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01/04/2026: Cruzeiro 3x0 Vitória
Motivo: 9ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Mineirão, em Belo Horizonte
Gols: Christian, aos 32′ do 2ºT (CRU); Kauã Moraes, aos 35′ do 1ºT (CRU); Kaio Jorge, aos 38′ do 1ºT (CRU)
Árbitro: Yuri Elino Ferreira da Cruz (RJ)
Assistentes: Luiz Claudio Regazone (RJ) e Daniel de Oliveira Alves Pereira (RJ)
VAR: Daniel Nobre Bins (RS)
Cartões amarelos: Emmanuel Martínez, aos 28′ do 1ºT (VIT); Cacá, aos 10′ do 2ºT (VIT); Baralhas, aos 18′ do 2ºT (VIT); Matheus Pereira, aos 46′ do 2ºT (CRU)
Cartão vermelho: –
Público: 23.907 torcedores
Renda: R$ 1.261.518,50
Cruzeiro: Matheus Cunha, William (Fagner, aos 29′ do 2ºT), Fabrício Bruno, Villalba e Kauã Moraes; Matheus Henrique e Gerson (Lucas Romero, aos 36′ do 2ºT); Christian (Bruno Rodrigues, aos 36′ do 2ºT), Matheus Pereira, Arroyo (Wanderson, aos 22′ do 2ºT) e Kaio Jorge (Chico da Costa, aos 29′ do 2ºT). Técnico: Artur Jorge.
Vitória: Lucas Arcanjo; Nathan Mendes, Camutanga, Cacá e Ramon; Baralhas, Martínez (Edenílson, no intervalo), Aitor Cantalapiedra (Tarzia, aos 29′ do 2ºT) e Matheuzinho (Zé Vitor, no intervalo); Erick (Lucas Silva, aos 38′ do 2ºT) e Renzo López (Renê, no intervalo). Técnico: Jair Ventura.
O comandante português manteve a base do elenco, mas alterou o esquema tático quando tinha a posse. Os celestes dominaram todas as ações no primeiro tempo. Impositivos, sequer permitiram finalizações do Vitória. O Cruzeiro chegou a abrir o placar logo aos 4 minutos, com Kauã Moraes, mas o tento foi anulado por toque de mão do volante Christian na jogada. Inquieto na beira do gramado, Artur Jorge fez exigências e as viu serem atendidas. Em um intervalo de seis minutos (32, 35 e 38), Kauã Moraes, Chrisian e Kaio Jorge fizeram o 3 a 0. No segundo tempo, a Raposa diminuiu a rotação e trabalhou na manutenção do placar favorável. Nesse cenário, permitiu mais trocas de passes do Vitória – mas sem grandes investidas -, ao passo em que não colecionou oportunidades claras.
O Cruzeiro experimentou os efeitos positivos da chegada de Artur Jorge. Na estreia do técnico, nesta quarta-feira (1º/4), a Raposa conquistou o primeiro triunfo no Campeonato Brasileiro ao derrotar o Vitória por 3 a 0. A atuação convincente agradou à torcida, que ocupou quase 40% do Mineirão, em Belo Horizonte.
O comandante português manteve a base do elenco, mas alterou o esquema tático quando tinha a posse. Os celestes dominaram todas as ações no primeiro tempo. Impositivos, sequer permitiram finalizações do Vitória. O Cruzeiro chegou a abrir o placar logo aos 4 minutos, com Kauã Moraes, mas o tento foi anulado por toque de mão do volante Christian na jogada. Inquieto na beira do gramado, Artur Jorge fez exigências e as viu serem atendidas. Em um intervalo de seis minutos (32, 35 e 38), Kauã Moraes, Chrisian e Kaio Jorge fizeram o 3 a 0. No segundo tempo, a Raposa diminuiu a rotação e trabalhou na manutenção do placar favorável. Nesse cenário, permitiu mais trocas de passes do Vitória – mas sem grandes investidas -, ao passo em que não colecionou oportunidades claras.
