23/10/2026: Cruzeiro 1x0 Remo

sábado, 24 de outubro de 2026

 

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23/10/2026: Cruzeiro 1x0 Remo 
Motivo: 32ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 23 de outubro de 2026 (sexta-feira)
Horário: 20h
Público e renda: 29.516 torcedores e renda bruta de R$ 1.220.408,00.
Gols: Fabrício Bruno, aos 49′ do 1ºT (CRU)
Cartões amarelos: Patrick, aos 5′ do 2ºT; Zé Ivaldo, aos 34′ do 2ºT; Marcelinho, aos 46′ do 2ºT (REM)
Cartões vermelhos: nenhum
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (RJ)
Assistentes: Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ) e Gizeli Casaril (SC)
VAR: Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE)
Cruzeiro: Otávio; William (Fagner, aos 35′ do 2ºT), Fabrício Bruno, Jonathan Jesus, Villalba; Lucas Romero, Zé Lucas (Matheus Henrique, aos 16′ do 2ºT), Gerson (Bruno Rodrigues, aos 35′ do 2ºT), Matheus Pereira; Arroyo (Wesley, aos 25′ do 2ºT) e Kaio Jorge. 
Técnico: Artur Jorge.
Remo: Marcelo Rangel; Marcelinho, Zé Ivaldo, Marllon, Marlon; Zé Wellison (Andrés Gonzalez, aos 45′ do 2ºT), Patrick (Vitor Bueno, aos 16′ do 2ºT), Zé Ricardo (Leonel Picco, no intervalo); Galeano, Eduardo Melo (David Braga, aos 16′ do 2ºT) e Jajá (Tico, aos 40′ do 2ºT). 
Técnico: Thiago Carpini.



Valeu pelos três pontos! Mesmo sem grande atuação, o Cruzeiro venceu o Remo por 1 a 0, no Mineirão, nesta sexta-feira (23/10), na 32ª rodada do Campeonato Brasileiro, com gol de Fabrício Bruno, no fim do primeiro tempo.

O resultado confirmou o objetivo da equipe celeste na rodada: consolidar-se na parte de cima da tabela. Com quatro vitórias nas últimas cinco partidas, a Raposa chegou aos 54 pontos (com um jogo a mais em relação ao Athletico-PR) e assumiu a terceira colocação do Brasileirão, fortalecendo a caminhada por uma vaga direta na fase de grupos da Copa Libertadores de 2027.

O Remo, por sua vez, segue em situação delicada na luta contra o rebaixamento. Sem vencer há 14 partidas, o time paraense permanece na penúltima colocação da Série A, com 26 pontos — sete a menos que o Corinthians, primeiro clube fora da zona da degola.

Como foi o jogo
Primeiro tempo
Como era de se esperar, o Cruzeiro tomou a iniciativa desde o apito inicial, trocando passes no campo de ataque para tentar sufocar a saída do Remo e provocar erros. Logo aos cinco minutos, Zé Lucas arrancou pela ponta esquerda e serviu a Matheus Pereira, que bateu em cima da marcação.

A resposta remista veio aos 11 minutos: Zé Lucas errou na saída de bola, e Jajá partiu em velocidade para o “mano a mano” contra Fabrício Bruno. O atacante finalizou forte de perna esquerda, mas o goleiro Otávio fez grande defesa.

Para tentar dar mais consistência ao meio-campo, o técnico Artur Jorge postou a equipe em um losango, com Lucas Romero centralizado, Zé Lucas à direita, Gerson à esquerda e Matheus Pereira como homem mais avançado. O desenho tático, contudo, demorou a engrenar.

Aos 25 minutos, o esquema mudou após a saída de Keny Arroyo por mal-estar. Wesley entrou na ponta esquerda, deslocando Gerson para o lado direito. A alteração reanimou a Raposa, que voltou a assustar aos 31: após cruzamento de Matheus Pereira e indefinição da zaga visitante, Villalba cabeceou para a defesa de Marcelo Rangel.Sem conseguir reter a posse de bola com facilidade, o time mandante passou 
a administrar a vantagem de forma mais reativa. O Remo tentava sair em velocidade, mas esbarrava em falhas de passe e não levava perigo à meta de Otávio.

Buscando maior dinâmica no setor central, Artur Jorge colocou Matheus Henrique no lugar de Zé Lucas. A substituição, no entanto, não alterou o panorama morno do confronto.

Nos minutos finais, a equipe paraense tentou esboçar uma pressão à base de cruzamentos, mas pecou em erros técnicos e não conseguiu ameaçar o resultado. O Cruzeiro posicionou suas linhas mais baixas, rebateu as investidas do adversário e assegurou a vitória.



O Remo voltou a responder perigosamente no lance seguinte. Novamente em jogada individual, Jajá invadiu a área e soltou a bomba para mais uma grande intervenção de Otávio, que ainda viu a bola carimbar a trave antes de sair.

Quando a partida parecia caminhar empatada para o intervalo, o Cruzeiro acelerou. Nos acréscimos, Wesley arriscou de longe e obrigou Marcelo Rangel a desviar pela linha de fundo. Na cobrança de escanteio de Matheus Pereira, Fabrício Bruno subiu mais alto que a marcação e testou firme no canto para abrir o placar aos 49 minutos: 1 a 0.
Segundo tempo
A etapa final manteve a tônica da primeira: pouca inspiração técnica e muita disputa física de ambos os lados. Aos 10 minutos, Matheus Pereira teve a oportunidade de ampliar em contra-ataque, mas acabou finalizando por cima do gol.

18/10/2029: Grêmio 2x4 Cruzeiro

domingo, 18 de outubro de 2026

 


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18/10/2029: Grêmio 2x4 Cruzeiro
Motivo: 31ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre
Data: 18 de outubro de 2026
Gols: Carlos Vinícius, aos 16’/1ºT e Cristian Pavón, aos 40’/1ºT (Grêmio); Kaio Jorge, aos 22’/1ºT, 2’/2ºT e 15’/2ºT (Cruzeiro), João Marcelo
Árbitro: Joao Vitor Gobi (SP)
Auxiliares: Bruno Boschilia (PR) e Brigida Cirilo Ferreira (AL)
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)
Grêmio: Weverton; Diego Caito, Gustavo Martins, Walter Kannemann e Marlon; Danilo Barbosa (Erick Noriega, aos 35’/1ºT), Mathías Villasanti e Filip Krovinović (Martin Braithwaite, aos 20′); Cristian Pavón (Tetê, aos 44’/2ºT), Francis Amuzu (José Enamorado, aos 44’/2ºT) e Carlos Vinícius. 
Técnico: Renato Gaúcho
Cruzeiro: Otávio; William, João Marcelo (Fabrício Bruno, aos 46’/2ºT), Jonathan Jesus e Lucas Villalba; Lucas Romero, Zé Lucas (Matheus Henrique, aos 19’/2ºT), Gerson (Bruno Rodrigues, aos 46’/2ºT) e Matheus Pereira; Keny Arroyo (Wesley, aos 32’/2ºT) e Kaio Jorge. 
Técnico: Artur Jorge
Cartões amarelos: Keny Arroyo, Matheus Pereira e João Marcelo (Cruzeiro)
Cartão vermelho: Walter Kannemann (Grêmio)


A partida começou movimentada, com chances dos dois lados logo nos primeiros minutos. Os dois goleiros ‘começaram a trabalhar’ cedo no jogo.
Um lance que chamou a atenção nesse início foi uma entrada dura do volante Danilo Barbosa em no atacante Keny Arroyo, que chegou a ser atendido e subir na maca, mas seguiu em campo. O jogador sofreu o impacto no tornozelo direito.
Aos 16′, Carlos Vinícius converteu pênalti e colocou o Grêmio na frente: 1 a 0. O goleiro Otávio caiu antes da batida e não conseguiu defender a cobrança, que entrou no lado esquerdo.
A penalidade surgiu em lance polêmico. O atacante Francis Amuzu disputou bola com o volante Zé Lucas e caiu dentro da área. A equipe celeste reclamou da marcação do lance.
O Cruzeiro conseguiu empatar aos 22′, quando o meia Matheus Pereira acertou passe longo e encontrou Kaio Jorge bem postado na entrada área. Ele deu giro em cima do marcador, infiltrou e finalizou no canto esquerdo: 1 a 1.
Ainda houve um segundo gol do Grêmio no fim da primeira etapa. O volante Lucas Romero tirou a bola para a entrada da área do Cruzeiro, e ela caiu no pé de Cristian Pavón. O argentino chutou de fora da área e acertou o canto esquerdo, ampliando o placar aos 40′: 2 a 1.
Kaio Jorge garante hat-trick e virada no segundo tempo
Kaio Jorge igualou o placar para o Cruzeiro aos 2′, logo que os times voltaram do intervalo. Matheus Pereira deu passe milimétrico para o atacante, que viu a bola quebrar linhas e cair no seu pé dentro da área. A boa infiltração do camisa 19 terminou com chute no lado direito: 2 a 2.
Já o terceiro gol de KJ saiu em jogada com passe do lateral-direito William aos 15′. O ala lançou a bola para o atacante, que saiu em velocidade, abriu vantagem na corrida contra o marcador e infiltrou na área para finalizar no canto esquerdo: 3 a 2.
Walter Kannemann foi expulso aos 28′. O zagueiro ficou incomodado com cartão amarelo que recebeu e fez sinal de “roubo” com as mãos. A arbitragem viu e mostrou o vermelho para o jogador.
O quarto gol do Cruzeiro foi marcado por João Marcelo aos 35′. Matheus Pereira cobrou escanteio, a bola resvalou no volante Gerson, e caiu no pé do zagueiro. Ele dominou com o peito e chutou para o fundo da rede: 4 a 2.

