12/09/2026: Santos 2x1 Cruzeiro

sábado, 12 de setembro de 2026

 


Links



12/09/2026: Santos 2x1 Cruzeiro
Motivo: 27ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Vila Belmiro, em Santos
Gols: Rollheiser, aos 27′ do 1ºT (SAN); Fabrício Bruno, contra, aos 31′ do 1ºT (SAN); Matheus Pereira, aos 44′ do 2ºT (CRU)
Árbitro: Bruno Arleu de Araujo (RJ)
Assistentes: Nailton Junior de Sousa Oliveira (CE) e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ)
VAR: Heber Roberto Lopes (SC)
Santos: Gabriel Brazão; Igor Vinícius, Willian Arão e Luan Peres; Gustavo Henrique (Oliva, aos 15′ do 2ºT); João Schmidt e Bontempo (Miguelito, aos 35′ do 2ºT); Rodinei, Rollheiser (Lima, aos 28′ do 2ºT), Cebolinha (Arthur, aos 28′ do 2ºT) e Rony (Thaciano, aos 35′ do 2ºT). 
Técnico: Cuca.
Cruzeiro: Otávio; Fagner (João Costa, aos 29′ do 2ºT), Fabrício Bruno, João Marcelo e Gabriel Rojas; Lucas Romero (Wesley, no intervalo), Gerson (Zé Lucas, aos 29′ do 2ºT), Matheus Henrique (Lucas Silva, aos 29′ do 2ºT) e Matheus Pereira; Keny Arroyo (Lucho Rodríguez, aos 33′ do 2ºT) e Kaio Jorge. 
Técnico: Artur Jorge.
Cartões amarelos: Kaio Jorge, aos 49′ do 1ºT (CRU); Everton Cebolinha, aos 19′ do 2ºT (SAN); João Marcelo, aos 33′ do 2ºT (CRU); Gabriel Brazão, aos 37′ do 2ºT (CRU); Zé Lucas, aos 48′ do 2ºT (CRU)


O Cruzeiro entrou na 27ª rodada com cenário favorável para encurtar a distância para os adversários diretos na tabela de classificação – o Athletico-PR havia empatado e o Fluminense perdido. Mas passou longe de fazer a obrigação neste sábado (12/9). Perdido na Vila Belmiro, o clube celeste atuou muito abaixo, rendeu-se a um Santos completamente dominador e saiu derrotado por 2 a 1. Placar magro para o contexto da partida e que não reflete o protagonismo do Peixe – graças à mira dos paulistas e ao arqueiro Otávio.
Diante da própria torcida e em momento de ascensão na Série A, o Santos comeu a bola no primeiro tempo e nada deixou para o Cruzeiro. Intenso e avassalador, o clube paulista dominou as ações e marcou duas vezes – o meia-atacante Rollheiser abriu o placar e o zagueiro Fabrício Bruno, contra, ampliou. Otávio impediu uma goleada ainda na primeira parcial (16 chutes do adversário). Enquanto isso, a equipe celeste corria sem rumo e de forma desordenada. A melhor oportunidade foi criada já aos 40 minutos pelo lateral Gabriel Rojas.
O técnico Artur Jorge inverteu a formação tática no intervalo – de quatro para três homens no meio-campista – na intenção de deixar o time mais confortável por atuar de uma forma que já estava acostumado. Com o passar do tempo, a equipe enfim se tornou capaz de trocar passes no campo de ataque e exigir boa intervenção do goleiro Gabriel Brazão.
Mas de forma alguma o Cruzeiro deixou de sofrer. Seguiu lidando com pressão e finalizações arriscadas. Na realidade, a Raposa apenas diminuiu a disparidade e contou com desperdícios do Santos para segurar o prejuízo. No fim, conseguiu descontar com o meio-campista Matheus Pereira e mascarar pelo placar magro a atuação ruim.
Justamente por causa da decisão na Sul-Americana, o técnico Cuca escalou equipe mista, com direito a algumas improvisações no setor defensivo. Ainda assim, diante da própria torcida, o Peixe demonstrou conforto na troca de passes rápida e não poupou arremates a meia distância. Estreante da noite, o atacante Everton Cebolinha liderou a equipe no campo de ataque ao lado do meio-campista Gabriel Bontempo.
O Cruzeiro, sem muitos compromissos na agenda, entrou com força máxima, e o treinador Artur Jorge optou por manter a nova formação com quatro meio-campistas. A Raposa demonstrou dificuldade para conectar os setores e progredir com bola de forma promissora e viu a faixa central do gramado sobrecarregada mesmo com um atleta a mais na função.
Um número explicita o cenário do duelo: com apenas 25 minutos no cronômetro, o Santos já havia finalizado cinco vezes. Nas principais chances, o clube paulista errou o alvo ou testemunhou boas aparições do goleiro Otávio – até aquele momento, a principal defesa havia ocorrido aos 23′, em chute perigoso do meio-campista Gabriel Bontempo.
Depois de tanto pressionar e sobrar, o Santos levantou a Vila Belmiro. Aos 27 minutos, Bontempo bagunçou o lado direito da defesa celeste e tocou para trás, onde estava Cebolinha – os dois principais nomes da partida até então. O atacante arriscou e carimbou o zagueiro João Marcelo. Na sobra, o meia-atacante Rollheiser emendou de primeira e pegou Otávio caído, sem tempo de alcançar a bola: 1 a 0.
A intensidade não acabou ali. Aos 30 minutos, Bontempo desceu pela esquerda e recebeu sozinho. O meia só não ampliou e premiou contra-ataque do Santos porque Otávio triscou na bola. Mas a oportunidade de ouro surgiu na sequência, e o arqueiro nada pôde fazer.
Os primeiros minutos intensos e avassaladores do Peixe resultaram no segundo tento. O lateral-direito Rodinei disparou pela ponta sem qualquer marcação, recebeu na boa e cruzou para o meio da área. A intenção era encontrar Bontempo, mas a bola nem chegou. Na tentativa de tirar, o zagueiro Fabrício Bruno mandou contra a própria meta, aos 31′: 2 a 0.
Enquanto os jogadores do Cruzeiro corriam de um lado para outro completamente sem rumo e de forma desorganizada, Otávio sujava – e muito – o uniforme. Aos 35 minutos, o goleiro celeste impediu golaço do volante João Schmidt – e até o fim da parcial, outros dois ou três. A defesa, por sua vez, jogava-se nas bolas para tentar impedir chutes e, quando a tinha, a entregava, gerando novas oportunidades ao clube paulista.
A Raposa conseguiu assustar apenas aos 40 minutos em boa jogada individual de Gabriel Rojas. Na ocasião, o lateral-esquerdo fez fila na defesa adversária, invadiu a área e encobriu o arqueiro Gabriel Brazão. O lateral-esquerdo Luan Peres surgiu no momento certo e tirou quase em cima da linha.
Cruzeiro diminui no placar, mas segue abaixo em campo
No intervalo, Artur Jorge desfez a nova formação tática – testada anteriormente contra o Athletico-PR -, tirou um homem do meio-campo (o volante Lucas Romero) e acionou o ponta esquerda Wesley. Nos primeiros minutos, a alteração não surtiu efeito positivo. O Santos manteve a imposição e não demorou a finalizar com perigo.
Com o passar do tempo, o Cruzeiro começou a enfim ser capaz de trocar passes no campo de ataque. Aos 11 minutos, o goleiro Gabriel Brazão apareceu de forma decisiva e salvou o que seria o primeiro gol dos celestes em cabeceio à queima-roupa do meio-campista Matheus Pereira, até então pouco participativo.
A única grande chegada da Raposa não significou redução no volume ofensivo do Santos. Longe disso. Os mineiros apenas diminuíram a discrepância. Enquanto isso, o Peixe desperdiçava arremates. Cebolinha, Rony, Bontempo, Olivar, João Schmidt… não faltaram tentativas. Sobrou Otávio e sorte com finalizações erradas.
Artur Jorge promoveu outras cinco mudanças ao longo da segunda etapa. Chegou a mudar o esquema mais uma vez, agora apostando em três homens na primeira linha (Fabrício Bruno, João Marcelo e Gabriel Rojas). Demorou a encontrar um caminho.
Aos 44 minutos, ainda atuando de maneira inferior, a Raposa conseguiu descontar. Fabrício Bruno lançou Lucho Rodríguez na grande área. O atacante encostou para Matheus Pereira empurrar para o fundo da rede: 2 a 1. Nos acréscimos, o volante Zé Lucas quase entregou o empate ao Cruzeiro em cabeceio.