O Cruzeiro chegou aos sete pontos – uma vitória, quatro empates e quatro derrotas – e finalmente se livrou da lanterna. Isso também por causa da derrota do Mirassol (19º) por 3 a 2 sobre o Botafogo (13º). A quantidade de pontos ainda não é suficiente para livrar a Raposa do Z4, e a recuperação pretendida tende a ser gradual. Como a rodada não chegou ao fim, o clube estrelado corre o risco de perder uma posição para o Remo, agora em 20º. O Cruzeiro volta a campo já neste sábado (4/4), quando enfrenta o São Paulo, a partir das 18h30, no Morumbis, na capital paulista, pela 10ª rodada do Brasileiro. Pela mesma rodada, no domingo (5/4), o Vitória visita a Chapecoense na Arena Condá, em Chapecó, às 16h. O Leão permanece com 10 pontos, agora na 11ª colocação.
Artur Jorge manteve a base de atletas já conhecida pela torcida. Em relação à última escalação, alterou apenas duas peças: Kauã Moraes na vaga de Kaiki (lateral esquerda) e Kaio Jorge na função de Néiser Villarreal (centroavante). Em campo, disposição um pouco diferente. Quando detentor da posse, o Cruzeiro atuava em um 4-2-4. A última linha móvel, especialmente por causa de Matheus Pereira, que dava um passo para trás para receber em espaço vazio. Gerson, anteriormente utilizado por Tite aberto pela esquerda, compôs o meio-campo ao lado de Matheus Henrique. Em certos momentos, os laterais suportavam o ataque, apostando na superioridade numérica. A Raposa dominou as ações no primeiro tempo. Logo aos cinco minutos, jogada treinada ainda no aquecimento surtiu efeito. Em cobrança de escanteio, Matheus Pereira encontrou Fabrício Bruno, que cabeceou para o bolo de atletas. Kauã Moraes se livrou da marcação e completou para a rede. O árbitro Yuri Elino Ferreira da Cruz, contudo, recebeu contato do VAR para checar toque de mão e anulou o tento. Artur Jorge se mostrou inquieto durante toda a parcial. O comandante exigia dinamismo nos passes e mais inversões. Aos 32 minutos, alívio. Matheus Pereira buscou a bola no pé de Matheus Henrique, do lado direito do gramado, e percebeu Christian livre atrás da marcação, mais à esquerda do campo. O volante cortou para a direita e bateu colocado, no lado esquerdo do goleiro Lucas Arcanjo: 1 a 0.
Não se passaram nem três minutos, e a objetividade nos passes desejada pelo treinador pôde ser percebida. O arqueiro Matheus Cunha acionou Kauã Moraes na ponta esquerda. O lateral-direito, improvisado na ala oposta e postado como o jogador mais adiantado da Raposa, driblou o marcador, cortou para o meio e praticamente reelaborou o gol anterior. Agora sim, o atleta recebeu o trote de forma devida: 2 a 0. Eletrizado, o time do Cruzeiro não se conteve. Novamente atrás da última linha, Matheus Pereira cruzou na medida para Christian. O volante escorou para a pequena área, e Kaio Jorge mergulhou para ampliar de cabeça, aos 38 minutos: 3 a 0.
Segundo tempo de manutenção
Agora sim satisfeito com a intensidade, Artur Jorge não mexeu no time, ao contrário de Jair Ventura, comandante do Vitória, que optou por três substituições para tentar recuperar fôlego. Com folga no placar, o Cruzeiro diminuiu a rotação – tal fato parece não ter agrado o treinador. Nesse cenário, o Vitória trocou mais passes e apostou em cruzamentos na grande área. Ainda assim, não conseguiu grandes jogadas. Os celestes, modificados em todos os setores depois de algumas substituições, passaram a jogar no erro do adversário, mas também não construíram chances claras e fizeram a manutenção do resultado favorável.

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