12/10/2026: Bragantinho 4x2 Cruzeiro

segunda-feira, 12 de outubro de 2026

 



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Melhores Momentos



12/10/2026: Bragantinho 4x2 Cruzeiro
Motivo: 30ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista (SP)
Data: 12 de outubro de 2026
Horário: 21h
Gols: Lucas Barbosa, aos 13′ do 1ºT; William (contra), aos 18′ do 1ºT; Eric Ramires, aos 30′ do 2ºT; e Herrera, aos 46′ do 2ºT (BRA); Zé Lucas, aos 43′ do 1ºT; e Matheus Henrique, aos 44′ do 2ºT
Bragantino: Tiago Volpi; Ryan, Guzmán Rodríguez, Gustavo Marques (Eduardo, aos 12′ do 2ºT) e Juninho Capixaba; Fabinho, Eric Ramires (Gabriel Girotto, aos 20′ do 2º T) e Wallace Yan (Matheus Fernandes, aos 20′ do 2º T); Lucas Barbosa (Herrera, aos 35′ do 2ºT), Fernando e Eduardo Sasha (Isidro Pitta, aos 20′ do 2º T), . 
Técnico: Vagner Mancini.
Cruzeiro: Otávio; William (Fabrício Bruno, no intervalo), João Marcelo (Wesley, aos 17′ do 2ºT), Jonathan Jesus e Rojas (Viña, no intervalo); Zé Lucas (Matheus Henrique, aos 17′ do 2ºT), Gerson e Matheus Pereira; Felipe Morais (Bruno Rodrigues, aos 32′ do 2ºT), Arroyo e Kaio Jorge. 
Técnico: Artur Jorge.
Cartões amarelos: Guzmán, aos 10′ do 1ºT; Ryan, aos 28′ do 1ºT; William, aos 18′ do 1ºT, Felipe Morais aos 32′ do 2ºT
Árbitro: Savio Pereira Sampaio (DF)
Assistentes: Leila Naiara Moreira da Cruz (DF) e Michael Stanislau (RS)
VAR: Paulo Renato Moreira da Silva Coelho (RJ)


Em um jogo eletrizante, de seis gols, o Cruzeiro perdeu para o Bragantino por 4 a 2, nesta segunda-feira (12/10), no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols paulistas foram marcados por Lucas Barbosa, William (contra), Eric Ramires e Herrera. Zé Lucas e Matheus Henrique descontaram para a Raposa.
A partida foi marcada por falhas defensivas do clube celeste, seja na transição pós-perda ou nos lances de bola parada, que resultaram no revés.
A equipe mineira entrou em campo na quinta posição, com 48 pontos, em busca de uma vitória para seguir na disputa por uma vaga direta na Copa Libertadores de 2027, mas teve seus planos frustrados.
Primeiro tempo
Valendo-se do gramado em boas condições, o Cruzeiro iniciou o jogo controlando as ações e trocando passes. No Dia das Crianças, o menino Zé Lucas “descia” à linha de defesa e dava qualidade ao começo das jogadas celestes.
Aos sete minutos, o primeiro bom momento: Rojas cruzou rasteiro em boaa conta, mas Matheus Pereira, bem posicionado, chutou fraco. Dois minutos depois, Felipe Morais acionou Arroyo, que bateu fraco de direita e facilitou o trabalho de Tiago Volpi.
Aos 12, a toada do jogo mudou e o Bragantino respondeu: após cruzamento da direita, Lucas Sasha, de bicicleta, quase abriu o placar, mas João Marcelo salvou.
O “quase” se concretizaria na sequência: Wallace Yan bateu escanteio fechado e Lucas Barbosa deu um leve desvio, que deixou o o goleiro Otávio vendido. 1 a 0.
A Raposa não se abateu com o gol e voltou a controlar as ações. Na sequência do tento, Kaio Jorge bateu de fora da área mas parou em Volpi.
Aos 20, no entanto, um Déjà vu: novamente em escanteio pela esquerda, novamente com Wallace Yan na cobrança, mas dessa vez com um desvio de William, que acabou sendo completado por Kaio Jorge. Gol contra. 2 a 0.
Pouco após o gol, o Cruzeiro chegou novamente: Zé Lucas chapou para grande defesa de Volpi e no rebote Matheus Pereira novamente chutou fraco.
Ao sair para o ataque em busca da reação, o Cruzeiro deixou espaços. Em um contra-ataque de muita velocidade, o goleiro Tiago Volpi foi perspicaz e fez a ligação direta para Fernando. O atacante arrancou, passou por Rojas e chutou na trave. No rebote, Sasha driblou Arroyo, e parou em Otávio. Na terceira chance, Ramires fez o terceiro gol do Bragantino. 3 a 0.
O Cruzeiro seguia criando chances, mas parava na atuação inspirada do goleiro Volpi, que deteve a tentativa de Felipe Morais.
Apesar das oito defesas no primeiro tempo, o goleiro do Braga não foi capaz de parar o ataque do Cruzeiro aos 43 minutos. Matheus Pereira deu belo passe para Kaio Jorge, que deixou Gustavo Marques no chão e rolou para Zé Lucas. O volante dominou de esquerda e empurrou para o gol. 3 a 1 e fim de um primeiro tempo eletrizante.
A etapa complementar começou movimentada. Em dois minutos, o Cruzeiro chegou com Arroyo, em chute travado pelo zagueiro, e o Bragantino chegou com bom chute de Wallace Yan, defendido por Otávio.
O jogo seguia lá e cá. Aos 13 minutos, Fernando driblou João Marcelo e bateu para nova defesa do goleiro cruzeirense. Um minuto depois, Matheus Pereira conduziu e enfiou para Felipe Morais, que parou em Tiago Volpi.
Aos 17 minutos, Artur Jorge mudou novamente a formação cruzeirense: João Marcelo deu lugar a Wesley e a Raposa passou a jogar com dois zagueiros outra vez. A mexida surtiu efeito e o clube celeste passou a ter mais volume. Um minuto depois da substituição, Kaio Jorge parou em Volpi e Felipe Morais chutou para fora.
O Bragantino “estacionou o ônibus” e defendia com todos os homens atrás da linha da bola. O Cruzeiro rondava a área mas não conseguia infiltrar.
Este foi o ritmo do jogo ao longo de toda a segunda metade da etapa complementar. Vez ou outra o Bragantino tentava escapar, mas não foi efetivo como poderia.
No fim do jogo, aos 44 minutos, Matheus Henrique começou a jogada, passou para Kaio Jorge, que tocou em Matheus Pereira. A bola sobrou para Matheusinho, que deu uma bela chapada e diminuiu. 3 a 2.
A reação, no entanto, foi freada dois minutos depois. Isidro Pitta ganhou de Jonathan jesus no alto, Herrera ataxcou a última linha e bateu da entrada da área. A bola resvalou em Viña e deixou Otávio vendido. 4 a 2.

O gol foi um balde de água fria para os mineiros, que viram o Braga administrar a vantagem até o final.

