Rodrigues (Gegê, aos 32’/2ºT), Lourenço (Pedrinho, aos 32’/2ºT) e Lucas Lima; Anselmo Ramon (Bruno Sávio, aos 38’/2ºT) e Jean Carlos (Juninho, aos 33’/2ºT). 
Técnico: Daniel Paulista
Técnico: Artur Jorge. 



Em quarta-feira (22/4) de vários testes, o Cruzeiro sofreu o gosto do amargo de um empate nos acréscimos. A Raposa ficou no 2 a 2 com o Goiás no duelo de ida da quinta fase da Copa do Brasil.
A partida marcou a despedida do tradicionalíssimo estádio Serra Dourada, em Goiânia. O local passará por grande reforma nos próximos dois anos. O Goiás saiu na frente com o lateral-esquerdo Nicolas, mas não conseguiu impedir a virada do Cruzeiro, que balançou as redes com o atacante Keny Arroyo e o zagueiro Jonathan Jesus. No fim do jogo, o ponta Esli García empatou para o Esmeraldino. Foi uma partida cheia de mudanças, pois o técnico Artur Jorge aproveitou a oportunidade para testar jogadores que ainda não havia usado.
A principal alteração foi no gol: Otávio, de 20 anos, substituiu Matheus Cunha, que tem sido o titular desde março, quando Cássio se lesionou.
Cruzeiro sai atrás e empata no primeiro tempo
O time celeste vacilou na defesa e saiu atrás no placar aos 10 minutos do primeiro tempo. No restante da etapa, porém, foi melhor e pressionou o Goiás. A jogada do empate celeste saiu aos 17′. Depois, faltou mais precisão no chutes para ampliar o marcador. Nicolas fez o gol do Goiás em jogada de falha coletiva na defesa do Cruzeiro. O atacante Jean Carlos chutou, e o goleiro Otávio rebateu a bola para o meio da área. Livre de marcação em momento de grande desatenção da zaga celeste, Nicolas só precisou empurrar a bola para o fundo da rede: 1 a 0. Não demorou muito para o Cruzeiro empatar com Keny Arroyo. O atacante recebeu passe do volante Lucas Romero, invadiu a área sem pressão e chutou no gol: 1 a 1. O campo na Serra Dourada estava pesado e com algumas poças. A Raposa chegou a levar alguns sustos com jogadores que caíram no chão com dores.
Cruzeiro vira, mas leva empate nos acréscimos do segundo tempo
Um golaço de Jonathan Jesus garantiu a virada do Cruzeiro. Aos 30′, o zagueiro se lançou ao ataque, driblou adversários e tabelou com o atacante Bruno Rodrigues. Ao receber a bola de volta na área, ajeitou o corpo para finalizar colocado: 2 a 1.
Artur Jorge colocou mais jogadores diferentes em campo nessa segunda etapa. O lateral-esquerdo Kauã Prates e o atacante Kaique Kenji, de 17 e 20 anos, ganharam a primeira oportunidade com o técnico. Quem aproveitou bem a chance de atuar por alguns minutos foi Bruno Rodrigues, que fez jogo participativo no ataque e foi importante no gol da virada. O Goiás empatou nos acréscimos com Esli García. Depois de tentar alçar várias bolas na área da Raposa, o time esmeraldino conseguiu furar o bloqueio e empatar. Aos 50′, Esli García pegou rebote na entrada da área e marcou um golaço. A bola encobriu totalmente o goleiro Otávio, que não teve chance de defesa: 2 a 2.