06/09/2026: Cruzeiro 3x1 Athletico Paranaense

domingo, 6 de setembro de 2026

 


Links


Motivo: 26ª Rodada do Brasileirão
Público: 26.320 pessoas
Renda: R$ 1.055.965,00
Árbitra: Daiane Muniz (SP)
Assistentes: Leila Naiara Moreira da Cruz (DF) e Maira Mastella Moreira (RS)
VAR: Daniel Nobre Bins (RS)
Gols: Matheus Pereira, aos 30’/1ºT, Lucas Romero, aos 29’/2ºT e Kaio Jorge, aos 36’/2ºT (Cruzeiro); João Cruz, aos 45’/1ºT (Athletico)
Cruzeiro: Otávio; Fagner, Fabrício Bruno, João Marcelo e Gabriel Rojas (Lucas Villalba, no intervalo); Lucas Romero, Gerson (João Costa, aos 41’/2ºT), Matheus Henrique (Zé Lucas, aos 46’/2ºT) e Matheus Pereira; Keny Arroyo (Wesley, aos 24’/2ºT) e Kaio Jorge (Lucho Rodríguez, aos 46’/2ºT). 
Técnico: Artur Jorge
Athletico Paranaense: Mycael; Dantas, Aguirre, Arthur Dias (Esquivel, no intervalo) e Gilberto Moraes; Luiz Gustavo, Jadson (Portilla, no intervalo) e João Cruz (Zapelli, aos 19’/2ºT); Mendoza, Leozinho (Vargas, aos 20’/2ºT) e Kevin Viveros (Renan Peixoto, aos 34’/2ºT).  
Técnico: Odair Hellmann
Cartões amarelos: Fabrício Bruno e Gabriel Rojas (Cruzeiro); Mycael (Athletico)


Em final de semana de protestos da torcida celeste, dentro e fora do Mineirão, o Cruzeiro voltou a vencer no Campeonato Brasileiro. A Raposa não se deixou abalar pelo baque de mais uma eliminação em mata-mata e ganhou por 3 a 1 do Athletico Paranaense neste domingo (6/9), em Belo Horizonte, pela 26ª rodada.
Os gols da vitória do Cruzeiro foram marcados pelo meio-campistas Matheus Pereira e Lucas Romero e o atacante Kaio Jorge. Já o armador João Cruz descontou para o Athletico.
Na rodada anterior, os reservas do Cruzeiro perderam por 3 a 1 para o Vasco, em São Januário, no Rio de Janeiro. Hoje, com os titulares, a equipe celeste conseguiu superar o Furacão dentro de casa.
Primeiro tempo com gols e pênalti perdido
O primeiro tempo de Cruzeiro x Athletico foi movimentado, com dois gols regulares e um anulado, além de pênalti defendido pelo goleiro rubro-negro.
Aos 29′, o meio-campista Gerson cruzou na área e encontrou Matheus Pereira bem posicionado para abrir o marcador. De forma meio acrobática, o camisa 10 saltou e cabeceou a bola para o fundo da rede: 1 a 0.
Depois, o Cruzeiro poderia ter feito mais dois gols. Um com Matheus Henrique, que teve lance checado pelo VAR e anulado por impedimento, e outro com Matheus Pereira, que pediu para bater e errou pênalti.
A cobrança do meia foi no canto direito. Mycael se esticou e acertou o lado, defendendo a penalidade. O goleiro ainda impediu os jogadores do Cruzeiro de marcarem no rebote.
O gol do Athletico saiu aos 45′, em jogadaça de João Cruz. Ele recebeu a bola fora da área e acertou chute colocado. A bola encobriu o goleiro Otávio, bateu na trave e entrou.
Dessa forma, a etapa inicial terminou de forma amargada para a Raposa, que poderia ter feito até três gols, mas não conseguiu manter a vantagem e foi para o intervalo com 1 a 1 no placar.
Cruzeiro garante a vitória no segundo tempo
O segundo gol do Cruzeiro saiu aos 25′ do segundo tempo. Lucas Romero recebeu passe de Matheus Pereira, driblou marcador na entrada da área e chutou no canto esquerdo, sem chance de defesa para Mycael.
Aos 36′, Kaio Jorge converteu pênalti que ele mesmo sofreu ao ser derrubado pelo goleiro rubro-negro. O centroavante chutou rasteiro no canto direito para fazer o 3 a 1.
O jogo aberto, marcado ainda por falhas defensivas do Athletico, ajudou o Cruzeiro a ter bom volume ofensivo. A Raposa poderia ter deixado o Mineirão até com goleada, mas conseguiu uma vitória diante um adversário direto na tabela de classificação.

01/09/2027: Atlético 2 x 1 Cruzeiro

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

 

Links



01/09/2027: Atlético 2 x 1 Cruzeiro
Motivo: volta das quartas de final da Copa do Brasil
Local: Arena MRV, em Belo Horizonte
Data: 1º de setembro de 2026
Gols: Kaio Jorge, aos 29′ do 2ºT (Cruzeiro); Victor Hugo, aos 42′ do 2ºT e Fred, aos 47′ do 2ºT (Atlético)
Cartões amarelos: Otávio, Kaio Jorge, Lucas Villalba, Lucas Romero, Keny Arroyo e Fabrício Bruno (Cruzeiro); Natanael (Atlético)
Cartões vermelhos: Lucas Villalba (Cruzeiro), pelo segundo cartão amarelo
Público: 42.992
Renda: R$ 4.456.632,12
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (SP) e Victor Hugo Imazu dos Santos (PR)
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)
Atlético: Everson; Natanael (Gustavo Scarpa, aos 27′ do 2ºT), Ruan Tressoldi (Vitão, aos 15′ do 1ºT), Vitor Hugo e Renan Lodi; Kevin Castaño, Alan Franco (Victor Hugo, aos 20′ do 2ºT), Fred e Bernard (Alan Minda, aos 20′ do 2ºT); Tomás Cuello e Mateo Cassierra (Reinier, no intervalo).
Técnico: Eduardo Dominguez
Cruzeiro: Otávio; Fagner, Jonathan Jesus (João Marcelo, aos 35′ do 1ºT), Fabrício Bruno e Lucas Villalba; Lucas Romero, Gerson (Rojas, aos 19′ do 2ºT) e Matheus Pereira (Matheus Henrique, aos 19′ do 2ºT); Keny Arroyo, Wesley (Kenji, 11′ do 2ºT) e Kaio Jorge (Neyser Villareal, aos 19′ do 2ºT).
Técnico: Arthur Jorge

29/08/2026: Vasco 3 x 1 Cruzeiro

domingo, 30 de agosto de 2026

 

Links


Vasco 3x1 Cruzeiro
Data: 29 de agosto de 2026 (sábado)
Estádio: São Januário, no Rio de Janeiro
Motivo: 25ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro
Árbitro: Fernando Antonio Mendes de Salles Nascimento Filho (PA)
Assistentes: Eduardo Goncalves da Cruz (MS) e Acacio Menezes Leao (PA)
VAR: Heber Roberto Lopes (SC)
Público: 19.021
Renda: R$ 757.036,00
Vasco: Léo Jardim; Paulo Henrique, Cuesta, Lucas Freitas e Lucas Piton; Santiago Sosa (Barros, aos 33′ do 2ºT), Tchê Tchê (Ramon Rique, aos 39′ do 2ºT) e Thiago Mendes; Andrés Gómez (Marino Hinestroza, aos 39′ do 2ºT), Adson e Colidio (David, aos 34′ do 2ºT). Técnico: Pedro Emanuel
Cruzeiro: Otávio; William, João Marcelo, Jonathan Jesus e Rojas; Zé Lucas (Lucas Silva, aos 34′ do 2ºT), Matheus Henrique e Kenji (Felipe Morais, aos 34′ do 2ºT); João Costa (Wesley, aos 16′ do 2ºT), Lucho Rodríguez (Matheus Pereira, aos 16′ do 2ºT) e Neyser Villarreal (Wanderson, aos 39′ do 2ºT). Técnico: Artur Jorge
Gols: Tchê Tchê, aos 32′ do 1ºT, Lucas Freitas, aos 9′ do 2ºT, e David, aos 46′ do 2ºT (Vasco); Felipe Morais, aos 49′ do 2ºT (Cruzeiro)
Cartões amarelos: João Marcelo e Adson