07/10/2026: Cruzeiro 2x0 São Paulo

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

 

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07/10/2026: Cruzeiro 2x0 São Paulo
Motivo: 29ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 7 de outubro de 2026
Horário: 21h30
Público e renda: 18.608 / R$ 773.013,00
Gols: Kaio Jorge, aos 44′ do 1º T; Zé Lucas, aos 12′ do 2ºT (CRU)
Cartões amarelos: Rojas, aos 23′ do 1ºT; Matheus Pereira, aos 27′ do 2ºT (CRU); Wendell, aos 21′ do 1º T (SAO)
Cartões vermelhos: nenhum
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Assistentes: Bruno Raphael Pires (GO) e Daniel Henrique da Silva Andrade (DF)
VAR: Rafael Traci (SC)
Cruzeiro: Otávio, William, João Marcelo, Jonathan Jesus, Gabriel Rojas (Viña, aos 12′ do 2ºT); Lucas Romero (Zé Lucas, no intervalo), Gerson (Matheus Henrique, aos 40′ do 2ºT), Matheus Pereira e Felipe Morais; Bruno Rodrigues (Arroyo, aos 22′ do 2ºT) e Kaio Jorge (Lucho Rodríguez, aos 40′ do 2ºT). 
Técnico: Artur Jorge.
São Paulo: Coronel, Pedro Lima, Arboleda, Rafael Toloi, Sabino (Ferreira no intervalo; Victor Sá, aos 21′ do 2ºT) e Wendell; Bobadilla, Marcos Antônio (Newton, aos 21′ do 2ºT), Pablo Maia (Pedro Ferreira, aos 21′ do 2ºT); Artur e Calleri. 
Técnico: Dorival Júnior.




Os jovens decidiram! O Cruzeiro venceu o São Paulo por 2 a 0, no Mineirão, nesta quarta-feira (7/10), pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols foram marcados por Kaio Jorge, após bela jogada de Felipe Morais e Matheus Pereira, e Zé Lucas, em lance de contra-ataque.
Após 17 dias sem atuar por causa da Data Fifa, o Cruzeiro voltou a campo diante de sua torcida visando a se consolidar na briga pela vaga direta para a Libertadores de 2027. A equipe “dormirá” na quarta colocação, com os mesmos 48 pontos do Fluminense (quinto colocado), mas uma vitória a mais.
O São Paulo, por outro lado, precisava de um bom resultado para se afastar da zona de rebaixamento, mas fracassou no objetivo.
O jogo mal começou, e o Cruzeiro já assustou. Com menos de um minuto, Gerson preparou a jogada para Matheus Pereira, que chutou. A bola desviou na defesa e encontrou Kaio Jorge, que a desviou, fazendo-a passar rente à trave de Coronel.
A Raposa assumia o protagonismo na partida, rodando a bola em busca de espaços, enquanto a equipe são-paulina jogava com linhas baixas, valendo-se dos três zagueiros escalados e esperava uma oportunidade de contra-ataque.
Aos cinco minutos, ela veio: O lateral-esquerdo Wendell foi acionado e invadiu a área em velocidade. Na sequência, bateu forte e obrigou Otávio a fazer a primeira boa defesa do jogo, espalmando para escanteio.
O “lá e cá” continuava. Dois minutos depois, Matheus Pereira arrancou e acionou Bruno Rodrigues. O camisa 9 cruzou rasteiro para Felipe Morais, que chutou na zaga.
Após os 15 minutos, o ímpeto celeste do início da partida se foi. O jogo ficou morno, com poucas chances de gol.
O time celeste seguia rondando a intermediária ofensiva, mas sem grande efetividade. A escolha por Felipe Morais e Bruno Rodrigues no setor de ataque demorava para potencializar o volume de chances criadas.
A toada mudou aos 26 minutos, quando Kaio Jorge foi lançado em velocidade, no tipo de jogada que mais lhe favorece, ganhou de Arboleda na corrida e bateu forte cruzado de esquerda, mas parou em Coronel, que fez grande defesa.
Seis minutos depois, KJ roubou bola próximo à área são-paulina, e, na sobra, Felipe Morais bateu bem, mas parou no goleiro.
Já no apagar das luzes, o gran finale: o garoto Felipe Morais se redimiu de tímido primeiro tempo e encontrou um lançamento magistral para Matheus Pereira. O camisa 10 dominou mal, mas consertou a jogada com um passe de letra, que deixou Kaio Jorge diante do goleiro. O camisa 19 não desperdiçou e chapou cruzado, na saída de Coronel, que nada pôde fazer: 1 a 0 para o Cruzeiro.
E quase saiu o segundo: após bom cruzamento de Rojas, Felipe Morais completou, mas novamente Coronel estava lá para frustrar os planos cruzeirenses.
Segundo tempo
O segundo tempo começou quente. Logo aos quatro minutos, Felipe Morais arrancou pela ponta esquerda, mas novamente parou no goleiro são-paulino.
O Cruzeiro continuava a atacar. O garoto Zé Lucas, que entrara no Lucas Romero interceptou um passe e puxou o contra-ataque, acionando Bruno Rodrigues na ponta direita. O camisa 9 bateu forte, Coronel espalmou, e Kaio Jorge pegou o rebote, acertando a trave.
A bola “premiou” o “dono” da jogada. Merecidamente, Zé Lucas apenas empurrou para as redes, em conclusão de cabeça, 12 minutos após entrar em campo. Cruzeiro 2 a 0.
A Raposa seguia controlando e quase fez um gol de placa aos 26 minutos. Kaio Jorge foi lançado em velocidade e encobriu Coronel. A bola caminhou mansinha e passou rasando a barra.
Um minuto depois, o São Paulo respondeu: Artur fez bela jogada individual e quase encontrou o ângulo de Otávio.
Aos 37, quase um golaço: Arroyo recebeu passe de Matheus Pereira, cortou para o meio e, em sua jogada típica, quase encobriu o goleiro.
Já nos acréscimos, João Marcelo quase ampliou com boa cabeçada defendida por Coronel.
Após a chance, o Cruzeiro apenas administrou o fim da partida e consolidou mais uma vitória no Brasileiro.

20/09/2026: Vitória 1 x 3 Cruzeiro

domingo, 20 de setembro de 2026

 

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20/09/2026: Vitória 1 x 3 Cruzeiro
Motivo: 28ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Barradão, em Salvador
Público: 12.952
Vitória: Lucas Arcanjo, Matheus Silva (Brítez, intervalo), Cacá, Luan Cândido e Jamerson; Martínez, Caíque (Zé Vitor, intervalo), Matheuzinho (Renato Kayzer, aos 28′ do 2T); Erick (Lucas Silva, aos 23′ do 2T), Diego Tarzia e Renê (Alex Bruno, aos 39′ do 2T). 
Técnico: Jair Ventura.
Cruzeiro: Otávio, Fagner (Willian, intervalo), João Marcelo, Jonathan Jesus e Gabriel Rojas (Villalba, aos 11’2T); Zé Lucas (Matheus Pereira, aos 11’2T), Gerson (Fabrício Bruno, aos 35’2T) e Matheus Henrique; Wesley (Felipe Morais, intervalo), Arroyo e Kaio Jorge. 
Técnico: Artur Jorge.
Gols: Renê, aos 38 minutos do 1ºT, Arroyo, ao 1º minuto do 2ºT, Villalba, aos 20 minutos 2ºT, Matheus Pereira, aos 51 minutos do 2ºT
Cartões amarelos: Jonathan Jesus, Gerson e Felipe Morais
Fonte: No Ataque

Depois de um primeiro tempo apático, com problemas de marcação e pouca força ofensiva, o Cruzeiro melhorou na etapa final e venceu o Vitória por 3 a 1, neste domingo (20/9), no Barradão, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O Leão abriu o placar com Renê, aos 38 minutos do primeiro tempo. A Raposa virou na etapa final, com gols de Arroyo, Villalba e Matheus Pereira. Com o resultado, o time celeste chegou aos 45 pontos, ainda na sexta posição. O Bahia, que ainda joga na rodada, abre o G5, com 46.
O técnico Artur Jorge agora terá um período para intensificar os treinamentos e melhorar o nível da equipe, que sofreu bastante no primeiro tempo. Por causa da Data Fifa, o time celeste só volta a campo no dia 7 de outubro, às 21h30, contra o São Paulo, no Mineirão.
Vitória domina o primeiro tempo
Mais uma vez, o Cruzeiro mostrou um sistema defensivo pouco efetivo e contou com intervenções providenciais do goleiro Otávio, que tem sido o principal jogador da equipe nos últimos jogos.
Logo aos dois minutos, Renê recebeu nas costas da zaga do Cruzeiro e saiu cara a cara com Otávio. Ele tentou driblar o goleiro celeste, mas foi desarmado fora da área por um carrinho do arqueiro.
Em seguida, Otávio se atrapalhou com a bola nos pés e voltou para o gol. Eric pegou a sobra, puxou para o meio e bateu forte de esquerda. O goleiro celeste fez grande defesa no ângulo.
Pouco tempo depois, Mateus Silva aproveitou a liberdade e arriscou de fora da área, obrigando Otávio a fazer outra boa defesa.
O gol do Vitória parecia questão de tempo, já que o Cruzeiro não conseguiu acertar a marcação em nenhum momento do primeiro tempo. O destaque negativo ficou com o lateral-esquerdo Rojas, que teve dificuldades para acompanhar o ritmo da partida.
Aos 38 minutos, os donos da casa fizeram justiça ao desempenho e abriram o placar. Matheuzinho recebeu pela direita, passou com facilidade por Zé Lucas e Gerson e tocou para Renê, livre nas costas de Rojas, mandar para as redes: 1 a 0.
No único chute do Cruzeiro no primeiro tempo, a equipe teve chance de empatar com Zé Lucas, já nos acréscimos. O goleiro Lucas Arcanjo defendeu. No rebote, o volante celeste teve outra oportunidade, mas foi atrapalhado pela defesa do time baiano.
Cruzeiro reage e vira
No segundo tempo, o técnico Artur Jorge mexeu no time para tentar fazer o Cruzeiro acordar para a partida. Willian e Felipe Morais entraram nas vagas de Fagner e Wesley.
Logo no primeiro minuto, a Raposa empatou com Arroyo. O atacante chutou mascado e contou com a colaboração de Lucas Arcanjo, que deixou a bola escapar por entre as mãos: 1 a 1.
Depois do gol, o Cruzeiro passou a valorizar a posse de bola e ditou o ritmo da partida. Acomodado, o Vitória não conseguiu mais pressionar da mesma maneira e perdeu o ímpeto apresentado no primeiro tempo.
A virada celeste veio aos 20 minutos. O Vitória bobeou em uma cobrança de lateral e deixou Arroyo livre. O atacante entrou na área com a bola e cruzou para Villalba finalizar. A bola desviou na defesa e entrou: 1 a 2.
A partir daí, o Cruzeiro conseguiu controlar e “cozinhar” o jogo, mas acabou sofrendo no fim da partida.
Nos acréscimos, contudo, Matheus Pereira deu tranquilidade ao torcedor ao marcar o terceiro. Ele recebeu passe de Arroyo, um dos destaque do jogo, driblou a marcação e fuzilou o goleiro: 1 a 3.