A noite inspirada do jovem goleiro Otávio no primeiro tempo não foi suficiente para evitar a derrota da formação alternativa do Cruzeiro, que teve desempenho apático na contenção – especialmente na etapa complementar. A equipe celeste encarou um Vasco com força máxima e desesperado para fugir da zona de rebaixamento, o que resultou na vitória cruz-maltina por 3 a 1, neste sábado (29/8), em São Januário, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Apostando em time amplamente modificado e com a cabeça no decisivo clássico contra o Atlético na próxima terça-feira (1º/9), pela Copa do Brasil, o Cruzeiro sofreu com a forte pressão do Vasco. Tchê Tchê, Lucas Freitas e David balançaram as redes no Rio de Janeiro. No apagar das luzes, o time celeste descontou com Felipe Morais.
Com o revés, o Cruzeiro estaciona nos 39 pontos e vê o quinto lugar ameaçado. A Raposa pode ser ultrapassada pelo Bahia, que entra em campo neste domingo (30/8), às 19h30, para enfrentar o Internacional em Salvador. O Tricolor Baiano tem 37 pontos, na sexta posição.
Otávio faz milagres, mas ex-Atlético marca para o Vasco
O Cruzeiro iniciou a partida adotando uma postura estratégica, investindo nos contra-ataques, aproveitando os espaços abertos deixados pelo Vasco e conseguindo uma progressão facilitada Além disso, a retaguarda celeste demonstrou grande solidez nos instantes iniciais.
Aos 14 minutos, no entanto, o Vasco chegou pela primeira vez com enorme perigo, quase inaugurando o marcador. Andrés Gómez disparou em alta velocidade pela esquerda, entortou o lateral William e cruzou com precisão cirúrgica na cabeça de Adson. O atacante testou para baixo, a bola quicou perigosamente, mas Otávio voou para fazer uma espalmada espetacular e salvar o time celeste.
A pressão dos donos da casa seguiu intensa. Aos 31 minutos, Colidio recebeu com total liberdade na entrada da área, ajeitou na perna direita e soltou uma pancada, exigindo mais um voo providencial de Otávio para espalmar.
No lance seguinte, aos 32, o placar foi inaugurado em São Januário. Tchê Tchê recebeu bola lançada por Colidio, disputou com Matheus Henrique, ganhou no corpo e entrou na área completamente sozinho. O volante só teve o trabalho de tirar de Otávio no canto baixo para colocar o Cruz-Maltino em vantagem: 1 a 0.
O cenário seguiu sob forte pressão vascaína, transformada em verdadeiro festival de defesas do goleiro Otávio Aos 38, Adson chutou de fora da área e Otávio espalmou para escanteio. Logo depois, aos 39, um cruzamento fechado de Colidio quase encobriu o arqueiro, que voou para espalmar novamente. Aos 40, após cobrança de escanteio na primeira trave, Lucho Rodríguez desviou contra o próprio patrimônio e Otávio operou um verdadeiro milagre com uma mão só. Na sequência da pressão, aos 41, o goleiro ainda encaixou chute de longe desferido por Colidio, coroando uma primeira etapa em que o placar de 1 a 0 ficou barato para o Cruzeiro diante do volume imposto pelo Vasco.
Segundo tempo
O panorama da partida seguiu inibido para o Cruzeiro na volta do intervalo. O Vasco manteve ritmo sufocante e quase marcou logo nos minutos iniciais. Paulo Henrique recebeu de Adson na ponta direita, trouxe para a perna esquerda e cruzou buscando Andrés Gómez; a bola foi fechando perigosamente na direção do gol e passou raspando. Pouco depois, aos 8, William errou o corte e entregou a bola nos pés de Adson na entrada da área, mas o atacante tentou a chapada no canto e mandou para fora.
A insistência do Vasco a encontrou a rede aos 9 minutos. Após cobrança de escanteio de Piton, Colidio tocou para trás em Adson, que devolveu para o lateral. Piton cruzou na área, a trajetória passou direto por Cuesta e sobrou limpa para o zagueiro Lucas Freitas, completamente livre na segunda trave, apenas empurrar para o fundo das redes e ampliar o marcador: 2 a 0.
O domínio cruz-maltino permaneceu implacável na sequência. Aos 11, Gómez lançou Piton na linha de fundo, e o lateral cruzou rasteiro para a pequena área buscando Colidio, que finalizou de primeira, mas foi travado de forma crucial por Jonathan Jesus. A pressão continuou aos 14, quando Piton cobrou escanteio na primeira trave, a zaga desviou e a bola sobrou para Andrés Gómez entortar João Costa, ir ao fundo e cruzar rasteiro – Otávio espalmou para dentro da área e a defesa conseguiu afastar o perigo no rebote.
Aos 16, em nova investida pela esquerda, Thiago Mendes lançou Gómez no fundo, e o colombiano cruzou na medida para Colidio entrar livre na segunda trave. Apenas um carrinho salvador de Jonathan Jesus evitou o terceiro gol carioca. Percebendo a urgência de oxigenar a equipe, o técnico Artur Jorge promoveu mudanças, acionando Matheus Pereira e Wesley nas vagas de Lucho Rodríguez e João Costa, respectivamente, na tentativa de recuperar o controle do meio-campo e estancar a pressão, o que não foi suficiente para evitar a derrota fora de casa.
A pressão vascaína ainda encontrou a consagração nos acréscimos. Já aos 46 minutos, Puma Rodríguez lançou Ramon Rique na ponta direita, e o jovem cruzou com precisão na medida para o atacante David completar de cabeça, estufando as redes em São Januário: 3 a 0.
Aos 49 minutos, o Cruzeiro conseguiu descontar no placar. William cobrou escanteio curto para Matheus Pereira, que levantou a bola na área, permitindo que Felipe Morais cabeceasse completamente livre para estufar as redes e diminuir a desvantagem celeste no fim da partida: 3 a 1.

25/08/2026: Cruzeiro 1x1 Atlético

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

 


LInks

25/08/2026: Cruzeiro 1x1 Atlético
Motivo: ida das quartas de final da Copa do Brasil
Local: Mineirão, em Belo Horizonte
Data: 25 de agosto de 2026
Gols: Keny Arroyo, aos 14’/2ºT (Cruzeiro); Renan Lodi, aos 24’/2ºT (Atlético)
Cartões amarelos: Matheus Pereira (Cruzeiro); Alan Franco e Tomás Cuello (Atlético)
Público: 59.225
Renda: R$ 4.917.351,00
Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza (FIFA-SP)
Assistentes: Bruno Raphael Pires (GO) e Bruno Boschilia (PR)
VAR: Wagner Reway (SC)
Cruzeiro: Otávio; Fagner (William, aos 28’/2ºT), Fabrício Bruno, Jonathan Jesus (João Marcelo, no intervalo) e Lucas Villalba; Lucas Romero, Gerson (Matheus Henrique, aos 41’/2ºT) e Matheus Pereira; Keny Arroyo (Bruno Rodrigues, aos 45’/2ºT), Wesley (João Costa, aos 28’/2ºT) e Kaio Jorge (Néiser Villarreal, aos 41’/2ºT). 
Técnico: Artur Jorge
Atlético: Everson; Alan Franco, Ruan Tressoldi (Vitão, aos 18’/1ºT), Vitor Hugo e Renan Lodi; Kevin Castaño, Maycon (Natanael, aos 27’/2ºT), Fred (Thiago Borbas, aos 41’/2ºT), Bernard (Alan Minda, aos 27’/2ºT) e Federico Cuello (Ángelo Preciado, aos 47’/2ºT); Mateo Cassierra (Mamady Cissé, aos 41’/2ºT). 
Técnico: Eduardo Domínguez








Quem esperava um grande confronto entre Cruzeiro e Atlético foi recompensado com dois gols emocionantes nesta terça-feira (25/8). Após primeiro tempo insosso, os arquirrivais voltaram inspirados do intervalo e chegaram ao 1 a 1 no duelo de ida das quartas de final da Copa do Brasil, no Mineirão, em Belo Horizonte.