12/09/2026: Santos 2x1 Cruzeiro

sábado, 12 de setembro de 2026

 


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12/09/2026: Santos 2x1 Cruzeiro
Motivo: 27ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Vila Belmiro, em Santos
Gols: Rollheiser, aos 27′ do 1ºT (SAN); Fabrício Bruno, contra, aos 31′ do 1ºT (SAN); Matheus Pereira, aos 44′ do 2ºT (CRU)
Árbitro: Bruno Arleu de Araujo (RJ)
Assistentes: Nailton Junior de Sousa Oliveira (CE) e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ)
VAR: Heber Roberto Lopes (SC)
Santos: Gabriel Brazão; Igor Vinícius, Willian Arão e Luan Peres; Gustavo Henrique (Oliva, aos 15′ do 2ºT); João Schmidt e Bontempo (Miguelito, aos 35′ do 2ºT); Rodinei, Rollheiser (Lima, aos 28′ do 2ºT), Cebolinha (Arthur, aos 28′ do 2ºT) e Rony (Thaciano, aos 35′ do 2ºT). 
Técnico: Cuca.
Cruzeiro: Otávio; Fagner (João Costa, aos 29′ do 2ºT), Fabrício Bruno, João Marcelo e Gabriel Rojas; Lucas Romero (Wesley, no intervalo), Gerson (Zé Lucas, aos 29′ do 2ºT), Matheus Henrique (Lucas Silva, aos 29′ do 2ºT) e Matheus Pereira; Keny Arroyo (Lucho Rodríguez, aos 33′ do 2ºT) e Kaio Jorge. 
Técnico: Artur Jorge.
Cartões amarelos: Kaio Jorge, aos 49′ do 1ºT (CRU); Everton Cebolinha, aos 19′ do 2ºT (SAN); João Marcelo, aos 33′ do 2ºT (CRU); Gabriel Brazão, aos 37′ do 2ºT (CRU); Zé Lucas, aos 48′ do 2ºT (CRU)


O Cruzeiro entrou na 27ª rodada com cenário favorável para encurtar a distância para os adversários diretos na tabela de classificação – o Athletico-PR havia empatado e o Fluminense perdido. Mas passou longe de fazer a obrigação neste sábado (12/9). Perdido na Vila Belmiro, o clube celeste atuou muito abaixo, rendeu-se a um Santos completamente dominador e saiu derrotado por 2 a 1. Placar magro para o contexto da partida e que não reflete o protagonismo do Peixe – graças à mira dos paulistas e ao arqueiro Otávio.
Diante da própria torcida e em momento de ascensão na Série A, o Santos comeu a bola no primeiro tempo e nada deixou para o Cruzeiro. Intenso e avassalador, o clube paulista dominou as ações e marcou duas vezes – o meia-atacante Rollheiser abriu o placar e o zagueiro Fabrício Bruno, contra, ampliou. Otávio impediu uma goleada ainda na primeira parcial (16 chutes do adversário). Enquanto isso, a equipe celeste corria sem rumo e de forma desordenada. A melhor oportunidade foi criada já aos 40 minutos pelo lateral Gabriel Rojas.
O técnico Artur Jorge inverteu a formação tática no intervalo – de quatro para três homens no meio-campista – na intenção de deixar o time mais confortável por atuar de uma forma que já estava acostumado. Com o passar do tempo, a equipe enfim se tornou capaz de trocar passes no campo de ataque e exigir boa intervenção do goleiro Gabriel Brazão.
Mas de forma alguma o Cruzeiro deixou de sofrer. Seguiu lidando com pressão e finalizações arriscadas. Na realidade, a Raposa apenas diminuiu a disparidade e contou com desperdícios do Santos para segurar o prejuízo. No fim, conseguiu descontar com o meio-campista Matheus Pereira e mascarar pelo placar magro a atuação ruim.
Justamente por causa da decisão na Sul-Americana, o técnico Cuca escalou equipe mista, com direito a algumas improvisações no setor defensivo. Ainda assim, diante da própria torcida, o Peixe demonstrou conforto na troca de passes rápida e não poupou arremates a meia distância. Estreante da noite, o atacante Everton Cebolinha liderou a equipe no campo de ataque ao lado do meio-campista Gabriel Bontempo.
O Cruzeiro, sem muitos compromissos na agenda, entrou com força máxima, e o treinador Artur Jorge optou por manter a nova formação com quatro meio-campistas. A Raposa demonstrou dificuldade para conectar os setores e progredir com bola de forma promissora e viu a faixa central do gramado sobrecarregada mesmo com um atleta a mais na função.
Um número explicita o cenário do duelo: com apenas 25 minutos no cronômetro, o Santos já havia finalizado cinco vezes. Nas principais chances, o clube paulista errou o alvo ou testemunhou boas aparições do goleiro Otávio – até aquele momento, a principal defesa havia ocorrido aos 23′, em chute perigoso do meio-campista Gabriel Bontempo.
Depois de tanto pressionar e sobrar, o Santos levantou a Vila Belmiro. Aos 27 minutos, Bontempo bagunçou o lado direito da defesa celeste e tocou para trás, onde estava Cebolinha – os dois principais nomes da partida até então. O atacante arriscou e carimbou o zagueiro João Marcelo. Na sobra, o meia-atacante Rollheiser emendou de primeira e pegou Otávio caído, sem tempo de alcançar a bola: 1 a 0.
A intensidade não acabou ali. Aos 30 minutos, Bontempo desceu pela esquerda e recebeu sozinho. O meia só não ampliou e premiou contra-ataque do Santos porque Otávio triscou na bola. Mas a oportunidade de ouro surgiu na sequência, e o arqueiro nada pôde fazer.
Os primeiros minutos intensos e avassaladores do Peixe resultaram no segundo tento. O lateral-direito Rodinei disparou pela ponta sem qualquer marcação, recebeu na boa e cruzou para o meio da área. A intenção era encontrar Bontempo, mas a bola nem chegou. Na tentativa de tirar, o zagueiro Fabrício Bruno mandou contra a própria meta, aos 31′: 2 a 0.
Enquanto os jogadores do Cruzeiro corriam de um lado para outro completamente sem rumo e de forma desorganizada, Otávio sujava – e muito – o uniforme. Aos 35 minutos, o goleiro celeste impediu golaço do volante João Schmidt – e até o fim da parcial, outros dois ou três. A defesa, por sua vez, jogava-se nas bolas para tentar impedir chutes e, quando a tinha, a entregava, gerando novas oportunidades ao clube paulista.
A Raposa conseguiu assustar apenas aos 40 minutos em boa jogada individual de Gabriel Rojas. Na ocasião, o lateral-esquerdo fez fila na defesa adversária, invadiu a área e encobriu o arqueiro Gabriel Brazão. O lateral-esquerdo Luan Peres surgiu no momento certo e tirou quase em cima da linha.
Cruzeiro diminui no placar, mas segue abaixo em campo
No intervalo, Artur Jorge desfez a nova formação tática – testada anteriormente contra o Athletico-PR -, tirou um homem do meio-campo (o volante Lucas Romero) e acionou o ponta esquerda Wesley. Nos primeiros minutos, a alteração não surtiu efeito positivo. O Santos manteve a imposição e não demorou a finalizar com perigo.
Com o passar do tempo, o Cruzeiro começou a enfim ser capaz de trocar passes no campo de ataque. Aos 11 minutos, o goleiro Gabriel Brazão apareceu de forma decisiva e salvou o que seria o primeiro gol dos celestes em cabeceio à queima-roupa do meio-campista Matheus Pereira, até então pouco participativo.
A única grande chegada da Raposa não significou redução no volume ofensivo do Santos. Longe disso. Os mineiros apenas diminuíram a discrepância. Enquanto isso, o Peixe desperdiçava arremates. Cebolinha, Rony, Bontempo, Olivar, João Schmidt… não faltaram tentativas. Sobrou Otávio e sorte com finalizações erradas.
Artur Jorge promoveu outras cinco mudanças ao longo da segunda etapa. Chegou a mudar o esquema mais uma vez, agora apostando em três homens na primeira linha (Fabrício Bruno, João Marcelo e Gabriel Rojas). Demorou a encontrar um caminho.
Aos 44 minutos, ainda atuando de maneira inferior, a Raposa conseguiu descontar. Fabrício Bruno lançou Lucho Rodríguez na grande área. O atacante encostou para Matheus Pereira empurrar para o fundo da rede: 2 a 1. Nos acréscimos, o volante Zé Lucas quase entregou o empate ao Cruzeiro em cabeceio.