Os gols da partida foram marcados pelo atacante Keny Arroyo, da Raposa, e o lateral-esquerdo Renan Lodi, do Galo. As duas jogadas saíram no segundo tempo.
Primeiro tempo com lesão e poucos lances de perigo
No primeiro lance relevante da partida, o zagueiro Ruan Tressoldi levou trombada do atacante Kaio Jorge e caiu de cabeça no chão. Apesar do susto nos primeiros minutos e das reclamações do time alvinegro, não houve cartão, e o atleta seguiu em campo.
Por volta dos 16′, Ruan Tressoldi voltou a reclamar de dores e foi novamente atendido. Após um período fora do gramado, ele foi substituído por Vitão. O camisa 4 precisou deixar a partida por causa do protocolo de prevenção a concussões e foi levado a um hospital para ser reavaliado.
Houve pouco desenvolvimento no primeiro terço do jogo. O Cruzeiro tentava avançar e perdia várias bolas no meio-campo devido a desarmes e erros de passe.
A partir dos 30′, a Raposa começou a chegar com frequência à área atleticana, mas seguia deixando a posse escapar. O Cruzeiro infiltrava e perdia a bola com a mesma facilidade.
Já o Galo apresentou pouco perigo. A equipe iniciava as jogadas de fora para dentro, só que passou mais tempo se defendendo do que atacando. Faltou ao Atlético mais qualidade no jogo aéreo. O time teve escanteios a favor e não aproveitou.
A melhor oportunidade da primeira etapa foi um chute do atacante Wesley, do Cruzeiro. O jogador puxou para o meio e chutou. A bola passou perto do gol e foi para fora.
Cruzeiro abre o placar e leva empate do Atlético no segundo tempo
Apesar de algumas reclamações com a arbitragem, o primeiro amarelo do clássico saiu só no comecinho do segundo tempo. O lateral-direito Alan Franco recebeu cartão por falta em Kaio Jorge.
Decisivo em várias partidas recentes do Cruzeiro, Arroyo abriu o placar no clássico com belo chute de fora da área. Aos 14′, o atacante finalizou cheio de efeito no gol defendido por Everson e abriu o placar: 1 a 0. Surpreendido, o goleiro atleticano não conseguiu chegar na bola.
Antes do gol, o Cruzeiro estava dominando as ações, mas se perdeu após isso. Foi então que o Atlético se aproveitou dos espaços e conseguiu buscar o empate aos 24′.
O Galo inverteu da direita para esquerda com o meia Bernard. A bola ficou com o atacante Tomás Cuello, que encontrou Renan Lodi dentro da área. Quase sem ângulo, o lateral finalizou com precisão para dentro do gol: 1 a 1.
As jogadas incendiaram as arquibancadas do Mineirão. O público no estádio ficou dividido entre 96% de cruzeirenses e 4% de atleticanos. No jogo de volta, na Arena MRV, o quadro de ingressos será invertido.
Depois desse gol, os times seguiram em busca da vitória, com vantagem para a Raposa na reta final. O Cruzeiro incomodou bastante dentro da área do Atlético, só que não conseguiu furar o bloqueio da defesa alvinegra.
Os minutos derradeiros foram já com formações bem diferentes. As equipes fizeram mudanças principalmente no ataque. Tanto Cruzeiro quanto Atlético mudaram todo o sistema ofensivo na reta final.

22/08/2026: Cruzeiro 2x1 Flamengo

domingo, 23 de agosto de 2026


 Links



22/08/2026: Cruzeiro 2x1 Flamengo
Motivo: 24ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Mineirão, em Belo Horizonte
Data: 22 de agosto de 2026
Gols: Keny Arroyo, aos 9’/2ºT e Matheus Pereira, aos 49’/2ºT (Cruzeiro); Pedro, aos 21’/2ºT (Flamengo)
Cartões amarelos: Wesley, Fabrício Bruno e João Marcelo (Cruzeiro); Bruno Henrique (Flamengo)
Público: 34.166
Renda: R$ 2.021.735,50
Árbitro: Rodrigo José Pereira Lima (PE)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (SP/Fifa) e Nailton Júnior de Sousa Oliveira (CE/Fifa)
VAR: Gilberto Rodrigues Castro Júnior (PE)
Cruzeiro: Otávio; Fagner, Fabrício Bruno, João Marcelo e Lucas Villalba; Lucas Romero (Gerson, aos 29’/2ºT), Matheus Henrique (Zé Lucas, aos 40’/2ºT) e Matheus Pereira; João Costa (Wesley, no intervalo), Keny Arroyo (Kaique Kenji, aos 29’/2ºT) e Kaio Jorge (Néiser Villarreal, aos 30’/2ºT). 
Técnico: Artur Jorge
Flamengo: Agustín Rossi; Guillermo Varela, Léo Ortiz, Danilo e Ayrton Lucas; Erick Pulgar (Evertton Araújo, aos 26’/2ºT), Lucas Paquetá (Bruno Henrique, aos 26’/2ºT) e De Arrascaeta (Jorginho, aos 17’/2ºT); Jorge Carrascal, Samuel Lino (Gonzalo Plata, aos 17’/2ºT) e Pedro (Luiz Araújo, aos 37’/2ºT). 
Técnico: Leonardo Jardim


O Cruzeiro entrou em campo pressionado, saiu atrás novamente, mas conseguiu buscar a virada diante do Flamengo neste sábado (22/8). As equipes se enfrentaram pela terceira vez em 10 dias. O jogo da 24ª rodada da Série A foi disputado no Mineirão, em Belo Horizonte.
Saiu dos pés do centroavante Pedro o gol que abriu o placar para o Flamengo, ainda na primeira etapa. Depois do intervalo, o ponta Keny Arroyo empatou o jogo para o Cruzeiro. E no último lance, o meia Matheus Pereira sacramentou a vitória de virada.
Cruzeiro entrou em campo pressionado
A partida deste fim de semana ocorreu em meio a um momento negativo da Raposa. Nos dias 12 e 19 de agosto, Flamengo e Cruzeiro duelaram nas oitavas de final da Copa Libertadores.
O Rubro-Negro ficou com a vaga depois de vencer o jogo de volta por 2 a 1 no Maracanã, no Rio de Janeiro. Na ida, houve empate por 1 a 1 no Mineirão.
Pedro coloca o Flamengo em vantagem no primeiro tempo
No primeiro tempo, o Flamengo levou a melhor diante do Cruzeiro, mesmo com as duas equipes tendo boas oportunidades no setor ofensivo.
Pedro, que chegou a perder lance cara a cara, abriu o placar aos 21 minutos, em novo lance com a defesa aberta. Na jogada, o centroavante recebe passe do meia-atacante De Arrascaeta e chuta cruzado. A bola ainda resvalou no goleiro Otávio antes de entrar: 1 a 0.
A Raposa até passou perto de empatar, em chute perigoso do atacante João Costa, mas foi para o intervalo em desvantagem, assim como no jogo anterior.
Cruzeiro vira o jogo no segundo tempo
O Cruzeiro só conseguiu empatar a partida aos 9′ do segundo tempo. Keny Arroyo recebeu passe na entrada da área, limpou a marcação e acertou chute no ângulo: 1 a 1. Atacante do Flamengo, Samuel Lino voltou a ficar no chão durante o lance, como foi no primeiro confronto da Libertadores.
No restante da partida, a tônica foi parecida: um jogo aberto, com vantagem para o Cruzeiro, mas sem grande domínio. O Flamengo não conseguiu repetir o mesmo nível do primeiro tempo e ficou bastante aquém da atuação do confronto no Maracanã, quando suprimiu o futebol da Raposa.
Já o Cruzeiro superou as dificuldades, se impôs na reta final e venceu o Flamengo. Em quatro jogos na temporada, essa foi a primeira vitória celeste. Antes, houve uma derrota no Maracanã, pelo Brasileirão (2 a 0), e os já citados jogos pela Libertadores.
O gol que selou esse resultado tão positivo foi marcado pelo meia Matheus Pereira em blitz na área rubro-negra. De jogador em jogador a bola chegou até o fundo da rede aos 49′.
Primeiro, o volante Gerson alçou ela na área, e o zagueiro Lucas Villalba resvalou de cabeça. A bola então sobrou para Matheus Pereira, que chutou de primeira. Houve ainda um pequeno desvio de Léo Ortiz, defensor rubro-negro.

19/08/2026: Flamengo 2x1 Cruzeiro

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

 

Links

19/08/2026: Flamengo 2x1 Cruzeiro
Motivo: jogo de volta das oitavas de final da Copa Libertadores
Data: 19 de agosto de 2026 (quarta-feira)
Horário: 21h30 (de Brasília)
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Gols: Arrascaeta, aos 34′ do 1ºT; Samuel Lino, aos 17′ do 2ºT (FLA); Lucas Romero, aos 6′ do 2ºT (CRU)
Cartões amarelos: William, aos 25′ do 2ºT; João Costa, aos 48′ do 2ºT (CRU)
Árbitro: Gustavo Tejera (URU)
Assistentes: Nicolás Tarán e Horacio Ferreiro (URU)
VAR: Andrés Cunha (URU)
Público: 72.481
Renda: R$ 8.117.578,50
Flamengo: Rossi; Emerson Royal, Léo Ortiz, Léo Pereira e Ayrton Lucas (Varela, aos 30′ do 2ºT); Erick Pulgar, Jorginho (Everton Araújo, aos 33′ do 2ºT) De Arrascaeta (Carrascal, aos 18′ do 2ºT); Plata (Lucas Paquetá, aos 18′ do 2ºT), Samuel Lino e Pedro (Bruno Henrique, aos 30′ do 2ºT). 
Técnico: Leonardo Jardim.
Cruzeiro: Otávio; William (Fagner, aos 33′ do 2ºT), Fabrício Bruno, Jonathan Jesus e Gabriel Rojas (Lucho Rodríguez, aos 33′ do 2ºT); Lucas Romero, Gerson (Bruno Rodrigues, aos 39′ do 2T) e Matheus Pereira; Keny Arroyo , Wesley (João Costa, aos 20′ do 2ºT) e Kaio Jorge. 
Técnico: Artur Jorge.


O Cruzeiro deu adeus à Copa Libertadores ao perder para o Flamengo por 2 a 1, no Rio de Janeiro, pelo jogo de volta das oitavas de final. O Rubro-Negro construiu o resultado com gols de Arrascaeta e Samuel Lino, enquanto Lucas Romero balançou a rede para a Raposa. Mais de 72 mil torcedores compareceram ao Maracanã na noite desta quarta-feira (19/8).
No primeiro tempo, o Cruzeiro foi envolvido, viu Arrascaeta abrir o placar e correu o risco de sofrer mais gols. Na volta dos vestiários, os mineiros melhoraram, e Romero empatou com um golaço de fora da área. A alegria durou pouco, já que Samuel Lino, em bela jogada sobre William, colocou os donos da casa novamente em vantagem.
No primeiro encontro, o Cruzeiro saiu na frente com um golaço de Keny Arroyo, mas o Flamengo buscou o empate com Lucas Paquetá, que marcou em seu primeiro toque na bola. O resultado deixou completamente aberta a disputa pela classificação e fez com que o clima de decisão tomasse conta das cidades ao longo de toda a semana.
Artur Jorge teve o retorno de Lucas Romero como trunfo e apostou em William na lateral direita mesmo com o retorno de Fagner, que cumpriu suspensão e ficou à disposição do treinador.
Do outro lado, o Flamengo chegou ao confronto embalado pela goleada por 5 a 1 sobre o Mirassol, pelo Campeonato Brasileiro, e visava afastar um “fantasma”: o das eliminações nas oitavas de final em anos que sucedem um título do clube na competição. Em 2020, o Rubro-Negro perdeu para o Racing, da Argentina. Em 2023, o Olimpia, do Paraguai, foi o algoz do Urubu.
Leonardo Jardim apostou em Pedro para a vaga de Bruno Henrique a fim de aumentar o poder de fogo da equipe. A estratégia funcionou, pois o camisa 9 deu dois passes para gols. Quando a escalação do atacante foi anunciada, a torcida flamenguista se inflamou, assim como vaiou o cruzeirense Gerson, antes ídolo e agora “desafeto” dos cariocas.
A partida também colocou frente a frente dois clubes que já protagonizaram confrontos históricos em mata-matas. Em 2018, novamente pelas oitavas de final da Libertadores, o Cruzeiro venceu o Flamengo por 2 a 0 no Maracanã e avançou mesmo após perder por 1 a 0 no Mineirão. Os rivais também decidiram as Copas do Brasil de 2003 e 2017, ambas vencidas pela Raposa.
Próximos jogos
Cruzeiro e Flamengo terão reencontro no sábado (22/8), às 20h30, no Mineirão, pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Nas quartas de final da Libertadores, o Flamengo enfrentará o classificado do confronto entre Tolima-COL e Independiente del Valle-EQU. Os equatorianos saíram em vantagem ao baterem os colombianos por 1 a 0, fora de casa, nessa terça-feira (18/8), pelo jogo de ida.
O Flamengo começou com as linhas altas, visando pressionar o Cruzeiro nos primeiros minutos. Jorginho iniciava as jogadas junto aos zagueiros, enquanto Emerson Royal e Ayrton Lucas, laterais do Urubu estavam “espetados”, para dar profundidade aos ataques e facilitar as interações com os jogadores de ataque.
No Cruzeiro, a tentativa era de esfriar o jogo e manter a calma com a bola nos pés. Gerson, vaiado pela torcida flamenguista em sempre que pegava na bola, descia para ajudar os zagueiros no início da construção.
Aos sete minutos, o primeiro lance de perigo. Emerson Royal alçou bola na área, que encontrou Leo Ortiz, mas o zagueiro cabeceou para fora.
O Urubu seguia controlando as ações. O Cruzeiro marcava em bloco baixo e aguardava uma oportunidade de contra-ataque.
Aos 11 minutos, duas chances em sequência: primeiro, Samuel Lino bateu de fora da área, e Otávio encaixou. Depois, Rojas saiu jogando errado, e Pedro apareceu cara a cara com Otávio, mas o jovem do goleiro fez uma defesa providencial.
Cinco minutos depois, os donos da casa novamente envolveram a defesa cruzeirense, e Arrascaeta quase fez, de “chaleira”, o primeiro gol do jogo. O goleiro celeste apareceu bem outra vez.
Os cariocas empilhavam chances. Aos 20 minutos, Pedro driblou dois com um corte e chapou de perna esquerda, mas a bola saiu por cima do gol do time mineiro.
Após a parada para a hidratação, o ímpeto flamenguista diminuiu, mas o controle não. O Cruzeiro não conseguia encontrar opções de saída.
Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. Aos 34 minutos, o Flamengo furou. Arrascaeta tabelou com Pedro e acertou uma linda chapada no ângulo esquerdo de Otávio. Um golaço! 1 a 0.
Após o gol, poucas emoções na primeira etapa, que terminou com o placar mínimo em favor do Flamengo.
A segunda etapa começou diferente, e o Cruzeiro voltou melhor. Com três minutos da segunda etapa, William colocou a bola na área. A redonda desviou em Leo Pereira e enganou Rossi, sendo tirada em cima da linha por Jorginho.
Três minutos depois, Matheus Pereira e Gerson combinaram pela ponta direita. O ex-Flamengo rolou para trás e a redonda encontrou Romero. O argentino soltou um petardo e fez um golaço: 1 a 1.
O Flamengo sentiu o golpe! A equipe mineira continuava ocupando o campo de ataque e tendo volume ofensivo. Aos 10 minutos, Kaio Jorge arriscou de fora da área e assustou Rossi. E a pressão celeste continuava. KJ, com um chute cruzado, incomodou novamente.
Após 15 minutos de apagão, o Flamengo acordou. A equpe carioca passou a reter a posse de bola e assustou com um chute de Plata que saiu por cima do gol.
Dois minutos depois, veio o castigo para o Cruzeiro: Arrascaeta acionou Pedro, que escorou para Samuel Lino. O ponta-esquerda cortou William e bateu na saída de Otávio: 2 a 1.
O Flamengo queria mais. Leonardo Jardim promoveu as entradas de Lucas Paquetá e Carrascal, buscando aumentar a criatividade do clube carioca. Concomitantemente, o ímpeto celeste diminuía e o Cruzeiro não conseguia realizar novas investidas ofensivas.
Aos 29, a Raposa voltou a envolver. Arroyo e Kaio Jorge trocaram passes e a bola chegou a Matheus Pereira, que não conseguiu colocar força na finalização.
Artur Jorge promoveu mudanças ofensivas, em busca do empate. As alterações, no entanto não surtiram tanto efeito quanto se esperava.
No fim, o time mineiro tentou ensaiar uma pressão, que não foi suficiente. Fim de jogo e Flamengo nas quartas de final.

16/08/2026: Corinthians 1x2 Cruzeiro

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

 



Links


16/08/2026: Corinthians 1x2 Cruzeiro
Motivo: 23ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Neo Química Arena, em São Paulo
Gols: Bruno Rodrigues, aos 35′ do 1ºT (CRU); Gustavo Henrique, aos 13′ do 2ºT (COR); Wanderson, aos 36′ do 2ºT (CRU)
Árbitro: Davi De Oliveira Lacerda (ES)
Assistentes: Thiaggo Americano Labes (SC) e Douglas Pagung (ES)
VAR: Paulo Renato Moreira da Silva Coelho (RJ)
Cartões amarelos: Felipe Morais, aos 6′ do 1T (CRU); Jonathan Jesus, aos 21′ do 2ºT (CRU); Villalba, aos 44′ do 2ºT (CRU); Garro, aos 45′ do 2T (COR)
Corinthians: Hugo Souza; Matheuzinho, Gustavo Henrique, Gabriel Paulista (João Pedro, aos 8′ do 2ºT) e Matheus Bidu; Allan, André Carrillo (Matheus Pereira, aos 34′ do 2ºT), Breno Bidon (Lingard, no intervalo) e Garro; Kaio César (Dieguinho, aos 25′ do 2ºT) e Pedro Raul (Gui Negão, aos 24′ do 2ºT). 
Técnico: Fernando Diniz.
Cruzeiro: Otávio; Fagner, João Marcelo, Jonathan Jesus e Villalba; Lucas Romero, Zé Lucas (Gerson, aos 12′ do 2ºT) e Bruno Rodrigues (Lucho Rodríguez, aos 24′ do 2ºT); João Costa (Wanderson, aos 33′ do 2ºT), Felipe Morais (Arroyo, aos 12′ do 2ºT) e Kaio Jorge (Matheus Pereira, aos 12′ do 2ºT). 
Técnico: Artur Jorge.