06/09/2026: Cruzeiro 3x1 Athletico Paranaense

domingo, 6 de setembro de 2026

 


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Motivo: 26ª Rodada do Brasileirão
Público: 26.320 pessoas
Renda: R$ 1.055.965,00
Árbitra: Daiane Muniz (SP)
Assistentes: Leila Naiara Moreira da Cruz (DF) e Maira Mastella Moreira (RS)
VAR: Daniel Nobre Bins (RS)
Gols: Matheus Pereira, aos 30’/1ºT, Lucas Romero, aos 29’/2ºT e Kaio Jorge, aos 36’/2ºT (Cruzeiro); João Cruz, aos 45’/1ºT (Athletico)
Cruzeiro: Otávio; Fagner, Fabrício Bruno, João Marcelo e Gabriel Rojas (Lucas Villalba, no intervalo); Lucas Romero, Gerson (João Costa, aos 41’/2ºT), Matheus Henrique (Zé Lucas, aos 46’/2ºT) e Matheus Pereira; Keny Arroyo (Wesley, aos 24’/2ºT) e Kaio Jorge (Lucho Rodríguez, aos 46’/2ºT). 
Técnico: Artur Jorge
Athletico Paranaense: Mycael; Dantas, Aguirre, Arthur Dias (Esquivel, no intervalo) e Gilberto Moraes; Luiz Gustavo, Jadson (Portilla, no intervalo) e João Cruz (Zapelli, aos 19’/2ºT); Mendoza, Leozinho (Vargas, aos 20’/2ºT) e Kevin Viveros (Renan Peixoto, aos 34’/2ºT).  
Técnico: Odair Hellmann
Cartões amarelos: Fabrício Bruno e Gabriel Rojas (Cruzeiro); Mycael (Athletico)


Em final de semana de protestos da torcida celeste, dentro e fora do Mineirão, o Cruzeiro voltou a vencer no Campeonato Brasileiro. A Raposa não se deixou abalar pelo baque de mais uma eliminação em mata-mata e ganhou por 3 a 1 do Athletico Paranaense neste domingo (6/9), em Belo Horizonte, pela 26ª rodada.
Os gols da vitória do Cruzeiro foram marcados pelo meio-campistas Matheus Pereira e Lucas Romero e o atacante Kaio Jorge. Já o armador João Cruz descontou para o Athletico.
Na rodada anterior, os reservas do Cruzeiro perderam por 3 a 1 para o Vasco, em São Januário, no Rio de Janeiro. Hoje, com os titulares, a equipe celeste conseguiu superar o Furacão dentro de casa.
Primeiro tempo com gols e pênalti perdido
O primeiro tempo de Cruzeiro x Athletico foi movimentado, com dois gols regulares e um anulado, além de pênalti defendido pelo goleiro rubro-negro.
Aos 29′, o meio-campista Gerson cruzou na área e encontrou Matheus Pereira bem posicionado para abrir o marcador. De forma meio acrobática, o camisa 10 saltou e cabeceou a bola para o fundo da rede: 1 a 0.
Depois, o Cruzeiro poderia ter feito mais dois gols. Um com Matheus Henrique, que teve lance checado pelo VAR e anulado por impedimento, e outro com Matheus Pereira, que pediu para bater e errou pênalti.
A cobrança do meia foi no canto direito. Mycael se esticou e acertou o lado, defendendo a penalidade. O goleiro ainda impediu os jogadores do Cruzeiro de marcarem no rebote.
O gol do Athletico saiu aos 45′, em jogadaça de João Cruz. Ele recebeu a bola fora da área e acertou chute colocado. A bola encobriu o goleiro Otávio, bateu na trave e entrou.
Dessa forma, a etapa inicial terminou de forma amargada para a Raposa, que poderia ter feito até três gols, mas não conseguiu manter a vantagem e foi para o intervalo com 1 a 1 no placar.
Cruzeiro garante a vitória no segundo tempo
O segundo gol do Cruzeiro saiu aos 25′ do segundo tempo. Lucas Romero recebeu passe de Matheus Pereira, driblou marcador na entrada da área e chutou no canto esquerdo, sem chance de defesa para Mycael.
Aos 36′, Kaio Jorge converteu pênalti que ele mesmo sofreu ao ser derrubado pelo goleiro rubro-negro. O centroavante chutou rasteiro no canto direito para fazer o 3 a 1.
O jogo aberto, marcado ainda por falhas defensivas do Athletico, ajudou o Cruzeiro a ter bom volume ofensivo. A Raposa poderia ter deixado o Mineirão até com goleada, mas conseguiu uma vitória diante um adversário direto na tabela de classificação.

01/09/2027: Atlético 2 x 1 Cruzeiro

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

 

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01/09/2027: Atlético 2 x 1 Cruzeiro
Motivo: volta das quartas de final da Copa do Brasil
Local: Arena MRV, em Belo Horizonte
Data: 1º de setembro de 2026
Gols: Kaio Jorge, aos 29′ do 2ºT (Cruzeiro); Victor Hugo, aos 42′ do 2ºT e Fred, aos 47′ do 2ºT (Atlético)
Cartões amarelos: Otávio, Kaio Jorge, Lucas Villalba, Lucas Romero, Keny Arroyo e Fabrício Bruno (Cruzeiro); Natanael (Atlético)
Cartões vermelhos: Lucas Villalba (Cruzeiro), pelo segundo cartão amarelo
Público: 42.992
Renda: R$ 4.456.632,12
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (SP) e Victor Hugo Imazu dos Santos (PR)
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)
Atlético: Everson; Natanael (Gustavo Scarpa, aos 27′ do 2ºT), Ruan Tressoldi (Vitão, aos 15′ do 1ºT), Vitor Hugo e Renan Lodi; Kevin Castaño, Alan Franco (Victor Hugo, aos 20′ do 2ºT), Fred e Bernard (Alan Minda, aos 20′ do 2ºT); Tomás Cuello e Mateo Cassierra (Reinier, no intervalo).
Técnico: Eduardo Dominguez
Cruzeiro: Otávio; Fagner, Jonathan Jesus (João Marcelo, aos 35′ do 1ºT), Fabrício Bruno e Lucas Villalba; Lucas Romero, Gerson (Rojas, aos 19′ do 2ºT) e Matheus Pereira (Matheus Henrique, aos 19′ do 2ºT); Keny Arroyo, Wesley (Kenji, 11′ do 2ºT) e Kaio Jorge (Neyser Villareal, aos 19′ do 2ºT).
Técnico: Arthur Jorge

29/08/2026: Vasco 3 x 1 Cruzeiro

domingo, 30 de agosto de 2026

 

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Vasco 3x1 Cruzeiro
Data: 29 de agosto de 2026 (sábado)
Estádio: São Januário, no Rio de Janeiro
Motivo: 25ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro
Árbitro: Fernando Antonio Mendes de Salles Nascimento Filho (PA)
Assistentes: Eduardo Goncalves da Cruz (MS) e Acacio Menezes Leao (PA)
VAR: Heber Roberto Lopes (SC)
Público: 19.021
Renda: R$ 757.036,00
Vasco: Léo Jardim; Paulo Henrique, Cuesta, Lucas Freitas e Lucas Piton; Santiago Sosa (Barros, aos 33′ do 2ºT), Tchê Tchê (Ramon Rique, aos 39′ do 2ºT) e Thiago Mendes; Andrés Gómez (Marino Hinestroza, aos 39′ do 2ºT), Adson e Colidio (David, aos 34′ do 2ºT). Técnico: Pedro Emanuel
Cruzeiro: Otávio; William, João Marcelo, Jonathan Jesus e Rojas; Zé Lucas (Lucas Silva, aos 34′ do 2ºT), Matheus Henrique e Kenji (Felipe Morais, aos 34′ do 2ºT); João Costa (Wesley, aos 16′ do 2ºT), Lucho Rodríguez (Matheus Pereira, aos 16′ do 2ºT) e Neyser Villarreal (Wanderson, aos 39′ do 2ºT). Técnico: Artur Jorge
Gols: Tchê Tchê, aos 32′ do 1ºT, Lucas Freitas, aos 9′ do 2ºT, e David, aos 46′ do 2ºT (Vasco); Felipe Morais, aos 49′ do 2ºT (Cruzeiro)
Cartões amarelos: João Marcelo e Adson


A noite inspirada do jovem goleiro Otávio no primeiro tempo não foi suficiente para evitar a derrota da formação alternativa do Cruzeiro, que teve desempenho apático na contenção – especialmente na etapa complementar. A equipe celeste encarou um Vasco com força máxima e desesperado para fugir da zona de rebaixamento, o que resultou na vitória cruz-maltina por 3 a 1, neste sábado (29/8), em São Januário, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Apostando em time amplamente modificado e com a cabeça no decisivo clássico contra o Atlético na próxima terça-feira (1º/9), pela Copa do Brasil, o Cruzeiro sofreu com a forte pressão do Vasco. Tchê Tchê, Lucas Freitas e David balançaram as redes no Rio de Janeiro. No apagar das luzes, o time celeste descontou com Felipe Morais.
Com o revés, o Cruzeiro estaciona nos 39 pontos e vê o quinto lugar ameaçado. A Raposa pode ser ultrapassada pelo Bahia, que entra em campo neste domingo (30/8), às 19h30, para enfrentar o Internacional em Salvador. O Tricolor Baiano tem 37 pontos, na sexta posição.
Otávio faz milagres, mas ex-Atlético marca para o Vasco
O Cruzeiro iniciou a partida adotando uma postura estratégica, investindo nos contra-ataques, aproveitando os espaços abertos deixados pelo Vasco e conseguindo uma progressão facilitada Além disso, a retaguarda celeste demonstrou grande solidez nos instantes iniciais.
Aos 14 minutos, no entanto, o Vasco chegou pela primeira vez com enorme perigo, quase inaugurando o marcador. Andrés Gómez disparou em alta velocidade pela esquerda, entortou o lateral William e cruzou com precisão cirúrgica na cabeça de Adson. O atacante testou para baixo, a bola quicou perigosamente, mas Otávio voou para fazer uma espalmada espetacular e salvar o time celeste.
A pressão dos donos da casa seguiu intensa. Aos 31 minutos, Colidio recebeu com total liberdade na entrada da área, ajeitou na perna direita e soltou uma pancada, exigindo mais um voo providencial de Otávio para espalmar.
No lance seguinte, aos 32, o placar foi inaugurado em São Januário. Tchê Tchê recebeu bola lançada por Colidio, disputou com Matheus Henrique, ganhou no corpo e entrou na área completamente sozinho. O volante só teve o trabalho de tirar de Otávio no canto baixo para colocar o Cruz-Maltino em vantagem: 1 a 0.
O cenário seguiu sob forte pressão vascaína, transformada em verdadeiro festival de defesas do goleiro Otávio Aos 38, Adson chutou de fora da área e Otávio espalmou para escanteio. Logo depois, aos 39, um cruzamento fechado de Colidio quase encobriu o arqueiro, que voou para espalmar novamente. Aos 40, após cobrança de escanteio na primeira trave, Lucho Rodríguez desviou contra o próprio patrimônio e Otávio operou um verdadeiro milagre com uma mão só. Na sequência da pressão, aos 41, o goleiro ainda encaixou chute de longe desferido por Colidio, coroando uma primeira etapa em que o placar de 1 a 0 ficou barato para o Cruzeiro diante do volume imposto pelo Vasco.
Segundo tempo
O panorama da partida seguiu inibido para o Cruzeiro na volta do intervalo. O Vasco manteve ritmo sufocante e quase marcou logo nos minutos iniciais. Paulo Henrique recebeu de Adson na ponta direita, trouxe para a perna esquerda e cruzou buscando Andrés Gómez; a bola foi fechando perigosamente na direção do gol e passou raspando. Pouco depois, aos 8, William errou o corte e entregou a bola nos pés de Adson na entrada da área, mas o atacante tentou a chapada no canto e mandou para fora.
A insistência do Vasco a encontrou a rede aos 9 minutos. Após cobrança de escanteio de Piton, Colidio tocou para trás em Adson, que devolveu para o lateral. Piton cruzou na área, a trajetória passou direto por Cuesta e sobrou limpa para o zagueiro Lucas Freitas, completamente livre na segunda trave, apenas empurrar para o fundo das redes e ampliar o marcador: 2 a 0.
O domínio cruz-maltino permaneceu implacável na sequência. Aos 11, Gómez lançou Piton na linha de fundo, e o lateral cruzou rasteiro para a pequena área buscando Colidio, que finalizou de primeira, mas foi travado de forma crucial por Jonathan Jesus. A pressão continuou aos 14, quando Piton cobrou escanteio na primeira trave, a zaga desviou e a bola sobrou para Andrés Gómez entortar João Costa, ir ao fundo e cruzar rasteiro – Otávio espalmou para dentro da área e a defesa conseguiu afastar o perigo no rebote.
Aos 16, em nova investida pela esquerda, Thiago Mendes lançou Gómez no fundo, e o colombiano cruzou na medida para Colidio entrar livre na segunda trave. Apenas um carrinho salvador de Jonathan Jesus evitou o terceiro gol carioca. Percebendo a urgência de oxigenar a equipe, o técnico Artur Jorge promoveu mudanças, acionando Matheus Pereira e Wesley nas vagas de Lucho Rodríguez e João Costa, respectivamente, na tentativa de recuperar o controle do meio-campo e estancar a pressão, o que não foi suficiente para evitar a derrota fora de casa.
A pressão vascaína ainda encontrou a consagração nos acréscimos. Já aos 46 minutos, Puma Rodríguez lançou Ramon Rique na ponta direita, e o jovem cruzou com precisão na medida para o atacante David completar de cabeça, estufando as redes em São Januário: 3 a 0.
Aos 49 minutos, o Cruzeiro conseguiu descontar no placar. William cobrou escanteio curto para Matheus Pereira, que levantou a bola na área, permitindo que Felipe Morais cabeceasse completamente livre para estufar as redes e diminuir a desvantagem celeste no fim da partida: 3 a 1.

25/08/2026: Cruzeiro 1x1 Atlético

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

 


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25/08/2026: Cruzeiro 1x1 Atlético
Motivo: ida das quartas de final da Copa do Brasil
Local: Mineirão, em Belo Horizonte
Data: 25 de agosto de 2026
Gols: Keny Arroyo, aos 14’/2ºT (Cruzeiro); Renan Lodi, aos 24’/2ºT (Atlético)
Cartões amarelos: Matheus Pereira (Cruzeiro); Alan Franco e Tomás Cuello (Atlético)
Público: 59.225
Renda: R$ 4.917.351,00
Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza (FIFA-SP)
Assistentes: Bruno Raphael Pires (GO) e Bruno Boschilia (PR)
VAR: Wagner Reway (SC)
Cruzeiro: Otávio; Fagner (William, aos 28’/2ºT), Fabrício Bruno, Jonathan Jesus (João Marcelo, no intervalo) e Lucas Villalba; Lucas Romero, Gerson (Matheus Henrique, aos 41’/2ºT) e Matheus Pereira; Keny Arroyo (Bruno Rodrigues, aos 45’/2ºT), Wesley (João Costa, aos 28’/2ºT) e Kaio Jorge (Néiser Villarreal, aos 41’/2ºT). 
Técnico: Artur Jorge
Atlético: Everson; Alan Franco, Ruan Tressoldi (Vitão, aos 18’/1ºT), Vitor Hugo e Renan Lodi; Kevin Castaño, Maycon (Natanael, aos 27’/2ºT), Fred (Thiago Borbas, aos 41’/2ºT), Bernard (Alan Minda, aos 27’/2ºT) e Federico Cuello (Ángelo Preciado, aos 47’/2ºT); Mateo Cassierra (Mamady Cissé, aos 41’/2ºT). 
Técnico: Eduardo Domínguez








Quem esperava um grande confronto entre Cruzeiro e Atlético foi recompensado com dois gols emocionantes nesta terça-feira (25/8). Após primeiro tempo insosso, os arquirrivais voltaram inspirados do intervalo e chegaram ao 1 a 1 no duelo de ida das quartas de final da Copa do Brasil, no Mineirão, em Belo Horizonte.