Tudo azul na Neo Química Arena. De olho no que será o principal jogo da temporada (a busca por vaga nas quartas de final da Copa Libertadores, contra o Flamengo), o Cruzeiro escalou time alternativo diante do Corinthians, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro, e obteve sucesso. Em partida aberta, com alternância de bons momentos e brilho de atacantes contestados pela torcida, a Raposa triunfou por 2 a 1, neste domingo (16/8), e deixou São Paulo com moral na bagagem, que volta para Belo Horizonte antes de seguir para o Rio de Janeiro.
Corinthians e Cruzeiro fizeram valer os ingressos vendidos. No primeiro tempo, quando em alta, o Timão carimbou uma bola na trave. Mas a Raposa soube ser oportunista pouco tempo depois. Aos 35 minutos, o atacante Bruno Rodrigues, substituto do meio-campista Matheus Pereira, aproveitou rebote do goleiro Hugo Souza para abrir o marcador. 45 minutos de jogo aberto.
Na volta do intervalo, a equipe paulista manteve a intensidade para recuperar o prejuízo. Aos 13 minutos, conseguiu: o zagueiro Gustavo Henrique aproveitou cobrança de falta do volante Rodrigo Garro e saída ruim do goleiro Otávio e empatou de voleio. A Raposa ganhou o reforço de alguns titulares, como o volante Gerson e o meio-campista Matheus Pereira, e cresceu na partida. Aos 36, Wanderson selou a vitória dos celestes.
Ao fim da 23ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro permanece em quinto lugar, agora com 36 pontos – dois do Fluminense, que abre o G4. O Corinthians, por sua vez, caiu da sétima para a nona colocação, com os mesmos 32 pontos.
O Timão volta a campo nesta quinta-feira (20/8), quando, a partir das 21h30, recebe o Rosario Central na Neo Química Arena, pela volta das oitavas de final da Copa Libertadores. No primeiro jogo, as equipes empataram sem gols.
Já pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro, o clube paulista tem compromisso no domingo posterior (23/8), contra o Coritiba, às 19h30, no Couto Pereira, em Curitiba.
O Cruzeiro também volta as atenções para a Libertadores de forma imediata. Nesta quarta-feira (19/8), os celestes visitam o Flamengo no Maracanã, no Rio de Janeiro, às 21h30, pela volta das oitavas de final. Mineiros e cariocas empataram por 1 a 1 no Mineirão, em Belo Horizonte.
O confronto se repetirá no fim de semana, dessa vez pela 24ª rodada da Série A. No próximo sábado (22/8), a Raposa recebe o Rubro-Negro no Gigante da Pampulha, às 20h30.

Cruzeiro abre o marcador
Justamente de olho no duelo decisivo com o Flamengo, o técnico Artur Jorge promoveu oito alterações no Cruzeiro. Saíram o lateral-direito William, o zagueiro Fabrício Bruno, o lateral-esquerdo Gabriel Rojas, os volantes Matheus Henrique e Gerson, o meio-campista Matheus Pereira e os atacantes Keny Arroyo e Wesley.
Os escolhidos para substituir foram, nesta ordem: o lateral-direito Fagner, o zagueiro João Marcelo, o zagueiro Lucas Villalba, os volantes Lucas Romero e Zé Lucas e os atacantes Bruno Rodrigues, João Costa e o meio-campista Felipe Morais.
No início do jogo, a Raposa adotou alta marcação para levar desconforto à troca de passes do Corinthians e imprimiu mais intensidade. Depois de roubar uma bola no campo de defesa, criou a primeira chance do jogo: aos sete minutos, Bruno Rodrigues arriscou de fora da área, e o arqueiro Hugo Souza afastou de soco. Os visitantes aproveitaram o momento positivo para ensaiar chegadas – especialmente pela ala esquerda – e trocar passes.
Depois, foi a vez do Timão se sobressair. O clube paulista conseguiu assumir com certa tranquilidade a liderança na estatística da posse e rondou a área adversária. Neste momento, colecionou algumas finalizações, mas o goleiro Otávio apareceu inteiro em todas, inclusive quando João Marcelo o procurou para passe e quase viu a bola balançar a própria rede.
Na melhor chance do Corinthians, aos 28 minutos, foi a trave que salvou o Cruzeiro. O meia Breno Bidon tentou acionar o atacante Pedro Raul, mas a bola passou por cima. Oportunista, o volante Garro se desvencilhou da marcação de Zé Lucas, pegou a sobra, invadiu a grande área e encheu o pé esquerdo – destino: o poste.
A Raposa se recuperou do susto e quis, também, ocupar espaço no campo de ataque com – explorando as pontas, já que não tinha o principal articulador (Matheus Pereira). – e sem a bola – na marcação alta. Foi um cálculo preciso de Lucas Romero que resultou no primeiro tento da partida. O volante interceptou passe no campo adversário e acionou Felipe Morais. O jovem de 17 anos cruzou na cabeça de João Costa, que deu trabalho a Hugo Souza. No rebote, estava atento Bruno Rodrigues. Bastou um toque: 0 a 1.
Corinthians empata, mas Cruzeiro cresce e garante vitória
Corinthians voltou em alta e seguiu no controle da posse. Logo aos 2 minutos, exigiu a primeira grande defesa de Otávio em chute potente de Garro. Pouco depois, aos 6, foi a vez do volante Carrillo arriscar e tirar tinta da trave. Entre um lance e outro, o Cruzeiro aproveitou contra-ataque e quase marcou: Kaio Jorge disparou com a bola e tocou para João Costa na direita. O ponta arriscou, e Hugo Souza mandou para escanteio com um braço.
Aos 12 minutos, Artur Jorge promoveu as entradas de Gerson, Matheus Pereira e Arroyo para dar rotação aos titulares e intensidade ao time – Fernando Diniz já tinha acionado Lingard e João Pedro. Se a intenção do comandante celeste era dar espaço ao trio em um momento de menos desconforto, falhou. Assim que entraram em campo, o Timão marcou.
O tento saiu após cobrança de falta. Aos 13 minutos, Garro alçou a bola na segunda trave. Otávio chegou a socá-la, mas não a afastou, apenas deu altura. Gustavo Henrique quem aproveitou. Livre de marcação, o zagueiro virou um voleio e empatou para o clube paulista com um golaço: 1 a 1.
O Cruzeiro ganhou dinamismo no meio-campo, cresceu na partida, ocupou o campo ofensivo por mais tempo e criou mais chances perigosas. Àquela altura, as principais haviam sido protagonizadas por Arroyo (viu a bola passar pela lateral da trave) e Lucho Rodríguez (acertou a trave), estreante da noite. O Corinthians não ficou para atrás e passou a explorar os espaços deixados – Gui Negão, por exemplo, assustou em cabeceio.
Mais uma vez, foi premiado o time mais constante. E com méritos de um atleta fortemente contestado pela torcida. O Cruzeiro desceu pelo lado direito, e a bola chegou em Lucho Rodríguez. O uruguaio deu uma fatiada para a grande área e achou Wanderson. Ainda fresco, o ponta esquerda cabeceou no canto direito de Hugo Souza, sem chances para o arqueiro corintiano, e deu a vitória à Raposa: 1 a 2.

12/08/2026: Cruzeiro 1x1 Flamengo

quinta-feira, 13 de agosto de 2026


 Links



12/08/2026: Cruzeiro 1x1 Flamengo
Motivo: jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 12 de agosto de 2026 (quarta-feira)
Horário: 21h30
Público e renda: 60.046 / R$ 5.009.250,50
Gols: Arroyo, aos 7′ do 2ºT (CRU); Lucas Paquetá, aos 21′ do 2ºT (FLA)
Cartões amarelos: Matheus Henrique, aos 10′ do 1ºT; Fabrício Bruno, aos 21′ do 2ºT (CRU); Arrascaeta, aos 27′ do 1ºT
Cartões vermelhos: nenhum
Árbitro: Yael Falcón (ARG)
Assistentes: Facundo Rodríguez (ARG) e Pablo González (ARG)
VAR: Hector Paletta (ARG)
Quarto árbitro: Carlos Gariano (ARG)
Cruzeiro: Otávio; William, Fabrício Bruno, Jonathan Jesus e Gabriel Rojas; Matheus Henrique (Zé Lucas, aos 32′ do 2ºT), Gerson e Matheus Pereira; Keny Arroyo (João Costa, aos 32′ do 2ºT), Wesley (Kaique Kenji, aos 20′ do 2ºT) e Kaio Jorge. 
Técnico: Artur Jorge.
Flamengo: Rossi; Emerson Royal, Léo Ortiz, Léo Pereira e Ayrton Lucas; Pulgar, Jorginho e Arrascaeta (Lucas Paquetá, aos 20′ do 2ºT); Plata (Varela, aos 44′ do 2ºT), Bruno Henrique (Pedro, aos 20′ do 2ºT) e Samuel Lino (Carrascal, aos 38′ do 2ºT). 
Técnico: Leonardo Jardim.