Os gols da partida foram marcados pelo atacante Keny Arroyo, da Raposa, e o lateral-esquerdo Renan Lodi, do Galo. As duas jogadas saíram no segundo tempo.
Primeiro tempo com lesão e poucos lances de perigo
No primeiro lance relevante da partida, o zagueiro Ruan Tressoldi levou trombada do atacante Kaio Jorge e caiu de cabeça no chão. Apesar do susto nos primeiros minutos e das reclamações do time alvinegro, não houve cartão, e o atleta seguiu em campo.
Por volta dos 16′, Ruan Tressoldi voltou a reclamar de dores e foi novamente atendido. Após um período fora do gramado, ele foi substituído por Vitão. O camisa 4 precisou deixar a partida por causa do protocolo de prevenção a concussões e foi levado a um hospital para ser reavaliado.
Houve pouco desenvolvimento no primeiro terço do jogo. O Cruzeiro tentava avançar e perdia várias bolas no meio-campo devido a desarmes e erros de passe.
A partir dos 30′, a Raposa começou a chegar com frequência à área atleticana, mas seguia deixando a posse escapar. O Cruzeiro infiltrava e perdia a bola com a mesma facilidade.
Já o Galo apresentou pouco perigo. A equipe iniciava as jogadas de fora para dentro, só que passou mais tempo se defendendo do que atacando. Faltou ao Atlético mais qualidade no jogo aéreo. O time teve escanteios a favor e não aproveitou.
A melhor oportunidade da primeira etapa foi um chute do atacante Wesley, do Cruzeiro. O jogador puxou para o meio e chutou. A bola passou perto do gol e foi para fora.
Cruzeiro abre o placar e leva empate do Atlético no segundo tempo
Apesar de algumas reclamações com a arbitragem, o primeiro amarelo do clássico saiu só no comecinho do segundo tempo. O lateral-direito Alan Franco recebeu cartão por falta em Kaio Jorge.
Decisivo em várias partidas recentes do Cruzeiro, Arroyo abriu o placar no clássico com belo chute de fora da área. Aos 14′, o atacante finalizou cheio de efeito no gol defendido por Everson e abriu o placar: 1 a 0. Surpreendido, o goleiro atleticano não conseguiu chegar na bola.
Antes do gol, o Cruzeiro estava dominando as ações, mas se perdeu após isso. Foi então que o Atlético se aproveitou dos espaços e conseguiu buscar o empate aos 24′.
O Galo inverteu da direita para esquerda com o meia Bernard. A bola ficou com o atacante Tomás Cuello, que encontrou Renan Lodi dentro da área. Quase sem ângulo, o lateral finalizou com precisão para dentro do gol: 1 a 1.
As jogadas incendiaram as arquibancadas do Mineirão. O público no estádio ficou dividido entre 96% de cruzeirenses e 4% de atleticanos. No jogo de volta, na Arena MRV, o quadro de ingressos será invertido.
Depois desse gol, os times seguiram em busca da vitória, com vantagem para a Raposa na reta final. O Cruzeiro incomodou bastante dentro da área do Atlético, só que não conseguiu furar o bloqueio da defesa alvinegra.
Os minutos derradeiros foram já com formações bem diferentes. As equipes fizeram mudanças principalmente no ataque. Tanto Cruzeiro quanto Atlético mudaram todo o sistema ofensivo na reta final.

22/08/2026: Cruzeiro 2x1 Flamengo

domingo, 23 de agosto de 2026


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22/08/2026: Cruzeiro 2x1 Flamengo
Motivo: 24ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Mineirão, em Belo Horizonte
Data: 22 de agosto de 2026
Gols: Keny Arroyo, aos 9’/2ºT e Matheus Pereira, aos 49’/2ºT (Cruzeiro); Pedro, aos 21’/2ºT (Flamengo)
Cartões amarelos: Wesley, Fabrício Bruno e João Marcelo (Cruzeiro); Bruno Henrique (Flamengo)
Público: 34.166
Renda: R$ 2.021.735,50
Árbitro: Rodrigo José Pereira Lima (PE)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (SP/Fifa) e Nailton Júnior de Sousa Oliveira (CE/Fifa)
VAR: Gilberto Rodrigues Castro Júnior (PE)
Cruzeiro: Otávio; Fagner, Fabrício Bruno, João Marcelo e Lucas Villalba; Lucas Romero (Gerson, aos 29’/2ºT), Matheus Henrique (Zé Lucas, aos 40’/2ºT) e Matheus Pereira; João Costa (Wesley, no intervalo), Keny Arroyo (Kaique Kenji, aos 29’/2ºT) e Kaio Jorge (Néiser Villarreal, aos 30’/2ºT). 
Técnico: Artur Jorge
Flamengo: Agustín Rossi; Guillermo Varela, Léo Ortiz, Danilo e Ayrton Lucas; Erick Pulgar (Evertton Araújo, aos 26’/2ºT), Lucas Paquetá (Bruno Henrique, aos 26’/2ºT) e De Arrascaeta (Jorginho, aos 17’/2ºT); Jorge Carrascal, Samuel Lino (Gonzalo Plata, aos 17’/2ºT) e Pedro (Luiz Araújo, aos 37’/2ºT). 
Técnico: Leonardo Jardim


O Cruzeiro entrou em campo pressionado, saiu atrás novamente, mas conseguiu buscar a virada diante do Flamengo neste sábado (22/8). As equipes se enfrentaram pela terceira vez em 10 dias. O jogo da 24ª rodada da Série A foi disputado no Mineirão, em Belo Horizonte.
Saiu dos pés do centroavante Pedro o gol que abriu o placar para o Flamengo, ainda na primeira etapa. Depois do intervalo, o ponta Keny Arroyo empatou o jogo para o Cruzeiro. E no último lance, o meia Matheus Pereira sacramentou a vitória de virada.
Cruzeiro entrou em campo pressionado
A partida deste fim de semana ocorreu em meio a um momento negativo da Raposa. Nos dias 12 e 19 de agosto, Flamengo e Cruzeiro duelaram nas oitavas de final da Copa Libertadores.
O Rubro-Negro ficou com a vaga depois de vencer o jogo de volta por 2 a 1 no Maracanã, no Rio de Janeiro. Na ida, houve empate por 1 a 1 no Mineirão.
Pedro coloca o Flamengo em vantagem no primeiro tempo
No primeiro tempo, o Flamengo levou a melhor diante do Cruzeiro, mesmo com as duas equipes tendo boas oportunidades no setor ofensivo.
Pedro, que chegou a perder lance cara a cara, abriu o placar aos 21 minutos, em novo lance com a defesa aberta. Na jogada, o centroavante recebe passe do meia-atacante De Arrascaeta e chuta cruzado. A bola ainda resvalou no goleiro Otávio antes de entrar: 1 a 0.
A Raposa até passou perto de empatar, em chute perigoso do atacante João Costa, mas foi para o intervalo em desvantagem, assim como no jogo anterior.
Cruzeiro vira o jogo no segundo tempo
O Cruzeiro só conseguiu empatar a partida aos 9′ do segundo tempo. Keny Arroyo recebeu passe na entrada da área, limpou a marcação e acertou chute no ângulo: 1 a 1. Atacante do Flamengo, Samuel Lino voltou a ficar no chão durante o lance, como foi no primeiro confronto da Libertadores.
No restante da partida, a tônica foi parecida: um jogo aberto, com vantagem para o Cruzeiro, mas sem grande domínio. O Flamengo não conseguiu repetir o mesmo nível do primeiro tempo e ficou bastante aquém da atuação do confronto no Maracanã, quando suprimiu o futebol da Raposa.
Já o Cruzeiro superou as dificuldades, se impôs na reta final e venceu o Flamengo. Em quatro jogos na temporada, essa foi a primeira vitória celeste. Antes, houve uma derrota no Maracanã, pelo Brasileirão (2 a 0), e os já citados jogos pela Libertadores.
O gol que selou esse resultado tão positivo foi marcado pelo meia Matheus Pereira em blitz na área rubro-negra. De jogador em jogador a bola chegou até o fundo da rede aos 49′.
Primeiro, o volante Gerson alçou ela na área, e o zagueiro Lucas Villalba resvalou de cabeça. A bola então sobrou para Matheus Pereira, que chutou de primeira. Houve ainda um pequeno desvio de Léo Ortiz, defensor rubro-negro.

19/08/2026: Flamengo 2x1 Cruzeiro

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

 

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19/08/2026: Flamengo 2x1 Cruzeiro
Motivo: jogo de volta das oitavas de final da Copa Libertadores
Data: 19 de agosto de 2026 (quarta-feira)
Horário: 21h30 (de Brasília)
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Gols: Arrascaeta, aos 34′ do 1ºT; Samuel Lino, aos 17′ do 2ºT (FLA); Lucas Romero, aos 6′ do 2ºT (CRU)
Cartões amarelos: William, aos 25′ do 2ºT; João Costa, aos 48′ do 2ºT (CRU)
Árbitro: Gustavo Tejera (URU)
Assistentes: Nicolás Tarán e Horacio Ferreiro (URU)
VAR: Andrés Cunha (URU)
Público: 72.481
Renda: R$ 8.117.578,50
Flamengo: Rossi; Emerson Royal, Léo Ortiz, Léo Pereira e Ayrton Lucas (Varela, aos 30′ do 2ºT); Erick Pulgar, Jorginho (Everton Araújo, aos 33′ do 2ºT) De Arrascaeta (Carrascal, aos 18′ do 2ºT); Plata (Lucas Paquetá, aos 18′ do 2ºT), Samuel Lino e Pedro (Bruno Henrique, aos 30′ do 2ºT). 
Técnico: Leonardo Jardim.
Cruzeiro: Otávio; William (Fagner, aos 33′ do 2ºT), Fabrício Bruno, Jonathan Jesus e Gabriel Rojas (Lucho Rodríguez, aos 33′ do 2ºT); Lucas Romero, Gerson (Bruno Rodrigues, aos 39′ do 2T) e Matheus Pereira; Keny Arroyo , Wesley (João Costa, aos 20′ do 2ºT) e Kaio Jorge. 
Técnico: Artur Jorge.


O Cruzeiro deu adeus à Copa Libertadores ao perder para o Flamengo por 2 a 1, no Rio de Janeiro, pelo jogo de volta das oitavas de final. O Rubro-Negro construiu o resultado com gols de Arrascaeta e Samuel Lino, enquanto Lucas Romero balançou a rede para a Raposa. Mais de 72 mil torcedores compareceram ao Maracanã na noite desta quarta-feira (19/8).
No primeiro tempo, o Cruzeiro foi envolvido, viu Arrascaeta abrir o placar e correu o risco de sofrer mais gols. Na volta dos vestiários, os mineiros melhoraram, e Romero empatou com um golaço de fora da área. A alegria durou pouco, já que Samuel Lino, em bela jogada sobre William, colocou os donos da casa novamente em vantagem.
No primeiro encontro, o Cruzeiro saiu na frente com um golaço de Keny Arroyo, mas o Flamengo buscou o empate com Lucas Paquetá, que marcou em seu primeiro toque na bola. O resultado deixou completamente aberta a disputa pela classificação e fez com que o clima de decisão tomasse conta das cidades ao longo de toda a semana.
Artur Jorge teve o retorno de Lucas Romero como trunfo e apostou em William na lateral direita mesmo com o retorno de Fagner, que cumpriu suspensão e ficou à disposição do treinador.
Do outro lado, o Flamengo chegou ao confronto embalado pela goleada por 5 a 1 sobre o Mirassol, pelo Campeonato Brasileiro, e visava afastar um “fantasma”: o das eliminações nas oitavas de final em anos que sucedem um título do clube na competição. Em 2020, o Rubro-Negro perdeu para o Racing, da Argentina. Em 2023, o Olimpia, do Paraguai, foi o algoz do Urubu.
Leonardo Jardim apostou em Pedro para a vaga de Bruno Henrique a fim de aumentar o poder de fogo da equipe. A estratégia funcionou, pois o camisa 9 deu dois passes para gols. Quando a escalação do atacante foi anunciada, a torcida flamenguista se inflamou, assim como vaiou o cruzeirense Gerson, antes ídolo e agora “desafeto” dos cariocas.
A partida também colocou frente a frente dois clubes que já protagonizaram confrontos históricos em mata-matas. Em 2018, novamente pelas oitavas de final da Libertadores, o Cruzeiro venceu o Flamengo por 2 a 0 no Maracanã e avançou mesmo após perder por 1 a 0 no Mineirão. Os rivais também decidiram as Copas do Brasil de 2003 e 2017, ambas vencidas pela Raposa.
Próximos jogos
Cruzeiro e Flamengo terão reencontro no sábado (22/8), às 20h30, no Mineirão, pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Nas quartas de final da Libertadores, o Flamengo enfrentará o classificado do confronto entre Tolima-COL e Independiente del Valle-EQU. Os equatorianos saíram em vantagem ao baterem os colombianos por 1 a 0, fora de casa, nessa terça-feira (18/8), pelo jogo de ida.
O Flamengo começou com as linhas altas, visando pressionar o Cruzeiro nos primeiros minutos. Jorginho iniciava as jogadas junto aos zagueiros, enquanto Emerson Royal e Ayrton Lucas, laterais do Urubu estavam “espetados”, para dar profundidade aos ataques e facilitar as interações com os jogadores de ataque.
No Cruzeiro, a tentativa era de esfriar o jogo e manter a calma com a bola nos pés. Gerson, vaiado pela torcida flamenguista em sempre que pegava na bola, descia para ajudar os zagueiros no início da construção.
Aos sete minutos, o primeiro lance de perigo. Emerson Royal alçou bola na área, que encontrou Leo Ortiz, mas o zagueiro cabeceou para fora.
O Urubu seguia controlando as ações. O Cruzeiro marcava em bloco baixo e aguardava uma oportunidade de contra-ataque.
Aos 11 minutos, duas chances em sequência: primeiro, Samuel Lino bateu de fora da área, e Otávio encaixou. Depois, Rojas saiu jogando errado, e Pedro apareceu cara a cara com Otávio, mas o jovem do goleiro fez uma defesa providencial.
Cinco minutos depois, os donos da casa novamente envolveram a defesa cruzeirense, e Arrascaeta quase fez, de “chaleira”, o primeiro gol do jogo. O goleiro celeste apareceu bem outra vez.
Os cariocas empilhavam chances. Aos 20 minutos, Pedro driblou dois com um corte e chapou de perna esquerda, mas a bola saiu por cima do gol do time mineiro.
Após a parada para a hidratação, o ímpeto flamenguista diminuiu, mas o controle não. O Cruzeiro não conseguia encontrar opções de saída.
Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. Aos 34 minutos, o Flamengo furou. Arrascaeta tabelou com Pedro e acertou uma linda chapada no ângulo esquerdo de Otávio. Um golaço! 1 a 0.
Após o gol, poucas emoções na primeira etapa, que terminou com o placar mínimo em favor do Flamengo.
A segunda etapa começou diferente, e o Cruzeiro voltou melhor. Com três minutos da segunda etapa, William colocou a bola na área. A redonda desviou em Leo Pereira e enganou Rossi, sendo tirada em cima da linha por Jorginho.
Três minutos depois, Matheus Pereira e Gerson combinaram pela ponta direita. O ex-Flamengo rolou para trás e a redonda encontrou Romero. O argentino soltou um petardo e fez um golaço: 1 a 1.
O Flamengo sentiu o golpe! A equipe mineira continuava ocupando o campo de ataque e tendo volume ofensivo. Aos 10 minutos, Kaio Jorge arriscou de fora da área e assustou Rossi. E a pressão celeste continuava. KJ, com um chute cruzado, incomodou novamente.
Após 15 minutos de apagão, o Flamengo acordou. A equpe carioca passou a reter a posse de bola e assustou com um chute de Plata que saiu por cima do gol.
Dois minutos depois, veio o castigo para o Cruzeiro: Arrascaeta acionou Pedro, que escorou para Samuel Lino. O ponta-esquerda cortou William e bateu na saída de Otávio: 2 a 1.
O Flamengo queria mais. Leonardo Jardim promoveu as entradas de Lucas Paquetá e Carrascal, buscando aumentar a criatividade do clube carioca. Concomitantemente, o ímpeto celeste diminuía e o Cruzeiro não conseguia realizar novas investidas ofensivas.
Aos 29, a Raposa voltou a envolver. Arroyo e Kaio Jorge trocaram passes e a bola chegou a Matheus Pereira, que não conseguiu colocar força na finalização.
Artur Jorge promoveu mudanças ofensivas, em busca do empate. As alterações, no entanto não surtiram tanto efeito quanto se esperava.
No fim, o time mineiro tentou ensaiar uma pressão, que não foi suficiente. Fim de jogo e Flamengo nas quartas de final.