Sem vantagem para ninguém! Diante de mais de 60 mil torcedores, Cruzeiro e Flamengo empataram por 1 a 1 na noite desta quarta-feira (12/8), no Mineirão, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores. A Raposa abriu placar com um golaço de Arroyo, enquanto o Urubu balançou a rede em finalização de Paquetá em seu primeiro toque na bola.
O clube celeste chegou ao duelo embalado por quatro jogos sem perder, com três vitórias e um empate. A sequência garantiu a classificação às quartas de final da Copa do Brasil e levou a equipe à quinta colocação do Campeonato Brasileiro. Na Libertadores, a Raposa terminou a fase de grupos em segundo lugar do Grupo D, atrás da Universidad Católica e à frente de Boca Juniors e Barcelona.
O time carioca, por sua vez, vinha de um momento de baixa no período pós-Copa do Mundo, mas recuperou confiança ao vencer o Vitória no Maracanã. O resultado aproximou novamente a equipe da liderança do Campeonato Brasileiro. Na Libertadores, o Rubro-Negro teve a melhor campanha geral da fase de grupos, com cinco vitórias e um empate, e terminou na primeira colocação do grupo que também contou com o Estudiantes, da Argentina.
A primeira etapa começou com o Flamengo dominando as ações e tendo mais posse de bola. O Cruzeiro optou por não pressionar a saída de bola carioca, enquanto os flamenguistas avançavam as linhas e buscavam fechar as opções de saída da defesa mineira.
O primeiro ataque de perigo, no entanto, foi estrelado. Arroyo recebeu pela ponta direita e levantou na área. Wesley, reforço da Raposa para a reta final da temporada, tentou completar de cabeça, mas a bola passou por cima do gol de Rossi.
O lance de perigo não mudou a toada do jogo. A bola seguiu com o Flamengo na maior parte do tempo. Jorginho “descia” para auxiliar a dupla de zaga no início da construção das jogadas, o que dificultava o jogo cruzeirense.
O Cruzeiro apostava nos lançamentos, visando ganhar as “segundas bolas”, mas a estratégia não surtiu efeito. Na tentativa de parar um dos ataques cariocas, o volante Matheus Henrique recebeu cartão amarelo após atingir Bruno Henrique e ficará de fora do jogo da volta.
Após a pressão inicial, a Raposa voltou a assustar aos 17 minutos, quando Arroyo recebeu lançamento de Gerson, driblou o marcador e arriscou de fora da área. A bola bateu na zaga e foi para escanteio. Na sequência, Matheus Henrique arriscou de média distância, mas a bola foi para fora.
Dois minutos depois, o Flamengo respondeu. Após arrancada de Samuel Lino, Bruno Henrique recebeu livre dentro da área, tentou o passe em vez da finalização, e a bola não encontrou nenhum jogador. Na sequência, Samuel Lino arriscou de fora da área e obrigou Otávio a fazer boa defesa.
Após a parada para a hidratação o Cruzeiro melhorou. Na segunda metade da etapa inicial, Gerson passou a descer para iniciar as jogadas, e o volume ofensivo cruzeirense passou a surgir.
Aos 27 minutos, Kaio Jorge e Wesley fizeram boa trama, e o gol poderia ter saído, mas a finalização de Matheus Pereira foi travada pela zaga flamenguista. Três minutos depois, Arroyo recebeu bom passe na ponta direita e chutou cruzado. A bola passou raspando a barra de Rossi.
O Flamengo, que diminuira o ritmo, voltou a atacar. Após boa jogada de Arrascaeta, Bruno Henrique quase balançou as redes com um chute forte que saiu ao lado do gol de Otávio.
Nos minutos finais do primeiro tempo o Cruzeiro ensaiou uma pressão. Embalada pela torcida, a equipe celeste rondou a área flamenguista, trocou passes mas não conseguiu finalizar.
No fim das contas, um primeiro tempo de muita transpiração e pouca inspiração terminou sem gols.
O segundo tempo começou quente. As duas equipes se mostraram dispostas a correr mais riscos, e o Flamengo assustou logo aos quatro minutos, com forte chute de fora da área dado por Erick Pulgar.
A resposta cruzeirense veio rapidamente e em grande estilo: após paciente troca de passes, Matheus Pereira acionou William, que passou para Arroyo.
O equatoriano fingiu o cruzamento, deixou o marcador no chão e com extrema categoria chapou no ângulo de Rossi, que nada pôde fazer. Golaço! Cruzeiro 1 a 0.
O Flamengo não se du por vencido e partiu para cima. Praticamente no lance seguinte ao gol cruzeirense, o clube carioca assustou, mas Otávio interveio e evitou o empate.
Aos 18 minutos, nova tentativa flamenguista, dessa vez com Ayrton Lucas, que chutou de fora da área e obrigou o goleiro cruzeirense a defender em dois tempos.
Três minutos depois, as substituições de Leonardo Jardim surtiram efeito: após cobrança de falta lateral, Pedro cabeceou na trave e Paquetá, em seu primeiro toque na bola, empatou a partida. 1 a 1.
A partir do empate, o jogo voltou a ficar truncado. As equipes trocavam passes, circulavam a bola, mas não conseguiam finalizar as jogadas.
No fim do jogo, Otávio salvou o Cruzeiro após bom chute de Emerson Royal. Na sequência, Matheus Pereira cabeceou no cantinho de Rossi mas a bola não entrou. Após as chances, findaram-se as emoções no Mineirão, e o empate por 1 a 1 mantém a disputa completamente aberta para o segundo jogo no Maracanã.



09/08/2026: Cruzeiro 3x1 Mirassol

domingo, 9 de agosto de 2026

 

Links



09/08/2026: Cruzeiro 3x1  Mirassol
Motivo: 22ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 9 de agosto de 2026
Horário: 11h
Público e renda:
Gols: João Marcelo, aos 12′ do 1ºT; Kaio Jorge aos 31′ do 2ºT; e Wesley, aos 39′ do 2ºT (CRU) e ; Reinaldo, aos 27′ do 1ºT (MIR)
Cartões amarelos: Gerson (no banco), Kaique Kenji, aos 2′ do 2ºT (CRU); Elias, aos 21′ do 2ºT
Cartões vermelhos: nenhum
Árbitro: Lucas Casagrande (PR)
Assistentes: Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ) e Rafael Trombeta (PR)
VAR: Caio Max Augusto Vieira (GO)
Cruzeiro: Otávio, Fagner, João Marcelo, Jonathan Jesus, Villalba (Rojas), Romero, Zé Lucas (Lucas Silva, aos 13′ do 2ºT) , Matheus Pereira (Kaio Jorge, aos 21′ do 2ºT), Arroyo (João Costa, aos 13′ do 2ºT), Kenji (Wesley, aos 13′ do 2ºT), Bruno Rodrigues. 
Técnico: Artur Jorge.
Mirassol: Thomazella, Elias, João Victor, Gabriel e Reinaldo; Wallison, Denílson (Shaylon, aos 13′ do 2ºT), Cazonatti e Eduardo (Edson,aos 21′ do 2ºT); Fernandinho e Bruno Santos (André Luis, aos 21′ do 2ºT). 
Técnico: Rafael Guanaes.
Fonte: No Ataque


Em manhã de casa cheia, o Cruzeiro venceu o Mirassol por 3 a 1, no Mineirão, neste domingo (9/8). João Marcelo, Kaio Jorge e Wesley fizeram os gols da equipe mineira, Reinaldo descontou para o Mirassol.
De olho também no confronto com o Flamengo, pela Libertadores, o técnico Artur Jorge promoveu seis mudanças na equipe titular, mas mesmo assim o time correspondeu.
Fagner substituiu William. Jonathan Jesus voltou à zaga, na vaga de Fabrício Bruno, poupado. Villalba entrou na lateral-esquerda e Zé Lucas estreou no meio-campo.
Primeiro tempo
Mesmo com as seis mudanças promovidas por Artur Jorge, o Cruzeiro entrou quente no jogo e conseguiu exercer uma pressão inicial.
Logo aos três minutos a Raposa assustou. Após cruzamento de Villalba, a zaga do Mirassol rebateu e Fagner chutou de fora da área, mas a bola subiu. Seis minutos depois, o Mirassol respondeu, com uma cabeçada de Bruno Santos que saiu por cima do gol de Otávio.
A presão cruzeirense funcionou. Aos 10 minutos, Fagner cobrou lateral longo, Bruno Rodrigues desviou e o zagueiro João Marcelo, com categoria, deslocou o goleiro Thomazella. 1 a 0.
A Raposa queria mais. O time não diminuiu o ritmo e seguiu chegando com perigo ao gol mirassolense. Aos 20 minutos, Jonathan Jesus tabelou com Matheus Pereira e quase ampliou o marcador.
Porém…quem não faz, leva. Na sequência do lance, o Mirassol contragolpeou bem e quase chegou ao gol.
Otávio salvou o Cruzeiro, ao defender boa cabeçada, mas em seguida, após um chute forte de Reinaldo, a bola bateu no braço de Romero. Pênalti para a equipe paulista.
Aos 26 minutos, Reinaldo bateu forte no canto direito do goleiro cruzeirense, que acertou o canto mas não fez a defesa. 1 a 1.
Após os gols, o jogo seguiu movimentado, com as equipes trocando ataques sem, contudo, apresentarem grande efetividade. A bola passava pouco pelo meio-campo e os times apostavam em transições rápidas.
O Cruzeiro só voltou a assustar nos acréscimos, após cruzamento de Kaique Kenji desviado por Bruno Rodrigues para fora. Minutos depois, o último lance da primeira etapa foi um chute cruzado de Fagner, que tirou tinta da trave. As equipes foram ao vestiário igualadas no placar.

Segundo tempo

O segundo tempo começou em marcha lenta, diferentemente da primeira etapa. Os 32 Cº de temperatura contribuíam para que os times diminuíssem o ritmo, ante à alta temperatura.
O jogo ficou muito truncado, com muitas disputas físicas, trocas de posse de bola e poucos lances de perigo. Artur Jorge promoveu as estreias de Wesley e João Costa, bem como a entrada de Kaio Jorge, visando alterar este panorama.
De certa forma, as alterações surtiram efeito: dez minutos após entrar em campo, João Costa recebeu passe de Lucas SIlva, encarou a marcação e deu bom passe para Wesley, que bateu forte para fora.
Minutos depois a confirmação: Kaio Jorge recebeu passe açucarado de Fagner, deu um chapéu no zagueiro e bateu forte de canhota, no canto esquerdo do goleiro mirassolense. 2 a 1.
Minutos depois, aos 39, o estreante Wesley fez a sua jogada característica, driblando e chapando no canto esquerdo do goleiro, para dar números finais à partida. 3 a 1 e vitória cruzeirense.

05/08/2026: Cruzeiro 2x0 Chapecoense

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

 

Links


05/08/2026: Cruzeiro 2x0 Chapecoense
Motivo: jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Gols: Matheus Henrique, aos 46′ do 1ºT; Kaio Jorge, aos 40′ do 2ºT
Árbitro: Matheus Delgado Candançan (SP)
Assistentes: Nailton Junior de Sousa Oliveira (CE) e Evandro de Melo Lima (SP)
VAR: Diego Pombo Lopez (BA)
Cartões amarelos: Kaio Jorge, aos 40′ do 2ºT (CRU); Anderson, aos 19′ do 1ºT; Camilo, aos 19′ do 1ºT; Marcinho, aos 33′ do 2ºT (CHA)
Cartões vermelhos: Max Alves, aos 48′ do 1ºT
Cruzeiro: Otávio; William, Fabrício Bruno, João Marcelo e Gabriel Rojas; Matheus Henrique (Lucas Romero, aos 15′ do 2ºT), Gerson e Matheus Pereira; Keny Arroyo (Felipe Morais, aos 23′ do 2ºT), Kaique Kenji (Marquinhos, aos 23′ do 2ºT) e Kaio Jorge (Bruno Rodrigues, aos 42′ do 2ºT). 
Técnico: Artur Jorge.
Chapecoense: Anderson, Bruno Tubarão (Bruno Matias, aos 23′ do 2ºT), Eduardo Doma, Rafael Thyere e Bruno Pacheco; Camilo, Fernando (Tulio Eduardo, aos 15′ do 2ºT), Max Alves e Giovanni Augusto (Ênio, aos 23′ do 2ºT); Marcinho e Rubens (Everton, no intervalo). 
Técnico: Rafael Lacerda.





Em busca do hepta! O Cruzeiro venceu a Chapecoense por 2 a 0, nesta quarta-feira (5/8), no Mineirão, em Belo Horizonte, com um gol de Matheus Henrique – que literalmente deu o sangue para marcar (foi golpeado no nariz no lance do gol e acabou sangrando) – e Kaio Jorge, e garantiu vaga nas quartas de final da Copa do Brasil. Após o empate por 0 a 0 no jogo de ida, na Arena Condá, a Raposa precisava de uma vitória simples para avançar e contou boa atuação para seguir viva na competição nacional.
Artur Jorge apostou em uma trinca com Matheus Henrique, Gerson no meio-campo, além da juventude e altivez de Kenji e Arroyo no ataque. Do outro lado, a Chapecoense, comandada por Rafael Lacerda, manteve a estratégia de um time compacto, buscando explorar os contra-ataques e as bolas longas.
A proposta das equipes ficou evidente desde o início. O Cruzeiro tentou controlar as ações, valorizando a posse de bola e ocupando o campo ofensivo, enquanto a Chapecoense apostou em linhas baixas, forte marcação e transições rápidas quando recuperava a bola.
Como foi o jogo
Primeiro tempo
O jogo começou como se esperava: com o Cruzeiro controlando as ações e mantendo a posse de bola na maior parte do tempo, visando exercer pressão nos minutos iniciais.
William e Gabriel Rojas, os laterais celestes, davam amplitude próximos à linha ofensiva, enquanto os zagueiro se um dos volantes (ora Gerson, ora Matheus Henrique) desciam para fazer uma “saída de três”, em que visavam ter superioridade númerica em relação aos atacantes da Chapecoense.
Logo aos quatro minutos, a Raposa assustou pela primeira vez: após um corte ruim dos catarinenses, Matheus Pereira bateu forte de primeira, mas a bola subiu e não encontrou o gol de Anderson.
Cinco minutos depois, outra chance para o camisa 10: Rojas encontrou o meia livre próximo à área da Chape e MP fez com que Anderson precisasse praticar grande defesa.
Apesar do ímpeto inicial, a pressão cruzeirense diminuiu após o primeiro terço do jogo. A Chapecoense buscava esfriar a partida e fechava bem os espaços.
O Cruzeiro, por sua vez, circulava a bola sem tanta efetividade. As tentativas de contra-ataque dos catarinenses quase sempre eram bem neutralizadas pela defesa celeste.
A Raposa buscava encontrar espaços por dentro e, aos 29, o primeiro gol quase saiu após uma boa tabela entre Gerson e Arroyo, que terminou em bom corte da defesa da Chape. Cinco minutos depois, Kaio Jorge fez com que Anderson trabalhasse novamente, ao chapar no centro do gol catarinense.
Aos 38, mais uma chance do Cruzeiro na primeira etapa: após boa trama de Rojas pela esquerda, Arroyo isolou uma bola que ficara à feição do equatoriano na entrada da área.
No fim da primeira etapa, aos 46 minutos, água mole em pedra dura, tanto bateu que furou: Fabrício Bruno, como um lateral-direito, driblou e cruzou para a área de perna esquerda. O baixinho Matheus Henrique entrou em meio aos grandalhões da defesa catarinense e cabeceou. Anderson defendeu na primeira, mas no rebote o camisa 7 cruzeirense balançou as redes. 1 a 0.
O fim do primeiro tempo, que era bom para o Cruzeiro, ficou ainda melhor: minutos após o gol, Max Alves deu uma solada na canela de Rojas. Após revisão no VAR, Matheus Candançan expulsou o jogador da Chapecoense.
Segundo tempo
O Cruzeiro voltou para o segundo tempo na mesma toada do primeiro e pressionava a Chape. Logo aos seis minutos, Kaio Jorge até balançou as redes, mas estava impedido e o gol foi anulado. Um minuto depois, Matheus Pereira cobrou escanteio e Gerson obrigou Anderson a fazer boa defesa, após cabeçada.
Aos 10, nova chegada cruzeirense. Arroyo puxou contra-ataque, Kaio Jorge fez o “facão” e recebeu bom passe, mas parou em Anderson após chute cruzado. O Cruzeiro seguia no colntrole das ações e aos 19 voltou a assustar, quando Kaio Jorge acertou o travessão após tabelar com William.
A Raposa mantinha o controle do jogo, mas não conseguia ser eficaz para ampliar o marcador. Em alguns momentos a Chape tentava escapar em contragolpes, mas a desvantagem numérica em muito prejudicava as investidas catarinenses.
Aos 40 minutos do segundo tempo, veio o golpe fatal: KJ recebeu bom passe de William e foi derrubado na área. Pênalti!
O camisa 19 cobrou no canto esquerdo de Anderson, que não pôde deter o centroavante cruzeirense. 2 a 0.
Dali em diante, o fim do encontro foi de mera formalidade. O Cruzeiro confirmou a classificação com a vitória e seguiu firme a trajetória rumo ao heptacampeonato da Copa do Brasil